INSPIRAÇÃO

INSPIRAÇÃO

 

Um sentimento mal acomodado na mente provocou a inspiração para a criação da Escola de Associativismo. Por que havia recuado e nao encarado a luta como sempre fiz ? Razoes cristalinas indicavam a correção da decisão mas o espirito de luta relutava em aceitar. Estava deixando uma posição de diretor numa associação nacional de alta relevância. Precisava encontrar um outro campo de batalha para difundir meu sonho e praticar minha crença no aperfeiçoamento do associativismo.

Uma vasta experiência de mais de 40 anos em sindicatos, federações e confederação, em associações nacionais, estaduais e municipais, em camaras e institutos, precisava ser compartilhada. E com certeza poderia trabalhar para que milhares de outros atores, como eu, também pudessem participar deste compartilhamento. O caminho de cima para baixo já havia sido explorado. E o caminho de baixo para cima ainda nao. E a ideia da Escola de Associativismo apareceu. Uma escola para todos os envolvidos no associativismo mas, em especial, prioritariamente, para aqueles que estão iniciando esta jornada em associações. Estavamos em novembro de 2013.

Superados alguns mal-entendidos, receios, a ideia foi transformada em um projeto e a estratégia de convencimento foi alterada. Por ironia, decidimos tratar o tema de cima para baixo. Quase um ano após, foi realizada uma apresentação para o Presidente Marcos Guerra da FINDES e para o Vice Presidente para Assuntos do Centro de Apoio aos Sindicatos da FINDES Egidio Malanquine, que já conhecia a ideia. Outra apresentação foi realizada para todos os presidentes de sindicatos filiados a FINDES. Foi garantido finalmente pelo Presidente da FINDES a provisão de um quarto dos recursos previstos para a fase inicial do projeto e os trabalhos começaram em maio de 2015. Uma semente está sendo lançada, acompanhada de uma esperança muito grande de que seja agente de grandes transformações no associativismo de uma maneira ampla, ambiciosa ao longo do tempo.

Estamos na estrutura do IEL-Instituto Euvaldo Lodi, unidade de produção do Sistema FINDES responsável também pela capacitação empresarial e cujo Vice Presidente para Assuntos é Aristoteles Passos Costa Neto. Temos um Conselho Gestor para avaliação e decisão dos temas mais relevantes da escola.

O inicio da caminhada está feito. Temos um longo caminho pela frente, bem sabemos, mas o que motiva, o que estimula, é a convicção que neste caminho vamos encontrar inúmeras oportunidades para transformar para melhor o associativismo, ferramenta indispensável para uma sociedade organizada forte, condição fundamental para a existência de um estado democrático eficiente na geraçao de riqueza e bem estar para todos.

Sergio Rogerio de Castro
Diretor da Escola de Associativismo

  Associativismo pode vencer a crise (NOVO)

Pela sua atualidade e relevância, este texto, está indicado para leitura neste espaço de inspiração, desde agosto de 2016, com o título DE VÍTIMA À PROTAGONISTA – COMO O ASSOCIATIVISMO AUXILIA AS EMPRESAS.

Decidimos transcrevê-lo inteiramente para facilitar a leitura de quem não o leu ou de quem deseja lê-lo outra vez.

Opinião / 28 Agosto 2017

 

O ambiente competitivo no Brasil é alvo constante de reclamações dos empresários brasileiros. Mas observo que muitos desses estão à procura de uma solução mágica de prosperidade, esperando que os governantes diminuam a carga tributária ou proponham uma lei que beneficie seu segmento de atuação, que o dólar desvalorize quando precisar importar alguma matéria-prima ou produto ou que valorize quando precisar exportar, por exemplo. E isso é um problema muito sério.

Divido o mundo empresarial em dois grupos: os empresários que vivem em um constante processo de vitimização – assim, se a empresa não vai bem, a culpa do insucesso é do governo, do mercado, da crise etc. Por outro lado, temos os empresários que são protagonistas de seus negócios, buscando dentro das suas competências soluções para os desafios. Vítimas enxergam tudo como problemas, protagonistas enxergam desafios. E isso, com certeza, faz toda a diferença na vida.

Empresários se dividem em dois grupos:

vítimas e protagonistas

Mas como encarar os desafios? Para os empresários, sobretudo das pequenas e médias empresas, a saída é buscar se associar a agrupamentos, que podem ser no modelo de franquia, licenciamento de marca ou de associativismo. Independente do formato, sem dúvida nenhuma, a junção de várias empresas em torno de um objetivo comum aumenta a possibilidade de êxito.

Posso afirmar isso, pois estou no movimento associativista há 20 anos, ao longo dos quais já vivenciei e colaborei com o fomento de associações de diversos segmentos. Em todos esses agrupamentos ou redes – como preferir denominar – a melhoria individual e coletiva dos participantes e suas empresas são visíveis.

Dentre os benefícios está o fato de esses empresários passarem a conviver de uma forma mais efetiva e afetiva entre si, uma vez que eram, até então, concorrentes, o que faz com que sejam mais empreendedores. Outro ponto importante é que essas empresas unem forças para compras em conjunto, possuem ações de marketing compartilhadas e administração profissionalizada, dentre outros aspectos que só são possíveis de realizar de forma coletiva.

Ao participar de uma associação, a empresa se torna mais competitiva. Mas, como nem tudo é perfeito, mesmo no associativismo também temos empresários vítimas e empresários protagonistas, e lidar com essa situação é o maior desafio dos dirigentes das associações empresariais.

Na posição de presidente da Febrafar (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias) trabalho diariamente para que todos sejam protagonistas. Uma das ferramentas que utilizo são os números positivos desses modelos, por isso, dentro da Federação, criei o Ifepec (Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Continuada), que tem por objetivo fazer pesquisas, coordenar estudos e disseminar a educação empresarial aos nossos associados.

Os resultados são muito positivos, como aponta estudo recente que coordenamos para entender como estava o nível de empreendedorismo dos nossos associados. Analisando uma amostragem de 2.264 lojas vinculadas à Febrafar, foi verificado que 31% dessas farmácias apresentaram crescimento acima da média do mercado, 49% ficaram na linha padrão de crescimento e 20% ficaram abaixo da média.

Essa informação foi a base da pesquisa, realizada com o objetivo de identificar os fatores que contribuíram para o crescimento e/ou queda. Os empresários que cresceram igual ou mais que o mercado apontaram, em sua totalidade, que um dos fatores é o aproveitamento da coletividade, ou seja, souberam usar as ferramentas oferecidas pela rede.

Outros elementos para o crescimento foram, por exemplo, a utilização com frequência de todas as ações de marketing oferecidas, a realização de treinamento contínuo de sua equipe e o reconhecimento do poder da coletividade na contribuição para o êxito individual. Assim, esses empresários se tornaram protagonistas.

No entanto, foi observado que os empresários que lideram as empresas que ficaram abaixo do mercado em termos de crescimento não reconhecem que o motivo é a falta de envolvimento da empresa e do empresário nas ações da rede; preferem culpar o mercado e a crise, não compreendendo que seus pares possuem as mesmas condições competitivas e estão em um processo evolutivo melhor. Eles se fazem de vítima, mas devem ser resgatados.

Ser associativista ou estar em uma associação não garante de forma automática a caminhada para o sucesso, mas todos os empresários que utilizam com competência as ferramentas oferecidas aos seus associados possuem uma chance muito maior de alcançar o sucesso.

 

Edison Tamascia

Presidente da Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias (Febrafar), da rede de Drogarias Ultrapopular e da administradora de redes Farmarcas.

 

 

Market Positioning for Associations (Posicionamento mercadológico para as associações) (NOVO)

How can associations position themselves to create more value for
members?
Historically, associations were established as a nucleus around
which markets could develop. This hub and spoke model, with
associations at the epicentre made them indispensable.
But the old hub and spoke model has been replaced by a new,
decentralised network economy. Like the internet itself, it has no
centre. It is no longer reliant on any one organisation. It is an
interconnected jumble of associations, nonprofits and
businesses all competing to deliver value.
This makes any single organisation dispensable. The most at
risk are the associations that still think they are the invincible
epicentre of old markets.
Imagine the most powerful association in Australia. What would
happen if it disappeared? Its void would be filled by any number
of competitors. What would happen if your association
disappeared? Your members would carry on, only they would
look to get their needs met by other providers. This is not doom
and gloom. It is reality. And it is an opportunity.

The association mindset that accepts vulnerability is a catalyst for
growth.
The awareness that relevance is under threat can force an
association to innovate and deliver the future value that
members demand – and enable them to compete effectively in
the network economy.

Confira o artigo do Diretor da Escola da Associativismo Sergio Rogério de Castro que saiu no jornal A Gazeta. 

Viva o Hospital:

 

Tirinha:

 

Ruy Barreto, um ícone do associativismo empresarial adverte

 

Ruy Barreto, que foi um destacado Presidente da Confederação das Associações Comerciais do Brasil e um dos mais emblemáticos presidentes da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), entidade fundada pelo Barão de Mauá, faz uma reflexão sobre o enfraquecimento desse tipo de associativismo empresarial. Diferentemente das entidades sindicais patronais, que contam com fontes de receita compulsória, as associações precisam criar formas de se autofinanciarem, geralmente a partir de contribuições de seus sócios. A ACRJ é proprietária de um prédio situado à Rua da Candelaria, no Centro do Rio. O edifício é uma referencia na arquitetura do Centro, mas, mesmo assim, os alugueis são insuficientes para o sustento da entidade.

George Vidor

24/04/2017 – A Gazeta (Vitória/ES)

Confira na íntegra, clique aqui.

 

“O que o preocupa é o futuro mais à frente. Na opinião dele, um octogenário, tais associações precisam de mais sócios e, para tal, devem dar a eles direito de votar. Na ACRJ, a diretoria é escolhida pelos 75 beneméritos e grandes beneméritos, cargos vitalícios. Clubes de futebol passaram por um processo semelhante e ganharam mais vigor desde que as diretorias começaram a ser eleitas pelos sócios”.  Escola de Associativismo.

 

 

Associativismo e democratização da sociedade: limites e possibilidades 

 

Gisele dos Reis Cruz

Doutora em Sociologia pelo Iuperj e professora titular da Universidade Salgado de Oliveira.

Este artigo tem como objetivo discutir o papel do associativismo no processo participativo das novas experiências de co-gestão pública, que visam à elaboração e implantação de políticas públicas através de uma parceria entre governo e sociedade.

Confira na íntegra, clique aqui.

INCENTIVANDO A INOVAÇÃO EM SUA ASSOCIAÇÃO 

 

 

 

A inovação é fundamental para o sucesso das associações. É essencial que os líderes de associações promovam uma cultura de inovação.

Leia o artigo completo, clique aqui.

Nota: Conteúdo em inglês.  Aos que preferirem, existe a opção de tradução instantânea pelo Google Tradutor, porém vale a ressalva de que a tradução não é perfeita, servindo apenas de auxílio para aqueles que não dominam o idioma do texto.

ASSOCIATIVISMO

 

Você já parou para pensar no significado da palavra ASSOCIATIVISMO?

Ficará surpreso com a força do conceito, sua diversidade de fins, sua importância para democracia e o expressivo número de pessoas envolvidas Brasil a fora com essa prática.

Como acontece com a grande maioria das pessoas neste início de século, vamos começar nossa reflexão consultando Dr. Google. Opa!!! Quantas definições e textos abordando aspectos diversos. Vamos começar pela definição. Selecionamos as seguintes:

1) Associativismo: tendência ou movimento dos trabalhadores de se congregarem em associações representativas (órgãos de classe, sindicatos etc.), para a defesa de seus interesses. p.ext. a prática desta tendência.

Legal essa definição, mas tem um problema grande: está restrita aos trabalhadores. Se trocarmos a palavra trabalhadores por Pessoas físicas e Jurídicas, parece que fica bem mais perto da realidade. Vejamos outra:

2) Associativismo é o meio de organizar grupos de interesse econômico auto-sustentável, é a base que liga a consciência individual e o direito individual, a necessidade de agregação e conjugação de esforços, base de organização da sociedade.

Associativismo é a união de um grupo de pessoas, de empresas, de comerciantes, etc.

Ah!! essa definição parece bem melhor, mas, também tem um problema: foi bem colocada a ideia de grupos de interesses, porém, não são apenas interesses econômicos. Poderíamos excluir a palavra econômico. O que explica uma Associação é o interesse em comum de um grupo de pessoas físicas ou jurídicas: Pode ser a defesa de uma bandeira que tem a ver com o emprego, com o negócio dessas pessoas, com o salário, com a melhoria da qualidade de vida no bairro em que moram, pode ser beneficente, religioso, ou a defesa de uma pauta para a nossa organização política.

Poderíamos juntar outras definições, mas com as ideias acima já temos muito o que mapear sobre a riqueza do termo, bem como sobre a diversidade das associações, consequentemente com a amplitude de objetivos.

Associativismo é uma tendência de pessoas (físicas ou representantes de pessoas jurídicas) se organizarem em um grupo, tendo como propósito a agregação e conjugação de esforços na defesa ou realização de um interesse comum. Numa democracia esses atores sociais, assim formados, são vistos por muitos como pilares da organização da sociedade.

Olhando para a realidade brasileira, quais os modelos mais presentes?

1) Modelos formais e regulamentados:

Sindicatos dos trabalhadores e suas federações e centrais

Sindicatos dos empresários e suas federações e confederações

Conselhos de Profissionais Liberais

2) Modelos Formais (organizados na forma do artigo 54 do código civil)

Associações de representação de interesses de um segmento empresarial

Associações de representação de interesses de um segmento de profissionais

Associações de representação de interesses de uma comunidade

Associações Mantenedoras de interesses beneficentes (Área de Saúde; Assistência

Social; Recuperação/Preservação Ambiental)

3) Modelos informais

Clusters produtivos – concentração, geralmente de pequenas empresas, organizadas via mercado e que alcançam alto nível de competitividade em razão de uma divisão de trabalhos entre elas.

Grupos ou Fóruns – Presencial, ou apenas via rede social, de defesa de uma causa ou projeto temporário ( Exemplo: Defesa do Rio Doce; Pó Preto na Grande Vitória)

4) Modelo para Exploração de um Negócio

Cooperativas de Produção

Cooperativas de Crédito

Cooperativas de Trabalho

Um campo que é bem organizado e bastante avançado no Brasil com milhares de unidades, contando com Banco próprio (Bancoob) e sistemas como OCB que se tornaram estruturas de mobilização e treinamento de seus membros e funcionários. Portanto, não precisam ser vistos como prioridade da Escola de Associativismo, embora sejam benvindos também no que considerarem interessante para o caso deles.

É possível imaginar quantas “Associações” existem Brasil afora? Quantos voluntários operam nessa rede de “Associativismo? “No Geral, qual é o conhecimento/cultura que cada participante deve buscar? E na especificidade de cada modelo, qual é o conhecimento que cada participante deve deter?

A Escola de Associativismo tem por meta oferecer essas respostas. E para pensar programas de trabalho para a Escola, bem como seu projeto pedagógico podemos fazer uma classificação diferente da anterior, buscando enfatizar os objetivos delas:

1) Organizações de defesa de interesses econômicos

Sindicatos dos trabalhadores e suas federações e centrais

Sindicatos dos empresários e suas federações e confederações

Conselhos de Profissionais Liberais

Associações de representação de interesses de um segmento empresarial

Associações de representação de interesses de um segmento de profissionais

Aqui são muito importantes os conhecimentos sobre o relacionamento com o setor público: legisladores, executivos de governo.

Como levantar as especificidades operacionais, legais, ambientais, etc do segmento representado? Como construir consensos internos sobre os problemas? Ou, como identificar o que pode ser consolidado como interesse comum, base de sustentação do grupo? E como levar esse conhecimento para autoridades públicas? E para o público em geral que vota e escolhe os nossos dirigentes? Ou que forma imagem dos negócios e respectivos produtos?

2) Organizações de Apoio a Projetos Sociais

Associações Mantenedoras de interesses beneficentes (Área de Saúde; Assistência Social; Apaes; etc.)

Aqui deve ser mais importante questões de ordem gerencial e de captação de recursos, bem como da eleição das entidades a beneficiar.

3) Organizações de Defesa de Direitos Coletivos

Associações de representação de interesses de uma comunidade

Associações e Fóruns de Defesa de Direitos ou Ativos Ambientais

Grupos ou Fóruns – Presencial, ou apenas via rede social, de defesa de uma causa ou projeto temporário ( Exemplo: Defesa do Rio Doce; Pó Preto na Grande Vitória)

Aqui deve ser mais importante questões de ordem gerencial, de captação de recursos e parceiros, bem como de comunicação com o público.

4) Organizações de Produção

Central de Compras (e semelhantes)

Clusters produtivos – concentração, geralmente de pequenas empresas, organizadas via mercado e que alcançam alto nível de competitividade em razão de uma divisão de trabalhos entre elas.

Aqui o mais importante é a compreensão da cultura empreendedora e conceitos de negócios que subsistem como alicerces ou amalgama dessas organizações.

O primeiro território de atuação será o Espírito Santo. Primeiro porque é um Estado com tradição em associativismo, dada sua formação histórica de pequenos negócios, imigrantes italianos, alemães e outros com proximidade à cultura do Associativismo.

Segunda por ser local de residência e trabalho de seu idealizador e apoiadores.

Assim, o programa de trabalho envolverá as seguintes linhas de atuação em paralelo:

1) Preparação de material em temas já conhecidos para comunicação via rede de computadores;

2) Levantamento das Associações existentes no ES, classificadas conforme categorias aqui mencionadas, atendendo a um cronograma de prioridades para a Escola;

3) Identificação em cada caso das necessidades de formação e treinamento dos voluntários;

4) Mobilização; produção de material; realização das ações de capacitação.

Guilherme Henrique Pereira, Janeiro de 2017

Professor universitário,economista, foi Presidente do Banco de Desenvolvimento do ES, Secretário de Estado de Planejamento; Secretario de Estado de Ciencia, Tecnologia e Inovaçao do Estado do ES

DE VÍTIMA À PROTAGONISTA – COMO O ASSOCIATIVISMO AUXILIA AS EMPRESAS

 

No associativismo também temos empresários vítimas e empresários protagonistas, e lidar com essa situação é o maior desafio dos dirigentes das associações empresariais

Saiba mais, clique aqui!

A IMPORTÂNCIA DO ASSOCIATIVISMO NOS MOMENTOS DE CRISE 

 

 

 

Anuário IEL 200 Maiores Empresas

Confira matéria na íntegra, clique aqui

ASSOCIATIVISMO

 

Veja a apresentação sobre associativismo do professor Gerson Volney Lagemann

Clique aqui!

8 MANEIRAS PARA UMA ASSOCIAÇÃO ATRAIR E RETER EXPOSITORES 

 

 

 

O que as associações precisam fazer para apoiar seus expositores e, finalmente, incentivá-los a retornar ano após ano?

Leia a matéria completa, clique aqui.

Nota: Conteúdo em inglês.  Aos que preferirem, existe a opção de tradução instantânea pelo Google Tradutor, porém vale a ressalva de que a tradução não é perfeita, servindo apenas de auxílio para aqueles que não dominam o idioma do texto.

DE OLHO NOS SINDICATOS

 

Reportagem especial abre a caixa-preta dos sindicatos para revelar a arrecadação milionária com o imposto sindical no Espírito Santo e para mostrar o retrato dessas instituições e de seus dirigentes, alguns há quase 30 anos no poder. Série ainda apresenta casos de corrupção, fraudes e desvio de dinheiro nas instituições que deveriam defender os direitos dos trabalhadores.

Confira toda a série, clique aqui.

ESTRATÉGIA DE INTERIORIZAÇÃO SINDICAL 

 

 

 

Para prospectar novos associados e atuar de maneira eficaz em sua base territorial de representação, que compreende todos os municípios do Espírito Santo, o Sinprocim/ES elaborou e executou estratégia de interiorização.
Composta por três eixos, a estratégia compreendeu: i) a criação de comitês temáticos por segmento – argamassa, gesso e artefatos de concreto; ii) o mapeamento da distribuição geográfica e a realização de visitas planejadas às indústrias; e iii) a oferta de serviços por meio de parcerias.

Confira matéria na íntegra, clique aqui

VOCÊ LIDERA COM AS MÉTRICAS CORRETAS?

 

Você controla receitas e associações, mas isso não é o suficiente para saber se a sua associação vai bem.

Quais são as melhores maneiras para uma associação de medir o sucesso?

Confira, clique aqui!

 

Nota: Conteúdo em inglês.  Aos que preferirem, existe a opção de tradução instantânea pelo Google Tradutor, porém vale a ressalva de que a tradução não é perfeita, servindo apenas de auxílio para aqueles que não dominam o idioma do texto.

O MODELO DE NEGÓCIO DAS ASSOCIAÇÕES

 

 

 

As pessoas são , por natureza, sociáveis, e desejam se associar a outras pessoas que tenham interesses e aspirações comuns. Este sentimento de pertencimento e de comunidade é o que impulsiona um indivíduo a motivar-se a procurar um ” lugar para estar” e porque muitas associações em todo o mundo prosperaram.

Confira matéria na íntegra, clique aqui!

UNIÃO DE ASSOCIAÇÕES INTERNACIONAIS

 

A União de Associações Internacionais ( UIA) é um instituto de pesquisa e documentação, com sede em Bruxelas . Foi fundada há mais de cem anos atrás, em 1907, por Henri La Fontaine ( Prêmio Nobel da Paz de 1913) , e Paul Otlet , um dos fundadores do que hoje é chamado de ciência da informação.

Sem fins lucrativos , apolítica , independente e não-governamental por natureza , a UIA tem sido um pioneiro na pesquisa, monitoramento e prestação de informações sobre organizações internacionais , associações internacionais e seus desafios globais desde 1907 .

A UIA tem status consultivo com o estatuto ECOSOC e associado com a UNESCO .

FATORES QUE INFLUENCIAM O ASSOCIATIVISMO

 

De acordo com o modelo da associação, certas regras podem ser utilizadas para diminuir os riscos. Saiba o que ajuda a garantir o sucesso e atingir os objetivos.

Fatores

Uma associação pode seguir o modelo tradicional, com grande número de associados, ou constituir um associativismo menor, de pequenos grupos. Dependendo do modelo, algumas regras podem ajudar a diminuir os riscos e garantir que os objetivos da associação sejam atingidos.

No associativismo tradicional, com grande número de associados, há dificuldade em se estabelecerem objetivos comuns. Muitos participantes têm interesses diferentes e até contrários. Por isso, deve-se eleger uma diretoria que centralize as decisões, pensando no bem maior. Nesse caso, como geralmente há um baixo nível de comprometimento dos associados, a responsabilidade do sucesso é da diretoria, que precisa ter a visão de que é difícil realizar a maioria das ideias.

As ações são implementadas lentamente e é comum que aconteça a perpetuação de alguns líderes, que conseguem agrupar muitos associados com interesses parecidos. Esse modelo aumenta a importância na formalização da associação, já que o grande número de associados e a tomada de decisões centralizada em uma diretoria prejudicam a relação de confiança e transparência.

No associativismo em pequenos grupos, por causa do pequeno número de associados (geralmente de 5 a 25 pessoas), torna-se mais fácil estabelecer objetivos comuns. As decisões podem ser descentralizadas, tomadas pela decisão comum dos associados. Disso resulta uma rotatividade de lideranças.

Como a responsabilidade pelo sucesso é de todos os associados, eleva-se o grau de comprometimento e, por isso, é preciso dar muita importância ao planejamento e às ações Muitas das ideias são fáceis de serem realizadas e as ações são implementadas rapidamente. Os participantes têm praticamente os mesmos interesses e existe uma relação de transparência.

Fonte: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/Fatores-que-influenciam-no-sucesso-do-associativismo

A ESSÊNCIA DE NOSSO ASSOCIATIVISMO

 

Deriva de nossos primitivos ancestrais a prática de somar esforços para o alcance de um objetivo comum. É obvio que nos primórdios, esse objetivo comum era a sobrevivência da espécie ancorada no alimento e proteção. Portanto, cabe aos antropólogos, determinar se tal prática é instintiva, logo irracional, ou trata-se de ato criativo como melhor resposta para adaptação ao meio. Independente das conclusões científicas, sustento a racionalidade da segunda condição. Embora as sociedades e seus modelos organizacionais tenham naturalmente evoluído, a essência do associativismo sempre se manteve retratada no princípio fundamental de que, “juntos somos mais fortes”.

Oportuna se faz aqui a visão de Tocqueville, um dos adeptos e estudiosos da democracia. Dentre suas constatações, as sociedades democráticas sempre serão individualistas. Ocorre que os indivíduos, cientes dessa condição, acabam percebendo que, se todos focarem tão somente em seus interesses privados, estarão em situação pior do que se dispusessem de tempo para a coletividade.

Então, apoiando-nos nesse sucinto fundamento, podemos considerar que, no âmbito do associativismo, o diferencial relevante entre uma sociedade e outra, reside na intensidade dessa percepção e consequente grau de envolvimento e colaboração. Reportando-nos especificamente à nossa realidade regional, observamos uma peculiar característica. A legião de lideranças empreendedoras das mais variadas classes, atuantes no conjunto das atividades econômicas, sociais, políticas e culturais, percebem com maior lucidez e entusiasmo que a coexistência colaborativa produz uma força indutora que modifica comportamentos, fomenta novos conhecimentos e promove o desenvolvimento da comunidade.

Nessa perspectiva, poderíamos então visualizar nosso modelo de organização regional como uma grande Sociedade Anônima. Uma grande organização de aprendizagem, orientada por visão compartilhada onde, na concepção de Peter Senge, “os membros consideram a organização um sistema no qual o trabalho de cada um afeta o trabalho de todos”. Uma dinâmica de coexistência solidária, alimentada por uma “tensão criativa” que, segundo Senge, impulsiona e mobiliza as pessoas a buscarem “o que poderia ser” a partir “do que é”.

Cabe, por fim, enaltecer a sábia atitude de todos os que praticam, promovem e difundem nossa cultura associativista. Isto nos faz diferenciados e fortes.

 

Nelson Luiz Pereira
Jornal O Correio do Povo

O ASSOCIATIVISMO E OS VOCACIONADOS NA HOTELARIA

 

O associativismo nasceu da necessidade dos homens somarem esforços para alcançar um objetivo comum. Nos primórdios, a  preocupação fundamental era a própria sobrevivência. Mais recentemente, essa busca transformou-se no enfrentamento às mudanças impostas pelo sistema econômico mundial. Em todos os tempos, sempre estivemos envolvidos a algum grupo, nas sociedades primitivas, a escassez de recursos obrigou aos indivíduos uma organização em grupos. Concluímos que a cooperação é uma resposta criativa do homem frente aos seus desafios, suas fragilidades e limitações. Na década de 1990, o associativismo ganha perspectiva de desenvolvimento local, aliada à concepção de sustentabilidade.

Uma associação pode seguir o modelo tradicional, com grande número de associados, ou constituir um associativismo menor, de pequenos grupos. Dependendo do modelo, algumas regras podem ajudar a diminuir os riscos e garantir que os objetivos da associação sejam atingidos. Quando esse grupo é formado por um grande número de associados, a dificuldade em se estabelecer objetivos comuns são maiores. Para resolver esse problema, define-se uma diretoria que centralize as decisões e atenda aos anseios da maioria.

Sobre o tema, o Sebrae diz: “Como a responsabilidade pelo sucesso é de todos os associados, eleva-se o grau de comprometimento e, por isso, é preciso dar muita importância ao planejamento e às ações.”

Os problemas brasileiros são crescentes na política, na economia e na sociedade, e seus impactos são evidenciados diariamente, pois resultam em desemprego, exclusão e individualismo. Notamos um crescimento notável de associações, mas é preciso persistir nessa forma de governança para melhorarmos esse cenário atual e também para as futuras gerações.

Na hotelaria, a busca pelo associativismo vem se tornando uma tarefa cada vez mais contínua e imprescindível para o fortalecimento da atividade. Para o segmento crescer, é necessário que o desempenho de toda a cadeia produtiva do turismo também avence e se fortaleça.

Hoje, somente a ABIH Nacional, a mais tradicional e maior associação do segmento, reúne 25.8000 meios de hospedagens, 502 mil unidades, é responsável por 365 mil empregos e recebe 390 mil hóspedes por dia. Com números tão grandiosos, é preciso deixar as diferenças de lado e trabalhar em torno de um bem comum.

Na Hotelaria, o associativismo vem se tornando uma tarefa imprescindível para o fortalecimento da atividade.

 

Nerleo Caus
Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional)

ASSOCIATIVISMO PARA UMA INDÚSTRIA FORTE

 

O Estado passou por 2 ciclos de desenvolvimento, o primeiro foi no século XIX até a década de 60 do século XX, ancorada exclusivamente no café. O setor gerava quase 54% do PIB estadual. Depois passou pelo segundo ciclo que começou na década de 60 até a década de 90 do século XX, foi quando o ES teve sua inserção internacional através das exportações das grandes indústrias. Vivemos e viveremos outros ciclos, mas podemos afirmar que no momento atual estamos dando a importância para o associativismo e para interiorização.

Associativismo para uma Indústria forte é o nome do livro que a FINDES lançou em comemoração aos seus 55 anos, e os principais atores dessa história são os 31 sindicatos e as 3.347 indústrias associadas.

Um dos projetos que merece destaque foi o Dia de Associar-se que levou uma grande mobilização para o interior, principalmente para os municípios onde estão localizadas as regionais da FINDES que são: Colatina, Cachoeiro de Itapemirim, Aracruz, Anchieta, Linhares, Venda Nova do Imigrante, São Mateus e para fechar o ciclo no interior Nova Venécia que contou com a presença de vários prefeitos e do Governador Casagrande, que no evento assinou junto com o Presidente da FINDES Marcos Guerra convênios para instalação de um uma Escola Pedreira em Vila Pavão e uma Agência de Treinamento em Nova Venécia, futuro centro integrado SESI/SENAIS/IEL.

Além de toda a mobilização o projeto identificou setores que estavam desassistidos pela federação, com isso foram criados 3 novos sindicatos: Laticínios, vidros e pesca.

Nos 8 eventos realizados foram visitadas cerca de 2.500 indústrias, 1.800 participantes e 592 indústrias associadas aos sindicatos.

O projeto deu tão certo que a CNI – Confederação Nacional da Indústria replicou para outras federações totalizando 39 eventos realizados/agendados em todo o Brasil.

O associativismo é o clico da vez, só assim podemos fortalecer as indústrias que são a base dos sindicatos e da federação, dando sustentabilidade a economia deste pequeno grande estado.

Egídio Malanquini
Diretor para o Fortalecimento Sindical
Centro de Apoio aos Sindicatos – CAS/FINDES

Premiações no Associativismo

 

Como grande inspiração temos o Prêmio de Excelência em Associação de 2016, criado pela Global Conference Network, e é uma oportunidade única para as associações transversais de indústrias se reunirem sob o mesmo teto e celebrarem as conquistas e sucessos dos vencedores.

Houve um aumento de 25% no número de inscrições para a segunda edição do programa de premiação que identifica as melhores práticas no trabalho realizado por todo o comércio e associações profissionais.

“Associações Comerciais desempenham um papel importante como um canal entre as empresas e os decisores políticos e meios de comunicação que moldam o ambiente em que trabalham. Ao reconhecer suas realizações, os Prêmios de Excelência da Associação são uma ótima maneira de comemorar o sucesso e compartilhar o aprendizado.” David Smith, CEO, Energia Networks Association.

“Agora, mais do que nunca, os profissionais precisam ser engajados com o seu corpo profissional, e organismos profissionais devem fornecer um excelente suporte, oportunidades de desenvolvimento e assegurar que os esforços para influenciar a política, representar os pontos de vista e prioridades dos seus membros. Concordei em ser juiz desta premiaçao, porque eu estou interessado em ganhar uma compreensão mais profunda do que Excellence parece, e para ajudar a comemorar o sucesso daqueles que o merecem dentro deste setor muitas vezes esquecido. ” Julia Scott, CEO, O Colégio de Terapeutas Ocupacionais.

Fonte: http://associationexcellenceawards.co.uk/

Sindicatos/ associações empresariais e a competitividade de sua empresa

 

Conheça o artigo escrito pelo Diretor da Escola de Associativismos Sérgio Rogério de Castro, então Diretor Presidente da Fibrasa/SA, publicado em 2009 na revista 200 maiores empresas publicada pelo IEL/ES.

Confira o artigo na íntegra (pdf)

Associativismo no Brasil do Século XIX: repertório crítico dos registros de sociedades no Conselho de Estado (1860-1889)

Análise crítica dos registros de criação ou reformulação dos estatutos das associações beneficentes, comemorativas, religiosas, filantrópicas, étnicas, científicas, educacionais, literárias, dramáticas, desportivas e recreativas criadas na cidade do Rio de Janeiro na segunda metade do século XIX.

 

Clique e confira o artigo na íntegra

 

Ronaldo Pereira de Jesus
Universidade Federal de Ouro Preto

ASSOCIATIVISMO E EMPODERAMENTO: A NOSSA FORÇA

… projetos relacionados ao incremento da atividade turística requerem apoio técnico, parcerias, educação, comprometimento e envolvimento da comunidade. Em Administração, utiliza-se a técnica do Benchmarking, que consiste no processo de busca das melhores práticas que conduzem ao desempenho superior. De forma simples, podemos dizer que o Benchmarking consiste em observar, examinar e aprender como outra organização realiza uma atividade para, com base nesta experiência bem-sucedida, melhorar a nossa atividade. Esta é a matriz de trabalho empregada pelo Projeto Rotas do Itajaí.

O modelo proposto para a futura Associação Visite Guabiruba – AVIGUA –  e que também pode ser utilizado por outros municípios com grande potencial turístico como Botuverá, Brusque e Nova Trento, dentre outros -, foi inspirado no modelo bem-sucedido da Associação Visite Pomerode – AVIP. Constituída em 2009 por representantes de empresas que acreditaram no associativismo para o sucesso do negócio e que o concorrente é um parceiro e não um inimigo, (grifo nosso) já em 2013 a entidade foi agraciada com o Prêmio Top Turismoda Associação de Dirigentes de Vendas e Marketing de Santa Catarina (ADVB –SC), com o case “Passaporte Turístico”. Em 2015, a associação foi novamente agraciada com o prêmio Top Turismo com o case “Osterfest”. Tecnicamente, pode-se dizer que a experiência e o modelo da AVIP – calcado no associativismo -, são uma boa referência para o turismo na região de Brusque, o que justifica sua escolha.

O associativismo corre em nossas veias. Utilizado desde os tempos de Roma, em nosso passado recente foi um modelo muito utilizado nas regiões colonizadas por imigrantes alemães e italianos, que se juntavam para construir e manter as escolas, por exemplo, visto que o poder público não dotava as comunidades de escola e tampouco pagava os professores. Tanto a construção quanto a manutenção eram integralmente pagas pelas famílias. Este associativismo, que tinha como objetivo satisfazer as necessidades coletivas e alcançar o bem comum, passava pelo investimento em educação para a evolução e o crescimento das pessoas e da comunidade.

A prática associativa consiste na organização voluntária de pessoas. É pilar fundamental na construção de vida em comunidade, eixo de qualquer política de desenvolvimento que favorece a democracia e a cidadania. Ela nos empodera, aumenta nossas forças, pois juntos somos mais fortes. Infelizmente, ao longo dos últimos 80 anos, paulatinamente, a prática do associativismo tem sido sufocada no Brasil. Talvez nem todo o território brasileiro tenha conhecido e praticado o associativismo, mas aqui fazíamos isso com maestria, e estamos esquecendo, pois praticamos pouco. E esta é uma área em que teoria sem prática não leva a lugar nenhum.

Agora, mesmo aqui muitos não sabem o que é associativismo. Não sabem como funciona, não imaginam a força que tem e, por ignorar, não promovem, não participam, não se envolvem. Enquanto isso, permitimos que os outros conduzam nossa vida, nosso destino, a bel prazer. Mas podemos mudar isso. Chamar para nós a responsabilidade, assumir e fazer acontecer. Somente assim mudaremos o país, e não ficando à margem do processo, sem se envolver, sem se responsabilizar, sem fazer nada – só criticando e reclamando. Enquanto isso, outros fazem – mas fazem o que eles querem, e não o que nós queremos. Para fazer o que nós queremos, nós mesmos precisamos fazer. Isso é associativismo!

Fonte: Jornal Municipio de Brusque/SC – Rosemari Glatz

ASSOCIATIVISMO…OU NÃO?, POR MASSIMO ESPOSITO

 

Na terra onde nasci, logo depois da guerra não havia nada, só homens e mulheres que tinham perdido tudo e queriam reaver a própria vida.

Começaram as cooperativas e associações, JUNTOS começaram a ter as próprias tarefas e a desenvolver as ideias para alcançar objetivos.

Quer na administração, quer na logística ou no próprio trabalho manual, todos tinham a dignidade própria porque eram uma peça duma engrenagem que ajudava a TODOS, ninguém era mais do outro porque o responsável da logística não podia fazer nada se os operários não entregassem o produto, e assim por diante.

Em Portugal não é assim, e digo isto por experiência pessoal (várias). No concelho de Mação, por impulso do então presidente da Câmara, foi constituída uma associação de artistas, de que eu era o afortunado presidente, e nas primeiras reuniões todos eram interessados a ajudar..mas o tempo passa… e aos poucos o “afortunado” presidente devia fazer contactos, realizar exposições, entregar documentos ao técnico de conta, reunir na câmara, fazer limpeza…….isto durou 3 anos, visto que ninguém mais se apresentou para avançar, e eu fiquei cansado por trabalhar sozinho.

Estou agora em duas Associações do Medio Tejo. Belas reuniões… no começo, com tantas ideias, projetos, propostas. Alguns que se agitavam para impor as próprias ideias…fazemos ISTO! Fazemos AQUILO! Mas depois as reuniões minguaram, cada um queria JÀ fazer as coisas, queriam JÀ ser elogiados, e aqui inicia o meu raciocínio.

Meus caros colegas, para se ter algo é preciso trabalho, empenho, sofrimento, e persistência.

Não se pode querer constituir uma associação e logo depois ir exigir subsídios e ajudas..precisa antes MOSTRAR  o que se pretende, o que se sonha , o porquê da existência desta associação, e então sim, podemos ter ajuda.

Associar-se quer dizer” juntar o próprio trabalho ao trabalho de outros para conseguir um objetivo”, não estar a espera, sentadinhos, que tudo caia do céu. Do céu cai água, só!

Por aqueles que criticam, lamuriam, andam tristes a abanar as mãos e chorar nos cantinhos das ruas, porque “aqui não há nada”, “ninguém me ajuda”, “este país não presta”, digo-lhes isto: seja humilde, dedicado e trabalhador, e aceite o seu lugar, não só para fazer propostas, mas demonstrar também em como realizá-las.

DEDICA-TE A ISTO COM PAIXÃO!

 

Massimo Esposito
Pintor Italiano, licenciado em Arte e com bacharelato em Artes Gráficas em Urbino (Itália), vive em Portugal desde 1986. Em 1996 iniciou um protejo de ensino alternativo de desenho e pintura nas autarquias do Médio Tejo que, após 20 anos, ainda continua ativo. Neste projeto estão incluídas exposições coletivas e pessoais, eventos culturais, dias de pintura ao ar livre, body painting, pintura com vinho ou azeite, e outras colaborações com autarquias e instituições. Neste momento dirige quatro laboratórios em Abrantes, Santarém, Entroncamento e Constância.

AULA DE ASSOCIATIVISMO – IFGOIANO CAMPUS CERES

 

Associativismo no Brasil: características e limites para a construção de uma nova institucionalidade democrática participativa

 

Dissertação que propõe examinar o fenômeno da ação coletiva institucionalizada no Brasil, pela análise do associativismo civil. Além de mapear, caracterizar e classificar tais organizações, esta pesquisa terá como foco a interpretação desse universo associativo e seu crescimento em anos recentes. Observa-se a influência do Estado, exercida por meio do marco legal aplicável a associações civis, na formatação, na burocratização e no incentivo desse tipo de ação coletiva. O objetivo da dissertação é analisar tanto o status quo deste universo, quanto sua regulação estatal, para apreciar em que medida isso possibilita o avanço de uma nova institucionalidade democrática participativa ou, pelo contrário, reproduz estruturas de desigualdade que permeiam a sociedade brasileira.

 

clique e confira matéria na íntegra

 

Alexandre Ciconello Ganança
UnB – Instituto de Ciencia Política

Associativismo e Cooperativismo

Apostilha gerada por convenio entre o MDIC – Ministério do Desenvolvimento Industria e Comercio Exterior do Brasil e a Prefeitura Municipal de Araraquara/SP Processo nr 084353/2009 – Sistema de Gestão de Convênios.

Clique e confira a apostila na íntegra.

A LIÇÃO DO FOGO

 

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