Como conter a erosão da civilidade nas associações comunitárias Opinião

Por DONNA DIMAGGIO BERGER / ESPECIAL PARA O SUN SENTINEL / 29 DE MAIO DE 2019

Vozes levantadas, rostos avermelhados e gestos furiosos. Você pode pensar que está assistindo a uma audiência do Congresso no C-SPAN, mas você está na reunião do conselho da sua comunidade. A erosão da civilidade em nossa sociedade começou a se manifestar em comunidades residenciais privadas. Isso acontece de várias formas, desde a grosseria e o comportamento disruptivo nas reuniões, até comportamentos mais perigosos e crescentes. Embora seja impossível legislar a civilidade, a proximidade de uma moradia multifamiliar ou de uma comunidade com comodidades compartilhadas aumenta o impacto desses comportamentos e cria uma miríade de questões jurídicas e desafios operacionais para os conselhos de voluntários e seus gerentes. Talvez a questão jurídica mais difícil seja a determinação de quando a falta de civilidade requer ação na forma de regulamentação, execução ou, em circunstâncias notórias, medidas adicionais de segurança. Detalhes Os conselhos consideram que a qualidade de vida e a capacidade de conduzir negócios diminuem, uma vez que o tempo e os recursos são cada vez mais dedicados às interações pessoais entre residentes e funcionários, em vez do funcionamento da comunidade.

Donna DiMaggio Berger é Especialista Certificado em Condomínio e Lei de Desenvolvimento Planejado, é Acionista do escritório de advocacia Becker e atua como Diretora Executiva do Lobby de Liderança da Associação Comunitária. – (Folheto)

É difícil atrair e reter bons funcionários e contratados e, mais importante, ninguém vai querer servir no conselho ou em um comitê.

Dada a obrigação da associação de proteger a pessoa e a propriedade dos residentes, há um ponto em que é necessária uma ação reguladora e de execução. O que uma diretoria voluntária pode fazer?

  1. Realize uma reunião businesslike. Quanto mais organizados e profissionais forem os membros do conselho, menos oportunidade de interrupção.
  2. Peça aos membros do seu conselho que estabeleçam o padrão de civilidade. Algumas comunidades até exigem que os membros do conselho assinem e sigam um código de conduta, a fim de dar o exemplo e o tom apropriados para a comunidade. A maioria das associações tem estatutos que são décadas de idade. Nos últimos anos, atualizei inúmeros conjuntos de documentos para fornecer padrões operacionais e de comunicação para diretores e proprietários.
  3. Adotar e fazer cumprir as regras do Conselho com relação à maneira pela qual os residentes tratam uns aos outros, aos funcionários e aos contratados da propriedade. Embora isso seja subjetivo, a maioria de nós reconhece um comportamento realmente inaceitável quando o vemos.
  4. Opere com transparência e solicite informações da comunidade. Algumas comunidades fraturam por causa de um senso de sigilo e algumas fraturas por causa de diferenças geracionais na abordagem de manutenção e melhoria das instalações. É improvável que todos os proprietários concordem que certos projetos sejam necessários ou que as reservas sejam totalmente financiadas anualmente, mas os conselhos são eleitos para tomar decisões difíceis, não apenas as mais populares.

Fóruns que abordam esses problemas e enviam uma mensagem de que o comportamento incivil não é tolerado farão um serviço para suas comunidades.

Ao contrário da audiência do C-SPAN que você pode desativar, a discórdia em uma associação comunitária não pode ser interrompida na sua porta da frente. Os moradores das associações comunitárias devem perceber que “morar juntos” exige um nível de civilidade e respeito que esperamos que flua para cima em algum momento.

O Sul Informação entrevistou Sofia Colares Alves, chefe da Representação da Comissão Europeia em Portugal.

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POR SOPHIA CONFORTI – 10/05/2019 – ASSOCIATIONS NOW
O envolvimento dos membros pode ser amplo e o cálculo do sucesso pode ser bem complicado. Aqui está uma fórmula que pode identificar o retorno do engajamento. Além disso: Uma maneira interessante de fazer seu palestrante principal se sentir mais especial. Como profissional da associação, você conhece os assuntos de envolvimento dos membros. Mas o que realmente significa engajamento – e como você mede isso? Maneesha Manges escreve no blog HighRoad Solution que engajamento é geralmente definido como a conexão que um membro sente a uma organização e geralmente é medido através de visitas ao website, participação em eventos, interação com recursos educacionais, e assim por diante.”Mas ainda assim, esses números só nos dão um guia aproximado do que está acontecendo em nossa associação”, diz Manges.

“Crucialmente, isso não nos diz se estamos gastando dinheiro nos lugares certos ou se precisamos investir nossos recursos em outro lugar.” Uma métrica que pode fornecer informações sobre o valor em dólar do envolvimento: retorno sobre o envolvimento (ROE). Embora possa ser complicado medir com precisão, Manges diz que encontrar o ROE se resume a três etapas:
1. Apontar toda a renda relacionada ao engajamento. Isso inclui taxas de associação, taxas de eventos e contribuições voluntárias.

2. Identifique todos os custos relacionados ao engajamento. Quanto custa produzir programação ou eventos, incluindo pessoal e esforços de marketing?

3. Calcule o ROE. Uma vez que você tenha os dois números, subtraia o custo da renda e multiplique por 100. O que você obterá é sua porcentagem de ROE.
“O engajamento dos membros sempre será um pouco vago porque, em última análise, é sobre emoção”, diz Manges. “Para realmente entender o envolvimento, você precisará de um feedback qualitativo, como pesquisas e entrevistas com membros. No entanto, olhar para dados financeiros quantitativos lhe dará uma boa visão geral sobre se você está acertando as coisas ou se precisa repensar sua estratégia. ”

Ferramenta conta com guia comercial, informaçoes sobre o município e a entidade, calendário de eventos, horários dos comércio, entre outros recursos.

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11 alunos de diferentes associações se inscreveram para este curso de formação de associativistas, realizado no Centro de Treinamento do IEL/ES, nos dias 14 e 15 de maio p.p.. Novos temas foram abordados: Os benefícios de uma sede – MD01; A importância da renovação – MD02; Inovação no associativismo – MD03 e Desenvolvendo mercados por meio das associações
– MD05. O destaque deste curso foi a presença do aluno-professor Luiz Soresine, ex-Diretor da Aracruz Celulose e ex-Diretor da Vale, um formador de opinião, um associativista nato, valorizando as iniciativas da Escola de Associativismo. Uma inspiração para continuarmos produzindo conteúdo para o fortalecimento das associações.

O mais novo curso da EA – Escola de Associativismo, foi lançado no ultimo dia 21, na sede do CDL (Câmara de dirigentes Lojistas) Grande Vila Velha/ES. Uma plateia lotada, participativa, uma palestra do Cezar Pinto, um dos colaboradores de conteúdo do novo curso e muitos pronunciamentos valorizando o lançamento e o associativismo, confirmaram o valor da grande liderança desta associação, Helcio Rezende Dias, também Presidente do Conselho de Gestão da escola.

Uma notícia esperada, há mais de um ano, finalmente pode ser divulgada: a Escola de Associativismo passa a existir legalmente, registrada no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas. A etapa seguinte é a obtenção do CNPJ – Certificado Nacional de Pessoa Jurídica, esperada para os próximos 15 dias.

O Diretor da Escola de Associativismo foi convidado e realizou uma palestra para os rotarianos no mais importante evento desta associação na região da sua sede. Um desafio uma vez que a associação Rotary é uma das maiores do mundo, é uma inspiração para a escola. Uma analogia foi apresentada pelo diretor da escola: tal como as maiores empresas do mundo, como por exemplo a General Electric, tem procurado e estimulado “start ups” para aperfeiçoar a gigante, para dará mais celeridade nas mudanças que são necessárias à sua perenidade. Assim a EA Escola de Associativismo, apresentou “Despretenciosas Propostas” para o fortalecimento desta magnifica e global associação.

Em reunião com a presença do Presidente da FINDES Leo de Castro, o diretor da EA distribuiu a coletânea das 11(onze) “PÍLULAS DE ASSOCIATIVISMO” produzidas até aqui e estimulou os presidentes das associações sindicais a destinarem de 10 a 15 minutos das suas reuniões para que um dos textos das Pílulas fosse lido e comentado visando a criar uma cultura associativista mais forte e consequente.

Realizado no ultimo dia 7 de maio, com um grande sucesso. Um público qualificado, formado por parceiras, doadores, colaboradores da EA Escola de Associativismo receberam a homenagem da escola através da realização deste evento de elevadíssima qualidade. A palestra inicial tratou do tema “Propósito”, com Gilber Machado da empresa de publicidade ebrand e do projeto Kuau, seguida pelo renovado consultor de marketing Ronald Carvalho que falou sobre “Mudança”. O encerramento foi brilhantemente protagonizado pela publicitária Flávia da Veiga que prendeu a atenção de todos com relevantes considerações e ensinamentos sobre “Felicidade”. Muitos foram os pedidos para que a Escola de Associativismo promova mais eventos deste nível, desta elevada qualidade.

Local: Federação das Indústria do Estado do ES – 11/04/2019
ENTREGAMOS O ESTATUTO DO SINDICATO REVISADO E O CÓDIGO DE ÉTICA DA INSTITUIÇÃO IMPLANTADO, BEM COMO A AGENDA SINDICAL ESTRUTURADA COM AS AÇÕES DEFINIDAS PARA SEREM EXECUTADAS VISANDO ALCANÇARMOS AS METAS E OBJETIVOS DEFINIDOS PARA OS PRÓXIMOS ANOS. ESTAMOS DEIXANDO DOIS PROGRAMAS IMPORTANTES PRONTOS PARA SEREM EXECUTADOS. O PLANO DE COMUNICAÇÃO E O PROGRAMA PLÁSTICO NA INDUSTRIA 4.0. ACREDITAMOS QUE A IMPLEMENTAÇÃO DESSES DOIS PROGRAMAS SERÃO FUNDAMENTAIS E ESTRATÉGICOS PARA CONTINUARMOS TRANSMITINDO AOS NOSSOS ASSOCIADOS OS VALORES E A IMPORTÂNCIA DE FAZEREM PARTE DE UMA ASSOCIAÇÃO REPRESENTATIVA NA DEFESA DOS SEUS INTERESSES, E AUXILIANDO AS INDUSTRIAS DO SETOR NO DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS QUE IRÃO PROPORCIONAR PRÁTICAS DE INOVAÇÃO, AUMENTO DE PRODUTIVIDADE E MELHORIA DA COMPETITIVADE DAS NOSSAS EMPRESAS, RESPECTIVAMENTE. VALE A PENA FRISAR QUE TODO ESSE TRABALHO VEM SENDO CONSTRUIDO A VÁRIAS MÃOS E COM IMPESSOALIDADE. NÃO É UM PROJETO DE UMA OU OUTRA GESTÃO E SIM DE UM SETOR E TODOS OS SEUS STAKEHOLDERS. MUITO AINDA HÁ PARA SE FAZER, COMO
SEMPRE NOS PROVOCA O NOSSO PRESIDENTE DA FINDES, E ISSO É FATO. AS DEMANDAS NÃO PARAM, AS MUDANÇAS AVANÇAM NUMA RAPIDEZ EXTRAORDINÁRIA E O NÍVEL DE EXIGÊNCIA PELA EXCELÊNCIA NAS ENTREGAS SÃO CADA VEZ MAIS FORTES. HÁ MUITO SE FALA NA NECESSIDADE DE REVISÃO E RENOVAÇÃO DAS ESTRUTURAS SINDICAIS. NÃO HÁ SOLUÇÕES MÁGICAS. MUDAR AS LEIS NÃO MUDA AS IDEIAS. A REVITALIZAÇÃO REQUER ESTRATÉGIAS E NÃO APENAS TÁTICAS:
– REPENSAR OS PROPÓSITOS E OBJETIVOS DA REPRESENTAÇÃO
– ENTENDER OS GRUPOS DE INTERESSE REPRESENTADOS

– REVER AS FORMAS DE AÇÃO E A NATUREZA DOS SEUS PROCESSOS DEMOCRÁTICOS INTERNOS
– REDESENHAR A REPRESENTAÇÃO EM BASES INOVADORAS
– ABRAÇAR OS INTERESSES DE UM PÚBLICO MAIS AMPLO E DESENVOLVER PROCESSOS DE COMUNICAÇÃO EFICIENTES SÃO FUNDAMENTAIS.
A INOVAÇÃO ESTRATÉGICA TRAZ À TONA QUESTÕES POLÍTICAS DIFÍCEIS, POIS MUDANÇAS ESTRUTURAIS AMEAÇAM AS RELAÇÕES INTERNAS DE PODER. RICHARD HAYMAN E REBECCA GRUMBRELL, DUAS AUTORIDADES EM ESTUDOS SOBRE SINDICALISMO NO MUNDO, DISSERAM: “TEMPOS DIFÍCEIS PODEM ESTIMULAR UM NOVO PENSAMENTO, TRAZENDO NOVAS OPORTUNIDADES. O DESAFIO É REVER PROPÓSITOS E PRIORIDADES E CRIAR MANEIRAS INOVADORAS PARA ATINGI-LOS. ISTO PODE ENVOLVER ESCOLHAS DIFÍCEIS: NEM TODOS OS OBJETIVOS PODEM SER IGUALMENTE PRIORIZADOS, PRINCIPALMENTE QUANDO OS RECURSOS ESTÃO MAIS ESCASSOS.” POR FIM QUERO AGRADECER A TODA DIRETORIA QUE FEZ PARTE DESSA GESTÃO, AOS ASSOCIADOS QUE ACREDITARAM E APOIARAM O NOSSO TRABALHO, …PROCUREI A TODO TEMPO ORIENTAR A MINHA ATUAÇÃO COM BASE NOS PRINCÍPIOS E VALORES QUE VALIDAMOS, PAUTADOS NO COMPROMETIMENTO, FOCO EM RESULTADOS, INOVAÇÃO, QUALIFICAÇÃO E TRANSPARÊNCIA – COM A VERDADE ACIMA DE TUDO.

O que é associativismo? Como ele pode colaborar para a sociedade? Como fortalecer o associativismo? Esses foram alguns dos questionamentos trabalhados no primeiro Curso de Formação de Multiplicadores da Escola de Associativismo, que aconteceu na última semana. O evento foi promovido com intuito de capacitar novos professores da Escola de Associativismo, que, agora, também serão responsáveis por disseminar a cultura do associativismo em todo o país.

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Foram 12 estados e três municípios capixabas presentes, 14 alunos certificados. A partir deste curso ganhamos escala na nossa atuação no Brasil. Temos multiplicadores do conteúdo da Escola de Associativismo no ES, RS, SC, SP, MG, RJ, DF, MT, BA, AL, PA e AC, nas 5 diferentes regiões do do Brasil. O instrutor Fabio Dias, do SENAI/ES, dedicou-se com afinco para que os alunos tivessem a melhor formação. Nosso voluntário do Comitê Executivo e também aluno, Ismar Calcagno ajudou a EA na recepção e acolhimento dos(as) alunos(as). Zilka Teixeira e Rafaela Marques garantiram a qualidade didática e o suporte ao curso.

Acontecerá no próximo dia 7 de maio, às 16 hs, no Salão da Indústria do Edifício FINDES. Um evento anual em homenagem a quem ajudou e ajuda a EA Escola de Associativismo. Inteligente e descontraído é a marca desta evento que é esperado por todos. Os temas e os palestrantes escolhidos pela escola foram:

Propósito, com Gilber Machado,

Mudança, protagonizado por Ronald Carvalho

Felicidade, uma grande expectativa, com Flávia da Veiga.

Será realizado nos dias 14 e 15 de maio, de 16 às 20 hs, no Plenário do 9º andar do Edifício FINDES. 25 vagas serão ofertadas para os 4 cursos programados:

MD01 – Os benefícios de uma Sede;

MD02 – A importância da Renovação;

MD03 –Inovação no associativismo;

MD05 – Desenvolvendo mercados por meio das associações. Inscrições devem ser feitas através do site da EA Escola de Associativismo

Nas instalações da moderna e bonita nova sede. Helcio Rezende Dias, Presidente do Conselho de Gestão da EA – Escola de Associativismo e da CDL da Grande Vila Velha, foi um dos três colaboradores de conteúdo do novo curso. É a segunda vez que Helcio Rezende colabora com cursos da EA. Esteve presente no MD01 – Os benefícios de uma Sede, o primeiro curso da Série 01 de cursos da EA e agora é colaborador também do primeiro da Série 02. Um guru do associativismo, Helcio Rezende Dias. Fala com propriedade da importância da alegria no associativismo, entrega para a Escola de Associativismo depoimentos da maior relevância na história do associativismo empreendedor no ES. Cezar Wagner Pinto, Superintendente do SINCADES Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do ES e Eduardo Schwartz Borges, Vice Presidente da AMEIES Associação dos Moradores, Empresários e Investidores da Enseada do Suá, valorosos associativistas do ES, emprestaram a sua rica experiência para ajudar associações de empreendedores e comunitárias de moradores a serem mais fortes, a serem mais eficientes, retornarem mais serviços aos seus associados e à toda a sociedade.

Em reunião no último dia 22 de abril, o Conselho de Gestão, órgão da maior hierarquia da escola, depois da assembleia das parceiras e doadores, aprovou o Relatório de Atividades 2018, onde aparecem as atividades desenvolvidas pela EA e as demonstrações financeiras, com detalhe, de tudo o que a escola arrecadou e onde aplicou. Este relatório está no site da escola, junto com os dos anos de 2016 e 2017 e com os PTOs Planos de Trabalho e orçamento dos mesmo últimos três anos.

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Desde 1973,   Instituto das Associações Comunitárias  (CAI) tem sido o principal fornecedor de recursos e informações para proprietários de residências, líderes de conselho voluntários, gerentes profissionais e profissionais de negócios em 344.500 associações de proprietários residenciais, condomínios e cooperativas nos Estados Unidos e milhões de comunidades em todo o mundo. Com mais de 40.000 membros, a CAI trabalha em parceria com 36 comitês de ação legislativa e 64 filiações afiliadas nos EUA, Canadá, Emirados Árabes Unidos e África do Sul, bem como com líderes de habitação em vários outros países, incluindo Austrália, Espanha e Arábia Saudita. Arábia e no Reino Unido. Uma organização global sem fins lucrativos 501 (c) (6), a CAI é a principal autoridade em gestão, governança, educação e defesa de associações comunitárias. Nossa missão é inspirar profissionalismo, liderança eficaz, e cidadania responsável – ideais refletidos em associações comunitárias que são lugares preferidos para chamar de lar. Visite-nos em  www.caionline.org   e siga-nos no Twitter e no Facebook @caisocial.