Curso EAD “Manual dos Conselheiros do SESI/SENAI

Retomadas as atividades de produção do primeiro curso EAD da Escola de Associativismo, em parceria com o SESI/ES e SENAI/ES. A etapa final será realizada pelo SENAI/SP e a previsão é de que, em 90 dias, tenhamos a primeira versão do curso disponível para avaliação e aperfeiçoamentos.

A escola aceitou convite para participar de evento na FIRJAN com as associações sindicais filiadas àquela federação no próximo mês de outubro. O Conselheiro Fábio Dias fará uma palestra sobre a Escola e seus cursos para todos os participantes.

Trabalho em conjunto da EA com a FAES está sendo planejado para que o conteúdo produzido pela EA seja transmitido às associações sindicais filiadas à FAES. O Presidente Julio Silva Rocha Jr e a Superintende Leticia Toniato Simões receberam o Conselheiro da EA Fábio Ribeiro Dias para um primeiro contato com este objetivo. Há muito entusiasmo dos parceiros.

A Escola de Associativismo foi convidada para fazer palestras, durante este mês de agosto, sobre o propósito da escola e sobre
o Associativismo nas associações ASCORES – Associação dos Corretores de Imóveis do ES e na Rede Indústria de Jovens.

16 associações de moradores se unem para reivindicar um novo bairro

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Sob argumento de falta de diálogo, associação pede suspensão das atividades no Anhangabaú e no Triângulo Histórico; Prefeitura diz que projeto seguiu ritos legais e teve participação da sociedade.

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Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso pede inclusão de todos filantrópicos.

O projeto de lei complementar que revalida os incentivos fiscais em Mato Grosso, encaminhado pelo governador Mauro Mendes (DEM) à Assembleia Legislativa na semana passada, inclui somente o Hospital de Câncer, entre todas as unidades de saúde filantrópicas na a isenção do tributo incidente no fornecimento de energia elétrica.

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4 de agosto de 2019, 6h57
Por Flavio Goldberg

“Volta à baila e é de interesse de dezenas de milhares de vítimas em todo o país a momentosa questão da conduta das chamadas “associações de moradores”, que se constituem baseadas na ausência do Estado, criando espécie de clubes de privatização de ruas, praças, cercando terrenos, tentando replicar o modelo dos condomínios fechados.”

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Excesso de burocracia continua a minar relação entre o Governo e a classe
empresarial e está no topo das preocupações.
QUINGILA HEBO /ANGOLA /
31 JUL 2019 / 11:14 H.

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