Jóvenes Empresarios abre una nueva edición de los Premios AJE

La Asociación de Jóvenes Empresarios de Andalucía ha presentado la nueva edición de los Premios AJE bajo el lema ‘Un Mar de Empresas’ poniendo  el foco en el mar como esa parte de nuestro planeta que, pese a su dimensión e importancia vital, aún resulta una gran desconocida. Tres cuartas partes de nuestro planeta son agua y Andalucía es la comunidad española con el medio acuático más rico.

 

Saiba mais: https://huelvaya.es/2020/02/06/la-asociacion-de-jovenes-empresarios-abre-una-nueva-edicion-de-los-premios-aje/

Do ponto de vista empresarial, o associativismo pode traduzir-se no … Todas essas conquistas são exemplos da força do associativismo empresarial.

Saiba mais: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/sou-abrasel-pra-ser-maior/471087

A Associação dos Moradores e Lojistas do Bairro de Lourdes (Amalou) solicitou uma reunião com a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) com o objetivo de discutir soluções para os problemas causados pela enchente.

Saiba mais: https://www.hojeemdia.com.br/horizontes/associação-de-lourdes-quer-isenção-de-iptu-para-quem-teve-preju%C3%ADzos-1.769647

Saiba mais em: https://br.cointelegraph.com/news/associacao-diz-que-open-banking-vai-estimular-surgimento-de-mais-700-fintechs-no-brasil

Aconteceu na sede do SINCADES – Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do ES, valorosa apoiadora da escola, representada pelo seu Superintendente Cezar Pinto, associativista de alto nível, colaborador de conteúdo no nosso MD11, reunindo dirigentes de associações de empreendedores desta área de 24 estados e do DF. Um sucesso ! Palestrantes de alto nível transmitiram valiosos conhecimentos com o objetivo de melhorar, aperfeiçoar a gestão das associações. A EA Escola de Associativismo foi convidada e o seu diretor falou da nossa história, dos nossos objetivos e dos cursos que já produzimos. Solicitou que todos visitassem o novo site, as nossas fanpages nas diferentes mídias sociais, as divulgassem e compartilhassem com suas redes de contatos. A ABAD – Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados foi representada pelo seu Superintendente Oscar Atizano.

 

Mais um avanço, a EA vai contratar o seu primeiro funcionário. A expectativa é de a admissão aconteça até o final do corrente mês.

Foi trocada a empresa que hospeda o nosso site e o resultado atendeu às nossas expectativas de oferecer aos internautas aberturas muito mais rápidas do conteúdo produzido e colecionado no mesmo.

O trabalho agora é a edição das imagens para o teaser e o vídeo, a redação da cartilha com uma seleção das contribuições dos associativistas, a gravação do podcast da cartilha e finalmente a apresentação que é utilizada pelos multiplicadores do conteúdo da EA, espalhados hoje em 12 diferentes estados brasileiros conforme se pode ver no site da EA, onde, quem é o seu contato.

Hilary Marsh, presidente e estrategista-chefe da consultoria americana Content Company

Fonte: Boardroom The best resource for associations

 

Transcrição parcial do artigo

 

…O conteúdo é como nosso trabalho se manifesta no mundo…

… As associações podem decidir criá-lo em vários formatos: texto (artigos, postagens de blog ou páginas da web), infográficos, vídeos, documentos projetados (PDFs), gráficos etc. Mas, independentemente do formato, tudo é conteúdo…

… os associados nem sempre sabem sobre todo o bom trabalho que sua associação cria para eles – e eles podem questionar os benefícios que estão obtendo por serem membros da sua organização.

Mas não tem que ser assim. Se você tratar seu conteúdo estrategicamente, é mais provável que os associados:

Usem os programas que você cria para eles

Apoiem seus esforços para moldar uma legislação positiva do setor

Inscrevam-se nos cursos

Façam download de pesquisas publicadas

Participem de conferências, eventos promovidos

E os associados que participam do que você oferece terão opiniões mais favoráveis ​​da sua organização e provavelmente renovarão sua filiação à associação e recomendarão sua associação aos colegas do setor.

 

…O que é estratégia de conteúdo?

Estratégia de conteúdo é a prática do planejamento para a criação, publicação, entrega e controle de conteúdo útil, utilizável e eficaz. Útil significa que o conteúdo é apresentado e sua relevância é alta e clara. Utilizável significa que o conteúdo é fácil de encontrar e agir. Efetivo significa que o conteúdo tem um público-alvo claramente articulado e metas mensuráveis ​​explícitas, que você faz a medição para determinar se o conteúdo alcançou seus objetivos e que toma decisões sobre como publicar conteúdo semelhante com base nesses resultados

O objetivo da estratégia de conteúdo é obter o conteúdo certo para a pessoa certa no momento certo para a ação certa. Isso requer uma parceria entre PMEs e pessoas com experiência em criação, publicação e promoção de conteúdo.

 

Por que estratégia de conteúdo?

As organizações inteligentes alinham seu conteúdo com seus objetivos estratégicos. Isso significa várias coisas, conforme listado em Estratégias de conteúdo da associação para um mundo em mudança, um relatório publicado pela Fundação ASAE em 2019:

 

Cada parte do conteúdo que produz tem um objetivo explícito e mensurável, vinculado a um resultado específico do programa que trata o conteúdo e um público claramente articulado.

O conteúdo é criado de uma maneira – terminologia, nível de legibilidade, formato, duração, tempo, etc. – que ressoa com o público.

 

A estratégia de conteúdo é uma das principais maneiras pelas quais as associações podem garantir que o conteúdo de seu trabalho seja publicado de uma maneira que ressoe com o público e, portanto, tenha maior chance de sucesso.

Gilmar Barboza é especialista em desenvolvimento associativo, setorial e territorial. É autor metodológico de publicações sobre cultura associativa e da cooperação. Coordenou no ano de 2010, o Mapeamento Nacional de Entidades de Representação Empresarial executado pela Forward Consultoria e chancelado pelo Sebrae Nacional.

 

Quando o assunto é cultura associativa, o brasileiro é, usualmente, taxado de desconfiado e arredio,. Há a postura tradicional de se passar procurações em branco para que entidades empresariais e de trabalhadores atuem na defesa de interesses, que deveriam ser eminentemente coletivos e edificados sobre a égide da protagonismo.

 

Países como a Inglaterra , Alemanha, Dinamarca e Estados Unido têm pouco mais de algumas dúzias de sindicatos patronais organizados . Isto significa que seus pleitos e conquistas têm mais eco sobre as autoridades constituídas e mais credibilidade sobre os segmentos de onde procedem seus representados.

 

No Brasil,  o nº de sindicatos patronais extrapola 4.000 entidades formalmente, constituídas, sobretudo, em torno da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Confederação Nacional do Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Confederação Nacional do Comércio (CNC).

 

Há segmentos econômicos como o de hotelaria e de alimentação que chegam a receber cinco, seis e até sete diferentes guias de cobrança de contribuições sindicais, eximidas de obrigatoriedade em 2017, e que impuseram forte golpe a entidades sanguessuga. Cabe, neste caso, a menção honrosa de que a carapuça não se encaixa em qualquer cocoruto. Há organizações reconhecidas pela atuação irrepreensível de seus filiados e associados.

 

Além da legião de mais de quatro milhares de sindicatos patronais, uma outra imensa horda de entidades de representação empresarial se vincula aos sistemas de livre adesão, cujos entes de maior expressão são a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas CNDL Organizações setoriais como a Abit, Abrasel e Abad, engrossam este caldo adiposo, embora o sistema de livre adesão prime pela contribuição espontânea de seus associados e por uma atuação, em geral, mais meritória que os sistemas patronais tradicionais.

 

Em 2010, universo superior a 8 mil cooperativas, originárias dos mais variados segmentos econômicos, exibiam sua pujança. Atualmente, este número declinou para pouco mais 6,7 mil. Encolhimento provocado pela tendência a uniões e fusões, que deveriam inspirar outros sistemas desidratados pelo tempo e pelo pouco apetite à inovação.

 

No total, algo ao redor de 18 mil entidades de representação empresarial se perfilam e digladiam pelo mesmo universo de empresas na órbita de mais 10 milhões de empreendimentos ativos, carentes de açúcar e de afeto, que navegam as águas caudalosas da economia brasileira.

 

Tanto sistemas sindicais quanto associações de livre adesão exibem, em seu DNA, filiadas que exercem papel incisivo em ganhos de produtividade, acesso a mercados e à inovação, e na melhoria do ambiente de negócios em seus territórios de intervenção, o que não significa dizer que, na arena associativa, o joio tenha se rendido ao trigo.

 

Segundo dados decorrentes do Mapeamento Nacional de Entidades de Representação Empresarial, realizado em 2010, pelo Sebrae, apenas 5% do total de 18 mil entidades identificadas exerce com excelência seu papel de defesa das empresas representadas.

Ações de representação e, principalmente, de ganhos sistêmicos de competitividade – que são a fórmula mais racional para se assegurar empregabilidade a quem trabalha e lucratividade a quem produz – se enamoram de interesses corporativistas. A babel associativo-sindical peca por não ser poliglota nem cultura da cooperação e tampouco em competitividade. É  por estas e outras que, nesta aldeia chamada Brasil, se diz haver muito cacique e muito índio.

Apresentada, pela equipe do SENAI/ES, a 1ª versão da primeira parte do curso. A estrutura proposta desta etapa foi aprovada pelo diretor da Escola. No cronograma, a conclusão dos trabalhos está previsto para abril de 2020.

Um reforço didático nos cursos da EA, a oferta nos módulos dos cursos, de um podcast da cartilha. Este avanço já está disponível nos curso 11 e 12. Ajudará com certeza a melhorar o aproveitamento dos nossos alunos.

Um dia histórico para a escola, 27 de janeiro de 2020. Na sala da sede da escola, à Avenida Américo Buaiz, 501 Edificio Victoria Office Tower Torre Leste, sala 504, reuniu-se o Comitê Executivo com as presenças do diretor da escola Sergio Rogerio de Castro, do superintendente da escola Agostinho Rocha, do superintendente do IEL/ES Paulo Lacerda, do conselheiro Fábio Dias e dos colaboradores Ronald Carvalho, Zilka Teixeira, Leonel Piovesan e Andre Cribari. Uma grande alegria percebida nos rostos de todos.

A Escola de Associativismo está desenvolvendo, em conjunto com o SENAI do Espírito Santo curso de Ensino à Distância para Conselheiros do SENAI e SESI do Espírito Santo. Um dos itens do curso é o Manual do Conselheiro, que está na sua primeira versão e integra a primeira parte do curso cujo objetivo é dar ferramentas aos conselheiros para o bom exercício de suas tarefas.

A primeira versão do Manual do Conselheiro e a estrutura final desta etapa do curso foi aprovada pelo Diretor da Escola, Sérgio Rogério de Castro. A previsão inicial é que o novo curso esteja disponível e pronto para lançamento no mês de abril. É mais uma ação da Escola de Associativismo em favor do aperfeiçoamento do associativismo no Espírito Santo.

Os novos módulos dos cursos oferecidos pela Escola de Associativismo do Espírito Santo já trazem um reforço didático com a criação de podcasts que auxiliam no aprendizados, destacando aspectos dos cursos e ajudando os alunos a entendê-los melhor. Os dois primeiros podcasts já estão disponíveis e referem-se aos cursos 11 – Engajamento e envolvimento: indispensáveis – e 12 – Jovens no Associativismo: Essencial.

Os dois podcasts podem ser acessados diretamente na página da Escola. Podem, ainda, ser acessados através da página da Escola de Associativismo no SoundCloud, ferramenta onde estão disponibilizados vários tipos de conteúdos, incluindo as duas novidades da Escola.

Foi um dia histórico para a Escola, com a primeira reunião do Comitê Executivo da Escola de Associativismo sendo realizada em sua nova sede, que fica na Enseada do Suá. Da reunião, participaram o Diretor Executivo, Sérgio Rogério de Castro; o superintendente Agostinho Rocha; o superintendente do IEL-ES, Paulo Lacerda; o conselheiro Fábio Dias e os colaboradores Ronald de Carvalho, Zilka Teixeira, Leonel Piovesan e André Cribari.

O Comitê Executivo discute, a cada semana, as ações que a Escola toma e define os novos projetos que serão realizados, discutindo aspectos de sua atuação. A sede da Escola de Associativismo fica na Avenida Américo Buaiz, 501 Edificio Victoria Office Tower Torre Leste, sala 504. O prédio fica em frente ao Shopping Vitória e, para acessá-lo, há facilidade de estacionamento.