Reunião dupla para ajudar as associações a reiniciar suas atividades na Itália

Voce(Voz) di Rovigo em Veneto/Italia

O curso de treinamento do Centro de Serviço Voluntário continua a ajudar as associações a reiniciar com segurança, respeitando as regras contra a propagação do vírus Corona.

Após a primeira consulta com o webinar na semana passada, o CSV agora oferece às associações dois cursos a distância em sua plataforma dedicada ao ensino a distância. Um deles se concentra na apresentação do “plano anti-contágio”, para treinar representantes legais sobre as medidas, disposições e protocolos legais relativos à emergência do Covid-19, ajudando a elaborar este documento necessário para o reatamento das atividades da associação. Um segundo seminário remoto trata especificamente de medidas para proteger voluntários e funcionários, com informações detalhadas sobre a lei.

 

Fonte: https://www.polesine24.it/rovigo/2020/06/24/news/per-il-volontariato-e-il-momento-di-ripartire-92295/

Escreva conosco o futuro através do poderoso trabalho das associações

 

A comunidade da associação fez contribuições significativas e teve um profundo impacto na sociedade nos últimos 100 anos. Junte-se a nós no evento virtual deste ano, pois nos concentramos em um futuro que exige que inovemos e superemos as expectativas. Por meio das inúmeras ofertas educacionais oportunas e infinitas oportunidades de networking, juntos criaremos, aprenderemos e nos conectaremos para encaminhar nossas missões e nos comprometermos a continuar fazendo uma marca no mundo ao nosso redor.

ASAE: O CENTRO DE LIDERANÇA DA ASSOCIAÇÃO

O Center for Association Leadership, localizado em Washington, DC, é uma organização associativa de mais de 46.000 executivos da associação e parceiros do setor representando 7.400 organizações.

 

Fonte: https://annual.asaecenter.org

Iniciativa conta com 17 organizações signatárias voltadas ao urbanismo e desenvolvimento urbano, que devem realizar projetos sociais em bairros mais vulneráveis

 

Foi lançado nesta semana o “Pacto pelas Cidades Justas“, movimento que une entidades da sociedade civil, principalmente ligadas ao urbanismo e desenvolvimento urbano, ao poder público para desenvolver projetos que melhorem a qualidade de vida em bairros vulneráveis em São Paulo. Dentre as instituições envolvidas, estão a Fundação Tide Setubal, o Instituto BEI (que faz a gestão da plataforma Arq.Futuro) e o Instituto dos Arquitetos do Brasil, de São Paulo (IAB-SP).

Estas instituições realizarão diagnósticos e estabelecerão diretrizes para que o poder público, representado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano da Prefeitura de São Paulo (SMDU), possa tomar ações efetivas para melhorar a qualidade de vida nestas regiões. “O ‘Pacto’ é uma iniciativa que busca promover um conjunto de iniciativas voltadas ao desenvolvimento integral de bairros em situação de vulnerabilidade, em diálogo constante com as comunidades locais”, afirma à Casa Vogue Fernando Tulio, presidente do IAB -SP.

 

"Pacto pelas Cidades Justas" une sociedade civil e poder público para melhorar qualidade de vida em SP (Foto: SMDU / Divulgação)

Fonte: https://casavogue.globo.com/Arquitetura/Cidade/noticia/2020/07/pacto-pelas-cidades-justas-une-sociedade-civil-e-poder-publico-para-melhorar-qualidade-de-vida-em-sp.html

O empresário do setor de construção civil, Marco Antonio Corsini, assumiu nesta segunda-feira, dia 29, a presidência da Associação Empresarial de Joinville (ACIJ).

Ele sucede João Joaquim Martinelli que transmitiu a função durante reunião solene do conselho superior, realizada virtualmente.

A sessão tem a finalidade de dar posse aos membros dos Conselhos Superior e Deliberativo (2020/2022) e Fiscal (2020/2021), aos presidentes de Núcleos e coordenadores do programa Gestão Compartilhada, bem como da nova diretoria (2020/2021).

“É uma entidade que pode contribuir bastante para desenvolvimento de vários segmentos econômicos, vamos superar a pandemia, o desemprego e enfrentar a crise institucional dos poderes legislativos, executivo e judiciário. Mas vamos levar na bagagem a experiência dos que passaram”, destacou o novo presidente.

Sobre Marco Antonio Corsini: é empresário do setor de construção civil. Acumula a direção financeira da ACIJ, a vice-presidência do Sindicato Indústria Construção Civil de Joinville (Sinduscon), a vice-presidência Sul da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Em 18 de junho de 2019 assumiu o Conselho da Cidade, órgão consultivo de leis e sobre urbanismo e mobilidade.

 

Fonte: https://www.economiasc.com/2020/06/30/marco-antonio-corsini-assume-presidencia-da-associacao-empresarial-de-joinville/

 

Como ocorre anualmente, a ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO promoveu este prazeroso encontro entre representantes das suas parceiras, apoiadoras, doadores com nossos colaboradores de conteúdo e colaboradores voluntários. A quarta versão teve como tema “Transformação digital no mundo” e as prosas especiais foram conduzidas pelo Leo Carrareto que aprofundou o aspecto do tema sobre o trabalho, Marcos Batista que por sua vez fez a abordagem do tema impactando a sociedade de uma maneira geral e Renzo Colnago a quem foi encomendado que falasse sobre o que acontecerá com as associações. Muito ricas todas as três. A prosa continuou com várias opiniões, colocações e visões dos convidados, tudo muito bem moderado pelo renomado consultor Ronald Carvalho. Mais uma vez, um evento de alto nível, atendendo ao objetivo da sua realização, uma confraternização leve, inteligente e gostosa.

 

 

 

Com texto síntese do colaborador voluntário da EA Lino Geraldo Resende, as Pílulas de Associativismo dos módulos didáticos adotados pela escola serão publicadas nesta mídia social, reconhecida como a que contém mais conteúdo para as associações e profissionais do mercado de uma maneira geral.

Com grande satisfação registramos a renovação, por mais doze meses, da parceria desta forte associação. Será o quarto ano desta parceria. Sempre ficamos muito felizes com cada renovação, uma demonstração de reconhecimento de valor do que estamos realizando e de confiança na boa aplicação dos recursos financeiros da parceria. Obrigado ACAPS !

O novo formato foi bem recebido. O primeiro curso, no dia 04 de junho, com o tema do MD04, módulo didático 04, “Aumentando o número de associados” teve 14 alunos certificados, o segundo curso, no dia 15 seguinte abordou o MD05 “Desenvolvendo mercadospor meio das associações e certificamos 15 dos inscritos. No dia 29 foi a vez do tema do MD07 “Sustentabilidade financeira é vital”, tivemos mais de 30 inscrições e certificamos 19 alunos. É bom ressaltar que a EA é muito rigorosa para entregar um certificado a um aluno, exigimos presença em pelo menos 75% do tempo das aulas, acompanhamos os alunos durante todo o período de duração dos cursos.

FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DO ES, GARANTE CONTINUIDADE DE APOIO À ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO – em contato com o diretor da escola, Cris Samorini manifestou sua percepção de relevante valor no trabalho realizado pela escola para o fortalecimento das associações. Registrou conhecimento de que a escola nasceu dentro da FINDES, na gestão liderada pelo Presidente Marcos Guerra. A rica parceria vai continuar, garantiu.

Os cenários do futuro discutido ao vivo pela Escola de Associativismo e iluminando os dias de quarentena

 

Ao vivo e o futuro nos Dias de Quarentena

 

Os dias de quarentena tem nos impostos muitas mudanças e uma delas é o “ao vivo”, em que se fala de tudo, mas que nos oferece, como no evento realizado pela Escola de Associativismo do Espírito Santo, de dar uma olhada no futuro, tentando entender o que ele nos trará e como nos mudará e à sociedade.

As “lives”, como são referidas no resquício do colonialismo cultural, nos proporciona boas opções de aprendizado. No Instagram, no Youtube, no Zoom e em outras plataformas digitais elas viraram quase que padrão e podemos escolher entre as inúmeras ofertas, ouvir especialistas, acompanhar novas tendências, tentar entender como será o amanhã, O e nos divertirmos.

Apesar de ter mais tempo, sou seletivo em relação ao que vejo, e seleciono o que está dentro dos meus interesses. O futuro e o que ele nos trará de transformações é um desses interesses e participei, nessa semana, de um evento muito interessante e com um assunto que, entendo, deve interessar e irá afetar todo mundo.

 

EDUCAÇÃO

Neste evento, três aspectos de como pode ser o futuro foram discutidos. O primeiro deles, envolvendo a educação, objeto de Leonardo Carrareto. Como diria a música, nada será como antes. Olhando à frente, a perspectiva é que a educação será totalmente diferente do que temos hoje, mais centrada no aprendizado individual e no que a própria pessoa está interessada em aprender. A ideia que ficou é que a educação terá de ser inteiramente repensada para o mundo digital.

O que Carrareto deixou bem claro é que não se trata de uma adaptação, mas de mudança, mesmo, começando do zero e estruturando um ensino que estimule o aprendizado e ensine o aluno que aprender é uma atividade diária, não restrita, como hoje, às salas de aula ou aos deveres de casa. O foco muda do professor para o aluno e é deste que deve partir a iniciativa de aprendizado, expandindo seu mundo, seu conhecimento e sua visão.

 

TRABALHO

O segundo ponto foi em relação ao trabalho e como ele pode ser no futuro, tema desenvolvido por Renzo Colnago. Assim como no ensino, o trabalho sofrerá uma profunda transformação e, mais uma vez, será o indivíduo que ficará no foco. O que já começou vai ser ampliado e o importante serão as competências de cada um e a capacidade de entregar suas tarefas e de inovar.

Hoje, com o trabalho remoto, já temos uma mostra de como funciona. Com a disrrupção causada pela pandemia do novo coronavírus, a mudança irá se acelerar e, na visão de Colnago, nos trará uma nova forma de trabalho, muito distante do conceito de emprego como o vemos atualmente. A mudança exigirá que cada um seja o seu próprio empresário e que, a cada dia, como ressaltou Leonardo Carrareto, aprenda e que esse aprendizado seja contínuo.

 

SOCIEDADE

O terceiro ponto foi a tentativa de antecipação de como será a sociedade e o mundo em que vivemos pós coronavírus. A tarefa ficou a cargo de Marcos Santos e ele a realizou muito bem, com uma ótima apresentação estruturada. E começou por desmistificar que a mudança será provocada pela tecnologia. Não. Segundo ele, a tecnologia é uma ferramenta. Quem muda e quem provoca a mudança é a sociedade.

Os indícios de como será adiante, segundo Santos, já estão presentes no isolamento social e no confinamento, com as pessoas tendo de se reinventar. A sociedade como um todo, a partir da Covid 19, passará por uma transformação e é ela que levará à transformação digital, incluindo das empresas. E novamente não se trata de adaptar-se a um novo mundo, mas de se reinventar, usando os meios tecnológicos.

 

MUDANÇA

A soma das três apresentações deixou claro que vamos entrar, devido à pandemia e ao isolamento social, em um período de rápidas mudanças, que já começaram a acontecer e que serão aceleradas, não por iniciativa das empresas, mas por exigência da sociedade e dos consumidores, que passaram a ver produtos e serviços de forma diferente.

O encontro, no meu entender, permitiu que cada um reflita como será o amanhã. Não sabemos, na verdade, como ele será e nem podemos planejá-lo, mas é preciso ficar atento para as mudanças, abraçá-las, aprender com elas, mudar atitudes, comportamentos e, no final, torcer para que a disrrupção do coronavírus nos traga um mundo melhor.

Afinal, como disse o filósofo Heráclito, na vida “nada é permanente, exceto a mudança”.

 

Fonte: https://www.linoresende.jor.br/ao-vivo-e-olhando-o-futuro-nos-dias-de-quarentena/

É mais que hora de a lei ser aplicada, coibindo o abuso do poder religioso. As liberdades política e religiosa não podem ser manipuladas para fins eleitorais.

Ao proferir voto em recurso que discute a cassação de uma vereadora do município de Luziânia (GO), o ministro Edson Fachin, relator do caso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), propôs que, a partir das próximas eleições, “seja assentada a viabilidade do exame jurídico do abuso de poder de autoridade religiosa em sede de ações de investigação judicial eleitoral”. Atualíssimo, o tema envolve diretamente as liberdades política e religiosa, merecendo discussão criteriosa à luz dos princípios constitucionais e da legislação eleitoral. É preciso proteger tanto o caráter laico do Estado como o pleno exercício dos direitos e garantias fundamentais de todos os cidadãos, professem ou não uma religião.

“O princípio da laicidade estatal supõe a preservação de uma autonomia recíproca entre Estado e igrejas, sem impor a ideia de que religião e política devem excluir-se mutuamente”, disse Edson Fachin. “As visões religiosas habitam a normalidade democrática e incidem, legitimamente, sobre a configuração dos sistemas partidários, tendo em vista que, ao lado das miradas seculares, as concepções religiosas sobre a vida ou o cosmos animam, com especial relevância, o ideário relativo à procura do bem comum”. Por isso, “o próprio regime inerente ao sufrágio assegura, a cada indivíduo, plena autonomia para a seleção dos critérios definidores da opção eleitoral”, afirmou o relator.

Se a liberdade política assegura o direito de cada um votar como bem entender (e pelas razões que quiser, seja qual for sua origem ou motivação), essa mesma liberdade não pode sofrer restrição, seja qual for sua origem ou motivação. “A defesa da liberdade religiosa (…) não pode servir para acobertar práticas que atrofiem a autodeterminação dos indivíduos”, disse o ministro Fachin, lembrando que “a intervenção das associações religiosas nos processos eleitorais deve ser observada com zelo, visto que as igrejas e seus dirigentes possuem um poder com aptidão para enfraquecer a liberdade de voto e debilitar o equilíbrio entre as chances das forças em disputa”.

Em deferência à liberdade religiosa, as igrejas recebem um tratamento diferenciado do poder público. Por exemplo, a Constituição veda a criação de impostos sobre os templos. Não há cabimento, portanto, que igrejas aproveitem seu estatuto diferenciado para fazer proselitismo eleitoral. E, de fato, a Lei 9.504/97 proíbe a veiculação de propaganda eleitoral em templos religiosos.

A proibição de proselitismo eleitoral em templos religiosos é expressão de um princípio fundamental do regime democrático – a igualdade de condições entre os candidatos. O regime jurídico especial das igrejas, que existe em função da liberdade religiosa, não pode ser usado para favorecer candidato político de uma liderança religiosa. Em não poucos casos, são os próprios líderes religiosos que se lançam candidatos, fazendo do púlpito um palanque eleitoral.

Longe de inventar uma nova regra jurídica, a proposta do ministro Fachin alerta para um fato evidente – as lideranças religiosas exercem uma autoridade sobre seus fiéis, o que pode ter consequências sobre a liberdade política. “A imposição de limites às atividades eclesiásticas representa uma medida necessária à proteção da liberdade de voto e da própria legitimidade do processo eleitoral, dada a ascendência incorporada pelos expoentes das igrejas em setores específicos da comunidade. Dita interpretação finca pé na necessidade de impedir que qualquer força política possa coagir moral ou espiritualmente os cidadãos, em ordem a garantir a plena liberdade de consciência dos protagonistas do pleito”, disse o relator. Aos que imaginam tratar-se de ativismo judicial, sugere-se a leitura do Código Eleitoral, que proíbe propaganda eleitoral destinada “a criar, artificialmente, na opinião pública, estados mentais, emocionais ou passionais”. A mesma lei também estabelece que “a interferência do poder econômico e o desvio ou abuso do poder de autoridade, em desfavor da liberdade do voto, serão coibidos e punidos”.

É mais que hora de a lei ser aplicada integralmente, coibindo o abuso do poder religioso nas eleições. Fundamentais, as liberdades política e religiosa não podem ser manipuladas para fins eleitorais.

Fonte: digital.estadao.com.br