Associação de cemitérios da cidade de Otto Townshipp (EUA) à procura de voluntário

Duke Center – Os residentes do município de Otto Townshipp estão mais uma vez exibindo o espírito de voluntariado e cooperação de uma pequena cidade americana.

Além do generoso presente recebido no mês passado (dois novos cortadores de grama zero) de Jim Coast Sales and Service, a Otto Township Cemetery Association recentemente se beneficiou dos serviços de retroescavadeira de Ted Schwab e da atualização contínua do computador de seu colega Duke Centerian Greg Givan .

Os supervisores do município também se comprometeram a ajudar na remoção de três árvores dos cemitérios.

Esses gestos, juntamente com todas as outras ajudas recebidas, tanto financeira quanto fisicamente, são indicativos da disposição do pequeno município de contribuir quando necessário.

É necessário mais um voluntário, alguém para ocupar o cargo no comitê do cemitério criado com a renúncia de Kelly Pearce. Qualquer pessoa interessada deve entrar em contato com as pessoas do comitê Sharon Schwab ou David Silvis.

A associação está atualmente obtendo orçamentos para dois galpões de armazenamento para abrigar os cortadores de grama e outros equipamentos de manutenção. A decisão será tomada em breve e os galpões serão entregues e utilizados no próximo mês.

 

O cemitério do Duke Centre foi pesquisado e mapeado e espera-se que o terreno de Rixford seja concluído em um futuro próximo. Além disso, com a aposentadoria de Robert Galantine, Rich Amidon de Shinglehouse concordou em abrir e fechar sepulturas para a associação a partir desta data.

 

Fonte: http://www.bradfordera.com/news/local/otto-twp-cemetery-association-looking-for-volunteer/article_b0971437-33ae-5c4e-853f-821c9ff61458.html

A ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO se fez presente neste formidável evento pelo seu Presidente do Conselho de Gestão, Sergio Rogerio de Castro e pelo membro da Auditoria e colaborador voluntário, Ronald Carvalho. De 10 a 12 de agosto último a ASAE Associação Americana de Executivos de Associações celebrou o seu centenário de maneira inusitada, virtualmente.

Tudo estava marcado para acontecer em grande estilo no Mandalay Bay Resort and Casino de Las Vegas mas a pandemia do Covid19 não permitiu. Hora de mostrar competência. Os dirigentes da ASAE então decidiram que o evento seria virtual, não de qualquer maneira mas o melhor que fosse possível fazer. E foi um grande evento, diferente, rico em conteúdo, em soluções para dar ao participante a sensação de estar num evento presencial.

Dezenas de palestras foram oferecidas aos congressistas, a esmagadora maioria sobre Associativismo mas também sobre outros temas de grande atualidade. Fornecedores de associações tinham o seu Hall de Exibições virtual, e toda uma estrutura para proporcionar contatos entre os cerca de 14.000 participantes. Muito conteúdo, um evento inesquecível que teve em uma das suas últimas palestras uma definitiva frase para expressar o que acontecia: ASSOCIATIONS MATTER (ASSOCIAÇÕES IMPORTAM), em consonância com o movimento de igualdade racial que está envolvendo os Estados Unidos neste momento.

Objetivo do evento online é promover oportunidades de negócios, além de ampliar o networking dos empresários

A Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG) realiza no dia 10 de setembro, às 7h30, através de uma plataforma online do Sebrae, uma Rodada de Negócios para seus associados. O objetivo é promover oportunidades de negócios, ampliar o networking dos empresários e remodelar o formato dos Núcleos Setoriais, transformando-os em Conselhos Setoriais, potencializando a ferramenta base associativismo na instituição.

De acordo com a Rafael Zanin, diretor de Fomento da ACIPG, a instituição é uma organização de empresários que buscam o desenvolvimento de sua cidade, mas que atua também na promoção de relações comerciais, através de network entre os associados. “A premissa do associativismo é a ajuda mútua na consolidação e expansão dos negócios”, explica.

O gerente institucional da ACIPG, Gilmar Denck, explica que para participar da Rodada de Negócios será necessário visitar o Conselho Setorial do segmento da empresa interessada, como também se filiar à ACIPG.

“A Rodada de Negócios a se realizar dia 10 de setembro tem como objetivo atrair os empresários a fazerem negócios, mas principalmente repensarem o seu setor, e com isso, de maneira associativista fazê-lo crescer neste período de retomada”, explica Denck.

O diretor salienta que a adesão ao Programa Empreender cumpre este papel, pois oferece acesso a treinamentos comerciais, aprendizagem contínua entre empresários e oportunidades de networking e negócios com centenas de membros de associações em todo Brasil.

“Diante do cenário de pandemia a ACIPG acredita que a maneira de comprar, vender e negociar foi sensivelmente alterada, de forma que a capacitação e as relações comerciais estabelecidas na confiança pautarão o mercado em um futuro já presente”, finaliza Zanin.

 

Fonte: https://d.arede.info/ponta-grossa/336020/rodada-de-negocios-busca-fortalecer-associativismo-em-pg

Iniciativa foi escolhida entre boas práticas das Associações Empresarias de Santa Catarina.

A criação de espaços compartilhados na Associação Empresarial de Içara teve destaque na Jornada em Projetos da Federação das ACIs nesta quinta-feira, dia 27. O coworking implantado neste ano – com bancadas para trabalho, ambientes de reunião e auditório – foi um dos modelos escolhidos como boas práticas em Santa Catarina junto com iniciativas de São Bento do Sul, Blumenau, Rio do Sul, Concórdia e Orleans. A apresentação ocorreu de forma online.

Ao todo, 89 tripulantes fazem parte da jornada com o propósito de conectar pessoas, conhecimentos e experiências, além da captação de recursos. As atividades iniciaram em julho e seguirão até setembro. “Mais do que nunca precisamos gerar resultados com menos recursos. E toda a troca de experiência entre os palestrantes e participantes, além dos cases de sucesso e as boas práticas, estão gerando ideias, insights e motivação para buscar novas soluções em um novo mundo”, indicou o executivo da Associação Empresarial de Içara, Deinyffer Marangoni.

“A Jornada em Projetos, organizada pela FACISC Federação das Associações Comerciais e Industriais de SC, tem proporcionado muitos aprendizados entre as associações empresariais e a própria federação. Durante os encontros tivemos a oportunidade de desfrutar de momentos ricos de trocas de experiências, boas práticas e conhecimentos. Tenho certeza que o nosso sistema colherá bons frutos com esta trajetória, a partir da contribuição dos nossos tripulantes, inspirados e ainda mais motivados a transformar ideias em resultados”, pontuou a coordenadora, Letícia Nunes Varela Chierighini.

Colaboração: Lucas Lemos/Inoova Comunicação

Fonte: http://www.engeplus.com.br/noticia/geral/2020/coworking-da-associacao-empresarial-de-icara-e-apresentado-como-modelo-em-jornada-estadual

Um reforço muito grande na equipe de colaboradores voluntários nos seus três diferentes comitês operacionais: Manoel Pimenta Diretor para Assuntos Sindicais da FINDES, Rubya Amador Coordenadora do CAS Centro de Apoio aos Sindicatos, André Hees Assessor de Comunicação da Presidência da FINDES, Daniela Pádua, Gerente de Marketing e Flávia Santos Analista do IEL/ES.

Por Raianne Trevelin |

O Comitê Executivo da Escola de Associativismo (EA) apresentou nesta segunda-feira (24), via plataforma Zoom, a nova estrutura organizacional da escola. Também foram apresentados, na ocasião, sugestões de critérios para a seleção de profissionais para o próximo curso de formação de multiplicadores.

O objetivo do curso é preparar novos multiplicadores de conteúdo produzido e colecionado pela EA. Serão selecionados profissionais com experiência docente e com conhecimento prático do Associativismo.

“O curso de capacitação de multiplicadores é muito importante para que a EA ganhe escala na difusão do seu conteúdo. Com mais multiplicadores, mais cursos poderão ser realizados ao mesmo tempo e em diferentes locais. Temos muito a fazer, precisamos de mais multiplicadores para que nossos ensinamentos cheguem a milhares de associações que deles necessitam para serem mais fortes”, disse Sérgio Rogério De Castro, presidente do conselho de gestão da Escola de Associativismo.

A Escola de Associativismo é uma escola sem fins lucrativos que tem como objetivo difundir o associativismo de alto nível. Acredita que associações estáveis e de qualidade, fortalecem a sociedade civil organizada e proporcionam melhores condições de bem-estar para a coletividade.

 

Fonte: https://findes.com.br/news/escoladeassociativismo-novoorganograma-cursodemultiplicadores/

Foi comunicada pessoalmente pelo grande empreendedor e patrono da fundação a manutenção do apoio à EA apesar de enorme demanda de recursos que tiveram para atender emergências da pandemis do Covid19. OBRIGADO!

Devido ao sucesso da Série SEBRA/ES 2020, várias instituições contataram a EA interessadas também em patrocinar série de cursos no mesmo formato. Unidades regionais da Rede SEBRAE, federaçoes de indústrias e associações comerciais e indústriais de diferentes estados negociam com a EA neste momento.

Fabio Dias foi o convidado do Sindicato das Indústrias de Plásticos do ES para participar, no ultimo dia 04 de agosto, da primeira de uma série de lives que promoverão. O tema abordado foi “A força do Associativismo”.

Com a realização do sétimo curso com o tema do MD02 “A importância da renovação”. Um sucesso. As avaliações dos alunos foram muito positivas. O número de alunos cresceu à medida que a série avançava e com a presença de um grande número de alunos fazendo mais do que um dos cursos. O patrocinador SEBRAE/ES estuda a extensão da série com mais 3 cursos até o final de novembro deste ano.

O de número 14, na sede do SINDILOJAS – Sindicato dos Lojistas do Comercio de Vila Vela/ES, no último dia 31 de agosto, em solenidade híbrida, presencial e virtual, com a presença dos colaboradores de conteúdo e convidados. O tema do curso é “REPRESENTATIVIDADE NAS ASSOCIAÇÕES: fundamental para ter influência”. Associativistas de peso representaram os três tipos de associações que são o foco atual do trabalho da EA: José Carlos Bergamin, Presidente do SINDILOJAS Vila Vella/ES representou as associações de empreendedores, Luis Soares Cordeiro, as associações de apoio aos hospitais filantrópicos e Gilmar Almeida Nogueira, as comunitárias de moradores.

De forma virtual, no dia 27 de agosto último, o Conselho de Gestão da escola discutiu e deliberou os seguintes assuntos:

  1. Aprovou o conteúdo do MD14, módulo didático do décimo quarto curso produzido pela escola;
  2. Que o lançamento seria realizado no dia 31 de agosto de 2020, no Sindicato dos Lojistas do Comercio de Vila Velha, presidido por um dos três colaboradores de conteúdo convidados. Os colaboradores de conteúdo são associativistas de valor, reconhecidos pela escola como tal para transmitir os seus conhecimentos sobre o tema do curso para associativistas de todos os países de língua portuguesa, por enquanto;
  3.  Aprovou a proposta do novo diretor Fabio Dias de reestruturação da governança da escola.

Não há nada como um novo membro. Eles estão animados e, na maioria das vezes, engajados. Eles querem ver o que toda a sua organização tem a oferecer, estão prontos para participar de eventos e animados para se socializar com outras pessoas.

Então, como você pode ajudar esses novos membros em seus primeiros meses energéticos? Bem, quatro pequenas palavras irão percorrer um longo caminho: pacotes de boas-vindas para novos membros.

Entendemos que os pacotes de boas-vindas para novos membros podem gerar muitas perguntas, então, para ajudá-lo, reunimos uma lista de perguntas frequentes sobre os pacotes de boas-vindas para novos membros e, mais importante, algumas respostas para cada um.

 

Por que preciso de um pacote de boas-vindas para novos membros?

Os pacotes de boas-vindas para novos membros são muito úteis. Eles não apenas ajudam seus novos membros a se atualizarem, mas também os fazem se sentirem desejados e relaxados. Claro, os pacotes de boas-vindas para novos membros podem parecer insignificantes para você, mas seus novos membros os verão como um presente. Você não está apenas agradecendo a seus novos membros pelo tempo e dinheiro, mas também está dando a eles as ferramentas necessárias para ter sucesso desde o início.

O que devo colocar em um pacote de boas-vindas para novos membros?

Embora o pacote de boas-vindas de cada organização varie, existem sete itens básicos que você não quer deixar de fora:

  1. Uma carta de boas-vindas, personalizada e assinada se possível. Este toque pessoal realmente fará com que seus novos membros se sintam bem-vindos.
  2. Benefícios da associação, como vantagens, descontos e ofertas. Lembre-se, só porque alguém se juntou à sua organização não significa que ele está familiarizado com todos os recursos que você tem a oferecer.
  3. Um calendário das próximas reuniões e eventos. Quanto mais cedo você entrar nos radares das pessoas, maior será a probabilidade de elas comparecerem.
  4. Panfletos e brindes – e talvez algumas canetas extras. Veja, os novos membros gostam de compartilhar suas experiências com outras pessoas, então torne isso mais fácil para eles incluindo os materiais necessários que podem entregar de forma rápida e fácil a seus amigos.
  5. Uma folha de referência rápida com informações de contato e um “quem é quem” para perguntas que seus novos membros possam ter. Isso pode incluir seus dirigentes, membros do conselho e os atuais líderes do comitê. (Ei, se um novo membro quiser se juntar a um de seus comitês, esta pode ser a oportunidade perfeita!)
  6. Um pequeno cartão com o site da sua associação e talvez um guia rápido para fazer login e usar seu AMS (Association Management System) .

 

E se eu não tiver dinheiro para impressão e envio?

Esta é uma pergunta extremamente válida. Embora os pacotes de boas-vindas para novos membros sejam razoavelmente baratos, algumas associações de funcionários menos qualificados simplesmente não têm dinheiro – ou pelo menos não ainda. Se for esse o caso, não se preocupe. Você ainda pode usar efetivamente os pacotes de boas-vindas para novos membros. Se você não pode pagar pela impressão, tente enviar uma versão eletrônica aos seus membros. Se você pode pagar pela impressão, mas o envio é um pouco questionável, tente levá-los com você para sua próxima reunião ou evento. Dessa forma, você pode se apresentar e receber seus novos membros pessoalmente.

 

Perdi a oportunidade do pacote de boas-vindas para vários de meus novos membros. Ainda posso interagir com eles?

Certamente você pode! Pode exigir um pouco mais de esforço, mas é definitivamente factível. Tente entrar em contato com eles por telefone ou e-mail. Você pode transmitir algumas das mesmas informações e dizer a eles o quanto está animado por tê-los a bordo.

Quando se trata de integrar novos membros, os pacotes de boas-vindas são apenas o começo. Existem várias outras etapas que você deve realizar para garantir que seus novos membros estejam felizes e engajados. Para uma análise completa dessas etapas, confira nosso guia gratuito de integração de novos membros abaixo!

Em sua terceira contribuição para o Boardroom, nosso especialista em tecnologia e comunidade, Marc Mekki, compartilha suas percepções práticas sobre como aproveitar ao máximo os eventos híbridos que estão prestes a se tornar a norma.

 

Quando os eventos presenciais retornarem, o mundo terá mudado. À medida que as associações descobrem os benefícios de escala, velocidade e custo-benefício inerentes aos eventos virtuais, elas vão querer amplificar seus eventos do mundo real com um componente virtual para aumentar a participação e o engajamento, ao mesmo tempo que agrega mais valor aos patrocinadores.

No momento em que este artigo foi escrito, o mundo das associações e convenções sobreviveu com uma dieta constante de ligações do Zoom e conferências virtuais enquanto esperava ansiosamente o retorno aos eventos da vida real.

Claro, eventos virtuais têm a vantagem de escalabilidade, menor custo e velocidade de implantação, mas não podemos esperar que as pessoas adotem uma vida completamente virtual indefinidamente.

Muitos relacionamentos devem ser iniciados e mantidos no mundo real, onde traços profundamente humanos, maneirismos, linguagem corporal e dicas visuais desempenham um papel crucial em nossa avaliação de conexões humanas novas e existentes.

 

É improvável que o mundo de amanhã seja definido por uma sequência interminável de eventos e reuniões virtuais, assim como trabalhar da mesa da cozinha provavelmente não será a norma indefinidamente. O contato e as interações entre humanos são uma necessidade mais forte do que nunca e seu valor terá aumentado significativamente, pois não é mais dado como certo.

 

Uma abordagem totalmente nova para eventos

Mas todos nós perderíamos uma tremenda oportunidade de moldar uma abordagem inteiramente nova para eventos, união humana, aprendizagem e envolvimento da comunidade se simplesmente deixarmos de lado a sabedoria adquirida nos últimos meses ao sermos forçados a adotar novas maneiras de interagir.

Superficialmente, simplesmente transmitir um evento ao vivo e presencial para um segmento de participantes virtuais pode parecer suficiente para se qualificar como um evento híbrido e o desafio parece ser principalmente de natureza técnica; Qual sistema usamos para transmitir? Nós pré-gravamos ou transmitimos ao vivo nossas palestras?

No entanto, a realidade é que você está tentando conectar duas realidades sociais diametralmente opostas sob uma bandeira: a intimidade e a natureza orientada pela linguagem corporal dos eventos da vida real e a realidade separada e dispersa de um público potencialmente global, cada membro provavelmente participando em isolamento.

Com dois grupos distintos de público para agradar e interagir, a questão então é: você projeta seu evento principalmente para o público ao vivo enquanto também envolve os participantes virtuais, ou projeta principalmente para o público virtual global, ao mesmo tempo em que agrega valor ao participantes ao vivo?

Agora e no futuro, uma audiência virtual permite uma escala maior e um menor custo de operação. Propostas atraentes, especialmente se você tiver em mente que os patrocinadores e anunciantes consideram principalmente o seu alcance, ou seja, o tamanho do seu público, como uma referência chave, um tópico que abordei anteriormente.

Claramente, portanto, desincentivar seu público virtual, relegando-o ao mero espectador, não é uma boa ideia. Muitas vezes me pergunto qual a proporção de participantes de eventos virtuais que estão realmente presentes quando conectados em comparação com aqueles que estão apenas fisicamente presentes, mas com a mente em branco, ou simplesmente não estão na frente da tela prestando atenção.

Você precisa ter certeza de que eles se sintam tão envolvidos quanto o seu público na vida real, mas em circunstâncias muito diferentes. O fardo de cumprir e perceber esse envolvimento recai sobre você, o proprietário e planejador do evento.

 

Em um ambiente do mundo real

Por outro lado, existem elementos em todos os eventos que simplesmente funcionam melhor no mundo real e, portanto, são mais bem encenados em um ambiente do mundo real. Só porque algum conteúdo pode ser apresentado em formato virtual, não significa que deva ser.

Pegue os palestrantes principais, por exemplo, um componente central para quase todos os eventos de sucesso. A maioria dos palestrantes profissionais se considera, e é, intérpretes, e tende a se apresentar melhor diante de um público ao vivo.

Na verdade, mesmo visualizadores remotos e digitais de uma palestra tende a responder melhor ao palestrante quando veem que há envolvimento do público ao vivo acontecendo, mesmo quando eles próprios não estão lá.

Se você já assistiu a um show de comédia standup no Netflix ou no Youtube, você vai entender o que quero dizer. A resposta e as risadas do público são gravadas e exibidas junto com a performance em si, porque faz com que o espectador se sinta envolvido. Os produtores poderiam ter simplesmente mostrado uma visão frontal do comediante, mas, em vez disso, você normalmente terá cortes para uma tomada ampla do público, pois eles (presumivelmente) estão rindo e se envolvendo.

Se você já assistiu a um episódio de Friends, Frasier, Seinfeld ou qualquer outro show de comédia, você deve estar familiarizado com a faixa de risos que se sobrepõe ao diálogo, pelo mesmo motivo.

Agora, é claro, não estamos discutindo comédia aqui em si, mas a mecânica psicológica é a mesma. As pessoas anseiam por um senso de comunidade e isso envolve a criação de um ambiente para que isso seja possível, mesmo quando as pessoas estão assistindo isoladas a milhares de quilômetros de distância.

 

Marc Mekki é cofundador da agência de inovação digital Bond: designers e construtores de comunidades e eventos virtuais. Ele pode ser contatado em marc@boardroom.global

Fonte: https://boardroom.global/supercharging-your-events-the-future-is-hybrid/?PostID=18216151&utm_medium=email&utm_source=rasa_io

Apropriação de siglas recai desastrosamente sobre o regime democrático.

Osistema político-eleitoral tem graves deficiências, que evidenciam a necessidade de uma profunda reforma política. No entanto, pode-se ter a impressão de que, com um quadro tão disforme, seria impossível solucionar todos os problemas ou que seria difícil até mesmo definir as deficiências principais. Trata-se, a rigor, de uma falsa dificuldade. Há determinados problemas que geram enormes e reiteradas distorções, e enfrentálos seriamente pode proporcionar, de imediato, um cenário político muito diferente. Um desses problemas, que geram disfuncionalidade em todo o sistema, se encontra no fato de que, no País, partidos têm donos.

Pela lei, os partidos são entidades privadas de caráter associativo, cujos filiados têm iguais direitos e deveres. No entanto, isso é o que está no papel. Na prática, legendas são controladas por poucas pessoas, que não apenas decidem sozinhas os rumos da agremiação – ou seja, ela não funciona internamente como órgão de representação –, como muitas vezes desfrutam de significativos benefícios financeiros advindos dessa relação de domínio com a legenda. Ter um partido político no Brasil pode ser um negócio lucrativo.

Recentemente, o domínio sobre as legendas e, muito especialmente, sobre o dinheiro das legendas por parte de algumas poucas pessoas ficou ainda mais explícito. Segundo revelou o Estado, três partidos comunicaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o destino de parte relevante dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, o Fundo Eleitoral, será decidido apenas por suas respectivas direções executivas.

Em relação ao Progressistas (PP) e ao Solidariedade (SD), todo o montante recebido do Fundo Eleitoral será decidido por suas respectivas executivas. O PP receberá R$ 140 milhões e o SD, R$ 46 milhões. Em 2020, o PSL receberá R$ 199,4 milhões do Fundo Eleitoral. Desse total, R$ 99,7 milhões terão o seu uso definido pela executiva da legenda.

O sistema é tão disfuncional que o voto de 2018 pela renovação da política, que fez o PSL se tornar a segunda maior bancada da Câmara dos Deputados – antes era um partido nanico –, contribui agora para que o velho sistema não só permaneça, mas se fortaleça. Basta ver que o presidente da legenda, deputado Luciano Bivar (PE), nunca recebeu tanto dinheiro público para dispor como bem entender na campanha.

Se a destinação de dinheiro público para campanha política já é por si só uma indecência – não deveria haver Fundo Partidário e Fundo Eleitoral –, a situação torna-se verdadeiramente dramática quando a decisão sobre o uso desses recursos é restrita a um grupo reduzido de pessoas, muitas delas envolvidas em escândalos. Por exemplo, Paulinho da Força (SP), presidente do SD, que terá R$ 46 milhões para gastar na campanha eleitoral, foi condenado em junho pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos e 2 meses por crime contra o Sistema Financeiro Nacional, lavagem de dinheiro e associação criminosa, envolvendo recursos do BNDES. A decisão ainda não transitou em julgado.

A apropriação de partidos por algumas pessoas não gera, no entanto, problemas apenas de mau uso de recurso público. Essa deformidade recai desastrosamente sobre o regime democrático. Os caciques controlam as listas de candidatos e, principalmente, quem receberá prioridade no uso dos recursos. Assim, o eleitor é tolhido em seu fundamental direito de voto, uma vez que existe um poderoso filtro prévio sobre o qual não tem controle, na definição das candidaturas. O cidadão não pode votar em quem ele quiser. Votará em quem os caciques deixarem.

A solução não é acabar com os partidos, tampouco mudar a Constituição para liberar candidaturas livres, desvinculadas dos partidos – o que seria um contrassenso, num regime representativo. O problema deve ser atacado em sua raiz, por meio do fortalecimento da dimensão representativa das legendas. Um passo, por exemplo, é a extinção do financiamento público. Outro, que pode ser dado imediatamente, é o exercício consciencioso dos direitos e deveres pelos filiados dos partidos. A democracia se ressente quando eles se deixam manipular por caciques partidários. Partido não tem dono.