Visão global do mercado de software de gerenciamento de associação e relatório de previsão 2020-2026

Principais fornecedores: iMIS, MemberSuite, Fonteva for Associations, Daxko Operations, MemberClicks, etc. |

 

Prevê-se que o mercado de software de gerenciamento de associação global descubra o crescimento robusto até 2026. Este relatório enfoca os principais participantes com perspectiva global, com um estudo profissional e aprofundado sobre o estado atual da indústria de software de gerenciamento de associação global. O relatório de pesquisa de mercado do software de gerenciamento da Associação Global fornece estratégias de mercado importantes e tendências mais recentes com discussão sobre o consumo de mercado, principais fatores, restrições e participação de mercado prevista para 2026.

O Relatório de mercado de software de gerenciamento de associação global descreve mais detalhadamente informações sobre táticas e estratégias usadas por empresas-chave líderes na indústria de software de gerenciamento de associação global. Ele também oferece um amplo estudo sobre diferentes segmentos de mercado e regiões.

 

O relatório de mercado de software de gerenciamento de associação global fornece respostas para as seguintes questões principais:

  1. Qual será o tamanho do mercado de Software de gerenciamento da Associação Global e a taxa de crescimento no próximo ano?
  2. Quais são os principais fatores que impulsionam o mercado global de software de gerenciamento de associação global?
  3. Quais são as principais tendências de mercado que impactam o crescimento do mercado global de software de gerenciamento de associação global?
  4. Quais são os Fatores de tendência que influenciam as participações de mercado das principais regiões do mundo?
  5. Quem são os principais participantes do mercado e quais são suas estratégias no mercado global de software de gerenciamento de associações globais?
  6. Quais são as oportunidades e ameaças de mercado enfrentadas pelos fornecedores no mercado global de software de gerenciamento de associação global?
  7. Quais tendências industriais, motivadores e desafios estão manipulando seu crescimento?
  8. Quais são os principais resultados da análise das cinco forças do mercado global de software de gerenciamento de associação global?
  9. Qual é o impacto da Covid19 na indústria atual?

 

Para obter mais informações, solicite o PDF de amostra:

https://inforgrowth.com/sample-request/2275890/global-association-management-software-market

 

O relatório Global Association Management Software Market fornece informações básicas sobre o setor de software de gerenciamento de associação global, definição, classificação, aplicativo, estrutura da cadeia de setor, visão geral do setor; análise de mercado internacional. Este relatório estuda as vendas (consumo) do mercado de Software de Gerenciamento de Associação Global, foca nos principais players, com vendas, preço, receita e participação de mercado com volume e valor para cada região.

 

Fonte: TheDailyChronicle

O que as associações resilientes fizeram para priorizar os associados, fortalecer sua missão e permanecer bem-sucedidas durante a pandemia COVID-19? Personify conversou com líderes de toda a indústria para aprender mais.

Como todas as empresas e organizações, as associações foram duramente atingidas pelos devastadores efeitos físicos, mentais e financeiros da pandemia do coronavírus. Das maiores às menores associações, o bloqueio colocava os membros da equipe em lutas de última hora para salvar conferências, para comunicar aos membros as melhores práticas em constante mudança – em suma, para encontrar soluções rápidas para manter suas organizações vivas.

Durante esse período sem precedentes, a Personify, fornecedora líder de tecnologia para associações, conversou com várias associações do setor para entender melhor quais estratégias e táticas permitiram que as associações ágeis não apenas sobrevivessem a esse período sombrio da história, mas também prosperassem. Aqui estão alguns dos traços comuns de associações resilientes.

 

EMPATIA PELOS MEMBROS

Associações bem-sucedidas não veem seus associados simplesmente como fontes de receita, elas os veem como pessoas. A preocupação genuína e a empatia demonstradas pelas associações estimulam a gratidão de seus membros, o que, de acordo com a Harvard Business Review, é a forma mais poderosa de criar lealdade duradoura.

Caso em questão: a American Health Information Management Association elaborou um plano para apoiar os novos membros assim que a pandemia surgisse. Vicky Betzig, Diretora de Reuniões da AHIMA explicou: “Tivemos muitas pessoas em nossa profissão que sofreram reduções salariais ou perderam totalmente os empregos. Então, na associação, tem havido muita defesa em torno de ajudá-los a encontrar recursos para empregos ”.

Betzig explicou que o AHIMA ofereceu “descontos por privações” para novas adesões e renovações, e também ajudou membros desempregados a transferir suas habilidades para outros meios de trabalho, como rastreamento de contato.

A American Optometric Association adotou uma abordagem semelhante. “Quando COVID-19 começou a varrer os Estados Unidos, soubemos imediatamente que os médicos que defendemos sofreriam um forte impacto”, explica Adam Reider, gerente de treinamento e suporte técnico. “Durante a noite, eles passaram de ver seus pacientes regularmente para cenários ‘apenas de emergência’.” O AOA entrou em ação com webinars instrucionais para seus membros e não membros, para ajudá-los a navegar em tudo, desde a telemedicina até os aplicativos de empréstimo PPP. “Não achamos apropriado lançar um firewall gigante”, diz Reider sobre esse conteúdo. “Queremos ser capazes de olhar para trás depois que esta crise passar e saber que realmente defendemos esta profissão.”

 

FOCO RENOVADO NA MISSÃO

 “Em tempos de desafios, não é incomum voltar aos elementos fundamentais que servem como pilares básicos de valor para seus associados”, disse Teresa Zimmerman, vice-presidente de marketing da Personify. “Os membros procuram suas associações para conectá-los a uma rede de pessoas e oportunidades que os ajudem a avançar em sua disciplina, impulsionar seus setores, expandir seu alcance, apoiar sua comunidade e criar um impacto duradouro.”

Organizações como a Association for Supervision and Curriculum Development descobriram que a pandemia reenergizou e reorientou seu senso de propósito. Citando a disparidade que os membros relataram na qualidade da aprendizagem remota com base nas condições socioeconômicas dos distritos, o CIO da ASCD, Fara Francis descreveu uma nova urgência dentro da organização para ajudar.

“Estamos trabalhando incansavelmente para construir comunidades que possam se conectar, defender e compartilhar recursos uns com os outros para garantir que nenhum aluno seja abandonado durante esse tempo.”

 

TOMADA DE DECISÕES ORIENTADA POR DADOS

“Muito poucos tinham um manual pronto para lidar com uma pandemia”, disse Zimmerman. “Trabalhamos em estreita colaboração com nossos clientes para ajudá-los a entender melhor o que seus membros precisavam para que pudessem alinhar experiências e conexões por meio de sua pilha de tecnologia e serem bem-sucedidos e relevantes para seus membros neste novo mundo digital em primeiro lugar.”

“Um erro que vi muitas vezes é que uma associação desenvolve produtos, serviços e experiências no vácuo e, em seguida, tenta convencer as pessoas de que precisam comprá-los”, disse Dennis Sadler, Diretor Executivo Adjunto de Operações da Associação Nacional de diretores secundários.

Angel Baltimore, vice-presidente de estratégia digital e comércio eletrônico da American Pharmacists Association, concorda. Em vez de adivinhar o que seus membros precisavam nos primeiros dias da pandemia, ela analisou os dados coletados por seu AMS, Personify360.

“Somos capazes de segmentar e analisar a análise dos participantes da sessão para ver coisas como quem são membros, quem não são membros, quem são clientes habituais.” Isso, diz Baltimore, permitiu que a APhA concentrasse suas energias nos produtos e serviços que seus membros mais desejavam e nos usuários de alto valor que deveriam ter como alvo com seu marketing.

 

Fonte: https://associationsnow.com/2020/09/4-ways-resilient-associations-have-survived-and-thrived-in-the-pandemic/

Coalizão conta com dez entidades; lançamento está marcado para 29 de setembro, às 17h

Dez associações se uniram para fomentar a recuperação energética de resíduos no Brasil. O lançamento da Coalização Valorização Energética de Resíduos está marcado para 29 de setembro, às 17h, e será transmitido pelo canal do Youtube da Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (Abren).

Segundo a Abren, a Coalização visa promover ações para o desenvolvimento da valorização energética de resíduos sólidos no Brasil, com promover eventos e buscar soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de uma indústria sustentável e integrada.

O evento será conduzido pelo Anfitrião Antonio Bolognesi, vice-presidente da Abren, contará com uma palestra magna do presidente executivo da Abren, Yuri Schmitke, e com o pronunciamento dos deputados federais Arnaldo Jardim, Geninho Zuliani e Lafayete Andrada, assim como dos secretários Hélvio Neves Guerra (MME) e Pedro Maranhão (MDR).

Também participarão do evento os presidentes que representam as entidades signatárias do Manifesto: José Velloso (Abimaq), Mario Menel (Abren), Estela Testa (SINDESAM), Newton Duarte (Cogen), Afonso Mamede (Sobratema), Carlos Evangelista (ABGD), Charles Tang (ABERS), Gabriel Aidar Abouchar (ABEMI) e Klaus Curt Müller (ANIP).

 

Recuperação Energética

Vários países do mundo, através de diferentes tecnologias disponíveis de tratamento de resíduos sólidos urbanos, comerciais, industriais, agricultura, pecuária, hospitalares, estações de tratamento de esgoto, papel e celulose, geram energia limpa e renovável, sendo foco da Coalizão incentivar estas atividades a fim de fomentar investimentos e proteger o meio ambiente, com significativa redução das emissões de gases de efeito estufa e evitar a contaminação dos lençóis freáticos, buscando assim a adoção dos princípios da sustentabilidade social, ambiental e econômica.

Todos os setores da valorização energética de resíduos podem demandar investimentos na ordem de R$ 145 bilhões para o país, cabendo à Coalizão somar esforços para criar um ambiente de negócios favoráveis, mediante a formulação de políticas públicas em todas as esferas. Tais investimentos tem como objetivo também mitigar os danos à saúde pública, pois o Brasil gasta 2,7 bilhões por ano no tratamento de saúde de pessoas que tiveram contato inadequado com o lixo urbano.

 

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A matéria foi editada nessa sexta-feira, às 9:15 horas, desvinculando Mario Menel do Fase e o vinculando à Abren, Associação da qual ele é presidente do conselho.

Fonte: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53148575/associacoes-se-unem-para-fomentar-recuperacao-energetica-de-residuos-no-brasil

17 setores organizam ato em SP e mobilização no Twitter para que o presidente do Senado paute a desoneração da folha salarial no Congresso

Associações e empresas de 17 setores se organizam com centrais sindicais para preservar mais de 1,5 milhão de empregos ameaçados com o fim da desoneração da folha salarial. A mobilização principal será na segunda-feira, dia 28, em duas frentes: um grande ato da União Geral dos Trabalhadores (UGT), às 10h, em frente ao Sindicato dos Comerciários de São Paulo; e um tuitaço, às 9h, puxado pela hashtag #PautaDavi. O objetivo é pressionar que o veto à continuidade da desoneração seja colocado na pauta do Congresso para votação.

O fim da desoneração vai afetar 17 categorias profissionais, que reúnem 6,5 milhões de trabalhadores. Call center, construção civil, tecnologia, alimentos, comunicação, transportes e indústrias têxtil, de calçados e máquinas, entre outros, podem demitir mais de 1,5 milhão de funcionários até o final do ano caso o benefício fiscal seja suspenso.

A mobilização é para reforçar a necessidade da manutenção da desoneração da folha, aprovada pelo Congresso, e garantir a manutenção do emprego de milhares de trabalhadores em meio à pandemia. Além da UGT, CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), Fenattel, Sintratel e Sintetel também apoiam o movimento, participando do tuitaço #PautaDavi.

A decisão acontece num momento em que o país conta com mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados e as empresas já estão impactadas financeiramente pela pandemia da COVID-19. Em um cenário de recessão econômica, os setores foram responsáveis pela manutenção do volume de empregos de carteira assinada no Brasil. Durante o período da desoneração da folha salarial as empresas investiram em todas as regiões, inclusive em cidades pequenas, gerando empregos, renda e impostos.

O setor de contact center é um dos maiores empregadores do país e será um dos afetados pela medida. Presidente da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), John Anthony von Christian, estimou o aumento nos custos com o fim da desoneração e o impacto no setor. “Somos intensivos em mão de obra, tanto que a folha de pagamento representa cerca de 70% dos custos. As empresas vão sofrer um aumento da carga tributárias de até 366%, ou o equivalente a 11% da receita bruta, levando em conta o cenário de uma empresa com receita bruta mensal de R﹩ 1 milhão. A estimativa é de que cerca de 300 mil trabalhadores podem perder seus empregos até o fim do ano, com a menor demanda e robotização dos atendimentos”, pontua John.

 

Fonte: https://www.segs.com.br/mais/economia/254272-centrais-sindicais-associacoes-e-empresas-se-unem-para-preservar-1-5-milhao-de-empregos

 

Tendo em vista o arrefecimento do surto de covid19 que assolou também o nosso país, a diretoria deliberou solicitar ao IEL/ES, parceiro da escola deste o seu início, que voltasse a buscar um profissional para atendimento do perfil que foi elaborado.

No decorrer do mês de setembro findo foram realizadas reuniões de todos os órgãos executivos da entidade, DIREA, Diretoria; CAF Comitê Administrativo Financeiro; CE Comitê de Educação e CM Comitê de Marketing. As reuniões foram presididas, respectivamente, pelo Diretor Fábio Dias e pelas Coordenadoras(or) Carla Franco, Zilka Teixeira e Ronald Carvalho, formidáveis colaboradores voluntários da escola.

Importante recurso financeiro foi depositado na conta bancária da EA como confirmação da parceria deste importante grupo empreendedor do ES com a EA pelos próximos doze meses. Os créditos que a EA dará a esta marcante e simbólica parceria serão ao INSTITUTO AMÉRICO BUAIZ. MUITO OBRIGADO !

Abordando o importantíssimo tema do MD10 (módulo didático 10) “Política Partidária nas Associações” foi realizado no último dia 29. Turma cheia novamente, para alegria de todos os alunos e para a equipe de educação da ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO.

E-mails foram trocados entre o diretor Fabio Dias e  Octavio Peralta com interessante intercambio inicial de informações. Um memorando de cooperação está sendo construído para ser assinado ainda este mês. Octavio Peralta também fêz uma importantíssima ponte da EA com a senhora GRETA KOTLER Diretora de Desenvolvimento Global e do Programa de Credenciamento da ASAE American Society of Associations Executives (ASAE’s head of global development and credentialing program), centenária associação americana. O conteúdo  colecionado sobre associativismo pela EA será muito enriquecido com a publicação mais frequente de artigos deste formidável associativista. Confira, já neste mês, no menu Artigos do nosso site, mais um excelente trabalho  de Octavio Peralta.

Ao longo de quase seis décadas eu convivi com pessoas de diferentes níveis de instrução e classe social nas atividades: acadêmica, industrial, comercial, sindical e política partidária, nesta última por apenas dois anos quando concorri a uma vaga de deputado federal constituinte em 1986. Tinha o hábito de ouvir as opiniões e os sentimentos das pessoas quanto aos variados problemas. Acumulei experiências as quais costumo recorrer para externar o meu pensamento sobre determinados temas. Hoje, atrevo-me a abordar um deles que considero de maior importância e urgência. Refiro-me à reforma partidária/eleitoral, sempre protelada pelos parlamentares, a qual pela relevância já deveria estar na pauta dos trabalhos no Congresso Nacional.

É sabido que a maioria da população não mais tolera conviver com a proliferação de partidos políticos, quase todos eles sem nenhuma ideologia e dirigidos por caciques políticos que deles se apossaram. Custeados com dinheiro público os políticos profissionais têm a campanha eleitoral garantida, sendo quase sempre reeleitos. Essa verdadeira anomalia política partidária é uma das responsáveis pela desilusão da população para com os políticos profissionais em geral. A descrença que somente se agravou com o tempo é prejudicial ao fortalecimento da democracia, daí porque deve ser eliminada. Sinto-me impelido a expor o meu pensamento quanto aos termos básicos da reforma partidária/eleitoral, a ser debatida e aprovada no Congresso em 2021.

Os partidos precisam possuir ideologias definidas e organização exemplar, devendo ser administrados por diretores renováveis a cada 3 anos e ter bem claro as propostas de trabalho, passando a assumir o papel de protagonista principal na nova configuração política partidária nacional. Apenas os eleitores a partir dos 35 anos com profissões definidas, poderiam ser indicados pelo partido para concorrer a qualquer cargo eletivo. Igualmente, a nenhum eleitor seria permitido concorrer ao completar 75 anos de idade. O tempo de mandato para todos os eleitos seria de 6 anos sem possibilidade de reeleição em qualquer cargo eletivo mesmo filiando-se a outro partido, propiciando assim uma constante renovação nos parlamentos.

Com as reformas que eu preconizo deixariam de existir os políticos profissionais e desapareceriam as afrontosas e vergonhosas “verbas extras ou benesses”, as quais todos eles têm direito até o momento. Diminuiria consideravelmente o número de parlamentares em todas as casas de lei, reestruturadas e referenciadas passariam a ser as remunerações dos parlamentares, sendo ainda reduzidas substancialmente as viagens dos políticos, das casas legislativas às suas bases eleitorais. As economias obtidas seriam destinadas à construção de escolas, hospitais, postos de atendimento médico/odontológico, creches, bolsas de estudos aos jovens carentes, praças e parques de lazer etc.

 

Dos Partidos Políticos

Seria livre a criação de partidos políticos estando a continuidade deles condicionada ao atendimento das rigorosas cláusulas de “barreiras” (a serem definidas), avaliada quando da primeira eleição em que o partido concorrer. Os partidos teriam uma estrutura administrativa para preparar os seus filiados – possíveis futuros candidatos -, quanto aos temas de administração pública e leis pertinentes. A direção dos partidos seria feita por uma diretoria nacional e diretorias estaduais com ramificações nos municípios, sendo de 3 anos o mandato dos diretores, não sendo permitida a reeleição deles enquanto não transcorrerem quatro novas gestões. A filiação partidária somente ocorreria mediante a apresentação de um Atestado de Bons Antecedentes e uma Declaração onde a pessoa afirma ter conhecimento da ideologia e das normas do partido.

Os partidos obrigatoriamente instituiriam a Comissão Permanente de Estudos Temáticos, a qual promoveria palestras e seminários, buscando enriquecer o pensamento dos filiados sobre temas de interesse da população. Igualmente, os partidos manteriam um Curso Permanente de Especialização, obrigatório para os filiados, capacitando os futuros candidatos ao desempenho dos mais diversos cargos eletivos. A sustentação financeira dos partidos seria feita por meio dos recursos provenientes do Fundo Partidário definido em lei, distribuído aos mesmos mediante rigorosos critérios, bem ainda com as contribuições bimensais pagas pelos filiados, estas definidas em assembleias gerais, devendo as diretorias prestarem contas, emitindo um balancete financeiro bimensal aos filiados e um Balanço bianual ao Tribunal Regional Eleitoral.

 

Das Normas Eleitorais

As eleições seriam gerais no país a cada seis anos, sempre no primeiro domingo de outubro, ocorrendo a posse dos eleitos no dia 02 de janeiro do ano seguinte ao da eleição. Não mais existiria o coeficiente partidário sendo declarados eleitos os candidatos mais votados. A candidatura a qualquer cargo eletivo estaria condicionada ao atendimento das restrições: quanto às idades já referidas, possuir o diploma do curso de segundo grau, estar há três anos filiado ao partido, ser possuidor do certificado do Curso de Especialização ofertado pelo partido e ainda apresentar o Atestado Negativo de ação judicial tramitando na segunda instância.

Nas eleições majoritárias seria permitida a coligação de até três partidos sendo que, após oficializada no âmbito nacional a coligação seria estendida a estados e municípios. A coligação seria responsabilizada, sob pena de rigorosa punição, pela boa administração pública por todo o período do mandato, excetuando o último ano quando a coligação poderia ser desfeita, possibilitando novas coligações para o próximo pleito. Seria de responsabilidade dos partidos a indicação dos candidatos às câmaras legislativas, concorrendo os mesmos pelos distritos onde se localizam os seus domicílios eleitorais. Igualmente, os partidos indicariam os candidatos aos governos dos estados e municípios, à Presidência da República, à Câmara Federal e ao Senado, sendo este constituído de dois senadores por estado, cada qual com um suplente sem vínculo familiar com o titular.

 

Da Campanha Eleitoral

Definidos os candidatos nas convenções partidárias, a campanha eleitoral teria início estando assegurada a cada coligação um tempo mínimo de propaganda no rádio e na televisão. Os candidatos aos cargos legislativos apresentariam em uma única folha de papel padronizada (frente e verso), um resumo do “curriculum vitae” (frente) e da proposta de trabalho de seu partido/coligação (verso), documento este custeado pelo partido e distribuído criteriosamente para os candidatos, eliminando o maléfico financiamento de campanha. O parlamentar cumpriria integralmente o período do mandato, perdendo-o automaticamente caso decida assumir outro cargo público ou mudar de partido visto o mandato pertencer ao partido.

Não mais seria permitida a candidatura à reeleição do parlamentar nem o lançamento à sua sucessão de parentes até o segundo grau. Concluído o mandato, ele voltaria as suas atividades profissionais de origem devendo continuar colaborando nas múltiplas atividades do partido transmitindo o seu conhecimento e experiências aos mais jovens, podendo ele voltar a pleitear a candidatura a qualquer cargo eletivo, pelo atual ou outro partido a que possa estar filiado, somente depois de decorridas duas legislaturas seguintes.

 

Da Composição do Congresso Nacional

O Senado Federal seria constituído pelos representantes de todos os Estados e o Distrito Federal, sendo assegurado a cada senador em seu gabinete de trabalho o apoio de 5 funcionários públicos, todos do quadro do Senado (concursados). Os senadores e deputados cumpririam a jornada de trabalho no período de segunda feira, a partir das 14 horas, à sexta feira até às 18 horas, sempre em duas semanas seguidas em Brasília atuando na semana posterior em seu estado em contato com os eleitores e o seu partido. A remuneração seria idêntica à do professor com título de mestrado atuando em dedicação exclusiva nas universidades federais. O valor da passagem (ida e volta), dos respectivos estados a Brasília, seria pago pelas casas de lei bem como as despesas inerentes ao custeio de papel, fotocópias, telefone e impressos.

A Câmara Federal seria constituída pelos deputados eleitos pelo voto distrital, representantes do povo de cada estado e do Distrito Federal, estando o número de deputados definido mediante o critério de 1 deputado federal para cada 600.000 habitantes, respeitado o máximo de 40 deputados e o mínimo de 5 deputados. Cada deputado teria em seu gabinete o apoio de 5 funcionários públicos, todos do quadro da Câmara (concursados). Aos deputados e aos senadores seriam pagas 6 diárias por semana em que estiverem em Brasília trabalhando no Congresso, destinadas ao custeio das despesas com hotel, alimentação e transporte na cidade, não mais dispondo os parlamentares de um automóvel e motorista pago pela instituição.

 

Da Composição das Assembleias Legislativas

As Assembleias seriam constituídas de deputados eleitos pelo voto distrital sendo o número deles definido mediante o critério de 1 deputado para cada 300.000 habitantes, respeitado o máximo de 50 deputados e o mínimo de 10 deputados. Cada deputado teria em seu gabinete de trabalho o apoio de 4 funcionários públicos do quadro da Assembleia (concursados). Os deputados cumpririam a jornada de trabalho, sempre em duas semanas seguidas na sede da Assembleia no período de segunda feira, a partir das 14 horas, à sexta feira até às 18 horas, atuando na semana posterior no seu distrito eleitoral em contato com os eleitores.

Os deputados receberiam uma remuneração idêntica ao do professor com título de mestrado, com dedicação exclusiva na universidade estadual do seu estado. Aos deputados seriam pagas 6 diárias a cada semana em que eles estiverem no trabalho na Assembleia, destinadas ao custeio do transporte na cidade, despesas com hotel e alimentação, não mais dispondo os mesmos de um automóvel com motorista pago pela instituição. O valor da passagem (ida e volta), da sua base eleitoral à sede da Assembleia, seria pago pela Casa de Lei bem ainda as despesas de custeio de papel, fotocópias, telefone e impressos.

 

Da Composição das Câmaras Municipais

Nas câmaras municipais o número de vereadores eleitos pelo voto distrital seria definido mediante o critério de 1 vereador para cada 30.000 habitantes, respeitado o máximo de 50 vereadores e o mínimo de 8 vereadores. Cada vereador teria em seu gabinete o apoio de 3 funcionários públicos do quadro da Câmara (concursados), cumprindo na sede de cada município a jornada semanal de trabalho em horário corrido (seis horas) de segunda a sexta feira, recebendo remuneração igual à do professor com título de especialização, em dedicação exclusiva nas escolas públicas estaduais de segundo grau, existentes no município. As despesas com papel, fotocópias, telefone e impressos, seriam pagas pela Câmara.

Nos municípios com até 100.000 habitantes, a jornada semanal seria de apenas dois dias com a remuneração fixada em 40% da normal, aumentando para quatro dias nos municípios entre 100.000 a 200.000 habitantes com a remuneração fixada em 80% da normal, aumentando para cinco dias na semana quando a população superar os 200.000 habitantes, passando a remuneração a ser 100% da normal. Aos vereadores, representantes de distritos municipais muito distantes da sede, as despensas de transporte seriam pagas pela Câmara ficando igualmente assegurado o pagamento de diárias alusivas aos dias de trabalho destinadas à hospedagem, alimentação e transporte na cidade.

 

Das Mesas Diretoras dos Trabalhos

As mesas diretoras dos trabalhos nas casas legislativas em geral, seriam compostas por parlamentares eleitos entre eles imediatamente após a posse, devendo cumprir um mandato de 3 anos não sendo permitida a reeleição de nenhum deles, responsabilizando-se os mesmos pela boa administração das casas de leis.

 

Da Perda do Mandato de Parlamentares

O mandato do parlamentar poderia ser cassado pelo diretório do seu partido no estado ou no município cabendo recurso aos diretórios: nacional e estadual, respectivamente. A comunicação seria feita ao Tribunal Regional Eleitoral, em razão do mau comportamento ético do parlamentar ou descumprimento do programa partidário. Ao final dos mandatos os parlamentares receberiam um Diploma de relevantes serviços prestados.

Concluindo: teríamos 5 anos de trabalhos efetivos e eficientes e 1 ano para arremates nas administrações em curso bem ainda para a formação de novas coligações e definições de novas propostas de governo. A cada legislatura, novos representantes estariam nos parlamentos para o desempenho dos trabalhos.

Todavia, para que estas mudanças se tornem realidade é necessária a ação enérgica e constante dos eleitores junto aos atuais congressistas, exigindo deles a aprovação destas reformas pelo Congresso Nacional.

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Otacílio Borges Canavarros- cidadão brasileiro consciente. Email:otacana@gmail.com

FONTE: https://www.olhardireto.com.br/artigos/exibir.asp?id=12553&artigo=reformas-partidaria-e-eleitoral

Ao longo do século passado, as associações ajudaram a promover a saúde, melhorar as comunidades, promover a diversidade e a desenvolver os negócios. Este ano provou que nem sempre podemos prever quais problemas podem surgir, mas nesta nova edição do ASSOCIATIONS NOW que agora comemora o 100º aniversário da ASAE, destacamos 100 associações que estão à altura do desafio de salvar o mundo.

 

Conteudo em inglês:

https://associationsnow.com/magazine/100-associations/?PostID=18328244&utm_medium=email&utm_source=rasa_io

As pessoas são, por natureza, sociáveis ​​e desejam se associar a outras que tenham interesses e aspirações comuns. Este sentimento de pertencimento e de comunidade é o que impulsiona a motivação de um indivíduo para buscar um “lugar para estar” e porque muitas associações em todo o mundo prosperam.

Do ponto de vista de um executivo de associação, é importante conhecer essas dinâmicas e como elas afetam o quadro de membros da associação. Para crescer e prosperar no ambiente difícil de hoje, uma associação precisa ter um modelo de negócios sólido, que tenha estes três elementos principais: (a) uma proposta de valor única, (b) um modelo de lucro sólido e (c) um eficiente e eficaz modelo de execução.

A proposta de valor exclusivo de uma associação responde à pergunta: “Que razão convincente existe para que as pessoas, empresas ou instituições se associarem e pagarem as quotas ou anuidades, uma fonte primária de receita para uma associação?” No caso da minha organização, a Associação de Instituições de Financiamento do Desenvolvimento na Ásia e no Pacífico (ADFIAP), nossa proposta de valor é destacar que é a única rede regional de bancos de desenvolvimento, respaldada por 40 anos de experiência e expertise, e com uma cobertura de associação em 40 países e territórios. Em detalhes, o ADFIAP fornece à comunidade de bancos de desenvolvimento:

(1) afiliação profissional, status e reconhecimento;

(2) acesso a programas de educação continuada e desenvolvimento profissional não disponíveis em outros lugares;

(3) acesso a ferramentas operacionais práticas, padrões e recursos de conhecimento;

(4) uma plataforma para cooperação empresarial e networking; e

(5) um local para a defesa do desenvolvimento sustentável.

 

O modelo de “lucro” de uma associação pode ser um nome impróprio porque, geralmente, as associações são classificadas como organizações sem fins lucrativos. Talvez, um modelo de “superávit de receita” seja um termo mais apropriado. Mas quer seja denominado lucro, superávit de receita ou qualquer outra coisa, permanece o fato de que, como qualquer outra organização, uma associação deve ter amplos recursos financeiros para continuar prestando serviços a seus membros, bem como ter um fundo de reserva para tempos difíceis.

Nesse sentido, uma associação precisa responder à pergunta: “Como a associação consegue cobrar mais caro por sua oferta de serviços do que o custo que tem para oferecê-la?” Na experiência da ADFIAP, é necessário equilibrar e diversificar as fontes de receita. As taxas anuais de associação são como impostos; levantá-la é sempre uma questão controversa entre os membros. Portanto, a estratégia é ser menos dependente das taxas de associação e buscar outras fontes – em nosso caso, taxas de conferências e seminários, taxas de consultoria, venda de publicações, subsídios e patrocínios.

No modelo de execução, uma associação deve responder à pergunta: “Como a associação fará os sócios em potencial descobrirem que ela existe, o que ela oferece e como convencer estes sócios em potencial a se tornarem clientes?” Ela também tem que lidar com a questão: “Como vai se organizar para atender a demanda de serviços dos clientes de forma eficaz e eficiente?”

No ADFIAP, a marca e a visibilidade são componentes essenciais em seu modelo de execução do seu propósito. Para a marca, ADFIAP trabalha duro para atrair as necessidades emocionais e aspiracionais de seus membros/associados. Para apelo aspiracional, ADFIAP posiciona-se como a principal rede de bancos de desenvolvimento na região da Ásia-Pacífico, para que os membros/associados permaneçam na associação pelo prestígio em fazer parte da mesma. Em termos de apelo emocional, define a associação como uma “comunidade” de banqueiros de desenvolvimento que defendem o financiamento do desenvolvimento sustentável.

A ADFIAP também tenta ser visível em muitos eventos de alto nível internacionalmente, promovendo seu trabalho e defesa dos seus interesses, e se envolvendo com suas redes, como os órgãos das Nações Unidas, o processo APEC e outras organizações de desenvolvimento bilaterais e multilaterais. Estar na lista de convidados dos eventos dessas instituições proporciona à ADFIAP um espaço para ser conhecida e visível.

Ao comunicar seus serviços e os interesses que defende, a ADFIAP emprega muitos canais diferentes: desde apresentações presenciais, artigos publicados e kits de ferramentas, recursos baseados na web e nove microsites além de seu site principal. Fazer o bem é uma coisa; outro aspecto importante é comunicá-lo.

A estrutura da ADFIAP também é enxuta, com oito funcionários efetivos. Ela usa como suporte limite de tempo para respostas, execução de projetos também vinculados a tempo e muita assistência voluntária dos seus membros/associados. Também maximiza os benefícios de parcerias e alianças, bem como mantém sua integridade institucional e credibilidade por meio de boa governança e gestão profissional.

 

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O colaborador da coluna, Octavio “Bobby” Peralta, é simultaneamente secretário-geral da Associação de Instituições de Financiamento do Desenvolvimento na Ásia e no Pacífico (ADFIAP) e presidente do Conselho Filipino de Associações e Executivos de Associações (PCAAE). A missão do PCAAE – a “associação de associações” – é avançar e sustentar o trabalho e as defesas de interesses de associações e outras organizações associadas, definir padrões desta indústria e diretrizes de política para associações e ajudar a profissionalizar ainda mais suas associadas. O PCAAE conta com o apoio da ADFIAP, do Tourism Promotions Board e do Philippine International Convention Center.

Você rastreia receitas e número de associados das associações, mas isso não é suficiente para saber se sua associação está dando certo. Um especialista compartilha ideias sobre o que mais medir.

 

Quais são as melhores maneiras de uma associação medir o sucesso?

 

Desde tempos imemoriais, a resposta comum sempre foi dupla: receita e número de associados. Sem dinheiro, sem missão, conforme a linha segue, e há poucas maneiras melhores de ver rapidamente o quão bem essa missão penetrou em sua indústria do que saber quantas pessoas se associaram (e continuam se associando) para se tornarem parte dela .

 

Mas os números brutos de membros dizem muito – afinal, há um oceano de preocupações que os líderes da associação precisam resolver se quiserem manter os números que possuem, quanto mais expandi-los.

Para esse fim, há um ponto de dados interessante no relatório “Olhando para o Futuro 2016” do Association Laboratory que sinaliza a importância de se aprofundar no que você mede.

 

“A maioria das associações perde oportunidades devido à forma como medem o sucesso e definem estreitamente o valor para o cliente.”

 

O relatório “Olhando para o Futuro”, baseado em uma pesquisa com 293 líderes de associações, a maioria executivos da equipe, em grande parte do mesmo tem uma mensagem constante: as atitudes dos entrevistados sobre a economia, força de trabalho, governo e globalização não mudaram muito nos últimos três anos.

Mas duas mudanças são notáveis:

 

A porcentagem de entrevistados que afirmam que um dos principais fatores que afetam os membros é o gerenciamento da quantidade de informações que eles recebem caiu nos últimos dois anos, de 80% para 55%.

A porcentagem daqueles que citam “mudanças substanciais nas leis ou regulamentos federais” como um fator, está aumentando, de 35% para 44%.

Os autores do estudo sugerem que a próxima eleição presidencial pode estar colocando essa última preocupação em primeiro plano. Mas, independentemente das razões, há uma sugestão de que as associações estão um pouco menos preocupadas com a forma como enviam mensagens aos seus membros e mais com a antecipação de suas preocupações sobre mudanças maiores nas regulamentações, nos costumes do país.

 

É basicamente como deveria ser, embora eu espero que ninguém tome a descoberta como uma licença para sobrecarregar as caixas de entrada dos membros com mensagens. Mas essas varreduras mais profundas do que pode acontecer, ainda podem ser raras. Em uma postagem de blog na semana passada, a consultora e autora Anna Caraveli apontou para uma cultura de complacência entre as associações quando se trata de métricas que olham para o quadro geral, especialmente entre associações que são o único fornecedor de uma credencial ou certificação essencial em seu setor. Se você tem seu mercado protegido, por que olhar além dele?

 

“O que não está sendo medido”, ela escreve, “inclui a) fatores como os níveis de engajamento de seus clientes; b) a relevância de sua organização para os desafios estratégicos dos associados e as soluções necessárias; c) sua capacidade de aprofundar constantemente seu relacionamento com os associados e expandir o valor que eles fornecem a este relacionamento; d) sua capacidade de se adaptar, inovar e reinventar a base de sua proposta de valor. ”

 

E por que essas coisas não estão sendo medidas? Caraveli me diz: “Cada vez que pergunto a uma associação se ela mede fatores não quantitativos, como resultados (conforme percebidos pelos associados), o valor de seus relacionamentos, níveis de engajamento dos associados, etc.”, disseram-me que é muito difícil e eles não sabem como medir.

 

Essa confusão – se não desinteresse – pode levar a oportunidades perdidas. Caraveli cita o exemplo de uma associação que mede o sucesso de uma regional pelo número de participantes em seus eventos. Um mergulho mais profundo nas funções desses participantes e sua receptividade para um maior envolvimento com a associação pode revelar novas oportunidades para a associação. “E se essas pessoas fossem executivos importantes em empresas-alvo que, se cultivadas, pudessem se tornar patrocinadores, membros corporativos, clientes de programas personalizados, campeões e parceiros?” ela diz. “A maioria das associações perderá essas oportunidades por causa da forma como medem o sucesso e definem estreitamente o valor para o cliente.”

 

Caraveli propôs uma série de maneiras pelas quais as associações podem mudar suas métricas para incluir dados tradicionalmente não quantitativos: 1. rastreie não apenas os associados de uma maneira geral, mas aqueles associados que se envolvem em serviços de ponta; 2. não se preocupe apenas com as vendas com um todo, mas vendas para aqueles com quem você pode construir parcerias estratégicas; 3. não ofereça apenas programas, mas o que os membros dizem que ganham com eles.

 

Mas nada disso, diz ela, acontece sem o compromisso da liderança de olhar além dos benchmarks de entregas para associados e, em vez disso, aborda suas preocupações mais amplas sobre o que agregará valor a eles.

 

“Se o seu sucesso for medido pela receita do ano passado e pelo número de associados, e se o desenvolvimento a longo prazo não for sua preocupação,” Caraveli me disse, “você não vai expandir além de seu portfólio de produtos, clientes e recursos atuais, mesmo que o mundo ao seu redor esteja mudando dramaticamente ao seu redor. Esta é a morte certa. Portanto, identificar e medir o valor sempre, especialmente ao longo do tempo é fundamental. ”

 

Reflexão: O que você tem feito, como líder, para medir o valor da sua associação para os membros além da receita e retenção? E como você incentiva sua organização a fazer essa medição?

 

MARK ATHITAKIS

Editor colaborador da Associations Now, escreve sobre organizações sem fins lucrativos, artes e liderança para uma variedade de publicações.