FIBRASA E MAR RENOVAM PARCERIA COM A EA PARA 2021

Cada renovação de parceria é uma celebração na Escola de Associativismo. O Presidente da FIBRASA S.A., Sergio Souza Rogério de Castro e o Diretor da MAR Participação e Empreendimentos Ltda, Giuliano Souza Rogério de Castro, confirmaram o atendimento da solicitação da EA por mais um ano de parceria tendo em vista o reconhecimento da importância da EA para que possamos viver em cidades melhores e consolidar a nossa democracia.

Anunciado nas mídias sociais da escola a seleção de um profissional. 11 ofertas foram recebidas e estão em análise. A expectativa é de que neste mês de fevereiro a admissão seja processada e o profissional passe a atender e trabalhar na sede da escola.

O Conselho de Gestão irá decidir em que associação o lançamento acontecerá. O evento será hibrido, como os últimos e são colaboradores de conteúdo deste novo curso Aristóteles Passos Costa Neto, Domingos Morelo e Sergio Rogerio de Castro.

O primeiro curso a ser oferecido aos dirigentes, associados e executivos dos sindicatos filiados à FINDES será o do MD(módulo didático)02, “A importância da renovação”. A Presidente Cris Samorini dá um importante passo na direção do objetivo permanente de desenvolvimento e fortalecimento do associativismo com esta ação. Os cursos serão mensais, até novembro deste ano inclusive.

Elaborado com a colaboração do SENAI/ES estão avançando os trabalhos deste importante curso que visa a uma maior capacitação dos Conselheiros Representantes da indústria no SESI – Serviço Social da Indústria e no SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. Os temas centrais do curso são Responsabilidades e Protagonismo.

Coordenada pelo colaborador voluntário José Vieira, competente especialista e professor sobre o assunto. Muitos avanços foram incorporados para implementação no período de 2020/2023. O planejamento aponta um futuro promissor para EA ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO nos próximos anos.

 

Os empresários do setor de Transformados Plásticos do Sul do Estado terão a oportunidade de participar de várias ações promovidas pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico do Espírito Santo (Sindiplast-ES) em 2021. Em entrevista recente, o presidente da entidade, Jackley Maifredo, apresentou as principais iniciativas planejadas para o ano, que envolvem qualificações, eventos, gestão financeira, etc, e compõem o Plano de Ação 2021 do sindicato.

 

De acordo com Maifredo, com muitas das atividades ocorrendo em ambiente virtual, o empresário da Região Sul poderá estar mais próximo da entidade, desenvolver o associativismo e aumentar o networking com os gestores da Grande Vitória e outras regiões.

“Um dos projetos que iremos levar para a Região Sul será o Tampinha do Bem, que consiste na disponibilização de coletores de tampinhas plásticas em unidades de ensino da Rede Sesi-Senai em empresas e instituições que tiverem interesse em participar, para serem usadas novamente como matéria-prima para a indústria”, afirma o presidente do Sindiplast-ES.

 

Maifredo acrescenta que o Governo do Estado também demonstrou interesse em implantar o programa nas escolas da rede estadual. “Temos uma agenda com a vice-governadora, Jacqueline Moraes, na segunda-feira, 25, para tratar do assunto. O Tampinha do Bem é um projeto de conscientização ambiental e de incentivo à economia circular, pautas defendidas pelo setor de plásticos em âmbito local e nacional”, enfatiza.

 

A região Sul do Espírito Santo também está na agenda de visitas do superintendente do Sindiplast-ES, Gilmar Nogueira, com início em fevereiro na Grande Vitória. “Queremos conhecer de perto as dificuldades e demandas dos empresários e ampliar o nosso contato com a região Sul, em um trabalho voltado para a apresentação dos benefícios do associativismo e dos valores do Sindiplast-ES”, afirma.

 

O superintendente enfatiza que o empresário que tiver interesse em se associar ao Sindiplast-ES receberá uma série de benefícios, como participação em cursos gratuitos, descontos em cursos in company, utilização dos benefícios oferecidos pelo Sistema Findes (Senai-ES, Sesi-ES, IEL), participação em Encontros de Negócios, auxílio jurídico, entre outros.

“Além disso, nosso associado recebe em primeira mão as principais informações relacionadas ao setor de Transformados Plásticos e temas de seu interesse, como negociações trabalhistas, legislações, articulação por incentivos fiscais e diálogos com o Poder Público na defesa do plástico e do setor”, completa Gilmar Nogueira.

 


Fonte: Jornal Fato

 

Individualmente, conquistar determinados benefícios para desenvolver sua empresa pode ser desafiante. Contudo, a união de esforços tem um papel fundamental no desenvolvimento de micro e pequenos negócios, já que dá peso à busca de soluções efetivas que respondem com assertividade às demandas comuns de um determinado setor: explorar novos mercados, melhorar a produtividade ou obter acompanhamento especializado com grandes parceiros.

E um exemplo disso vem do Núcleo de Moda Sul Catarinense (NMSC), um dos núcleos setoriais da Associação Empresarial de Criciúma (Acic). Em conjunto com o Sindicato da Indústria do Vestuário do Sul Catarinense (Sindivest), o grupo trabalha para estabelecer parcerias e oferecer uma gama de vantagens aos associados.

“A unificação de entidades, oficializada em 2020, sempre foi um sonho para ambas, e certamente intensificará os benefícios, já que as duas visam defender os interesses do setor do vestuário”, avalia o presidente do Sindivest, Xandrus Galli.

Segundo ele, o trabalho sério desenvolvido ao longo dos anos construiu uma relação sólida e uma percepção muito positiva do mercado de moda sobre as entidades coirmãs. Isso se desenvolveu e se mantém com parceiros de peso, não só da região como de fora.

“Muitos dos projetos que foram desenvolvidos nos últimos anos no Núcleo de Moda só foram possíveis graças à associação. Além do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), que nos abriu portas para evoluirmos nossas empresas com missões internacionais e projetos técnicos robustos, temos também a Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), que nos aproxima de um cenário de discussão mais amplo sobre atuação do setor a nível estadual e nacional, sobretudo a nível de legislação”, expõe o presidente do Núcleo de Moda, Eduardo Rizzotto.

Conexões

De acordo com ele, o trabalho desenvolvido também permitiu que fossem estabelecidas conexões com instituições de ensino de ponta, como o Senac. “Isso nos permite desenvolver projetos de acordo com as necessidades de nossos associados, com oportunidades de facilitar operações comuns do dia a dia de empresas de moda. Por meio do SESI/Senai, por exemplo, as empresas têm acesso a laboratórios diversos e ao estúdio fotográfico e acesso gratuito à pesquisa do WGSN, algo riquíssimo para empresas da área, pois permite antecipar-se e oferecer ao mercado produtos altamente vendáveis”, cita Rizzotto.

“O Audaces Connection, um grande evento de moda e tecnologia, escolheu Criciúma para realizar seu primeiro grande evento e fomos parceiros, a exemplo de outros bons eventos com grandes nomes, realizados para trazer conhecimento para as empresas do vestuário de Criciúma e região. Para nós, é uma mostra daquilo que buscamos e pelo qual trabalhamos há tanto tempo”, continua o presidente do núcleo.

“Não só tem dado frutos, como descortina muitas possibilidades em potencial, como o cruzamento cada vez mais forte da tecnologia e sustentabilidade com a moda, que se manifesta na nossa comunicação e na busca por profissionais e empresas que possam contribuir com essa transformação veloz, possibilitando a realização de eventos para o setor e outros encontros e ações exclusivas para nossos associados”, ressalta Rizzotto.

Ele lembra que o Núcleo de Moda e o Sindivest, com o apoio das entidades parceiras, já enviaram empresários da região para grandes centros de pesquisa e compras do mundo. Alguns projetos de consultoria técnica, acompanhamento e melhoria também foram oportunizados devido ao fato de estarem associados. “É com imenso orgulho que vimos muitos de nossos associados darem um salto com evolução em processos, branding e posicionamento”, enaltece.

Tecnologia

No ano passado, devido à pandemia, as ações precisaram ser adaptadas, mas não pararam. “Temos buscado muitas oportunidades, focado na transformação digital, indústria 4.0, uso de aplicativo, marketing digital, de experiências e serviços multicanais, tecnologias voltadas à moda”, elenca o presidente do núcleo, explicando que esse trabalho foi intensificado já no ano anterior.

“Como para todos, fomos pegos de surpresa com o Covid-19 e estamos nos adaptando, estudando mais, explorando outros caminhos e tentando descobrir novas maneiras de orientar, promover e desenvolver as empresas associadas. Mas é importante ressaltar que acreditamos ser parte do nosso trabalho conscientizar o público geral sobre a importância do trabalho dessas empresas em nossa região. Para isso, buscamos uma comunicação mais simples e próxima, principalmente via Instagram, com uma visão mais coesa de sustentabilidade, tecnologia, tendências e moda”, conclui.

 


Fonte: Engeplus

La Asociación Eólica de Cantabria/España (AEC) confía en que el nuevo consejero de Industria, el regionalista Javier López Marcano, “continúe el apoyo decidido de sus predecesores” al desarrollo de la energía eólica en la comunidad.

Desde la AEC han dirigido una carta a Marcano para desearle “el mayor de los éxitos” en la política industrial de la comunidad y trasladarle que el sector eólico “es muy interesante para Cantabria por contar con proyectos reales que movilizan centenares de millones de euros de inversión e implican a una gran variedad de empresas cántabras”.

En este sentido, el presidente de la AEC, Agustín Valcarce, ha explicado, en un comunicado, que actualmente existen más de 800 megawatios de potencia eólica que están siendo tramitados por socios de la AEC para su implantación en la región.

De hecho, ha indicado que los primeros parques “podrían estar en construcción antes de dos años, siempre y cuando superen los exigentes informes de impacto ambiental que realiza la Administración”.

Según ha señalado, que estos proyectos salgan adelante sería “una buena noticia” para la comunidad teniendo en cuenta que la ratio de inversión es de 1 millón de euros por cada megawatio instalado.

Valcarce ha defendido que las compañías de la AEC creen que Cantabria cada vez está “más cerca de abandonar la cola” del ranking nacional del desarrollo eólico porque los proyectos siguen su tramitación administrativa.

“Las empresas estamos actuando de manera responsable en unterritorio especialmente sensible”, ha indicado el presidente de la AEC, que ha señalado que solo se necesita que “la Administración sume a su rigor en el trabajo la agilidad en las tramitaciones”.

 

AGRADECIMIENTO AL EQUIPO DE INDUSTRIA SALIENTE

Valcarce ha destacado, en este sentido, el “compromiso” manifestado por el consejero saliente, Francisco Martín, y su equipo de la Dirección General de Industria, liderado por Raúl Pelayo, y “no duda” de que López Marcano continuará con el “apoyo decidido” de sus predecesores al desarrollo eólico en nombre del Gobierno de Cantabria.

Según ha indicado, la Asociación Ecólica viene trabajando desde hace más de diez años para impulsar el desarrollo de la energía eólica en la región, un “esfuerzo ímprobo” para el que, según sostiene, “siempre” ha contado con un “apoyo decidido” del Gobierno a lo largo de los últimos años.

La asociación empresarial se ha felicitado también de otros avances recientes de la Consejería de Industria, como la recuperación de las ayudas a otros tipos de energías renovables y la apuesta por situar a Cantabria como “referente tecnológico” del hidrógeno verde.

“Cantabria se juega en estas fechas muchas posibles inversiones enproyectos libres de CO2 así que queremos contar con el apoyo del nuevo consejero para continuar la necesaria descarbonización y electrificación de la economía cántabra”, ha señalado Valcarce.

 

EL NUEVO PLENERCAN, UNA “OPORTUNIDAD EXCELENTE”

Desde el punto de vista de la AEC, uno de los primeros trabajos importantes en este sentido será la elaboración de un nuevo Plan de Sostenibilidad Energético de Cantabria (Plenercan) “más realista y menos complejo en cuanto a las tramitaciones, que sirva para impulsar realmente las renovables en la región y no para obstaculizarlas”.

A su juicio, la planificación anterior prevista para el periodo 2012-2020 “no sirvió de mucho” ya que en todos estos años no se consiguió instalar “ni un solo megawatio”.

Por eso la AEC considera que la nueva redacción del plan es una “oportunidad excelente para impulsar la energía eólica”.

La AEC está compuesta por 17 empresas, de las cuales la tercera parte corresponde a los principales promotores de parques en la región. El resto es un conjunto de compañías de la cadena de valor del sector eólico en el que existen empresas de redes y sistemas, construcción, transporte, mecanizados o montajes eléctricos, entre otras.

 

 

La iniciativa privada, a través de la Confederación de Cámaras Nacionales de Comercio, Servicios y Turismo (Concanaco-Servytur) y la Asociación de Internet MX, formaron la Alianza por la Digitalización para impulsar a las pequeñas y medianas empresas, o pymes.

La iniciativa pretende fomentar las prácticas digitales entre las compañías de comercio minorista y servicios turísticos, de acuerdo con un comunicado conjunto.

“Vemos con optimismo las iniciativas de negocios que se transformaron digitalmente en muy poco tiempo para cubrir demanda local, pero es importante evitar que retornen a prácticas tradicionales al abrirse los mercados, y orientarlos para institucionalizar sus innovaciones”, dijo Philippe Boulanger, presidente de la Asociación de Internet MX, en un comunicado, en el marco del foro eShow México 2021 en su edición digital.

La alianza ocurre cuando el comercio electrónico y otras prácticas digitales han tomado relevancia para diferentes negocios que no han podido operar físicamente debido a las medidas de confinamiento para evitar la propagación de la pandemia de covid-19.

 


Fonte: Sentido Común

Já pensou na importância das associações? Desempenham papel da mais alta relevância no desenvolvimento sustentado das cidades, dos estados e do país. A ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO tem um objetivo muito bem definido: fortalecer as associações. Missão fundamental, porque a sociedade civil organizada é formada por associações. Fortalecendo estas, faz o mesmo com a sociedade civil, tornando-a mais influente, respeitada, mais protagonista na busca e na obtenção de mais bem-estar para todos, objetivo universal maior.

 

Quinze módulos didáticos compõem o portfolio de cursos da escola até aqui. Cada módulo trata de um tema vital para o fortalecimento das associações. Inicia com associativistas do Espírito Santo e na sequência o conteúdo é enriquecido com visões de associativistas de outros estados do Brasil. Já disponíveis, gratuitamente, no site da escola, fechando a Série 1 de dez cursos, estão o volume 1, com ensinamentos dos que moram no Espírito Santo, e os volumes 2, “Uma Visão de São Paulo”, e 3, “Uma Visão de Santa Catarina”, com colaboradores de conteúdo destes dois diferentes estados.

 

A ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO produz conteúdo de alta qualidade, exclusivo, não existe nada semelhante no Brasil. Três tipos de associações, importantes para qualquer cidade, estado ou país, merecem o foco atual da escola. São as associações de empreendedores, as que dão apoio aos hospitais filantrópicos e as comunitárias de moradores. Outros virão no futuro.

 

Associações de empreendedores, como a CNI Confederação Nacional da Indústria, a FINDES Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo, promovem o desenvolvimento dos segmentos que representam, nos níveis federal e estadual. Agricultura, indústrias, comércio e serviços de todos os tipos, de todas as regiões são representadas por milhares de associações no Brasil. O Hospital Sírio Libanês de São Paulo e o Hospital Santa Rita em Vitória/ES foram criados e são apoiados por associações, Sociedade Beneficente de Senhoras e pela AFECC Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer. Hospitais filantrópicos de alta qualidade, junto com milhares de outros em todo o país, apoiados por associações, são responsáveis por mais de 50% (cinquenta por cento) dos atendimentos de saúde da população brasileira. Não menos importantes são também as milhares de associações comunitárias de bairros nas cidades. Citamos, como exemplos de associações desenvolvidas deste tipo, as dos bairros de Jurerê Internacional, em Florianópolis e a da Praia do Canto em Vitória/ES.

 

Governos e legislativos de todos os níveis, bem sucedidos, procuram o diálogo estreito, republicano, com as associações. Ouvem suas críticas, sugestões, e ajustam as ações, projetos de lei, emendas parlamentares. Fazem isto porque sabem que representará diferença para melhor na qualidade dos seus mandatos, os ajudarão a alcançar o objetivo maior de todo bom político: promoção do bem estar de toda a população.

 

É preciso que tenhamos associações com dirigentes competentes, preparados, que levem aos eleitos, apoiados por associados participativos, sugestões de soluções, propostas de ações e de legislação. Que possam oferecer assessoria qualificada, fundamentada, na análise e avaliação dos projetos em tramitação. Uma associação bem articulada, consegue ser muito mais protagonista neste trabalho de apoio aos eleitos.

 

Associações desenvolvidas significa sociedade civil forte, democracia fortalecida, cidades melhores para vivermos. Uma correlação direta e clara. Capacitar, formar associados e dirigentes de associações, esta a função da ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO.

 

Moderar um painel online é muito diferente de recepcionar um único palestrante presencialmente. Algumas ideias para realizar um painel envolvente que manterá a atenção do seu público.

Quando as associações organizam painéis presenciais, existem muitas maneiras de envolver o público. Os moderadores podem se misturar com os palestrantes ou participantes antes do início para perguntar sobre os assuntos mais importantes do dia e inseri-los na conversa. Mas você pode traduzir essa conexão em seu evento virtual? Aqui estão algumas maneiras de moderar um painel envolvente que prenderá a atenção do seu público virtual.

 

A batalha contra a lei de Murphy

A prática leva à perfeição. Ou pelo menos melhora o resultado. Reúna seus palestrantes e organizadores online alguns dias antes do evento. Certifique-se de que eles estejam familiarizados com sua plataforma virtual. Confirme se os membros do painel sabem como compartilhar seu conteúdo. Certifique-se de que todos entendam a ordem do discurso, como se comunicar quando quiserem intervir e como você conduzirá o programa. Compartilhe como você sinalizará quando eles usarem o tempo. Então, no dia do evento, peça aos painelistas que “cheguem” até 30 minutos antes para ter certeza de que a conexão está funcionando, o som está claro e os materiais estão prontos. Verifique as dicas do estilista Tom Ford sobre iluminação e ângulos de câmera.

Também decida como será a permissão para que os painelistas participem do evento nos seus momentos adequados. Qualquer pessoa pode comparecer ou a lista de convidados é limitada? Os participantes precisam se registrar? Sua equipe permitirá a entrada de pessoas antes que verifiquem se oas nomes estão em uma lista pré-aprovada? Todos ficarão sem som ao entrar? Além disso, determine como lidar com as perguntas recebidas. Peça a um membro da equipe que gerencie a caixa de bate-papo e identifique perguntas para você, o moderador. Decida se você lerá a pergunta da caixa de bate-papo ou se os participantes farão suas perguntas online. Infelizmente, maçãs podres podem se sentir encorajadas a serem desrespeitosas em um ambiente virtual. Tenha um plano para silenciar ou remover pessoas se elas não puderem ser civilizadas.

 

Público virtual é muito Multitarefa ?

O público online tem tantas coisas que pode fazer. Eles podem ter um ouvido no painel, enquanto ajudam seus filhos em um projeto, checam as redes sociais e pedem o jantar, tudo ao mesmo tempo!

Para prender a atenção deles, envolva-os desde o início e com frequência.

Erin Fuller, presidente da MCI USA Association Solutions, escreveu: “Você pode incorporar constantes apelos à ação – pesquisas, perguntas e respostas abertas, oportunidades de compartilhamento – para que as pessoas não se desliguem do painel para enviar e-mails ou verificar o prazo de entrega de um supermercado?”

Apresente seu tópico com um clipe de notícias ou uma história que demonstre por que ele é importante hoje. Faça perguntas que o público possa responder por meio da função de votação. Configure-as com antecedência para que estejam prontas para serem feitas. Dê ao público a oportunidade de comentar por meio da caixa de bate-papo. Incentive-os a usar a função de bate-papo para alcançar outros membros do público, como fariam numa mesa de centro da sua associação. Peça aos membros do painel para fazerem comentários e responderem perguntas em dois minutos. A brevidade torna consideravelmente mais fácil conseguir que um público online permaneça envolvido. Em junho de 2020, participei de uma formatura virtual do ensino médio que deu a cada um dos palestrantes de dois a três minutos para compartilhar seus melhores conselhos. O formato curto e as transições rápidas mantiveram o público alerta! A última etapa é parabenizar-se pelo trabalho bem executado. Estes são tempos difíceis. As associações podem ajudar muito continuando a executar suas missões virtualmente. Participar, oferece aos associados maneiras de se manterem conectados. Os segredos para um painel virtual de sucesso são a preparação, declarações curtas que permaneçam no tema do painel e o envolvimento do público.

 

Lista de verificação para o sucesso

Prepare mais perguntas e comentários do que você acha que precisa para manter o fluxo de conversa. Crie enquetes virtuais para manter o público envolvido durante todo o evento. Apresente os painelistas em menos de um minuto cada. Explique o formato para todos. Mantenha todos no tópico e dentro do cronograma. Se o público não se interessar quando você abrir as perguntas, faça suas próprias perguntas ou peça aos membros do painel que façam perguntas uns aos outros. Faça perguntas a um ou dois membros do painel que provavelmente terão uma resposta interessante. Não peça a cada painelista para responder a todas as perguntas. Diga ao público quando estiver respondendo à sua pergunta final. Prepare os comentários finais anotando comentários notáveis ​​ao longo do caminho. Agradeça aos palestrantes, ao público e aos organizadores. Terminar na hora certa.

 

Fonte: ASAECENTER