PALESTRA NO CURSO DE FORMAÇÃO DO CINDES JOVEM

O presidente do Conselho de Gestão, Sergio Rogério de Castro participou de atividades do curso de formação dos associados priferindo uma palestra sobre os objetivos da EA ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO. Sua mensagem foi muito clara: os jovens associativistas são um um dos principais públicos-alvo do trabalho de fortalecimento das associações realizadao pela EA.

O terceiro curso a ser oferecido aos dirigentes, associados e executivos dos sindicatos filiados à FINDES será o do MD(módulo didático)09. Um curso, como os demais do nosso portfólio, de conteúdo exclusivo, de grande valor para o fortalecimento das associações. O Vice-Presidente Manoel Pimenta te o Gerente do CAS Centro de Apoi aos Sindicatos têm se empenhado para que a oportunidade seja aproveitada pelo maior número de associativistas.

O Conselho de Gestão decidiu que o lançamento será híbrido, na sede da pujante associação ASES ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DA SERRA, a mais nova parceira da EA. O evento será hibrido, como os últimos e são colaboradores de conteúdo deste novo curso Aristóteles Passos Costa Neto, Domingos Morelo e Sergio Rogerio de Castro.

Importantes matérias foram discutidas e aprovadas: 01) novo MD16, módulo didático/curso, com o tema “ELEIÇÕES NAS ASSOCIAÇÕES”; 02) lançamento do novo módulo didático/curso na ASES ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DA SERRA; 03) Relatório de Atividades 2020, com o registro do que foi realizado e das demonstrações financeiras do ano; 04) definidos os temas dos 4(quatro) novos cursos a serem produzidos, fechando a Série 2; 05) Revisão do Planejamento Estratégico para o período 2020/2023;

É com grande satisfação que fazemos este anúncio. Depois da FINDES, a FIEPE também contrata a EA ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO para realizar uma trilha de 10 diferentes cursos ao longo deste ano. Agradecemos ao Presidente Ricardo Essinger e ao IEL/PE e nos empenharemos para que haja uma total satisfação dos alunos com os cursos de conteúdo exclusivo da EA que lhes ofereceremos.

 

As fábricas tiveram que repensar a produção, o calendário de lançamentos não é mais o mesmo, as estratégias de venda mudaram. O mercado virou de cabeça para baixo desde o início da pandemia, o que obrigou o Instituto Amem (Associação Mineira de Empresas de Moda) a rever seus planos. Na última semana, foi lançado o movimento Amem, que organiza ações mensais para movimentar o showroom das marcas, impulsionar vendas e reforçar a qualidade do produto mineiro.

O movimento Amem chega para substituir o projeto Lançamento Unificado, lançado há quatro anos, que concentrava a movimentação nos showrooms em uma única semana por temporada, com o objetivo de atrair mais compradores e potencializar as vendas. Com a pandemia, as marcas tiveram que repensar a lógica de produção e lançamento e as datas passaram a não coincidir mais.

A mudança parte da constatação de que seria impossível, ainda mais neste cenário de incertezas, chegar a um calendário comum. Cada marca precisou se adaptar de um jeito diferente ao momento. Tornou-se, então, urgente pensar em uma solução mais plural, que pudesse atender a todos os segmentos do mercado: varejo (loja física/e-commerce) e atacado (pronta-entrega/pedido).

As ações visam garantir um fluxo contínuo de vendas ao longo do ano. “Não queremos impor calendário. O movimento oferece uma oportunidade a mais para dar visibilidade às marcas e promover vendas. Independentemente da data de lançamento, as ações vão ajudar”, pontua a presidente do Instituto Amem, Alice Corrêa, coordenadora de marketing e vendas da marca Marcia Morais.

A fundadora da marca Alles, Ana Cláudia Eistrup, com a influenciadora Kika Macedo (foto: Instituto AMEM/Divulgação)

 

A iniciativa prevê ações mensais, que vão se somar às estratégias das marcas. Nada é planejado com antecedência, trabalha-se com agilidade para entender o que está acontecendo naquele momento e captar as necessidades dos associados. Adaptação é mesmo a palavra da vez, tanto que a logomarca do movimento é inspirada nas curvas de Oscar Niemeyer – a fluidez da arquitetura representa a fluidez que permeia as ideias e decisões da Amem.

A primeira ação, realizada na semana passada, recebeu o nome de Provador Fashion. A Amem reuniu um time de 10 influenciadoras, com perfis diferentes, para divulgar as coleções de 51 marcas participantes. Essas mulheres tiveram uma hora em cada showroom (escolhidos por sorteio) para vestir de cinco a seis looks e criar conteúdos para as redes sociais. O objetivo final era aumentar as vendas.

Nesta mesma semana, o instituto promoveu uma sequência de lives com especialistas sobre temas relacionados à moda, como marketing digital, visual merchandising, upcycling e atendimento ao cliente.

Tudo indica que a ação do mês que vem será a primeira edição do Restaurante Fashion Week, projeto em parceria com a Frente da Gastronomia Mineira. A ideia é que estilistas e chefs criem juntos um prato para servir ao público durante uma semana.

A força de Minas

O movimento Amem também quer mostrar para o Brasil e para o mundo a força e a identidade da moda mineira. “Não somos fast fashion. A nossa lógica de lançamento é constante, mas a nossa roupa não é descartável. Fazemos um produto atemporal e de qualidade”, analisa a especialista em moda e inovação Wanêssa Cabidelli, que já foi presidente do instituto e hoje trabalha na reestruturação estratégica.

 

Kika Macedo com sandália da Sagra Magnani (foto: Luana Alves/Divulgação)

 

Wanessa defende que é preciso reposicionar a moda mineira no imaginário do brasileiro. Voltar a provocar desejo no consumidor. Falar mais sobre o valor do produto, e não tentar vencer a disputa de mercado por preço. “Trazemos uma herança do Grupo Mineiro de Moda e temos que nos posicionar no mercado com um produto-conceito, que é diferenciado”, completa.

Algumas ações do movimento são pensadas para ajudar neste reposicionamento, como a Casa Amem, projeto itinerante que vai levar o conceito de Minas para outros estados, envolvendo moda, design, gastronomia, arte e beleza. “Queremos gerar experiências em outras cidades com marcas mineiras.

Será mais uma oportunidade para trabalhar branding e fazer negócios”, explica Wanessa. A casa poderá ser ocupada com showroom, exposição, desfile, workshop ou o que mais for necessário.

Também está no radar dos organizadores promover um desfile virtual para mostrar o lado mais conceitual da moda feita em Minas. O plano é usar o Inhotim como cenário da primeira edição, ainda sem data. A inspiração vem da apresentação da Saint Laurent nas dunas de um deserto. Todos os profissionais envolvidos serão mineiros, incluindo o stylist Zeca Perdigão, confirmado na direção. Outra ação prevista é o lançamento da revista AMagazine, que será distribuída pelas marcas aos lojistas.

Razzo Jeans(foto: Luana Alves/Divulgação)

 

Para unir forças, a Amem tenta romper a fronteira do Prado, convidando marcas de outros bairros e cidades. Não só de moda feminina, mas masculina, infantil, calçados e acessórios. Hoje, são 87 associados e o número tende a aumentar. “O nosso objetivo é fazer de Minas um corredor de passagem da moda. O comprador vem aqui e resolve tudo, nem precisa ir para São Paulo”, diz Wanessa.

União do setor

A fundadora da marca Alles, Ana Cláudia Eistrup, reforça a importância de união do setor neste momento. “Não dá para caminhar sozinho na crise, não acredito nisso. Unindo forças e compartilhando informações, conseguimos muito mais”, opina. Na visão dela, o mundo nunca precisou tanto de generosidade e os empresários precisam se enxergar mais como parceiros do que concorrentes.

Bastidores do Provador Fashion na D’Laport(foto: Instituto AMEM/Divulgação)

 

A Alles participou do Provador Fashion e já viu resultados. Conseguiu abrir mercado em outras cidades depois que Elís Miele, a Miss Brasil Mundo 2019, apareceu com roupas da última coleção, que refletem os desejos do momento. Além de versatilidade e atemporalidade, que fazem parte da essência da marca, é preciso investir no conforto e na praticidade. “Antes, fazia muita peça longa, agora venho com o over mídi, comprimento prático, porque você não precisa ir à costureira para mexer na barra.”

Desde o início da pandemia, Ana passou a viver um dia de cada vez. Já mudou de estratégia várias vezes e está aberta a mudar de novo. Deixou de vender só por atacado na loja física para também atender varejo no e-commerce. “Nunca precisamos de nos adaptar e mudar tão rápido. A moda entrou em uma nova era. Então, temos que virar a chave, entender que aquela estratégia que usamos há anos não vai funcionar mais”, comenta a empresária, que está sempre atenta ao comportamento dos clientes.

 


Fonte: Estado de Minas

 

 

A Associação Comercial do Paraná (ACP) encaminhou cartas ao Governo do Estado, representado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, pedindo que sejam adotadas medidas para ajudar a salvar os empresários paranaenses.

A associação sugere que o Governo amplie linhas de financiamento, especialmente para os pequenos negócios; inclua mais empreendimentos na lista dos que podem atuar com delivery; crie um auxílio emergencial, entre outras ações.

Confira o texto divulgado pela ACP, na íntegra:

Curitiba, 19 de Março de 2021.

Gabinete da Presidência

 

Excelentíssimo Senhor

Governador do Estado do Paraná

Carlos Roberto Massa Junior “

“Ratinho Junior”

A Associação Comercial do Paraná – ACP, no interesse do progresso econômico e social, buscando sempre a cooperação com o Governo do Estado, concomitante com a preocupação na preservação da vida e enfrentamento a pandemia da covid – 19, vem através da presente manifestar-se em relação ao Decreto 7.145/2021, bem como solicitar a Vossa Excelência novas medidas de auxílio às empresas afetadas pelas atuais paralisações.

Inicialmente, reforçamos que temos conhecimento do objetivo dos decretos, qual seja, diminuir a circulação de pessoas e por consequência do contágio da Covid-19, medida esta que não se questiona neste momento de agravamento da pandemia.

Por outro lado, verificamos que tais medidas tratam desigualmente setores iguais, eis que o comércio em geral foi proibido de fazer a modalidade de delivery, algo que não gera a circulação de pessoas, como ocorre com todas as empresas que realizam vendas no mundo virtual, que em sua maioria são grandes “players” do comércio, mas que continuam com suas atividades em vigor e em pleno funcionamento em detrimento do pequeno e médio comerciante.

Assim, ciente da sensibilidade de Vossa Excelência, solicitamos a alteração e inclusão da possibilidade da modalidade de delivery e venda online para todos os comerciantes em geral.

No mais, diante do quadro incerto que a pandemia trouxe, solicitamos medidas econômicas e tributárias efetivas às empresas afetadas pelas paralisações, como:

1 – Determinação que todos os ônibus de transporte público da Capital e Região Metropolitana de Curitiba circule apenas com o transporte de passageiros sentados, evitando assim a aproximação e contágio pelo Covid-19;

2 – A exemplo do Governo Federal, criar um “auxilio emergencial” para salvar as atividades economicamente paralisadas;

3- A suspensão das execuções tributárias por 90 dias em relação aos setores afetados pelo decreto;

Renovamos a Vossa Excelência nossos protestos de consideração e apreço, colocando nossa Instituição a disposição para o combate ao Covid-19.

Camilo Turmina – Presidente da ACP

 


Fonte: BEMDITO

 

La Asociación de Panaderías y Pastelerías de la provincia de Ciudad Real (Afexppan) pone en valor todos los dulces artesanos y tradicionales de nuestra provincia para esta Semana Santa. Una festividad religiosa donde no pueden faltar los pestiños, enaceitados, pastafloras, nuégados, torrijas, barquillos, rosquillos, flores, huevos moles, arroz con duz y castañas, tortillas de rodilla, gachuelas o masilla, resequillas, entre muchos otros, que elaboran con cariño y mucha dedicación todos nuestros pasteleros y panaderos.

Un trabajo de elaboración laborioso que llevan a cabo sus socios y socias día a día durante décadas para brindar a la sociedad de estos auténticos y deliciosos manjares. Dulces artesanos, con ingredientes de temporada y, sobre todo, naturales, puesto que no son envasados. El presidente de Afexppan, Rafael Lorca, reivindica que “estos productos tenemos que comprarlos en las panaderías y pastelerías de nuestros pueblos que trabajan con mucho amor y con ingredientes naturales, que hace que sean dulces únicos”.

FOTOGRAFIA: GCS   Ponto Final Macau China

 

Num discurso a propósito da celebração do 37.º aniversário da União Geral das Associações dos Moradores de Macau, o Chefe do Executivo deixou elogios aos trabalhadores e voluntários dos serviços comunitários e, em particular, à associação aniversariante.

Ho Iat Seng começou por assinalar que a associação “tem vindo a manter a união entre os moradores dos bairros e a colaborar empenhadamente com o Governo da RAEM na implementação das acções de prevenção epidémica, especialmente na prestação de diversos serviços comunitários, com repercussões benéficas na sociedade, o que lhe tem granjeado o reconhecimento e elogio da sociedade”.

“Aproveito, ainda, esta ocasião para expressar também os mais sinceros agradecimentos a todos os trabalhadores e voluntários dos serviços comunitários que, nos seus postos de trabalho, combatem com todo o seu empenho a pandemia, ao serviço da sociedade”, frisou o Chefe do Executivo.

O líder do Governo reiterou que será impulsionado o desenvolvimento diversificado da economia, será promovida a construção da zona de cooperação entre Guangdong e Macau em Hengqin, e Macau vai participar no desenvolvimento de alta qualidade da Grande Baía. “Paralelamente, iremos executar efectivamente as acções regulares de prevenção da pandemia, criando condições favoráveis para o regresso gradual da sociedade e da economia à normalidade”, acrescentou.

Ho Iat Seng sublinhou que a União Geral das Associações dos Moradores de Macau tem “estado ao serviço da população, de forma pragmática e em prol do seu bem-estar, desempenhando um papel fundamental na gestão e prestação de serviços à camada social de base” e “contribuído incansavelmente para a formação de quadros qualificados, orientados pelo amor pela Pátria e por Macau, e para a sua participação nos assuntos políticos a nível local e nacional”.

“Estamos convictos que a União Geral continuará, com um espírito inovador e empreendedor, ao serviço da comunidade, e, atenta ao bem-estar da população, irá proporcionar serviços mais específicos e diferenciados, dando novos contributos para a prosperidade e estabilidade de Macau”, concluiu.

A.V.


Fonte: Ponto Final

Forças políticas querem fazer uma blitzkrieg para mexer no sistema político. O que já está ruim, pode piorar. O presidente da Câmara, elegeu como prioridade uma reforma eleitoral. Pressionados pelos partidos nanicos, os deputados falam no chamado “distritão” e ventilam a volta das coligações. No distritão, como se sabe, assumem os mais votados, independentemente do desempenho dos partidos. No Espírito Santo, que tem 10 deputados federais, seriam eleitos os 10 mais votados no Estado todo. Enfraquece os partidos e favorece as personalidades (Tiririca, por exemplo).

Estamos diante de um novo Frankenstein. O distritão elimina a proporcionalidade da representação política. Induz o cancelamento da mediação partidária e da renovação política. E estimula a ascensão de populistas. Junto com um retorno das coligações, ele não contém o avanço da fragmentação partidária – que é parte do problema da nossa crônica ingovernabilidade.

Ora, o fim das coligações e a cláusula de desempenho visam diminuir o número de partidos. Eram 30 partidos na Câmara, agora são 24. A tendência é passar para 15 e chegar a um patamar entre 5 e 10 em 2030, estimadamente. O que o país precisa agora, em termos de reforma política, é da adoção do sistema eleitoral distrital misto e da modernização da legislação dos partidos políticos, para conter o avanço dos caciques e permitir a renovação política.

O distrital misto melhora a proporcionalidade da representação do eleitorado, além de aproximar mais os eleitores dos eleitos. Fortalecendo os partidos e diminuindo a fragmentação partidária, ele contribui para reduzir o custo de campanhas eleitorais. As eleições brasileiras, ao longo dos anos, transformaram-se em indústrias de votos e máquinas de espetáculos midiáticos.

Tomara que a mídia, os movimentos cívicos e a maioria do Congresso atuem para travar e derrotar o avanço destas novas jabuticabas. Para aprovar o distritão é preciso de uma PEC (proposta de emenda à Constituição), que requer 3/5 dos votos do total de deputados em dois turnos – e depois 3/5 dos senadores também em dois turnos. Não é fácil. Em 2015, o distritão foi derrotado, quando outro influente político era presidente da Câmara. Aprová-lo, agora, seria um grande atraso. E acabaria com os partidos políticos. Ainda não conhecemos uma democracia sem partidos. Jabuticaba brasileira?

A adoção do distrital misto abriria caminho para o Brasil caminhar na direção do semipresidencialismo. Conjugadas, estas duas mudanças se somariam a cláusula de desempenho e ao fim das coligações. Todas elas permitiriam ao país ter um sistema político para superar o seu maior calcanhar de Aquiles: a crônica dificuldade para a formação de maiorias estáveis de governo, origem do vírus da ingovernabilidade e da instabilidade política.

Associações e cooperativas são fundamentais para o desenvolvimento de um país. São importantes para a consolidação das democracias e para o aprimoramento das instituições.

O assunto é empolgante, envolvente; e, por isso, é preciso cuidado: pode virar uma paixão! Helcio Resende Dias, por exemplo, Presidente da FINDES (Federação das Indústrias do Estado do ES) durante o período de 1983-1989, no auge dos seus 88 anos, é participante ativo de 13 diferentes associações. Um verdadeiro aficionado! O destacado paulista Roberto Rodrigues, Ministro da Agricultura entre 2003 e 2006, é, por seu turno, um entusiasta declarado do cooperativismo.

Mas qual seria a diferença entre Associativismo e Cooperativismo? No Associativismo os dirigentes de nível mais elevado, em sua grande maioria, são voluntários. As associações se constituem sem fins lucrativos. Precisam de superávits para aumentarem a quantidade e a qualidade dos serviços prestados aos associados, para investirem na melhoria de suas sedes e, é claro, para permanecerem vivas e ativas a longo prazo. Operando segundo essa lógica, esse tipo de organização não distribui resultados.

No cooperativismo é diferente. Uma cooperativa é constituída, via de regra, com um claro objetivo econômico, qual seja o de buscar resultados positivos, que produzam “sobras”. Seus dirigentes são remunerados e as “sobras” são distribuídas anualmente, de acordo com as deliberações das suas assembleias.

Não obstante funcionem de modos distintos, qualifico as associações e as cooperativas como primas: independentes entre si e definidas, uma e outra, por características únicas; mas unidas por um traço genético comum: A preval6encia do espírito do trabalho coletivo, muito mais forte do que o do trabalho individual.

Em Vitória, no Espírito Santo, está situada a sede da Escola de Associativismo, uma instituição cujo negócio declarado é o fortalecimento das associações. Atualmente, a Escola trabalha com três tipos de organização: associações de empreendedores, associações de suporte a hospitais filantrópicos e associações comunitárias de moradores de bairros/regiões.

Hoje, temáticas atinentes ao cooperativismo são muito estudadas e discutidas – talvez pelo viés lucrativo sobre o qual as cooperativas se sustentam. As associações, por outro lado, ainda são pouco prestigiadas na academia, nos centros de estudos. Nessa conjuntura, a Escola de Associativismo figura como uma instituição de vanguarda, vez que, reconhecendo o alto potencial de impacto do tema a nível nacional, promove debates, produz relevantes materiais de ensino, oferece cursos, palestras, seminários sobre o associativismo, seleciona e coleciona artigos e vídeos de qualidade sobre o tema. Vale a pena conhecer o conteúdo exclusivo produzido e o conteúdo colecionado, ambos de grande valor.

Associações e cooperativas têm, em sua essência, um ideal comum: valorização do trabalho coletivo, organizado e com resultados – elemento vital para o desenvolvimento de qualquer país. Políticos inteligentes interagem ativamente com as associações e com as cooperativas, pois estas são uma fonte natural – e riquíssima – de dados, a nível municipal, estadual e federal. São, portanto, organismos fundamentais para inspiração, informação para um bom desenho de políticas públicas, racionais e eficientes – algo que, no Brasil, anda escasso.

Associações e cooperativas podem e devem ser mais acionadas. Vão ajudar muito a resolver nossos problemas, a gerar mais riqueza, mais bem-estar e a diminuir as injustiças sociais.