Associação Americana de Soja e Federação Americana de Farm Bureau: Pisar na Base Acelerada Tem Grandes Consequências

Qualquer mudança na política fiscal de ganhos de capital que elimine ou reduza a base intensificada pode resultar em uma enorme carga tributária no setor agrícola, de acordo com uma nova análise da American Soybean Association e da American Farm Bureau Federation.

Para minimizar o impacto dos impostos onerosos sobre ganhos de capital, agricultores e fazendeiros usam uma base intensificada, que fornece uma redefinição para a base de valor do ativo durante as transferências intergeracionais. A magnitude da carga tributária que seria sentida se a base fosse retirada ou reduzida provavelmente excederia significativamente a renda anual gerada pelos ativos, algo que tem a soja e outros agricultores americanos envolvidos.

Kevin Scott, agricultor de soja de Valley Springs, Dakota do Sul, e presidente da ASA, disse: “O que as pessoas podem não perceber é que pode levar anos de retornos para igualar o valor do imposto se a base intensificada for reduzida ou, pior, eliminada. Se herdarmos terras agrícolas sem o passo a nivelar as condições de jogo para o pagamento de ganhos de capital, há um custo significativo para vender a terra, o que descarta o mercado não apenas para os agricultores, mas para todos. ”

“O valor das fazendas está amarrado em terra e equipamentos, e muitos agricultores trabalhadores lutam apenas para sobreviver”, disse o presidente da AFBF, Zippy Duvall. “A eliminação de uma base intensificada tornaria a passagem da fazenda familiar para a próxima geração muito mais difícil quando os impostos sobre ganhos de capital excederiam o lucro líquido de uma fazenda em muitos casos e exigiriam anos para serem pagos. Instamos os legisladores a deixar a base intensificada intacta para garantir que os agricultores possam continuar alimentando as famílias da América.”

Scott Gerlt, economista da ASA, e John Newton, economista-chefe do Farm Bureau, explicam em um artigo conjunto divulgado em 7 de abril que herdeiros que enfrentam impostos mais altos incorreriam em custos íngremes depois de trazer a terra para o mercado, aumentando assim os custos para todos os outros no mercado. E, se um patrimônio for repassado com dívida, pode não ser possível para a família cumprir a obrigação fiscal. Gerlt e Newton, em sua análise, oferecem perspectiva em todos os EUA e dão exemplos reais dos danos que as mudanças na base intensificadas podem causar. Conclusão: Eliminar a intensificação da base para gerar mais renda federal arrisca a subsistência das fazendas familiares da América e a sustentabilidade econômica dessas operações familiares no futuro.

 


Fonte: American Soybean Association

 

 

O I Seminário Cidades Mais Saudáveis, programado para os dias 27, 28 e 29 de abril, está com inscrições abertas aqui. O evento, com transmissão das 19 às 20h30, é parte do Programa Jaraguá Mais Saudável, que promove a mudança de comportamento da população baseada em três pilares: comer, mover e pertencer. O programa busca parcerias e cria oportunidades que estimulem a adoção de hábitos saudáveis, qualidade de vida e longevidade da comunidade.

O seminário integra o plano de ações e planejamento dos grupos de trabalho para este ano. Atuam no Programa Jaraguá Mais Saudável, de forma voluntária, representantes de vários segmentos da sociedade civil e de órgãos públicos. Outras ações, estudos e parcerias foram realizadas, impactando na qualidade de vida da sociedade jaraguaense. Há avanços de impacto social e econômico previstos para os próximos anos.

Entre os participantes do Seminário constam, na noite de abertura, Emílio Moriguchi, especialista em saúde e geriatria; Waldemar de Carli, médico cardiologista e prefeito de Veranópolis; e Emanuela Wolf, chefe de Gabinete da Prefeitura de Jaraguá do Sul, tendo como mediador Giuliano Donini. As temáticas serão Desenvolvimento e Responsabilidade Socioambiental, Inovações para a Saúde e Educar para uma Vida mais Saudável.

A segunda noite de seminário terá o seguinte tema: Longevidade do Trabalho, com apresentação sobre os benefícios e ameaças das condições de trabalho, cases para a promoção da saúde e bem-estar, além de educar para uma vida mais saudável. O mediador, Jefferson Galdino, recebe Hilton José da Silva Faria, diretor de Recursos Humanos e Sustentabilidade da Weg; Giuliano Donini, da Marisol, e Maria Carolina de Castro Leal, psicóloga e consultora do Sesi (PR).

a última noite, com a temática: Qualidade de Vida um Processo Multifatorial, haverá abordagem sobre medicina preventiva, implementação de rotinas saudáveis e viver mais e melhor. Charles Zimmermann recebe Bárbara Bretzke Araúo, psicóloga e coach em Saúde e Qualidade de Vida; Guilherme Augusto Murta, coordenador médico da Clinipam; e Willian Bretzke, teólogo e pastor da Comunidade Apóstolo Pedro.

 


Fonte: Diário da Jaraguá

 

Também o terceiro curso a ser oferecido aos dirigentes, associados e executivos dos sindicatos filiados à FINDES teve que ser adiado. Tratará do importante tema do MD (módulo didático) 09. Um curso, como os demais do nosso portfólio, de conteúdo exclusivo, de grande valor para o fortalecimento das associações. O Vice-Presidente Manoel Pimenta e o Gerente do CAS Centro de Apoio aos Sindicatos, André Cribari têm se empenhado para que a oportunidade seja aproveitada pelo maior número de associativistas.

 

Adiado por várias decisões governamentais de restrição às atividades com público, especialmente “lockdowns”, está agendado agora, em formato totalmente virtual, na sede da pujante associação ASES ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DA SERRA, parceira da EA. São colaboradores de conteúdo deste novo curso Aristóteles Passos Costa Neto, Domingos Antônio Morelo e Sergio Rogerio de Castro.