EUA Associação de Pecuaristas pede socorro à FMCSA após ataque da JBS

Em resposta a um ataque de segurança cibernética ao maior fornecedor de carne do mundo, os EUA A Associação de Pecuaristas está pedindo que a Administração Federal de Segurança de Transportadores de Motor forneça flexibilidade regulatória de emergência.

Em 31 de maio, a JBS USA anunciou que havia sido alvo de um ataque organizado de segurança cibernética. De acordo com o The New York Times, o ataque forçou o desligamento de nove fábricas de processamento de carne bovina nos Estados Unidos e interrompeu a produção em fábricas de aves e carne suína.

A Associação de Pecuaristas na quarta-feira, 2 de junho, escreveu ao Secretário de Transportes Pete Buttigieg para informar o departamento sobre como o ataque afetará a cadeia de suprimentos e solicitar alívio regulatório para aqueles que transportam animais e produtos cárneos.

“As cinco maiores fábricas de carne bovina da JBS nos EUA processam uma média de 22.500 bovinos por dia, ou quase um quinto da produção americana”, escreveu o grupo. “Esse atraso criará uma grande interrupção na cadeia de suprimentos, impactando tanto os produtores de gado quanto os consumidores de carne em um momento em que o mercado ainda está se recuperando do choque da pandemia de COVID-19.”

 

Alívio regulatório?

Pedindo alívio regulatório, a Associação de Pecuaristas apontou para a isenção de horas de serviço da FMCSA após um ataque cibernético à Colonial Pipeline Co.

“Depois de analisar os relatórios de nossos membros sobre o impacto da paralisação da JBS, a USCA acredita fortemente que este evento justifica uma ação regulatória imediata para garantir que as prateleiras dos supermercados permaneçam estocadas de produtos de carne fresca. Respeitosamente, solicitamos que a FMCSA forneça flexibilidade regulatória de emergência para transportadores e motoristas que transportam animais vivos e produtos cárneos. ”

A JBS emitiu um comunicado à imprensa em 2 de junho dizendo que planejava retomar a produção em todas as suas instalações na quinta-feira, 3 de junho.

“A JBS USA e a Pilgrim’s continuam a fazer progressos significativos na restauração de nossos sistemas de TI e no retorno aos negócios como de costume,” disse o CEO da JBS USA, Andre Nogueira. “Dado o progresso que nossas equipes fizeram para lidar com essa situação, prevemos operar em capacidade quase total em nossas operações globais (quinta-feira).”

A empresa também disse que não estava ciente de qualquer evidência de que quaisquer dados de clientes, fornecedores ou funcionários estivessem comprometidos. LL

 

Mark Schremmer, editor sênior, ingressou na Land Line em 2015. Jornalista premiado e ex-editor assistente de notícias do The Topeka Capital-Journal, ele traz novas ideias, sólidas habilidades de reportagem e mais de duas décadas de experiência em jornalismo para nossa equipe.

 

 

 


Fonte: Landline Media

 

 

A queda na demanda de passageiros no transporte público de todo o Brasil, devido a pandemia de Covid-19, acumulou, nos últimos 14 meses, prejuízo de R$ 14,24 bilhões ao setor, que atualmente tem a tarifa como única fonte de recurso financeiro. Os dados são da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), obtidos por meio de monitoramento do sistema. No período de 16 março 2020 a 30 de abril de 2021, destacam-se a interrupção da prestação dos serviços de 25 operadoras e um consórcio operacional, além de demissões de 76.757 trabalhadores.

Para driblar a crise, empresas de transporte coletivo, metroviários, sindicatos e outras entidades de todo o país se reuniram para pleitear iniciativas que garantam a reestruturação do sistema no Brasil.

Um dos pilares do projeto é ampliar a forma de subsidiar o transporte coletivo. A reestruturação prevê que governo federal, Estado e municípios arquem com parte dos custos do setor.

Além disso, a proposta ainda solicita que sejam direcionados para o sistema de transporte público recursos obtidos com as taxas de licenciamento de veículos individuais e sobre estacionamentos urbanos, além de pedágios urbanos.

O novo modelo consiste em reduzir o valor das tarifas e melhorar exponencialmente a qualidade do transporte público oferecido no país. “Enquanto a tarifa for o único financiador dos serviços de transporte público urbano no país, não vamos conseguir oferecer um transporte de qualidade”, afirmou o presidente-executivo da NTU, Otávio Cunha.

A previsão é que, em agosto deste ano, um texto com a proposta seja apresentado ao Congresso Nacional. A iniciativa conta com o apoio da Frente Nacional de Prefeitos e do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Mobilidade Urbana.

 

Regiões brasileiras que recebem subsídio

 

No Brasil, apenas seis cidades – entre elas cinco capitais – recebem algum subsídio para o transporte público por ônibus. A média do recurso recebido é de 14.9%, segundo pesquisa da NTU.

O maior subsídio é recebido na capital paulista – 38% dos gastos com transporte público por ônibus são arcados pelo governo. Na sequência, vêm Florianópolis (SC), com 21%; Vitória (ES), com 16%; Campinas (SP), com 10,8%; Recife (PE), com 3%; Maceió (AL), com 0,7%

 

Minas e BH

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros Metropolitano de Minas Gerais (Sintram-MG) e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH) são associados à NTU e colaboram com o projeto. “Se não há passageiros, não há receita o suficiente para cobrir as despesas operacionais – atualmente apenas folha de pagamento dos funcionários, óleo diesel e peças (manutenção), ou seja, somente o imprescindível para que o serviço continue sendo ofertado à população”, disse o presidente do Sintram, Rubens Lessa.

Ele destacou que o valor do diesel subiu 22,25% desde janeiro deste ano. “Os gastos com combustível correspondem a cerca de 25% dos custos operacionais das empresas”, comentou Lessa.

 

BH e Minas Gerais dão apoio à iniciativa

 

Em BH, o número de passageiros registrados caiu de 1.928.327 em março de 2019 para 1.109.653 em março de 2021 caiu – diminuição de 42,5%. Já a receita bruta do sistema no referido mês reduziu caiu 42.5%: de R$ 6.530.23,01 para R$ 3.764.797,72. Os dados são da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans).

A diminuição foi mais drástica no sistema do Move, que, no mesmo período, teve o número de passageiros registrados reduzido de 29.080.387 para 15.158.328 – queda de 47,9%. A receita bruta do sistema diminuiu de R$ 93.243.455,48 para R$ 48.737. 108,39 – perda de 47,7%. Os dados são da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans).

Na região metropolitana, as empresas amargam prejuízo de R$ 250 milhões, segundo o Sintram. A redução dos passageiros, que em abril do ano passado chegou a 80%, atualmente está em 60%.

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra) informou a que vai protocolar na Assembleia Legislativa do Estado um projeto de lei no qual se cria o fundo de mobilidade sustentável, que prevê a possibilidade de financiamento ao transporte coletivo por meio de melhorias da regulação contratual.

Questionada sobre a data prevista para a apresentação do projeto ao Legislativo do Estado, a Seinfra não respondeu até o fechamento desta edição.

 

Iniciativa pode ajudar, avalia especialista 

 

O transporte público passa por grave período de crise, e qualquer contribuição é válida, avalia Silvestre de Andrade, consultor em transporte e trânsito. “O subsídio não vai sanar o problema, mas, somado a outras iniciativas como desoneração tarifária, revisão de contratos e manutenção da frota sem a necessidade da troca constante, pode ajudar a passar por esse período delicado”, avaliou Andrade.

O especialista ressaltou que o serviço é público e considerado essencial pela Constituição: “Então você não pode deixar de prestar”.

 

 


Fonte: O Tempo

Quinze meses após o início da pandemia no Brasil, 71% dos estabelecimentos do segmento de “Alimentação Fora do Lar”, que incluem como bares e restaurantes, sofrem com o acúmulo de dívidas, conforme dados da Associação Nacional de Restaurantes (ANR).

Comerciantes relatam que, por causa do número reduzido de pessoas que consomem nos estabelecimentos, foi necessário implementar o sistema de entrega, o delivery. Mesmo assim, os lucros não aumentaram.

Esse é o caso da Quelma Bezerra, gerente de restaurante localizado na área central de Brasília. Ela relata que o movimento caiu muito e, para não fechar, foi necessário fazer empréstimos bancários.

Restrições

Para o presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Sampaio, o problema vai além da ausência de clientes. Também existem as restrições de funcionamento.

De acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, as atividades turísticas, que incluem o setor alimentício, já somam um prejuízo de mais de R$ 341 bilhões.


Fonte: Agencia Brasil

A empresa de publicidade “ebrand” foi contratada para a elaboração de vários vídeos, podcasts, edições de vídeos que são parte importante do curso em produção pelo SENAI/ES cuja principal colaboradora  é Regiani Giacomin, coordenada por Alexandre Morgan e que conta também com a colaboração do Bruno Sathler, João Manoel Bongiovani e Rodrigo Sala. O curso visa a uma maior capacitação dos Conselheiros Representantes da Indústria no SESI – Serviço Social da Indústria e no SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e os temas centrais do curso são Responsabilidades e Protagonismo.

Rosimeri (Rosi) Arpini Loureiro Matias é a nova colaboradora da EA ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO. Está muito motivada com o novo desafio profissional e tem recebido o apoio de todos os voluntários para conhecer e praticar as rotinas da escola. Seja muito bom-vinda Rosi !

01) Série FIEPE 2021, curso 2/10 – dia 10, com o tema do MD03 “Inovação no Associativismo”

02) Série FINDES 2021, curso 4/10 – dia 15, abordando o MD07 “Sustentabilidade Financeira é vital”;

Uma grande alegria para a escola: foram confirmadas as contratações de nossos cursos por estas importantes associações de empreendedores. O calendário ainda está em
discussão.

01) Série FIEPE 2021, curso 3/10 – dia 06, com o tema do MD04 “AUMENTANDO O NÚMERO DE ASSOCIADOS”

02) Série FINDES 2021, curso 5/10 – dia 13, abordando o tema do MD14 “REPRESENTATIVIDADE NAS ASSOCIAÇÕES: FUNDAMENTAL PARA TER INFLUÊNCIA”;

03) Série FIEPE 2021, curso 4/10 – dia 20, com o tema do MD05 “DESENVOLVENDO MERCADOS POR MEIO DAS ASSOCIAÇÕES”

 

Como organizações orientadas para o propósito e focadas na missão, as associações fornecem aos seus principais interessados ​​pelo menos quatro benefícios principais:

(1) aprendizagem (programas de treinamento, certificação e credenciais),

(2) conhecimento (publicações especializadas, estudos e padrões),

(3) ) comunidade (plataforma para criar redes, co-criar e colaborar em serviços) e

(4) defesa de direitos (preparação de documentos de posicionamento, trabalho de política pública e depoimentos).

 

Então, o que mais as associações podem fazer para aumentar ainda mais seus estoques e levá-los a um nível mais alto?

Eu li uma postagem sobre este tópico por Ryan Smith da American Society of Association Executives (ASAE) e eu a ajustei nesses cinco “PASSOS” a seguir:

S- ystematize a colaboração e a cocriação: as  associações têm em seu ecossistema uma enorme riqueza de recursos humanos e organizacionais, pois representam várias profissões e indústrias e suas redes. Essas conexões e vínculos oferecem às associações oportunidades de cocriação e inovação em projetos, programas e atividades estratégicas, não apenas para seus membros, mas também para a sociedade em geral.

I- mpulsione o tempo e o talento dos  voluntários : Os voluntários são a força vital das associações. Eles fornecem seu tempo, energia e recursos para as advocacias com as quais se preocupam. Eles servem em conselhos, comitês e forças-tarefa. Mas o voluntariado também traz benefícios pessoais e profissionais. Por exemplo, os voluntários podem trazer de volta o que aprenderam ao servir às associações nos seus locais de trabalho e nos seus relacionamentos pessoais.

E- nergize o espírito humano:  Estar e trabalhar em associações envolve muitas interações e relacionamentos humanos. As associações que se concentram em reconhecer, apoiar e elevar o espírito e a paixão do seu pessoal podem esperar operar melhor, obter mais resultados e crescer progressivamente. As indústrias prosperam e declinam, os locais de trabalho mudam com o tempo, mas o que não desaparece é como as associações fazem seu pessoal se sentir valorizado e recompensado.

B- uscar diversidade, equidade e inclusão: os  princípios de DEI se tornaram uma norma no local de trabalho, nas escolas e em outros ambientes. Diversidade refere-se a reconhecer e respeitar as qualidades e atributos únicos de cada um; equidade para um tratamento justo e respeitoso de todos; e inclusão ao sentimento de aceitação e valorização. Uma vez que as associações reúnem pessoas de diferentes origens, as associações não serão sustentáveis ​​se não adotarem, priorizarem e incorporarem a DEI em sua cultura. Ao tornar o DEI um imperativo estratégico e depois agir, as associações também serão capazes de atrair talentos para sua força de trabalho e despertar entusiasmo e paixão por seu trabalho.

V- er o futuro: a  previsão e o pensamento estratégico fazem com que as associações ‘vejam’ melhor o futuro para garantir o sucesso e a sustentabilidade. Ao fazer isso, não é apenas a associação que se beneficia disso, mas também seus membros – por exemplo, indústrias e profissões – elevando-os também. Estar nesta posição de pensar em um nível mais alto oferece uma oportunidade para as associações serem líderes de pensamento e ações influentes em suas comunidades. Com o foco e a dedicação certos, as associações têm potencial para fazer a diferença em inúmeras possibilidades e oportunidades de crescimento e desenvolvimento.

Espero que estes “PASSOS” lhe dêem algumas ideias e ferramentas à medida que avança para aumentar o nível de sua associação.

 


O autor, Octavio ‘Bobby’ Peralta, é simultaneamente secretário-geral da  Associação de Instituições de Financiamento do Desenvolvimento na Ásia e no Pacífico  (ADFIAP), Fundador e CEO do  Conselho Filipino de Associações e Executivos de Associações  (PCAAE) e Presidente da  Federação de Organizações Associativas da Ásia do Pacífico  (APFAO). 

Fale com o diretor da escola