A crise mais cruel da história

por Mirocles Véras

O Estado de S. Paulo.14 Jun 2022PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO DAS SANTAS CASAS E HOSPITAIS FILANTRÓPICOS (CMB)

A história da filantropia, no âmbito da saúde, é repleta de registros de dificuldades financeiras, subfinanciamento, dívidas e fechamento de Santas Casas e hospitais filantrópicos no Brasil.

Os equipamentos de saúde que acolhem e atendem a população há 479 anos, com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de 1988, assumem o protagonismo do atendimento universal e igualitário à população, já que têm unidades na maioria das cidades brasileiras. Atualmente, são 1.824 hospitais filantrópicos espalhados pelo País, com uma oferta de 169 mil leitos. Destaca-se, ainda, que o hospital filantrópico é o único serviço de saúde em 824 municípios no Brasil. São mais de 26 mil leitos de UTI ofertados à população.

O setor gera mais de 1 milhão de empregos diretos e é responsável por 70% da assistência em alta complexidade, como transplantes e cardiologia, e 60% da oncologia do País é realizada por essa rede, que apresenta custos até oito vezes menores que um hospital federal pratica. Porém a tabela

SUS remunera apenas 60% do total dos gastos das Santas Casas e hospitais filantrópicos com o atendimento público.

A situação levou os hospitais a um alto endividamento, de mais de R$ 20 bilhões, e ao sucateamento das suas estruturas físicas e tecnológicas. Desde o início do Plano Real, em 1994, a tabela SUS e seus incentivos foram reajustados, em média, em 93,77%, enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) o foi em 636,07%; o salário mínimo, em 1.597,79%; e o gás de cozinha, em 2.415,94%. Esse descompasso brutal representa R$ 10,9 bilhões por ano de desequilíbrio financeiro na prestação de serviço ao SUS de todo o segmento.

A situação foi agravada durante a pandemia de covid-19, com o aumento extraordinário de insumos, a inflação em todos os custos da estrutura hospitalar e a necessidade de ampliação do número de profissionais em todos os departamentos.

Somente os filantrópicos abriram mais de 10 mil leitos para atendimento exclusivo à doença. A rede pública, sozinha, não teria capacidade para enfrentar a pandemia e os resultados teriam sido ainda mais desoladores.

A preocupação com manter o trabalho tem, agora, outro alerta: foi aprovado em maio, na Câmara federal, o Projeto de Lei n.º 2.564/20, originário e aprovado no Senado, e que institui o piso salarial e a carga horária da enfermagem. O impacto da proposta para os hospitais filantrópicos é estimado em R$ 6,3 bilhões, porém, no texto, não é indicada nenhuma fonte de financiamento, o que traz o sentimento de desespero ao setor, que não tem como arcar com os custos.

Não somos desfavoráveis ao projeto, muito ao contrário, os hospitais valorizam todos os profissionais de saúde e somam esforços com as categorias profissionais na busca por receita que possibilite o financiamento de remunerações mais justas. Mas a nossa realidade torna o cumprimento deste projeto insustentável, estabelecendo-se definitivamente a falência dessas instituições.

Neste momento, não há engenharia financeira possível para viabilizar os compromissos, a não ser contrair mais dívidas bancárias. Atualmente, 752 instituições operam com crédito consignado, com dinheiro empenhado na ordem de R$ 10 bilhões, em parcelas mensais que superam R$ 115 milhões.

Nos últimos seis anos, fecharam as portas cerca de 315 hospitais filantrópicos, reduzindo mais de 7 mil leitos no SUS.

Chega de silêncio. Gestores e profissionais de saúde, agora, bradam para expor a crise da maior rede hospitalar do SUS. Diante das dificuldades, as Santas Casas e hospitais filantrópicos se dirigem à sociedade, aos deputados federais, senadores, governadores e ao presidente do Brasil, para que a maior rede hospitalar do Sistema Único de Saúde seja reconhecida, valorizada e encontre uma nova forma de financiamento para assegurar a manutenção do atendimento em saúde à população mais carente, um socorro emergencial imediato.

É necessária, para hoje, uma reestruturação financeira que corrija o déficit histórico causado por uma tabela de procedimentos que não reflete a realidade. Mas, ainda antes disso, é necessário, para ontem, que o governo cumpra o compromisso de repassar os R$ 2 bilhões anunciados em maio passado para cobrir parte do rombo que se impõe, garantindo que o dinheiro chegue realmente às instituições, com base na real produção de cada uma.

As Santas Casas e hospitais filantrópicos requerem a alocação de recursos na ordem de R$ 17,2 bilhões, anualmente, em caráter urgentíssimo, como única alternativa de assunção das obrigações trabalhistas decorrentes do Projeto de Lei n.º 2.564/20, assim como para o imprescindível equilíbrio financeiro no relacionamento com o SUS.

A responsabilidade do Parlamento e do presidente Bolsonaro com as Santas Casas e os hospitais filantrópicos muda de patamar, e vivemos um cenário ainda mais imprevisível.

Os desafios se agigantaram e a crise instaurada é a mais cruel da história, fazendo com que o cenário para os próximos meses seja extremamente preocupante.

Quando alguém cuida muito bem de você, é difícil de esquecer, mas há quem se esqueça.

Chega de silêncio. Gestores e profissionais de saúde, agora, bradam para expor a crise da maior rede hospitalar do SUS

A Associação Empresarial de Araranguá, município do Sul de Santa Catarina, emitiu nota oficial nesta semana informando que não vai receber a visita de parlamentares que votaram a favor da derrubada do veto do presidente Bolsonaro, que estabeleceu o valor do Fundo eleitoral para 2022 em até R$ 5,7 bilhões.

“ A ACIVA entende que aqueles que votaram a favor da derrubada do veto da Presidência da República em relação ao aumento do Fundão Eleitoral, em votação realizada na última semana, agiram contra o bem comum”, diz um trecho da nota emitida nesta quinta-feira.

No texto, a Associação reforçar o respeito aos parlamentares mas entende que é preciso “priorizar o bem da sociedade como um todo”.

No último dia 20 de dezembro, quando ocorreu a votação do veto do residente Bolsonaro no Congresso Nacional, a Aciva havia emitido nota lamentando o resultado que quase triplicou o valor dos recursos destinados a campanhas eleitorais para 2022.

CONFIRA NA INTEGRA A NOTA DESTA SEMANA:

A Associação Empresarial de Araranguá e do Extremo Sul Catarinense (ACIVA) vem a público informar que no próximo ano adotará medidas diferentes com relação a visita de parlamentares. É costumeiro que a entidade receba solicitações de visitas de candidatos e considerando a postura de alguns deputados e senadores, nem todos serão recebidos pela Associação.

A ACIVA entende que aqueles que votaram a favor da derrubada do veto da Presidência da República em relação ao aumento do Fundão Eleitoral, em votação realizada na última semana, agiram contra o bem comum. Dessa forma, em 2022, a entidade não terá disponibilidade em recebê-los.

Nossa Associação reforça o respeito aos parlamentares, bem como nossa postura apartidária, mas entende que é preciso priorizar o bem da sociedade como um todo, afinal, somos uma entidade representativa e precisamos trabalhar pelo o que diz respeito ao desenvolvimento e crescimento de nossa região, zelando sempre pelos interesses da população como um todo.

O valor total da Receita prevista é de R$379.333,00, Despesas R$376.285,00 e Investimentos R$20.000,00. Além da produção de novos MDs Módulos Didáticos/Cursos, são previstos a realização de 50 novos cursos online interativos. A área da sede será duplicada e uma pedagoga será contratada.

A ganhadora foi a empresa N2 Serviços Ltda., com sede em Vitória/ES

Ela iniciará o seu trabalho em janeiro de 2022. É uma grande conquista para a ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO, profissional da maior importância na estrutura da empresa e que pode muito nos ajudar no trabalho do fortalecimento das associações.

Como noticiado, o objeto deste convênio é a produção de novos módulos didáticos e a realização da Trilha de Cursos SEBRAE/ES 2021/2022, com 10(dez) cursos do portfólio da EA

  • Curso On-line Interativo – Série FIEG 2021, dia 03, sobre o tema do MD15 “MANTER ASSOCIADOS: UM ESFORÇO NECESSÁRIO”
  • Curso On-line Interativo – Série FINDES 2021, dia 09, sobre o tema do MD05 “DESENVOLVENDO MERCADOS POR MEIO DAS ASSOCIAÇÕES”
  • Curso On-line Interativo – Série FIEPE 2021, dia 09, sobre o tema do MD06 “GOVERNANÇA: NÃO É SÓ O PRESIDENTE QUE PRECISA TRABALHAR”
  • Curso On-line Interativo – Série FIEPE 2021, dia 25, sobre o tema do MD01 “OS BENEFÍCIOS DE UMA SEDE”

Liderada pela Gerência Sindical, iniciativa realizou série de treinamentos, mobilizando 35 sindicatos das indústrias com cursos voltados ao fortalecimento do associativismo e à sustentabilidade financeira

 

Serviços que facilitam a rotina da empresa, transparência na gestão, ações inovadoras que promovem o associativismo e sustentabilidade financeira. Esses foram alguns dos temas que nortearam a iniciativa Trilha do Conhecimento, que vem mobilizando, desde o final de setembro, sindicatos das indústrias de Goiás interessados em profissionalizar o atendimento à base associada. Idealizado pela Gerência Sindical da Fieg, o projeto contou com apoio do IEL Goiás e com participação de 35 sindicatos patronais e mais de 50 profissionais, entre gestores e líderes classistas.

 

“A Reforma Trabalhista, em 2017, foi disruptiva para o movimento sindical brasileiro e comprometeu a sustentabilidade financeira das entidades representativas. É fundamental a profissionalização dos sindicatos para que possam proporcionar serviços que facilitem a vida dos associados. No caso patronal, das empresas. Só assim é possível promover o associativismo e a sustentabilidade das entidades”, contextualizou a gerente sindical da Fieg, Denise Resende.

 

Diante desse cenário, a gestora explicou que a Trilha do Conhecimento foi mais uma ação liderada pela Fieg para incentivar o desenvolvimento dos 35 sindicatos das indústrias, que representam diversas cadeias produtivas em Goiás. Dividida em seis módulos, a série de webinares foi ministrada por especialistas em gestão, comunicação e inovação da Escola de Associativismo.

 

O presidente do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria no Estado de Goiás (Sindipão), Marcos André, participou de todos os treinamentos e elogiou a iniciativa. “Os cursos mostraram a importância de desenvolver e profissionalizar os sindicatos, desde aspectos básicos ao planejamento de ações inovadoras. No caso do Sindipão, estamos em uma fase de reestruturação da entidade e o conteúdo veio agregar nessa jornada”, avaliou.

 

O último treinamento da Trilha do Conhecimento ocorreu quarta-feira (03/11), com a palestra Manter Associados: um Esforço Necessário. Antes disso, foram abordados os temas Aumentando o Número de Associados (29/09); Inovação no Associativismo (06/10); Sustentabilidade Financeira é Vital (13/10), Comunicar é Preciso (20/10); e Compliance e Transparência nas Associações (27/10).

 

ESCOLA DO ASSOCIATIVISMO
Idealizada pela Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), a Escola de Associativismo atua, desde 2015, com o propósito de transformar, para melhor, o associativismo. Para tanto, age em prol das organizações, incentivando a educação e formação dos participantes, bem como a difusão de princípios de eficiência e boa governança. Por meio de cursos, palestras e conteúdo on-line, é disponibilizada informação gratuita àqueles que buscam participar ou melhorar sua atuação em uma associação, engajar suas entidades, melhorar os serviços prestados e o retorno aos associados.

 


Fonte: FIEG

Acontecerá no próximo dia 21, às 14 hs. O objeto deste convênio á a produção de 4 novos MDs módulos didáticos e a realização da Trilha de Cursos SEBRAE/ES 2021/2022, com 10(dez cursos do portfólio da EA definidos pelo SEEBRAE/ES;

Curso On-line Interativo (CIFA22) – Série FINDES 2021, curso 7/10 – dia 14, das 08:30 às 10:30 hs, abordando o tema do MD15 “MANTER ASSOCIADOS: um esforço necessário”;

Curso On-line Interativo (CIFA23) – Série FIEPE 2021, curso 6/10 – dia 14, das 17:00 às 19:00 hs, com o tema do MD08 “COMPLIANCE E TRANSPARÊNCIA NAS ASSOCIAÇÕES”

  • Curso On-line Interativo (CIFA 25) – Série FIEG 2021 Curso 02/06, dia 06, das 16 às 18 hs, sobre o tema do MD03 “INOVA;CÃO NO ASSOCIATIVISMO”

 

  • Curso On-line Interativo (CIFA 26) – Série FIEPE 2021 Curso 07/10, dia 07, das 17 às 19 hs, sobre o tema do MD09 “COMUNICAR É PRECISO”

 

  • Curso On-line Interativo (CIFA 27) – Série FIEG 2021 Curso 03/06, dia 13, das 16 às 18 hs, sobre o tema do MD07“SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA É VITAL”

 

  • Curso On-line Interativo (CIFA 28) – Série FINDES 2021 Curso 08/10, dia 19, das 08:30 às 10:30 hs, sobre o tema do MD16 “ELEIÇÕES NAS ASSOCIAÇÕES”

 

  • Curso On-line Interativo (CIFA 29) – Série FIEG 2021 Curso 04/06, dia 20, das 16 às 18 hs,sobre o tema do MD09 “COMUNICAR É PRECISO”

 

  • Curso On-line Interativo (CIFA 30) – Série FIEPE 2021 Curso 08/10, dia 21, das 17 às 19 hs, sobre o tema do MD10 “POLÍTICA PARTIDÁRIA NAS ASSOCIAÇÕES”

 

  • Curso On-line Interativo (CIFA 31) – Série FIESC 2021 Curso 01/02, dia 26, das 08 às 10 hs, sobre o tema do MD15 “MANTER ASSOCIADOS – UM ESFORÇO NECESSÁRIO”

 

  • Curso On-line Interativo (CIFA 32) – Série FIESC 2021 Curso 02/02, dia 26, das 10 às 12 hs, sobre o tema do MD 3 – “INOVAÇÃO NO ASSOCIATIVISMO”

 

  • Curso On-line Interativo (CIFA 33) – Série FIEG 2021 Curso 05/06, dia 27, das 16 às 18 hs, sobre o tema do MD08 “COMPLIANCE E TRANSPARÊNCIA NAS ASSOCIAÇÕES”

Os recursos humanos estão no centro dos processos de mudança, crescimento e aperfeiçoamento das empresas e a sua formação é fundamental para completar, fortalecer e atualizar competências. O curso de formação “Business children”, organizado pelo Grupo de Jovens Industriais de Cremona, em colaboração com a Assindustria Servizi SpA, chega orgulhosamente à sua terceira edição após o lançamento de 2016: “A Associação e o Nosso Grupo concentram-se em particular nos jovens como Alavanca fundamental para o desenvolvimento das nossas empresas, da nossa economia e do nosso território. Os jovens em um sentido amplo são o nosso futuro e o dos nossos negócios. Eles serão os empresários e a classe dominante de amanhã e é nossa tarefa protegê-los, educá-los e prepará-los para os complicados desafios que os esperam ”.

 

“Ser empresário no século XXI, em um mercado cada vez mais global, cheio de restrições e variáveis ​​imprevisíveis, é muito mais difícil do que no passado. A capacidade econômica e gerencial, bem como a sensibilidade para a profissão – afirma Chiara Ferrari – são cada vez mais consideradas premissas fundamentais. No entanto, não existe escola para empreendedores e a experiência na área passou a ser uma prerrogativa fundamental no processo de aquisição e compreensão dos diversos aspectos a ter em conta ”.

 

O curso, constituído por quatro módulos didácticos, pretende dar a jovens empresários, filhos de empresários ou jovens gestores que ingressaram recentemente na empresa, ferramentas úteis para melhor gerir determinadas áreas estratégicas. Trata-se de um verdadeiro “mini master”, com duração total de 24 horas, que terá início no dia 16 de setembro com a primeira reunião dedicada às questões de integração, crescimento da empresa e cultivo da liderança. Os restantes módulos temáticos dizem respeito às estratégias e competências para construir uma relação de confiança, mesmo à distância, com colaboradores, clientes e fornecedores; os caminhos dos jovens e os papéis da empresa; ferramentas para integrar a sustentabilidade aos negócios.

 

Para finalizar, no dia 10 de novembro, os participantes terão a oportunidade de visitar uma empresa de excelência na área de cosméticos, a empresa Ancorotti Cosmetcs Srl. Uma grande oportunidade para cada empresário. Esta iniciativa pretende “garantir uma pegada de formação na área da gestão empresarial, aspecto fundamental quando considerado no amplo tema da transição geracional e na lógica da continuidade do negócio”.


Fonte: Cremaoggi

 

A base do associativismo é, em palavras mais simples, ajudar um ao outro. É essa a ideia que os participantes do Núcleo do Jovem Empreendedor (NJE) da Associação Empresarial de Guaramirim (ACIAG) fazem questão de frisar no que diz respeito ao objetivo dos encontros mensais.

O coordenador do Núcleo, Wagner Theis, explica que a interação entre todos os participantes e a troca de informações do cotidiano empreendedor é o que faz o NJE Guaramirim ser exemplo.

“Participam do Núcleo, jovens empreendedores, sucessores familiares e jovens que atualmente possuem cargos de diretoria em empresas do município. Nas nossas reuniões, que abrangem profissionais de empresas multissetoriais, buscamos trazer diversos temas que ajudem na gestão das empresas, independente do porte”, afirma Theis.

Rodolfo Bauer Conti, que também já participou da diretoria do Núcleo, enfatiza que o pilar de uma associação é o associativismo, ou seja, ninguém é remunerado financeiramente, mas os integrantes adquirem conhecimento, trocando experiência com os demais nucleados. “Nada ensina a ser empresário, e essa troca de experiência e de informação fazem diferença, pois pode auxiliar no dia a dia do empreendedor”, destaca Conti.

 

Atuando para o desenvolvimento de Guaramirim

As reuniões ocorrem uma vez por mês, em que são discutidos temas como empreendedorismo, gestão financeira, recursos humanos, dedução de impostos, e demais assuntos cotidianos que possam auxiliar no dia a dia de cada jovem empreendedor, incentivando sempre a alcançar voos maiores. Também são abertas à comunidade jovem que for interessada nos temas.

Roger Silva, que é o atual vice-coordenador, afirma que ao longo dos anos o NJE tem feito parte da história do município, pois todas as ações promovidas refletem diretamente no crescimento das empresas, gerando assim mais resultados e, consequentemente, potencializando o desenvolvimento de Guaramirim e da economia local.

Em uma das reuniões, o NJE trouxe um convidado que contou a história de uma empresa centenária, atuante no mercado há mais de 125 anos, que passou por uma sucessão de sócios e em determinado momento profissionalizou toda a gestão.

“São histórias como essa que queremos levar para os nucleados, em muitos casos essa pode ser a realidade dele, a sucessão familiar ou a necessidade de profissionalizar a gestão, e com essa troca de informação com quem já fez e teve sucesso, podemos buscar resultados mais positivos para as empresas do município”, destacam os integrantes do Núcleo”.

Atualmente, o NJE Guaramirim conta com 28 nucleados – algumas empresas possuem mais de um integrante, o que aumenta o número de participantes -, além disso, é o núcleo jovem mais ativo da região e com mais partipantes.

O ex-coordenador, Tiago Bogo, ressalta que quem está começando a carreira de empreendedor precisa ter um espelho e, participando desses grupos de associativismo, é essencial escutar as pessoas mais experientes e fazer networking com os profissionais que estão lidando com os mesmos problemas, por exemplo.

“Primeiro você se sente motivado, e ao mesmo tempo você se espelha em uma pessoa que tem uma carreira consolidada. O NJE faz isso, o elo entre a experiência e quem está começando”, afirma.

O Núcleo tem unido forças para pleitear cada vez mais melhorias para o empreendedor e também para a comunidade guaramirense e também da região. Um dos pleitos foi relacionado aos impostos excessivos, em que o núcleo apoiou uma ação “um dia contra os impostos”.

 

Incentivo e preparação para futuros integrantes do NJE

Em 2019, o NJE Guaramirim, com o apoio da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina – FACISC e da Associação Empresarial de Guaramirim (ACIAG), promoveu pela primeira vez o Projeto Geração Empreendedora com alunos do ensino médio.

O projeto teve como objetivo buscar, estimular e orientar o desenvolvimento do espírito empreendedor e da cultura associativista, criando assim, uma geração consciente, proativa e capacitada para transformar o cenário socioeconômico.

“Fizemos um trabalho voluntário em que compartilhamos experiências e alguns de nós receberam os alunos na empresa durante uma semana para uma vivência, foi muito bacana, uma experiência única de aproximação entre os jovens e as empresas”, conta Theis.

 

Muito além do território guaramirense

Falando em voos maiores, o NJE busca conhecimento em outros municípios e em outros Estados também, participando de ações chamadas de Assembleia Geral Ordinária (AGO), as quais são promovidas pelo Conselho Estadual de Jovens Empreendedores de Santa Catarina (Cejesc) e pela Confederação Nacional (Conaje).

Nestes eventos reúnem-se jovens empreendedores de Santa Catarina e do Brasil, com o intuito de promover o empreendedorismo e, sem dúvida alguma, o networking, pontuado pelos integrantes do NJE Guaramirim como a essência do incentivo diário de quem está começando a empreender.

Bogo pontua que ações como essa são interessantes pois proporcionam experiências que vão além do que os empreendedores estão acostumados a ver na região. “Discutimos assuntos de interesse comum, entretanto, cada participante com a sua realidade.”

 


Fonte: OCP News

O jornal ND de Florianópolis/SC publicou esta reportagem da qual participou o Presidente do Conselho de Gestão da EA, Sergio de Castro. Confira os trechos da sua participação.

Um dos principais colaboradores empregados de uma escola é um(a) pedagogo(a). Por isto a EA, contando com o apoio do SEBRAE/ES para a produção de novos cursos, está tomando esta iniciativa de contratar este importnte profissional para nos ajudar a fortalecermos as associações;

O objeto deste convênio á a produção de 4 novos MDs módulos didáticos e a realização da Trilha de Cursos SEBRAE/ES 2021/2022, com 10(dez cursos do portfólio da EA definidos pelo SEEBRAE/ES;

  • Curso On-line Interativo (CIFA20) – Série FINDES 2021, Curso 06/10 – dia 10/08/21, sobre o tema do MD04 “AUMENTANDO O NÚMERO DE ASSOCIADOS”
  • Curso On-line Interativo (CIFA21) – Série FIEPE 2021 Curso 05/10 – dia 19/08/21, sobre o tema do MD06 “GOVERNANÇA: NÃO É SÓ O PRESIDENTE QUE PRECISA TRABALHAR”
  • Curso On-line Interativo (CIFA22) – Série FINDES 2021, curso 7/10 – dia 14, das 08:30 às 10:30 hs, abordando o tema do MD15 “MANTER ASSOCIADOS: um esforço necessário”;
  • Curso On-line Interativo (CIFA23) – Série FIEPE 2021, curso 6/10 – dia 14, das 17:00 às 19:00 hs, com o tema do MD08 “COMPLIANCE E TRANSPARÊNCIA NAS ASSOCIAÇÕES”

Horizonte de desafios

Associações costumam fazer planejamentos estratégicos, sejam anuais ou prevendo os próximos cinco anos. Porém, isso geralmente ocorre de forma muito restrita, pensando apenas em pequenos ajustes, agendando reuniões e reorganizando as categorias de membros. Para prosperar neste futuro incerto, é necessário pensar de forma mais ampla. Os norte-americanos saem na frente quando se trata de antecipar tendências. Terra fértil para o desenvolvimento do associativismo, os Estados Unidos têm hoje mais de 66 mil associações comerciais e profissionais, conforme o The Center for Association Leadership.

Estudos apontam o que o movimento deve fazer para se manter em alta no futuro. As perspectivas recorrentes são transformação digital, novos jeitos de arrecadar recursos e identificação das necessidades dos membros para prestar serviços diferenciados. Antes de aplicar essas tendências, o Brasil terá que superar outra dificuldade que já foi vencida nos EUA: aumentar a cultura do associativismo. Não só atrair novos membros e as gerações mais jovens, mas também envolver e manter quem já está dentro da entidade. “Quando precisávamos de mobilização para alcançar avanços, não era fácil chamar as pessoas. Não vinham.

Hoje melhorou muito, mas ainda está distante”, conta a presidente da FloripAmanhã. Apesar deste desafio, para o presidente do Conselho de Gestão da Escola de Associativismo, Sérgio Rogério de Castro, o movimento tende a crescer. Ele acredita que as associações vão ganhar importância maior no ambiente político, auxiliando parlamentares a tomarem decisões certeiras para a comunidade. “As entidades vão ajudar os eleitos a cumprir melhor seus mandatos e promover o bem-estar social. Outra movimentação que deve acontecer é a junção de associações ou a realização de projetos em conjunto”, considera.

Uma escola para aprender a crescer

Colocar as tendências em prática pode não ser tarefa fácil para muitas associações. Pensando nisso, em 2015 um grupo de entusiastas e especialistas no movimento formou a Escola de Associativismo. Por meio de cursos, palestras e conteúdo on-line, tudo gratuito, a instituição oferece conhecimento para que entidades aumentem o engajamento dos membros e melhorem os serviços prestados. O objetivo da escola é a profissionalização das associações. Segundo Castro, no Brasil o número de entidades profissionalizadas, com presidentes remunerados, por exemplo, não chega a 1%. Nos EUA, ultrapassa OS 80%. Existem até associações formadas apenas por dirigentes de outras associações. “Queremos conscientizar sobre a importância desse movimento. As associações são escolas de cidadania e vão melhorar o mundo”, completa Castro.

 


Fonte: Jornal ND Florianópolis/SC

 

 

A presidente da FloripAmanhã, Anita Pires, destacou em entrevista ao ND a força do associativismo no mundo atual, e como o trabalho é feito em Florianópolis. Membro da Academia Brasileira de Eventos e Turismo e uma referência do assunto na cidade, ela reforça que a necessidade de união é cada vez maior e aponta as novas tendências do mundo moderno. “Não significamos nada se não estivermos conectados ao nosso mundo.”

Qual a importância do associativismo para cuidar de uma cidade?
A FloripAmanhã é uma organização no terceiro setor, criada com o objetivo de ser um laboratório que capta a inteligência das universidades, das instituições, das pessoas, para pensar em uma cidade com qualidade de vida. Sabemos que a maior parte das cidades estão vivendo crises muito grandes nesse sentido. E aí, como podemos motivar as pessoas para que entendam que a cidade é nossa, é delas, e não é do prefeito? O prefeito é nosso gestor que a gente elegeu para nos ajudar a cuidar da cidade. Tínhamos que encontrar uma forma de motivar as pessoas, orientar para separar seu lixo, cuidar da sua calçada, do espaço público, zelar pela sua segurança, e por aí vai. E essa sempre foi uma luta muito grande porque, principalmente no Brasil, não temos esta cultura. A Europa, que já sofreu e vivenciou tantas guerras, tem. O Japão é outro exemplo. Eles pensam de forma coletiva, mas nós ainda olhamos só para o nosso umbigo. Então, tivemos que pensar juntos, encontrar ferramentas que nos permitisse conversar com as pessoas e com as entidades.

“A gente tem que ter a capacidade de motivar as pessoas e de fazer com que entendam que só vamos encontrar soluções se estivermos cooperando e coproduzindo. A solução das grandes transformações que o mundo precisa não vem individualmente. Só chegará onde houver capacidade de cooperação, generosidade, de humildade. Temos que ter um olhar inteligente para o mundo e para as pessoas.”

Como a FloripAmanhã consegue dar atenção a todos os setores?
Nos especializamos. Nossa expertise hoje é reunir entidades, pessoas – isso é muito rico e não uma coisa individual, é construída coletivamente. O que procuramos fazer é criar sinergia entre pessoas, entidades, associações, para que juntos possam fazer as transformações necessárias. Hoje, a nossa demanda chega a perguntas como ‘onde que vou castrar o meu gato?’, como se a gente tivesse essas soluções todas.

E tem resultados concretos?
Cito exemplo recente, uma experiência muito interessante com agricultores da região. Quando Florianópolis recebeu a chancela da Unesco de cidade criativa, há exigências que a gente assinou e de quatro em quatro anos eles verificam se estamos fazendo aquilo. No caso da gastronomia, é uma cadeia produtiva, que nasce lá na lavoura, nos pequenos agricultores, faz todo um trajeto e chega à mesa do restaurante. Antigamente, os restaurantes compravam só do Ceasa de São Paulo, que percorria 500 km para chegar ao nosso Ceasa. A Unesco definiu que a busca de insumos não deve estar a mais de 100 km do destino, evitando a mobilidade, poluição, logística… Então, agora estamos construindo a rede dos pequenos agricultores e a logística de como pode ser feita a distribuição desses produtos. O restaurante vai levar as demandas ao produtor; o IFSC faz um trabalho de recuperação de temperos, fazeres antigos… Então, nosso papel é criar a sinergia. Depois que a rede está formada, caímos fora.

Que exemplos de uniões fazem a diferença?
Uma das grandes dificuldades foi criar um canal entre todas as entidades da cidade, para que pensassem juntas. Mas a pandemia, a maioria já percebeu que a gente tem que trabalhar juntos, e que as vaidades têm que ser colocadas de lado. Tivemos outro exemplo muito interessante, há sete anos, em relação à chancela da rede mundial de cidades criativas. A gente precisava muito das universidades, porque o tema é gastronomia, vinculado a outros campos criativos. Quando você fala em gastronomia, fala em design, em produtos, em agricultores, pesquisa. E as universidades, em vez de estarem juntas, estavam brigando sobre assuntos de ordem conceitual. Ficamos um ano com elas, e você nem imagina como é estimulante. Hoje, elas cooperam, fazem pesquisa juntas, repassam subsídios, insumos.

Surgiram outros movimentos?
Outro exemplo é o movimento Floripa Sustentável, que junta todas as entidades para pensar e tentar superar as dificuldades que a cidade tem, de desemprego, miséria, fome, falta de habitação, oportunidade dos jovens para acessarem os estudos, enfim. É aquela velha história que escutávamos dos nossos avós: ‘duas, três cabeças pensam melhor que uma’. Criamos também a Rede de Economia Criativa de Florianópolis. A economia criativa é a que mais cresce no mundo, e a que mais gera postos de trabalho e receita, com menos necessidade de infraestrutura, como o cinema, moda, arquitetura, design e o carnaval. Chamamos todas as entidades e os grupos que trabalham nessas áreas, para descobrir qual o cenário de Florianópolis, que tem talento muito forte para a economia criativa, com um povo que gosta de inovação, que ousa. Estamos já fazendo eventos com outras cidades, com a rede de cidades criativas da Unesco – que no Brasil são dez.

Qual o impacto da pandemia no associativismo?
Foi um aprendizado e um remédio muito amargo, mas acelerou a capacidade das pessoas de perceberem que sozinhas não vão resolver nada. Ninguém sozinho nesse planeta vai construir qualquer coisa nova. A busca da vacina, o mundo inteiro, as universidades, os cientistas, todos correndo atrás de vacina de forma conjunta é um exemplo maravilhoso. Em Florianópolis, o que a gente percebeu? Primeiro, o setor empresarial, principalmente as organizações do terceiro setor. Alguém tinha que correr para acudir as pessoas que ficaram desempregadas, que viviam de biscate, pois ficaram sem nada. Então, começamos a trabalhar com o setor empresarial, da indústria, com quem tinha dinheiro. Para fazer o quê? Em primeiro lugar, cestas de alimentos e de material de higiene, desde máscara, escova de dente, pasta dental e alimentação. Teve uma participação muito grande.

“Fizemos uma campanha de cesta de alimentos que deu milhares de cestas para organizações e a prefeitura, no caso da Rede Somar. O setor empresarial, que muitas vezes só visava lucro, percebeu também que tinha que abrir mão, apesar do setor estar parado, e buscar o que tinha guardadinho de lucro para socorrer as pessoas.”

As pessoas ficaram mais sensíveis?
A gente nunca viveu uma crise dessas. Acredito – não sei se é otimismo demais – que sim, que as pessoas ficaram mexidas. Hoje, os princípios ambientais e sociais estão mais incluídos nas empresas. Isso quer dizer que o capitalismo está mudando, que a questão do lucro da empresa não pode ser só para quem é sócio, para quem é dono. A empresa tem compromisso social, e tem que incluir na sua relação uma outra forma de trabalhar, e de devolver para quem trabalha o que ela produz. Todas as guerras e pragas que o mundo viveu foram uma fonte de inspiração para coisas novas, e como isso aconteceu no auge da inovação e da tecnologia, já estamos percebendo quanta coisa está sendo criada pelas academias, pelos pesquisadores, pelas entidades, desse novo olhar para o mundo. Não existe construção de democracia, de sociedade sozinha. Não significamos nada se não estivermos conectados ao nosso mundo.

“A academia tinha que produzir para a sociedade, que não pode utilizar dinheiro público para fazer pesquisa. A coisa tem que ser o contrário: olhar para sociedade e para as suas necessidades e, a partir disso, trabalhar os recursos humanos que estarão a serviço da sociedade.”

Quais são as tendências daqui pra frente?
Se de um lado tivemos grandes iniciativas globais, hoje essas questões não são mais tão importantes. O que é importante é a gente voltar para a cidade, para o pequeno agricultor, as pequenas lojinhas de bairro, dar força para que ressuscite na nossa cidade, no nosso país, pequenas iniciativas de cooperação. Os sindicatos, que foram muito fortes, mas que morreram, até por corrupção, hoje estão dando lugar às grandes redes, construção de pontes, de pactos.

Como a polarização atrapalha o associativismo?
É muito contraditório. Quando temos as redes sociais, que deveriam ser o nosso grande canal de construção coletiva, e é, existe outra coisa – não só no Brasil, mas também no exterior -, da divisão, que não é nem mais entre direita e esquerda. São questões de políticas ideológicas, que não nos unem. Percebo que o que acontece na rede social não é você expor seu ponto de vista, e eu colaborar com aquilo que penso, ou respeitosamente discordar de você. O que ocorre é que um quer impor as ideias do presidente, outro quer impor ideias da extrema esquerda, outro da extrema direita, e isso vira uma guerra, que não faz bem pra ninguém. Não constrói e dá um péssimo exemplo para as gerações que estão chegando. Temos que derrubar muros de desrespeitos e preconceito, péssimos para construir uma sociedade mais feliz e igualitária.

Quais os próximos planos do “Adote uma praça?
O Adote uma Praça é um dos nossos programas mais legais. Florianópolis estava em uma situação em que as praças públicas tinham sido tomadas pelo tráfico, por moradores de rua… e aí começamos a conversar com a prefeitura. Precisávamos ter uma legislação que permitisse ao empresário investir o seu lucro com alguns benefícios. E isso começou, é um trabalho maravilhoso. A FloripAmanhã trabalha em conjunto com a prefeitura e com os empresários, e trabalhamos pela manutenção dessas praças e na busca de empresas ou organizações que queiram investir. Sugiro que quem quer passear, fazer algo diferente em um domingo, que vá lá no Monte Serrat para ver a praça construída onde era um depósito de água da antiga Casan. Era um local abandonado, cheio de mato. Com a comunidade e as associações, conseguimos primeiro trazer o espaço da Casan para a prefeitura, em uma articulação que leva meses, anos. Quando a prefeitura recebeu essa propriedade, trabalhamos pela adoção. Hoje é uma praça construída e mantida pela WOA e pela comunidade. Ficou muito linda, a vista mais bonita da cidade é lá daquela praça. Conseguimos recentemente a adoção de um espaço que vai ser um parque maior que o de Coqueiros, lá na frente da Marinha. Já está com um projeto pronto. É uma parte do Estreito que está muito abandonada. E agora, o Sebrae e a FloripAmanhã criaram um movimento chamado Estreitar, que é o Distrito Criativo do Estreito, para acelerar o desenvolvimento dessa região linda, que temos que valorizar.

 


Fonte: FloripAmanhã

 

O Encontro e a Exposição Anual Virtual da ASAE 2021, online, que acontece entre 14 e 17 próximos, é onde milhares de profissionais de associações e parceiros do setor se reúnem para trocar recursos, estratégias, soluções e muito mais. Junte-se a nós para o evento virtual deste ano enquanto nos concentramos em um futuro que exige que inovemos e superemos as expectativas. Ao longo de três dias de aprendizado, crescimento e inspiração, os participantes ganharão um ano de apoio em suas responsabilidades diárias como líderes no setor de associação. Através das inúmeras ofertas educacionais oportunas e infinitas oportunidades de networking, criaremos, aprenderemos e nos conectaremos para avançar em nossas missões e nos comprometeremos a continuar deixando uma marca no mundo ao nosso redor.

 


Fonte: ASAE

 

Projeto vai implantar coletores e pontos de entrega voluntária em pontos estratégicos para atender moradores e visitantes da Ilha do Frade

Conhecida pela beleza das praias e pelas áreas verdes ricas em fauna silvestre, a Ilha do Frade vai adotar a coleta seletiva. É o projeto “Ecofrade”, que visa promover a redução de resíduos e do impacto ambiental na ilha e engajar os moradores e frequentadores na conservação da biodiversidade da região.

O projeto vai implantar coletores e pontos de entrega voluntária em pontos estratégicos para atender moradores e visitantes.

Além disso, serão realizadas ações de sensibilização sobre todo o processo da coleta seletiva para moradores, pescadores, catadores de sururu, prestadores de serviço, fotógrafos e todas as pessoas que frequentam a Ilha do Frade, que integra a Área de Proteção Ambiental Baía das Tartarugas, a primeira APA marinha capixaba.

A iniciativa é do Instituto Últimos Refúgios, em parceria com Prefeitura Municipal de Vitória, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), a Vale e a Associação dos Moradores Proprietários e Amigos da Ilha do Frade (Samifra) e com o apoio da Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis da Ilha de Vitória (Amariv).

A Amariv ficará responsável pela coleta, pelo transporte e pela reciclagem dos materiais recolhidos, além de participar das capacitações do projeto.

“A gestão ambiental envolve muitos segmentos sociais, e as associações comunitárias, como a Samifra, tem grande importância nesse processo de construção. Existem ações que são exclusivas do poder público, portanto competente aos órgãos ambientais. Mas também existe um conjunto de importantes contribuições que essas associações podem dar, como as ações ambientais promovidas pela Samifra, parceira da Semmam na gestão ambiental municipal”, diz o secretário municipal de Meio Ambiente, Tarcísio Föeger.

Educação ambiental para crianças

O Ecofrade também pretende envolver o público infantojuvenil na transformação socioambiental da ilha, por meio do Clube de Observadores da Natureza, uma oficina criada pelo Instituto Últimos Refúgios.

Ele incentivará habilidades artísticas, técnicas e conhecimentos sobre biologia, fotografia, audiovisual, internet e coleta seletiva, fomentando a consciência cidadã e o senso crítico dos participantes acerca da sociedade e do meio ambiente.

Fonte: Prefeitura Municipal de Vitória.


Fonte: Defesa, agência de notícias

 

Iniciativa nasce para apoiar e unir as entidades representativas das IGs reconhecidas pelos produtos e serviços com qualidade baseada na origem 

Nesta sexta-feira (30), o Sebrae participa da apresentação oficial da Associação Brasileira de Indicações Geográficas (ABRIG). O evento, que acontece de forma virtual, representa um marco para o fortalecimento das IGs, que ainda são desconhecidas por grande parte dos brasileiros, mas são a cara do Brasil, com produtos e serviços com tradição e qualidade baseada na origem.

De acordo com a analista de inovação do Sebrae, Hulda Giesbrecht, a criação da ABRIG é reflexo do crescimento e desenvolvimento das Indicações Geográficas no país. “Cada vez mais os pequenos produtores dessas regiões protegidas passam a a estampar o selo da IG nos seus produtos. Todo esse movimento está convergindo para a criação de uma associação nacional que possa representar os interesses das IGs junto ao mercado e ao poder público”, destacou.

O representante dos produtores de vinhos e espumantes da IG do Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul, reconhecida como a primeira Indicação de Procedência do Brasil, será o diretor-presidente da ABRIG. Segundo ele, a  associação nasce para apoiar e unir as entidades representativas das Indicações Geográficas, principalmente para buscar apoio oficial com o objetivo de promover e divulgar o valor das IGs, que envolve a preservação de aspectos da cultura e tradição locais.

Ele conta que uma das primeiras ações da associação será atuar para impedir o uso indevido dos nomes geográficos protegidos. “Alguns dos produtos vinculados às IGs são muito assediados por usurpadores e precisamos atuar de imediato para fazer frente a esse problema. Produtos como o queijo, o café e o vinho, por exemplo, têm sido alvos desse tipo de usurpação até mesmo por empresas de maior porte”, comentou.

Atualmente o Brasil possui 86 Indicações Geográficas registradas no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), sendo que 67 delas são da espécie Indicação de Procedência e 19 são da espécie Denominação de Origem. Entre elas, as panelas de barro de Goiabeiras, no Espírito Santo; o café da Região do Cerrado Mineiro; o queijo da Canastra, em Minas Gerais; a renda de Divina Pastora em Sergipe, os calçados de Franca, em São Paulo.

Desde 2003, o Sebrae atua no apoio à estruturação de Indicações Geográficas. Somente no ano passado, o Sebrae fez o diagnóstico de 120 territórios com potencial de reconhecimento e identificou que 80 deles têm potencial para obter o registro concedido pelo INPI nos próximos anos. Neste mês, Mamirauá, no Amazonas, região produtora do pirarucu manejado, conquistou, com o apoio do Sebrae, o título de Indicação Geográfica da espécie Denominação de Origem. A região produtora inclui comunidades ribeirinhas de nove municípios da região.

Na opinião do diretor-presidente da ABRIG, o Sebrae tem sido um importante parceiro na promoção e defesa das Indicações Geográficas. “É indiscutível o papel desempenhado pelo Sebrae para o reconhecimento das IGs. Queremos complementar esse trabalho maravilhoso dando o estímulo e apoio necessários para que os próprios produtores deem continuidade ao desenvolvimento das suas IGs”, declarou.

IG Cafés Matas de Rondônia

A Caferon (Cafeicultores Associados da Região Matas de Rondônia), com apoio do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Rondônia (Sebrae), conseguiu um grande feito recentemente: o registro do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), conferindo o Selo de Indicação Geográfica com base na denominação de origem (D.O). A conquista faz parte da estratégia de conquista de mercado idealizado pelo projeto do Sebrae em Rondônia, em parceria com diversas entidades.

 


Fonte: Rondônia Dinâmica 

O Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do ES, voltou a ser PARCEIRO da EA. Uma grande alegria para nós da EA. Cada renovação de parceria é uma constatação de que nosso trabalho está tendo resultados, que está sendo reconhecido. O SINCADES é uma associação sindical forte, com muitos bons serviços prestados aos seus associados e ao ES. Obrigado Presidente Idalberto Moro !

  • Série FIEPE 2021, curso 3/10 – dia 06, com o tema do MD04 “Aumentando o número de associados”
  • Série FIEPE 2021, curso 4/10 – dia 20, com o tema do MD05 “Desenvolvendo mercados por meio das associações”
  • Série FINDES 2021, curso 5/10 – dia 13, abordando o MD14 “Representatividade nas associações: fundamental para ter influência”;

01) Série FIEPE 2021, curso 5/10 – dia 19, com o tema do MD06 “GOVERNANÇA: NÃO É SÓ O PRESIDENTE QUE PRECISA TRABALHAR”

02) Série FINDES 2021, curso 6/10 – dia 10, abordando o tema do MD04 “AUMENTANDO O NÚMERO DE ASSOCIADOS”;

Em resposta a um ataque de segurança cibernética ao maior fornecedor de carne do mundo, os EUA A Associação de Pecuaristas está pedindo que a Administração Federal de Segurança de Transportadores de Motor forneça flexibilidade regulatória de emergência.

Em 31 de maio, a JBS USA anunciou que havia sido alvo de um ataque organizado de segurança cibernética. De acordo com o The New York Times, o ataque forçou o desligamento de nove fábricas de processamento de carne bovina nos Estados Unidos e interrompeu a produção em fábricas de aves e carne suína.

A Associação de Pecuaristas na quarta-feira, 2 de junho, escreveu ao Secretário de Transportes Pete Buttigieg para informar o departamento sobre como o ataque afetará a cadeia de suprimentos e solicitar alívio regulatório para aqueles que transportam animais e produtos cárneos.

“As cinco maiores fábricas de carne bovina da JBS nos EUA processam uma média de 22.500 bovinos por dia, ou quase um quinto da produção americana”, escreveu o grupo. “Esse atraso criará uma grande interrupção na cadeia de suprimentos, impactando tanto os produtores de gado quanto os consumidores de carne em um momento em que o mercado ainda está se recuperando do choque da pandemia de COVID-19.”

 

Alívio regulatório?

Pedindo alívio regulatório, a Associação de Pecuaristas apontou para a isenção de horas de serviço da FMCSA após um ataque cibernético à Colonial Pipeline Co.

“Depois de analisar os relatórios de nossos membros sobre o impacto da paralisação da JBS, a USCA acredita fortemente que este evento justifica uma ação regulatória imediata para garantir que as prateleiras dos supermercados permaneçam estocadas de produtos de carne fresca. Respeitosamente, solicitamos que a FMCSA forneça flexibilidade regulatória de emergência para transportadores e motoristas que transportam animais vivos e produtos cárneos. ”

A JBS emitiu um comunicado à imprensa em 2 de junho dizendo que planejava retomar a produção em todas as suas instalações na quinta-feira, 3 de junho.

“A JBS USA e a Pilgrim’s continuam a fazer progressos significativos na restauração de nossos sistemas de TI e no retorno aos negócios como de costume,” disse o CEO da JBS USA, Andre Nogueira. “Dado o progresso que nossas equipes fizeram para lidar com essa situação, prevemos operar em capacidade quase total em nossas operações globais (quinta-feira).”

A empresa também disse que não estava ciente de qualquer evidência de que quaisquer dados de clientes, fornecedores ou funcionários estivessem comprometidos. LL

 

Mark Schremmer, editor sênior, ingressou na Land Line em 2015. Jornalista premiado e ex-editor assistente de notícias do The Topeka Capital-Journal, ele traz novas ideias, sólidas habilidades de reportagem e mais de duas décadas de experiência em jornalismo para nossa equipe.

 

 

 


Fonte: Landline Media

 

 

A queda na demanda de passageiros no transporte público de todo o Brasil, devido a pandemia de Covid-19, acumulou, nos últimos 14 meses, prejuízo de R$ 14,24 bilhões ao setor, que atualmente tem a tarifa como única fonte de recurso financeiro. Os dados são da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), obtidos por meio de monitoramento do sistema. No período de 16 março 2020 a 30 de abril de 2021, destacam-se a interrupção da prestação dos serviços de 25 operadoras e um consórcio operacional, além de demissões de 76.757 trabalhadores.

Para driblar a crise, empresas de transporte coletivo, metroviários, sindicatos e outras entidades de todo o país se reuniram para pleitear iniciativas que garantam a reestruturação do sistema no Brasil.

Um dos pilares do projeto é ampliar a forma de subsidiar o transporte coletivo. A reestruturação prevê que governo federal, Estado e municípios arquem com parte dos custos do setor.

Além disso, a proposta ainda solicita que sejam direcionados para o sistema de transporte público recursos obtidos com as taxas de licenciamento de veículos individuais e sobre estacionamentos urbanos, além de pedágios urbanos.

O novo modelo consiste em reduzir o valor das tarifas e melhorar exponencialmente a qualidade do transporte público oferecido no país. “Enquanto a tarifa for o único financiador dos serviços de transporte público urbano no país, não vamos conseguir oferecer um transporte de qualidade”, afirmou o presidente-executivo da NTU, Otávio Cunha.

A previsão é que, em agosto deste ano, um texto com a proposta seja apresentado ao Congresso Nacional. A iniciativa conta com o apoio da Frente Nacional de Prefeitos e do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Mobilidade Urbana.

 

Regiões brasileiras que recebem subsídio

 

No Brasil, apenas seis cidades – entre elas cinco capitais – recebem algum subsídio para o transporte público por ônibus. A média do recurso recebido é de 14.9%, segundo pesquisa da NTU.

O maior subsídio é recebido na capital paulista – 38% dos gastos com transporte público por ônibus são arcados pelo governo. Na sequência, vêm Florianópolis (SC), com 21%; Vitória (ES), com 16%; Campinas (SP), com 10,8%; Recife (PE), com 3%; Maceió (AL), com 0,7%

 

Minas e BH

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros Metropolitano de Minas Gerais (Sintram-MG) e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (Setra-BH) são associados à NTU e colaboram com o projeto. “Se não há passageiros, não há receita o suficiente para cobrir as despesas operacionais – atualmente apenas folha de pagamento dos funcionários, óleo diesel e peças (manutenção), ou seja, somente o imprescindível para que o serviço continue sendo ofertado à população”, disse o presidente do Sintram, Rubens Lessa.

Ele destacou que o valor do diesel subiu 22,25% desde janeiro deste ano. “Os gastos com combustível correspondem a cerca de 25% dos custos operacionais das empresas”, comentou Lessa.

 

BH e Minas Gerais dão apoio à iniciativa

 

Em BH, o número de passageiros registrados caiu de 1.928.327 em março de 2019 para 1.109.653 em março de 2021 caiu – diminuição de 42,5%. Já a receita bruta do sistema no referido mês reduziu caiu 42.5%: de R$ 6.530.23,01 para R$ 3.764.797,72. Os dados são da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans).

A diminuição foi mais drástica no sistema do Move, que, no mesmo período, teve o número de passageiros registrados reduzido de 29.080.387 para 15.158.328 – queda de 47,9%. A receita bruta do sistema diminuiu de R$ 93.243.455,48 para R$ 48.737. 108,39 – perda de 47,7%. Os dados são da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans).

Na região metropolitana, as empresas amargam prejuízo de R$ 250 milhões, segundo o Sintram. A redução dos passageiros, que em abril do ano passado chegou a 80%, atualmente está em 60%.

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra) informou a que vai protocolar na Assembleia Legislativa do Estado um projeto de lei no qual se cria o fundo de mobilidade sustentável, que prevê a possibilidade de financiamento ao transporte coletivo por meio de melhorias da regulação contratual.

Questionada sobre a data prevista para a apresentação do projeto ao Legislativo do Estado, a Seinfra não respondeu até o fechamento desta edição.

 

Iniciativa pode ajudar, avalia especialista 

 

O transporte público passa por grave período de crise, e qualquer contribuição é válida, avalia Silvestre de Andrade, consultor em transporte e trânsito. “O subsídio não vai sanar o problema, mas, somado a outras iniciativas como desoneração tarifária, revisão de contratos e manutenção da frota sem a necessidade da troca constante, pode ajudar a passar por esse período delicado”, avaliou Andrade.

O especialista ressaltou que o serviço é público e considerado essencial pela Constituição: “Então você não pode deixar de prestar”.

 

 


Fonte: O Tempo

Quinze meses após o início da pandemia no Brasil, 71% dos estabelecimentos do segmento de “Alimentação Fora do Lar”, que incluem como bares e restaurantes, sofrem com o acúmulo de dívidas, conforme dados da Associação Nacional de Restaurantes (ANR).

Comerciantes relatam que, por causa do número reduzido de pessoas que consomem nos estabelecimentos, foi necessário implementar o sistema de entrega, o delivery. Mesmo assim, os lucros não aumentaram.

Esse é o caso da Quelma Bezerra, gerente de restaurante localizado na área central de Brasília. Ela relata que o movimento caiu muito e, para não fechar, foi necessário fazer empréstimos bancários.

Restrições

Para o presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Sampaio, o problema vai além da ausência de clientes. Também existem as restrições de funcionamento.

De acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, as atividades turísticas, que incluem o setor alimentício, já somam um prejuízo de mais de R$ 341 bilhões.


Fonte: Agencia Brasil

A empresa de publicidade “ebrand” foi contratada para a elaboração de vários vídeos, podcasts, edições de vídeos que são parte importante do curso em produção pelo SENAI/ES cuja principal colaboradora  é Regiani Giacomin, coordenada por Alexandre Morgan e que conta também com a colaboração do Bruno Sathler, João Manoel Bongiovani e Rodrigo Sala. O curso visa a uma maior capacitação dos Conselheiros Representantes da Indústria no SESI – Serviço Social da Indústria e no SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e os temas centrais do curso são Responsabilidades e Protagonismo.

Rosimeri (Rosi) Arpini Loureiro Matias é a nova colaboradora da EA ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO. Está muito motivada com o novo desafio profissional e tem recebido o apoio de todos os voluntários para conhecer e praticar as rotinas da escola. Seja muito bom-vinda Rosi !

01) Série FIEPE 2021, curso 2/10 – dia 10, com o tema do MD03 “Inovação no Associativismo”

02) Série FINDES 2021, curso 4/10 – dia 15, abordando o MD07 “Sustentabilidade Financeira é vital”;

Uma grande alegria para a escola: foram confirmadas as contratações de nossos cursos por estas importantes associações de empreendedores. O calendário ainda está em
discussão.

01) Série FIEPE 2021, curso 3/10 – dia 06, com o tema do MD04 “AUMENTANDO O NÚMERO DE ASSOCIADOS”

02) Série FINDES 2021, curso 5/10 – dia 13, abordando o tema do MD14 “REPRESENTATIVIDADE NAS ASSOCIAÇÕES: FUNDAMENTAL PARA TER INFLUÊNCIA”;

03) Série FIEPE 2021, curso 4/10 – dia 20, com o tema do MD05 “DESENVOLVENDO MERCADOS POR MEIO DAS ASSOCIAÇÕES”

 

 

ST. GEORGE —Buscando uma nova perspectiva para ajudar na criação de um plano de recuperação de desastres e resiliência focado na economia para a região, a Associação de Governos do Cinco Condados do Sul de Utah trouxe um jovem economista do Arizona para dirigir o desenvolvimento do plano.

Martinez, o novo planejador de desenvolvimento econômico da Associação de Governos do Condado de Cinco, compartilha seus planos de ajudar a área de cinco condados a continuar a se recuperar economicamente da pandemia da COVID-19 e se preparar para eventos semelhantes no futuro, St. George, Utah, 5 de maio de 2021 | Foto de Mori Kessler. St. George News

Associação de Governos, com sede em St. George e que cobre os condados de Washington, Iron, Beaver, Kane e Garfield, anunciaram a contratação de Nathanuel Martinez no mês passado como o novo planejador de desenvolvimento econômico da organização. Martinez, de 23 anos, liderará os esforços da organização na resposta à pandemia da COVID-19 desenvolvendo um Plano de Desenvolvimento Econômico de Recuperação de Desastres e Resiliência em toda a região.

Martinez foi contratado por meio de financiamento da CARES Act concedido à Five County Association no ano passado pelos EUA, Administração de Desenvolvimento Econômico. Ele é graduado pela Arizona State University, onde obteve um bacharelado em economia, e atualmente está buscando uma certificação em desenvolvimento econômico pela Utah Valley University.

Ele disse ao St. George News ele “veio aqui para planejar, preparar e fazer parceria – essa é a missão do Five County – com várias organizações diferentes da região para promover a recuperação e resiliência de desastres”.

O plano destina-se não apenas a ajudar a região a continuar a se recuperar economicamente da recessão causada pela pandemia, mas também ajudar a enfrentar quaisquer eventos semelhantes que possam ocorrer no futuro.

Embora partes de Utah tenham passado pela pandemia melhor do que outras áreas do país, Martinez disse que algumas partes da economia regional que são mais pesadas em relação ao turismo e recreação ao ar livre foram, no entanto, impactadas mais do que outras.

 

 

 

Fora do escritório da Five County Association of Government em St. George, Utah, 5 de maio de 2021 | Foto de Mori Kessler, St. George News

Por causa disso, parte do plano de Martinez é ajudar a diversificar mais a economia regional, o que, segundo ele, significa adicionar novos empregos em muitos setores diferentes de emprego.

Embora nem seu trabalho – nem o da Associação de Governos do Condado dos Cinco – seja voltado para o recrutamento ativo e retenção de empresas para a área, Martinez disse que eles estão lá para conectar as pessoas com as partes certas se abordados sobre o assunto.

“É mais um papel colaborativo – uma capacidade de pesquisa e ligação,” disse ele.

Bryan Thiriot, diretor executivo da Five County Association of Governments, disse a St. George News, que ele deu a Martinez uma diretiva para determinar como a região dos cinco condados pode sobreviver economicamente, mesmo que o resto do país “caia”.

“Como nossa região ainda sobrevive e continua?” ele disse. “Essa é a diretriz que eu estabeleci para ele cumprir.”

 

Imagem de banco de imagens | St. George News

 

Martinez disse que uma parte do desenvolvimento disso, um plano de recuperação e resiliência em geral, é uma análise “SWOT”, que significa Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças – neste caso relacionado à economia regional.

Como parte da análise até agora, Martinez se reuniu com vários grupos e encontrou três temas principais nos quais planeja se concentrar: um desejo de diversidade econômica, desenvolvimento da força de trabalho e moradia alcançável.

Esses problemas são comuns entre os municípios e câmaras de comércio com os quais ele se reuniu, disse ele, bem como Paiute de Utah.

“De todas essas vozes diferentes, esses são os temas comuns,” disse Martinez. “É multifacetado. Há muita coisa acontecendo lá. Será nosso trabalho no próximo ano ou mais decodificar isso e selecionar algumas práticas recomendadas.”

O plano de desenvolvimento econômico de recuperação de desastres e resiliência está em estágio preliminar e não está programado para ser lançado até junho de 2022, de acordo com o site da Five County Association

Esta foto de arquivo mostra St. George é visto da formação Dixie Rock/Sugarloaf no Pioneer Park, St. George, Utah, julho de 2016 | Foto de Mori Kessler, St. George News

 

Embora Martinez possa ser mais jovem em comparação com alguns de seus colegas dentro da associação, ele disse que sua juventude – e o fato de não ser de Utah – lhe deu uma “perspectiva diferente”.

“Eu não sou um informante aqui.”

Thiriot confirmou que esses atributos contribuíram para a contratação de Martinez.

“Ter uma perspectiva diferente e contar e identificar quais são nossas fraquezas com a região e quais são nossas oportunidades,” disse Thiriot. “Ele traz um novo conjunto de olhos para a região.”

A Associação de Governos do Condado de Cinco Condados foi formada em 1972 com o objetivo de coordenar melhor a gestão de vários programas e o planejamento de longo prazo entre os condados de Beaver, Garfield, Iron, Kane e Washington. Também ajuda a coordenar o planejamento e os programas entre os condados e várias agências federais, conforme necessário.

De acordo com o site da associação, o grupo é uma “peça-chave para ajudar funcionários eleitos localmente a lidar com os desafios regionais”, incluindo desenvolvimento comunitário e econômico, planejamento de transporte, financiamento de pequenas empresas, programas de envelhecimento, planejamento de serviços humanos e treinamento profissional.

 

 

Uma comitiva catarinense, representando os hospitais públicos do Estado, está em agenda na capital federal. Por causa da pandemia da Covid-19, as instituições estão sofrendo com o rombo nas finanças ocasionado pelos milhares de atendimentos gerados pelo vírus.

Em virtude desta situação, é que representantes da Associação dos Hospitais do Estado de Santa Catarina (AHESC), e da Federação das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas do Estado de Santa Catarina (FEHOSC), junto a outras federações de diversos estados brasileiros, solicitaram uma audiência com o presidente Jair Bolsonaro, e com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para pedir socorro

Bolsonaro, confirmou que repassará as instituições, R$ 2 bi, o que deve aliviar as finanças das entidades. “O presidente nos garantiu, que através de uma medida provisória, vai liberar dois bilhões de reais as Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de todo o país, e, Santa Catarina, lógico, será contemplada. Isso nos deixa felizes”, comemorou Neuza Lúcio Luiz, representante da AHESC.

A convite de membros do hospital São José de Criciúma, os vereadores Obadias Benones (Avante) e Júlio Kaminski (PSL), participaram do evento e se demonstraram satisfeitos com a sinalização do chefe do Executivo Nacional. “A pandemia devastou as finanças dos hospitais públicos de todo o país. Em Santa Catarina a situação não é diferente. A garantia da liberação deste volumoso recurso por parte do presidente Jair Bolsonaro, de fato nos traz um alívio”, disse Benones.

Nesta quarta-feira, dia 26, a agenda da comitiva catarinense continua. Os parlamentares criciumenses, programaram uma série de encontros com deputados do Estado para tratar do assunto. “Agora queremos que os deputados entendam o clamor da saúde pública, e que através de emendas, ajudem nossas instituições”, finalizou Kaminski.

 


Fonte: Engeplus

 

A partir de doações, entidade patrocina eventos online de associados com cerca de R$ 3 mil; seis empresas já receberam o apoio

Um dos setores mais prejudicados pela pandemia, o segmento de eventos está praticamente parado há cerca de 15 meses. Para amenizar o impacto, a Associação Brasileira de Empresas de Eventos no Ceará (Abeoc-CE) criou o Fundo “Abeoc Vai dar Certo”, iniciativa que viabiliza patrocínios para eventos corporativos virtuais para associados.

Criado em meados de março, o fundo já beneficiou seis eventos com uma média de R$ 3 mil cada. Ao todo, há caixa para atingir 13 empresas entre maio e julho, conforme detalha a presidente da Abeoc-CE, Enid Câmara.

“O fundo foi criado com o intuito de ajudar os associados a minorar o sofrimento. Com exceção da minha empresa e da do vice-presidente, todos os outros associados que têm eventos corporativos online podem participar da seleção. Pode ser uma live ou evento maior, a gente quer mesmo é ajudar”, afirma.

 

INSCRIÇÕES

Ela explica que os recursos são liberados após seleção através de edital. Nesta segunda-feira (24), mais uma rodada de inscrições foi aberta para eventos que irão acontecer em junho e julho.

Os únicos critérios para participação das empresas são:

– Estarem associados à Abeoc-CE

– Estarem organizando eventos corporativos online, como seminários e workshops

– Divulgar a marca dos doadores em todas as peças de divulgação dos eventos financiados, inclusive no painel de fundo de palco

– Citar a marca do patrocinador em vinhetas durante o evento

– Mencionar os doadores em agradecimento no roteiro de apresentação do evento

As empresas podem ainda pleitear apoio em um evento por mês. Até o momento, todos os inscritos foram contemplados com os recursos, e uma nova rodada de beneficiados deve ser divulgada nesta sexta-feira (28).

A Abeoc-CE conta com a consultoria do especialista em políticas públicas Josbertini Clementino na elaboração dos editais e seleção dos participantes, bem como captação dos recursos.

 

DOAÇÕES

Enid explica que o fundo é formado por recursos provenientes da doação de empresas locais e cearenses. “Queria chamar atenção dos empresários que têm sensibilidade com o setor para apoiar o nosso fundo, a exemplo da Marquise e da Qair, para ajudar a salvar empresas e empregos”, apela a presidente da Abeoc-CE.

As contribuições podem ser feitas tanto por pessoas físicas quanto jurídicas, de forma anônima ou não, e em qualquer valor.

“Nossa intenção é apoiar com um valor até maior, mas vamos depender das doações. Até agora, temos em caixa reservas para os eventos até julho”, afirma Câmara. Caso tenha recursos suficientes, o fundo deverá seguir até dezembro.

As doações podem ser feitas através de transferência bancária para a conta da Abeoc-CE:

  • Razão social: Associação Brasileira de Empresas de Eventos – ABEOC Secção Ceará
  • CNPJ: 02.182.071/0001-88
  • Banco: Bradesco
  • Agência: 0682-3
  • Conta corrente: 62469-1
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Fonte: Diário do Nordeste

01) Série FINDES 2021, curso 3/10 – dia 11, tema MD09 “Comunicar é preciso”;

02) Série FIEPE 2021, curso 1/10, tema MD02 “A importância da renovação”;

Aconteceu no último dia 19 de maio, na sede da pujante associação ASES ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DA SERRA, parceira da EA, depois de vários adiamentos devido a decisões governamentais. São colaboradores de conteúdo deste novo curso Aristóteles Passos Costa Neto, Domingos Antonio Morelo e Sergio Rogerio de Castro. Mais um curso, com conteúdo exclusivo de alto valor, compondo o portfólio de cursos da escola.

01) Série FIEPE 2021, curso 2/10 – dia 10, com o tema do MD03 “Inovação no Associativismo”

02) Série FINDES 2021, curso 4/10 – dia 15, abordando o MD07 “Sustentabilidade Financeira é vital”;

Qualquer mudança na política fiscal de ganhos de capital que elimine ou reduza a base intensificada pode resultar em uma enorme carga tributária no setor agrícola, de acordo com uma nova análise da American Soybean Association e da American Farm Bureau Federation.

Para minimizar o impacto dos impostos onerosos sobre ganhos de capital, agricultores e fazendeiros usam uma base intensificada, que fornece uma redefinição para a base de valor do ativo durante as transferências intergeracionais. A magnitude da carga tributária que seria sentida se a base fosse retirada ou reduzida provavelmente excederia significativamente a renda anual gerada pelos ativos, algo que tem a soja e outros agricultores americanos envolvidos.

Kevin Scott, agricultor de soja de Valley Springs, Dakota do Sul, e presidente da ASA, disse: “O que as pessoas podem não perceber é que pode levar anos de retornos para igualar o valor do imposto se a base intensificada for reduzida ou, pior, eliminada. Se herdarmos terras agrícolas sem o passo a nivelar as condições de jogo para o pagamento de ganhos de capital, há um custo significativo para vender a terra, o que descarta o mercado não apenas para os agricultores, mas para todos. ”

“O valor das fazendas está amarrado em terra e equipamentos, e muitos agricultores trabalhadores lutam apenas para sobreviver”, disse o presidente da AFBF, Zippy Duvall. “A eliminação de uma base intensificada tornaria a passagem da fazenda familiar para a próxima geração muito mais difícil quando os impostos sobre ganhos de capital excederiam o lucro líquido de uma fazenda em muitos casos e exigiriam anos para serem pagos. Instamos os legisladores a deixar a base intensificada intacta para garantir que os agricultores possam continuar alimentando as famílias da América.”

Scott Gerlt, economista da ASA, e John Newton, economista-chefe do Farm Bureau, explicam em um artigo conjunto divulgado em 7 de abril que herdeiros que enfrentam impostos mais altos incorreriam em custos íngremes depois de trazer a terra para o mercado, aumentando assim os custos para todos os outros no mercado. E, se um patrimônio for repassado com dívida, pode não ser possível para a família cumprir a obrigação fiscal. Gerlt e Newton, em sua análise, oferecem perspectiva em todos os EUA e dão exemplos reais dos danos que as mudanças na base intensificadas podem causar. Conclusão: Eliminar a intensificação da base para gerar mais renda federal arrisca a subsistência das fazendas familiares da América e a sustentabilidade econômica dessas operações familiares no futuro.

 


Fonte: American Soybean Association

 

 

O I Seminário Cidades Mais Saudáveis, programado para os dias 27, 28 e 29 de abril, está com inscrições abertas aqui. O evento, com transmissão das 19 às 20h30, é parte do Programa Jaraguá Mais Saudável, que promove a mudança de comportamento da população baseada em três pilares: comer, mover e pertencer. O programa busca parcerias e cria oportunidades que estimulem a adoção de hábitos saudáveis, qualidade de vida e longevidade da comunidade.

O seminário integra o plano de ações e planejamento dos grupos de trabalho para este ano. Atuam no Programa Jaraguá Mais Saudável, de forma voluntária, representantes de vários segmentos da sociedade civil e de órgãos públicos. Outras ações, estudos e parcerias foram realizadas, impactando na qualidade de vida da sociedade jaraguaense. Há avanços de impacto social e econômico previstos para os próximos anos.

Entre os participantes do Seminário constam, na noite de abertura, Emílio Moriguchi, especialista em saúde e geriatria; Waldemar de Carli, médico cardiologista e prefeito de Veranópolis; e Emanuela Wolf, chefe de Gabinete da Prefeitura de Jaraguá do Sul, tendo como mediador Giuliano Donini. As temáticas serão Desenvolvimento e Responsabilidade Socioambiental, Inovações para a Saúde e Educar para uma Vida mais Saudável.

A segunda noite de seminário terá o seguinte tema: Longevidade do Trabalho, com apresentação sobre os benefícios e ameaças das condições de trabalho, cases para a promoção da saúde e bem-estar, além de educar para uma vida mais saudável. O mediador, Jefferson Galdino, recebe Hilton José da Silva Faria, diretor de Recursos Humanos e Sustentabilidade da Weg; Giuliano Donini, da Marisol, e Maria Carolina de Castro Leal, psicóloga e consultora do Sesi (PR).

a última noite, com a temática: Qualidade de Vida um Processo Multifatorial, haverá abordagem sobre medicina preventiva, implementação de rotinas saudáveis e viver mais e melhor. Charles Zimmermann recebe Bárbara Bretzke Araúo, psicóloga e coach em Saúde e Qualidade de Vida; Guilherme Augusto Murta, coordenador médico da Clinipam; e Willian Bretzke, teólogo e pastor da Comunidade Apóstolo Pedro.

 


Fonte: Diário da Jaraguá

 

Também o terceiro curso a ser oferecido aos dirigentes, associados e executivos dos sindicatos filiados à FINDES teve que ser adiado. Tratará do importante tema do MD (módulo didático) 09. Um curso, como os demais do nosso portfólio, de conteúdo exclusivo, de grande valor para o fortalecimento das associações. O Vice-Presidente Manoel Pimenta e o Gerente do CAS Centro de Apoio aos Sindicatos, André Cribari têm se empenhado para que a oportunidade seja aproveitada pelo maior número de associativistas.

 

Adiado por várias decisões governamentais de restrição às atividades com público, especialmente “lockdowns”, está agendado agora, em formato totalmente virtual, na sede da pujante associação ASES ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DA SERRA, parceira da EA. São colaboradores de conteúdo deste novo curso Aristóteles Passos Costa Neto, Domingos Antônio Morelo e Sergio Rogerio de Castro.

O presidente do Conselho de Gestão, Sergio Rogério de Castro participou de atividades do curso de formação dos associados priferindo uma palestra sobre os objetivos da EA ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO. Sua mensagem foi muito clara: os jovens associativistas são um um dos principais públicos-alvo do trabalho de fortalecimento das associações realizadao pela EA.

O terceiro curso a ser oferecido aos dirigentes, associados e executivos dos sindicatos filiados à FINDES será o do MD(módulo didático)09. Um curso, como os demais do nosso portfólio, de conteúdo exclusivo, de grande valor para o fortalecimento das associações. O Vice-Presidente Manoel Pimenta te o Gerente do CAS Centro de Apoi aos Sindicatos têm se empenhado para que a oportunidade seja aproveitada pelo maior número de associativistas.

O Conselho de Gestão decidiu que o lançamento será híbrido, na sede da pujante associação ASES ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DA SERRA, a mais nova parceira da EA. O evento será hibrido, como os últimos e são colaboradores de conteúdo deste novo curso Aristóteles Passos Costa Neto, Domingos Morelo e Sergio Rogerio de Castro.

Importantes matérias foram discutidas e aprovadas: 01) novo MD16, módulo didático/curso, com o tema “ELEIÇÕES NAS ASSOCIAÇÕES”; 02) lançamento do novo módulo didático/curso na ASES ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DA SERRA; 03) Relatório de Atividades 2020, com o registro do que foi realizado e das demonstrações financeiras do ano; 04) definidos os temas dos 4(quatro) novos cursos a serem produzidos, fechando a Série 2; 05) Revisão do Planejamento Estratégico para o período 2020/2023;

É com grande satisfação que fazemos este anúncio. Depois da FINDES, a FIEPE também contrata a EA ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO para realizar uma trilha de 10 diferentes cursos ao longo deste ano. Agradecemos ao Presidente Ricardo Essinger e ao IEL/PE e nos empenharemos para que haja uma total satisfação dos alunos com os cursos de conteúdo exclusivo da EA que lhes ofereceremos.

 

As fábricas tiveram que repensar a produção, o calendário de lançamentos não é mais o mesmo, as estratégias de venda mudaram. O mercado virou de cabeça para baixo desde o início da pandemia, o que obrigou o Instituto Amem (Associação Mineira de Empresas de Moda) a rever seus planos. Na última semana, foi lançado o movimento Amem, que organiza ações mensais para movimentar o showroom das marcas, impulsionar vendas e reforçar a qualidade do produto mineiro.

O movimento Amem chega para substituir o projeto Lançamento Unificado, lançado há quatro anos, que concentrava a movimentação nos showrooms em uma única semana por temporada, com o objetivo de atrair mais compradores e potencializar as vendas. Com a pandemia, as marcas tiveram que repensar a lógica de produção e lançamento e as datas passaram a não coincidir mais.

A mudança parte da constatação de que seria impossível, ainda mais neste cenário de incertezas, chegar a um calendário comum. Cada marca precisou se adaptar de um jeito diferente ao momento. Tornou-se, então, urgente pensar em uma solução mais plural, que pudesse atender a todos os segmentos do mercado: varejo (loja física/e-commerce) e atacado (pronta-entrega/pedido).

As ações visam garantir um fluxo contínuo de vendas ao longo do ano. “Não queremos impor calendário. O movimento oferece uma oportunidade a mais para dar visibilidade às marcas e promover vendas. Independentemente da data de lançamento, as ações vão ajudar”, pontua a presidente do Instituto Amem, Alice Corrêa, coordenadora de marketing e vendas da marca Marcia Morais.

A fundadora da marca Alles, Ana Cláudia Eistrup, com a influenciadora Kika Macedo (foto: Instituto AMEM/Divulgação)

 

A iniciativa prevê ações mensais, que vão se somar às estratégias das marcas. Nada é planejado com antecedência, trabalha-se com agilidade para entender o que está acontecendo naquele momento e captar as necessidades dos associados. Adaptação é mesmo a palavra da vez, tanto que a logomarca do movimento é inspirada nas curvas de Oscar Niemeyer – a fluidez da arquitetura representa a fluidez que permeia as ideias e decisões da Amem.

A primeira ação, realizada na semana passada, recebeu o nome de Provador Fashion. A Amem reuniu um time de 10 influenciadoras, com perfis diferentes, para divulgar as coleções de 51 marcas participantes. Essas mulheres tiveram uma hora em cada showroom (escolhidos por sorteio) para vestir de cinco a seis looks e criar conteúdos para as redes sociais. O objetivo final era aumentar as vendas.

Nesta mesma semana, o instituto promoveu uma sequência de lives com especialistas sobre temas relacionados à moda, como marketing digital, visual merchandising, upcycling e atendimento ao cliente.

Tudo indica que a ação do mês que vem será a primeira edição do Restaurante Fashion Week, projeto em parceria com a Frente da Gastronomia Mineira. A ideia é que estilistas e chefs criem juntos um prato para servir ao público durante uma semana.

A força de Minas

O movimento Amem também quer mostrar para o Brasil e para o mundo a força e a identidade da moda mineira. “Não somos fast fashion. A nossa lógica de lançamento é constante, mas a nossa roupa não é descartável. Fazemos um produto atemporal e de qualidade”, analisa a especialista em moda e inovação Wanêssa Cabidelli, que já foi presidente do instituto e hoje trabalha na reestruturação estratégica.

 

Kika Macedo com sandália da Sagra Magnani (foto: Luana Alves/Divulgação)

 

Wanessa defende que é preciso reposicionar a moda mineira no imaginário do brasileiro. Voltar a provocar desejo no consumidor. Falar mais sobre o valor do produto, e não tentar vencer a disputa de mercado por preço. “Trazemos uma herança do Grupo Mineiro de Moda e temos que nos posicionar no mercado com um produto-conceito, que é diferenciado”, completa.

Algumas ações do movimento são pensadas para ajudar neste reposicionamento, como a Casa Amem, projeto itinerante que vai levar o conceito de Minas para outros estados, envolvendo moda, design, gastronomia, arte e beleza. “Queremos gerar experiências em outras cidades com marcas mineiras.

Será mais uma oportunidade para trabalhar branding e fazer negócios”, explica Wanessa. A casa poderá ser ocupada com showroom, exposição, desfile, workshop ou o que mais for necessário.

Também está no radar dos organizadores promover um desfile virtual para mostrar o lado mais conceitual da moda feita em Minas. O plano é usar o Inhotim como cenário da primeira edição, ainda sem data. A inspiração vem da apresentação da Saint Laurent nas dunas de um deserto. Todos os profissionais envolvidos serão mineiros, incluindo o stylist Zeca Perdigão, confirmado na direção. Outra ação prevista é o lançamento da revista AMagazine, que será distribuída pelas marcas aos lojistas.

Razzo Jeans(foto: Luana Alves/Divulgação)

 

Para unir forças, a Amem tenta romper a fronteira do Prado, convidando marcas de outros bairros e cidades. Não só de moda feminina, mas masculina, infantil, calçados e acessórios. Hoje, são 87 associados e o número tende a aumentar. “O nosso objetivo é fazer de Minas um corredor de passagem da moda. O comprador vem aqui e resolve tudo, nem precisa ir para São Paulo”, diz Wanessa.

União do setor

A fundadora da marca Alles, Ana Cláudia Eistrup, reforça a importância de união do setor neste momento. “Não dá para caminhar sozinho na crise, não acredito nisso. Unindo forças e compartilhando informações, conseguimos muito mais”, opina. Na visão dela, o mundo nunca precisou tanto de generosidade e os empresários precisam se enxergar mais como parceiros do que concorrentes.

Bastidores do Provador Fashion na D’Laport(foto: Instituto AMEM/Divulgação)

 

A Alles participou do Provador Fashion e já viu resultados. Conseguiu abrir mercado em outras cidades depois que Elís Miele, a Miss Brasil Mundo 2019, apareceu com roupas da última coleção, que refletem os desejos do momento. Além de versatilidade e atemporalidade, que fazem parte da essência da marca, é preciso investir no conforto e na praticidade. “Antes, fazia muita peça longa, agora venho com o over mídi, comprimento prático, porque você não precisa ir à costureira para mexer na barra.”

Desde o início da pandemia, Ana passou a viver um dia de cada vez. Já mudou de estratégia várias vezes e está aberta a mudar de novo. Deixou de vender só por atacado na loja física para também atender varejo no e-commerce. “Nunca precisamos de nos adaptar e mudar tão rápido. A moda entrou em uma nova era. Então, temos que virar a chave, entender que aquela estratégia que usamos há anos não vai funcionar mais”, comenta a empresária, que está sempre atenta ao comportamento dos clientes.

 


Fonte: Estado de Minas

 

 

A Associação Comercial do Paraná (ACP) encaminhou cartas ao Governo do Estado, representado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, pedindo que sejam adotadas medidas para ajudar a salvar os empresários paranaenses.

A associação sugere que o Governo amplie linhas de financiamento, especialmente para os pequenos negócios; inclua mais empreendimentos na lista dos que podem atuar com delivery; crie um auxílio emergencial, entre outras ações.

Confira o texto divulgado pela ACP, na íntegra:

Curitiba, 19 de Março de 2021.

Gabinete da Presidência

 

Excelentíssimo Senhor

Governador do Estado do Paraná

Carlos Roberto Massa Junior “

“Ratinho Junior”

A Associação Comercial do Paraná – ACP, no interesse do progresso econômico e social, buscando sempre a cooperação com o Governo do Estado, concomitante com a preocupação na preservação da vida e enfrentamento a pandemia da covid – 19, vem através da presente manifestar-se em relação ao Decreto 7.145/2021, bem como solicitar a Vossa Excelência novas medidas de auxílio às empresas afetadas pelas atuais paralisações.

Inicialmente, reforçamos que temos conhecimento do objetivo dos decretos, qual seja, diminuir a circulação de pessoas e por consequência do contágio da Covid-19, medida esta que não se questiona neste momento de agravamento da pandemia.

Por outro lado, verificamos que tais medidas tratam desigualmente setores iguais, eis que o comércio em geral foi proibido de fazer a modalidade de delivery, algo que não gera a circulação de pessoas, como ocorre com todas as empresas que realizam vendas no mundo virtual, que em sua maioria são grandes “players” do comércio, mas que continuam com suas atividades em vigor e em pleno funcionamento em detrimento do pequeno e médio comerciante.

Assim, ciente da sensibilidade de Vossa Excelência, solicitamos a alteração e inclusão da possibilidade da modalidade de delivery e venda online para todos os comerciantes em geral.

No mais, diante do quadro incerto que a pandemia trouxe, solicitamos medidas econômicas e tributárias efetivas às empresas afetadas pelas paralisações, como:

1 – Determinação que todos os ônibus de transporte público da Capital e Região Metropolitana de Curitiba circule apenas com o transporte de passageiros sentados, evitando assim a aproximação e contágio pelo Covid-19;

2 – A exemplo do Governo Federal, criar um “auxilio emergencial” para salvar as atividades economicamente paralisadas;

3- A suspensão das execuções tributárias por 90 dias em relação aos setores afetados pelo decreto;

Renovamos a Vossa Excelência nossos protestos de consideração e apreço, colocando nossa Instituição a disposição para o combate ao Covid-19.

Camilo Turmina – Presidente da ACP

 


Fonte: BEMDITO

 

La Asociación de Panaderías y Pastelerías de la provincia de Ciudad Real (Afexppan) pone en valor todos los dulces artesanos y tradicionales de nuestra provincia para esta Semana Santa. Una festividad religiosa donde no pueden faltar los pestiños, enaceitados, pastafloras, nuégados, torrijas, barquillos, rosquillos, flores, huevos moles, arroz con duz y castañas, tortillas de rodilla, gachuelas o masilla, resequillas, entre muchos otros, que elaboran con cariño y mucha dedicación todos nuestros pasteleros y panaderos.

Un trabajo de elaboración laborioso que llevan a cabo sus socios y socias día a día durante décadas para brindar a la sociedad de estos auténticos y deliciosos manjares. Dulces artesanos, con ingredientes de temporada y, sobre todo, naturales, puesto que no son envasados. El presidente de Afexppan, Rafael Lorca, reivindica que “estos productos tenemos que comprarlos en las panaderías y pastelerías de nuestros pueblos que trabajan con mucho amor y con ingredientes naturales, que hace que sean dulces únicos”.

FOTOGRAFIA: GCS   Ponto Final Macau China

 

Num discurso a propósito da celebração do 37.º aniversário da União Geral das Associações dos Moradores de Macau, o Chefe do Executivo deixou elogios aos trabalhadores e voluntários dos serviços comunitários e, em particular, à associação aniversariante.

Ho Iat Seng começou por assinalar que a associação “tem vindo a manter a união entre os moradores dos bairros e a colaborar empenhadamente com o Governo da RAEM na implementação das acções de prevenção epidémica, especialmente na prestação de diversos serviços comunitários, com repercussões benéficas na sociedade, o que lhe tem granjeado o reconhecimento e elogio da sociedade”.

“Aproveito, ainda, esta ocasião para expressar também os mais sinceros agradecimentos a todos os trabalhadores e voluntários dos serviços comunitários que, nos seus postos de trabalho, combatem com todo o seu empenho a pandemia, ao serviço da sociedade”, frisou o Chefe do Executivo.

O líder do Governo reiterou que será impulsionado o desenvolvimento diversificado da economia, será promovida a construção da zona de cooperação entre Guangdong e Macau em Hengqin, e Macau vai participar no desenvolvimento de alta qualidade da Grande Baía. “Paralelamente, iremos executar efectivamente as acções regulares de prevenção da pandemia, criando condições favoráveis para o regresso gradual da sociedade e da economia à normalidade”, acrescentou.

Ho Iat Seng sublinhou que a União Geral das Associações dos Moradores de Macau tem “estado ao serviço da população, de forma pragmática e em prol do seu bem-estar, desempenhando um papel fundamental na gestão e prestação de serviços à camada social de base” e “contribuído incansavelmente para a formação de quadros qualificados, orientados pelo amor pela Pátria e por Macau, e para a sua participação nos assuntos políticos a nível local e nacional”.

“Estamos convictos que a União Geral continuará, com um espírito inovador e empreendedor, ao serviço da comunidade, e, atenta ao bem-estar da população, irá proporcionar serviços mais específicos e diferenciados, dando novos contributos para a prosperidade e estabilidade de Macau”, concluiu.

A.V.


Fonte: Ponto Final

 

6 de março de 2020 marca o início do mandato da Direção da Associação Empresarial de Penafiel (AEP) para o triénio 2020-2022, 4 dias após a deteção do primeiro caso COVID-19 em Portugal.

Longe estaríamos de imaginar a alteração do paradigma associativo que nos teríamos de adaptar.

12 de março de 2020 tomaríamos a decisão de encerramento das nossas atividades de formação profissional e atendimento ao público de forma independente e sem autorizações de órgãos superiores.

19 de março de 2020 é decretado o confinamento geral.

Este mandato é marcado por este acontecimento que veio alterar a nossa normalidade.

Numa fase em que o associativismo tem vindo a perder importância e influência foi para nós um enorme desafio liderar esta instituição centenária numa das fases de maior crise.

O desafio é enorme pois, hoje, o associativismo empresarial é vivido do carolismo (dedicação extremada e altruísta a uma obra, causa, ideia) dos seus dirigentes. Na fase em que também as nossas empresas precisaram de nós, estivemos a lutar e a pensar nos outros.

O associativismo empresarial tem desempenhado papéis diferentes ao longo dos tempos, passando as associações de instituições limitadas a serviços de apoio administrativo/técnico e de cobrança de quotas aos associados, para instituições de maior complexidade e de maior representatividade dos seus associados.

Foi este o caminho que a Associação soube traçar nos últimos anos, de forma a alcançar o grau de confiança e reconhecimento público que tem.

Somos uma das maiores associações a nível regional, contando com uma equipa de 20 colaboradores distribuídos por cinco departamentos especializados. Contamos ainda com cerca de meia centena de outros subcontratados no desenvolvimento dos mais diversos projetos. Sem o envolvimento e dedicação de cada um destes colaboradores nunca seria possível atingir os objetivos a que nos propusemos.

Mantendo o orgulho do reconhecimento e credibilidade da (AEP), o futuro será encarado como um estímulo no sentido de manter a dinâmica alcançada e de superar os desafios futuros.

Tal como referi anteriormente, a razão principal da associação são os seus associados. E deles temos a certeza que reconhecem e contam com o nosso profissionalismo, dedicação, dinamismo e empenho desta Direção que liderei no último ano.

Ao nível da representatividade dos nossos associados durante o último ano foram direcionadas Cartas Abertas ao Governo e Município de Penafiel na exposição e relato dos momentos que todos atravessaram.

Durante este ano pandémico promovemos webinars, sessões de esclarecimento e diversas reuniões presenciais e online por forma a esclarecer e apoiar os nossos associados na melhor tomada de decisão nos seus negócios.

Num ano que cancelámos todos os nossos eventos fomos audazes ao ponto de conseguirmos criar de um novo evento – “Petiscando” – que muito dinamizou e promoveu a gastronomia e os estabelecimentos da restauração e similares do concelho junto da população. Este evento veio para ficar e reveste para nós um orgulho imenso em ajudar um setor fortemente afetado por esta pandemia.

Também por termos verificado junto deste sector a dificuldade em conciliar confeção e distribuição em regime de entrega ao domicílio, desfiámos a Uber eats a abrir a sua operação no nosso concelho, para que os empresários se focassem na sua atividade de confeção das refeições, permitindo-lhes manter alguma receita do seu negócio.

Nas atividades de Natal limitámos a nossa atuação à campanha de vouchers e promoção do comércio de proximidade.

Na questão da economia de proximidade verificámos o ressurgimento de uma economia local com necessidade de desenvolver cadeias de abastecimento mais próximas. A pandemia provocou uma grande alteração nas rotas de comércio internacional e a consequência passou por uma aposta mais concertada nas redes de abastecimento local e na produção dentro de portas para facilitar o consumo.

O comércio eletrónico de proximidade foi uma das consequências da pandemia.

Um dos grandes desafios para este mandato será o de demonstrar aos empresários do concelho que uma aposta na economia local fará dinamizar outras atividades. Se o rendimento gerado circular dentro da economia local promoveremos um maior poder de compra, qualidade de vida e surgimento de novas oportunidades de negócio.

Por outro lado, ao desenvolvermos a economia local estamos a promover o uso do território, evitando o abandono.


Fonte: IMEDIATO

 

 

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté completa nesse dia 04 de março, mais um ano desde sua fundação, somando 122 anos de história na cidade. A ACIT é terceira Associação Comercial mais antiga do Estado de São Paulo e a mais antiga do Vale do Paraíba.

Desde sua fundação, trabalha com foco no desenvolvimento do comércio, da prestação de serviços, com objetivo de preparar empresários e seus colaboradores para que ofereçam um serviço de excelência e sejam referência em toda a região. A história da entidade está totalmente ligada ao desenvolvimento de Taubaté, e representa uma figura importante nos diversos períodos econômicos vivenciados pela cidade e também pelo país. No associativismo e no empreendedorismo, o papel da ACIT é ser um agente de desenvolvimento social, sempre em defesa da classe empresarial.

Relatos históricos contam que o empresário Felix Guisard liderou um grupo de comerciantes para enfrentar as dificuldades apresentadas diante do cenário instalado com a crise do café, em 1899 e, desde então, a ACIT consolidou-se como uma das mais atuantes associações de lojistas de todo o interior do estado.

A entidade já teve a sigla A.C.T antes de se tornar ACIT, como conhecemos atualmente. Segundo jornais da época, as reuniões para a criação da instituição ocorreram no “sobrado do Sr. Barnabé Ferreira de Abreu e Costa, no Largo da matriz”, local que, inclusive, foi sua primeira sede.

A primeira diretoria foi composta pelo Presidente Felix Guisard (que dirigiu a entidade até 1904), o Vice-Presidente Antônio Gomes de Souza Penna, o Primeiro Secretário Joaquim Gonçalves Freitas, o Segundo Secretário Brás Curiu e o Tesoureiro Crispim José de Carvalho.

No início do século XX, eram oferecidos cursos noturnos, voltados para empresários, dependentes e seus funcionários, que abrangiam temas como escrituração mercantil, direito comercial e geografia comercial, assuntos relevantes naquele momento. Entretanto, segundo pesquisas feitas pela ACIT, houve também um período de pouca atividade, principalmente a partir da década de 10, ressurgindo com mais força em 1934, quando seu estatuto foi reformulado e o empresário Francisco de Barros tomou posse como presidente, cargo que manteve até 1939.

Em 1993 a ACIT inaugurou o “SPC” automatizado, com sistema de telecheque, um serviço revolucionário naquela época.

A Associação também teve participação direta nas obras de estrutura do centro da cidade como, por exemplo, na construção do calçadão na Rua Carneiro de Souza em 1986, num trabalho em conjunto com a Prefeitura que remodelou o centro urbano, facilitando o acesso aos estabelecimentos comerciais.

Além da oferta de cursos para capacitação, a instituição tem em seu currículo a realização de grandes eventos, como a FEITAU (Feira do Comercio, Indústria e Serviços de Taubaté), realizada nas dependências do Comando de Aviação do Exército (Cavex), bailes comemorativos do comércio, que homenageava grandes empresários da cidade, eventos de natal, grandes encontros empresariais de desenvolvimento e networking, palestras com profissionais renomados, parcerias com outras importantes entidades, grandes promoções junto aos associados para beneficiar os clientes, todas as ações sempre voltadas para o desenvolvimento econômico da cidade.

A ACIT vem deixando seu legado a cada dia, sempre acompanhando as páginas da história de Taubaté. A associação procura estar sempre à frente, inovando e se atualizando num mundo cada vez mais tecnológico e com informações que correm à velocidade da luz. Aliado à isso, busca manter parceria e um bom relacionamento com os poderes executivo, legislativo e judiciário para buscar melhorias e ações que possam beneficiar o comércio local.

O grande desafio é oferecer ao associado excelência na prestação dos serviços que estimulam a criatividade em qualquer momento econômico e político. É função da ACIT mostrar ao empresário as mais variadas possibilidades para manter seu negócio vivo e rentável, com soluções práticas e viáveis.

 

Confira abaixo depoimentos de quem esteve à frente da ACIT nos últimos anos:

“A ACIT, quando assumi, estava pré falimentar, com mais de oitenta títulos protestados. Com a ajuda dos meus pares, consegui quitar tudo. Após um longo período de melhorias, partimos para a informatização da entidade. De 40 sócios, partimos para 400. Conseguimos informatizar o SCPC e, aos poucos, construímos a sede entidade, que hoje é muito respeitada, é uma das mais eficientes da região.” (Dirceu Ortiz Gomes – Presidente de 1985 a 1995)

“Eu tenho muito orgulho de integrar o quadro associativo da entidade mais representativa e respeitada do empresariado taubateano. Durante minha gestão como presidente da ACIT, reestruturamos e modernizamos o nosso sistema de informações de proteção ao credito, que passou a ser totalmente informatizado, aumentando assim a credibilidade nos dados por nós fornecidos.

Juntamente com a minha diretoria e a nossa equipe de funcionários e colaboradores realizamos eventos marcantes na história da ACIT, como a primeira FEITAU (Feira do Comércio, Industria e Serviços de Taubaté), Natal Iluminado, os Congressos de Liderança Empresarial do Vale do Paraíba e as comemorações do Centenário.

Estamos comemorando 122 anos de muito trabalho e dedicação ao desenvolvimento de nossa cidade. Parabéns ACIT, parabéns Taubaté!!!” (Augusto Ambrogi Neto – Presidente de1996 a 2000)

“A ACIT, ao completar 122 anos de existência, mostra que lideranças empresariais importantes – entre as quais, Felix Guisard, o maior benfeitor da cidade de Taubaté em todos os tempos – se uniram para reunir forças para resolver problemas de uma crise importantíssima que assolava financeiramente a economia da cidade na época. Registros históricos mostram declarações de empresários que tiveram a intenção de aumentar sua representatividade juntos aos administradores públicos da ocasião.

Esses princípios importantes valem até hoje. Esse é o papel principal das entidades, melhorar a representatividade. Mas, no caso da ACIT, ainda existe um aspecto mais importante, que é o aumento da credibilidade da instituição, comparada ao movimento sindical, onde a participação e compulsória, diferente de uma Associação, que a decisão de ser associado é voluntária.

É preciso salientar, também, que a ACIT é a entidade mais antiga de Taubaté e a que tem a maior credibilidade e representatividade empresarial. Por isso, as negociações e a representações nas discussões públicas, como a exemplo agora dessa pandemia, a ACIT mostra sua força e é sempre ouvida em todos os momentos pelas autoridades.

Tive oportunidade de participar como presidente em algumas gestões, sempre com o auxílio de uma diretoria valiosa que ajudou a conduzir a renovação da administração, e agora participo como diretor, sempre com muita dedicação e muito amor por essa entidade tão importante para Taubaté.” (Yasto André Saik – Presidente de 2001 a 2006

“Acredito que o fato de nos reunirmos em associação é de extrema importância em todos os tempos, mais ainda em época de crise como a que estamos vivendo.

Aliás, ao completar 122 anos, a jovem senhora ACIT foi testemunha de uma parte da história de nossa cidade, do nosso Estado e do Brasil. História que está entremeada de sucessos, dificuldades, progressos e muito, muito trabalho. Fico feliz e grata em ter tido a oportunidade de contribuir um pouquinho neste projeto grandioso que nossa querida ACIT tem desenvolvido neste longo período.

Considero que para o fortalecimento e representatividade cada vez maior da ACIT é fundamental a participação de associados, colaboradores e diretores, bem como a adesão de novos membros. Que venham mais e mais anos de atuação e que possamos ser testemunhas de um tempo cada vez mais próspero e harmonioso!” (Rogéria Ferreira – Presidente de 2007 a 2009)

“A ACIT traz em seu DNA o sinônimo de associativismo, de parceria. A partir do momento que passamos por aqui nossa visão muda, descobrimos a importância de arregaçar as mangas e trabalhar, aprendemos que ter procedimentos nos auxilia para alcançar resultados melhores. E quem tem na ACIT uma parceira, sabe que aqui são oferecidas diversas oportunidades de desenvolvimento, em diversas áreas. São 122 anos de história auxiliando o comércio e os empresários com muita maestria.” (Sandra Teixeira – Presidente de 2010 a 2015)

“Estar à frente a ACIT por algumas gestões me trouxe uma visão mais ampla da nossa cidade e aprendi muito, tendo como referência o nosso fundador Felix Guisard. Tive comigo uma equipe que me auxiliou e trouxemos uma administração mais moderna para essa entidade tão importante para Taubaté. Nosso comércio é o coração da economia da cidade e a ACIT está sempre trabalhando para que Taubaté seja referência nesse quesito, preparando os empresários e seus colaboradores. É uma honra dizer que estive a frente dessa Associação tão importante e pude contribuir para o desenvolvimento da nossa região. Parabéns ACIT pelos seus 122 anos de história.” (José Saud – Presidente de 2016 a 2020)

“Participo na ACIT há muitos anos, em outras gestões tive a oportunidade de estar no corpo diretivo, e agora estou como presidente, à frente essa importante instituição que completa 122 anos de prestação de serviços à cidade e a comunidade.

Acredito na relevância dos serviços que a entidade oferece além da representatividade junto aos poderes públicos, sempre em prol do empresariado.

Estar à frente como presidente é uma responsabilidade enorme, mas também um orgulho, pois cuidar desse patrimônio que é a Associação me traz a noção de que participamos ativamente do desenvolvimento de Taubaté. Parabéns ACIT por essa história tão importante.” (Ricardo Vilhena – Atual Presidente).


Fonte: PORTAL R3

Pelo 44° ano consecutivo, a ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados realiza até o dia 26 de fevereiro a tradicional Pesquisa Ranking Abras.

Elaborada pelo Departamento de Economia da entidade, o objetivo do material é apresentar informações fundamentais para o setor supermercadista brasileiro conhecer e entender cada vez mais o seu mercado.

Para participar é fácil e rápido, basta acessar o formulário on-line no Portal da ABRAS (clique aqui) para preenchimento da pesquisa.

Os supermercados que responderem a pesquisa irão receber, gratuitamente, a divulgação dos resultados do Ranking os dados e análises da pesquisa já formatados em arquivo digital.

Para mais informações entre em contato com o Departamento de Economia e Pesquisa da ABRAS pelos telefones (11) 3838-4516/3838-4533 ou pelo e-mail economia@abras.com.br.


Fonte: ACAPS

Será um grande evento o lançamento do primeiro curso à distância da EA. Está sendo elaborado com a colaboração da competente equipe do SENAI/ES. O curso visa a uma maior capacitação dos Conselheiros Representantes da Indústria no SESI – Serviço Social da Indústria e no SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e os temas centrais do curso são Responsabilidades e Protagonismo. O objetivo é que os conselheiros do SESI e SENAI contribuam cada vez mais para a melhoria contínua das duas importantes entidades, vitais para o associativismo industrial.

O segundo curso a ser oferecido aos dirigentes, associados e executivos dos sindicatos filiados à FINDES será o do MD(módulo didático)06. Um curso, como os demais do nosso portfólio, de conteúdo exclusivo, de grande valor para o fortalecimento das associações. O Vice-Presidente Manoel Pimenta tem se empenhado para que a oportunidade seja aproveitada pelo maior número de associativistas.

O Conselho de Gestão irá decidir em que associação o lançamento acontecerá. O evento será hibrido, como os últimos e são colaboradores de conteúdo deste novo curso Aristóteles Passos Costa Neto, Domingos Morelo e Sergio Rogerio de Castro.

Anunciado nas mídias sociais da escola a seleção de um profissional. 11 ofertas foram recebidas e estão em análise. A expectativa é de que neste mês de fevereiro a admissão seja processada e o profissional passe a atender e trabalhar na sede da escola.

Cada renovação de parceria é uma celebração na Escola de Associativismo. O Presidente da FIBRASA S.A., Sergio Souza Rogério de Castro e o Diretor da MAR Participação e Empreendimentos Ltda, Giuliano Souza Rogério de Castro, confirmaram o atendimento da solicitação da EA por mais um ano de parceria tendo em vista o reconhecimento da importância da EA para que possamos viver em cidades melhores e consolidar a nossa democracia.

Anunciado nas mídias sociais da escola a seleção de um profissional. 11 ofertas foram recebidas e estão em análise. A expectativa é de que neste mês de fevereiro a admissão seja processada e o profissional passe a atender e trabalhar na sede da escola.

O Conselho de Gestão irá decidir em que associação o lançamento acontecerá. O evento será hibrido, como os últimos e são colaboradores de conteúdo deste novo curso Aristóteles Passos Costa Neto, Domingos Morelo e Sergio Rogerio de Castro.

O primeiro curso a ser oferecido aos dirigentes, associados e executivos dos sindicatos filiados à FINDES será o do MD(módulo didático)02, “A importância da renovação”. A Presidente Cris Samorini dá um importante passo na direção do objetivo permanente de desenvolvimento e fortalecimento do associativismo com esta ação. Os cursos serão mensais, até novembro deste ano inclusive.

Elaborado com a colaboração do SENAI/ES estão avançando os trabalhos deste importante curso que visa a uma maior capacitação dos Conselheiros Representantes da indústria no SESI – Serviço Social da Indústria e no SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial. Os temas centrais do curso são Responsabilidades e Protagonismo.

Coordenada pelo colaborador voluntário José Vieira, competente especialista e professor sobre o assunto. Muitos avanços foram incorporados para implementação no período de 2020/2023. O planejamento aponta um futuro promissor para EA ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO nos próximos anos.

 

Os empresários do setor de Transformados Plásticos do Sul do Estado terão a oportunidade de participar de várias ações promovidas pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico do Espírito Santo (Sindiplast-ES) em 2021. Em entrevista recente, o presidente da entidade, Jackley Maifredo, apresentou as principais iniciativas planejadas para o ano, que envolvem qualificações, eventos, gestão financeira, etc, e compõem o Plano de Ação 2021 do sindicato.

 

De acordo com Maifredo, com muitas das atividades ocorrendo em ambiente virtual, o empresário da Região Sul poderá estar mais próximo da entidade, desenvolver o associativismo e aumentar o networking com os gestores da Grande Vitória e outras regiões.

“Um dos projetos que iremos levar para a Região Sul será o Tampinha do Bem, que consiste na disponibilização de coletores de tampinhas plásticas em unidades de ensino da Rede Sesi-Senai em empresas e instituições que tiverem interesse em participar, para serem usadas novamente como matéria-prima para a indústria”, afirma o presidente do Sindiplast-ES.

 

Maifredo acrescenta que o Governo do Estado também demonstrou interesse em implantar o programa nas escolas da rede estadual. “Temos uma agenda com a vice-governadora, Jacqueline Moraes, na segunda-feira, 25, para tratar do assunto. O Tampinha do Bem é um projeto de conscientização ambiental e de incentivo à economia circular, pautas defendidas pelo setor de plásticos em âmbito local e nacional”, enfatiza.

 

A região Sul do Espírito Santo também está na agenda de visitas do superintendente do Sindiplast-ES, Gilmar Nogueira, com início em fevereiro na Grande Vitória. “Queremos conhecer de perto as dificuldades e demandas dos empresários e ampliar o nosso contato com a região Sul, em um trabalho voltado para a apresentação dos benefícios do associativismo e dos valores do Sindiplast-ES”, afirma.

 

O superintendente enfatiza que o empresário que tiver interesse em se associar ao Sindiplast-ES receberá uma série de benefícios, como participação em cursos gratuitos, descontos em cursos in company, utilização dos benefícios oferecidos pelo Sistema Findes (Senai-ES, Sesi-ES, IEL), participação em Encontros de Negócios, auxílio jurídico, entre outros.

“Além disso, nosso associado recebe em primeira mão as principais informações relacionadas ao setor de Transformados Plásticos e temas de seu interesse, como negociações trabalhistas, legislações, articulação por incentivos fiscais e diálogos com o Poder Público na defesa do plástico e do setor”, completa Gilmar Nogueira.

 


Fonte: Jornal Fato

 

Individualmente, conquistar determinados benefícios para desenvolver sua empresa pode ser desafiante. Contudo, a união de esforços tem um papel fundamental no desenvolvimento de micro e pequenos negócios, já que dá peso à busca de soluções efetivas que respondem com assertividade às demandas comuns de um determinado setor: explorar novos mercados, melhorar a produtividade ou obter acompanhamento especializado com grandes parceiros.

E um exemplo disso vem do Núcleo de Moda Sul Catarinense (NMSC), um dos núcleos setoriais da Associação Empresarial de Criciúma (Acic). Em conjunto com o Sindicato da Indústria do Vestuário do Sul Catarinense (Sindivest), o grupo trabalha para estabelecer parcerias e oferecer uma gama de vantagens aos associados.

“A unificação de entidades, oficializada em 2020, sempre foi um sonho para ambas, e certamente intensificará os benefícios, já que as duas visam defender os interesses do setor do vestuário”, avalia o presidente do Sindivest, Xandrus Galli.

Segundo ele, o trabalho sério desenvolvido ao longo dos anos construiu uma relação sólida e uma percepção muito positiva do mercado de moda sobre as entidades coirmãs. Isso se desenvolveu e se mantém com parceiros de peso, não só da região como de fora.

“Muitos dos projetos que foram desenvolvidos nos últimos anos no Núcleo de Moda só foram possíveis graças à associação. Além do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), que nos abriu portas para evoluirmos nossas empresas com missões internacionais e projetos técnicos robustos, temos também a Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), que nos aproxima de um cenário de discussão mais amplo sobre atuação do setor a nível estadual e nacional, sobretudo a nível de legislação”, expõe o presidente do Núcleo de Moda, Eduardo Rizzotto.

Conexões

De acordo com ele, o trabalho desenvolvido também permitiu que fossem estabelecidas conexões com instituições de ensino de ponta, como o Senac. “Isso nos permite desenvolver projetos de acordo com as necessidades de nossos associados, com oportunidades de facilitar operações comuns do dia a dia de empresas de moda. Por meio do SESI/Senai, por exemplo, as empresas têm acesso a laboratórios diversos e ao estúdio fotográfico e acesso gratuito à pesquisa do WGSN, algo riquíssimo para empresas da área, pois permite antecipar-se e oferecer ao mercado produtos altamente vendáveis”, cita Rizzotto.

“O Audaces Connection, um grande evento de moda e tecnologia, escolheu Criciúma para realizar seu primeiro grande evento e fomos parceiros, a exemplo de outros bons eventos com grandes nomes, realizados para trazer conhecimento para as empresas do vestuário de Criciúma e região. Para nós, é uma mostra daquilo que buscamos e pelo qual trabalhamos há tanto tempo”, continua o presidente do núcleo.

“Não só tem dado frutos, como descortina muitas possibilidades em potencial, como o cruzamento cada vez mais forte da tecnologia e sustentabilidade com a moda, que se manifesta na nossa comunicação e na busca por profissionais e empresas que possam contribuir com essa transformação veloz, possibilitando a realização de eventos para o setor e outros encontros e ações exclusivas para nossos associados”, ressalta Rizzotto.

Ele lembra que o Núcleo de Moda e o Sindivest, com o apoio das entidades parceiras, já enviaram empresários da região para grandes centros de pesquisa e compras do mundo. Alguns projetos de consultoria técnica, acompanhamento e melhoria também foram oportunizados devido ao fato de estarem associados. “É com imenso orgulho que vimos muitos de nossos associados darem um salto com evolução em processos, branding e posicionamento”, enaltece.

Tecnologia

No ano passado, devido à pandemia, as ações precisaram ser adaptadas, mas não pararam. “Temos buscado muitas oportunidades, focado na transformação digital, indústria 4.0, uso de aplicativo, marketing digital, de experiências e serviços multicanais, tecnologias voltadas à moda”, elenca o presidente do núcleo, explicando que esse trabalho foi intensificado já no ano anterior.

“Como para todos, fomos pegos de surpresa com o Covid-19 e estamos nos adaptando, estudando mais, explorando outros caminhos e tentando descobrir novas maneiras de orientar, promover e desenvolver as empresas associadas. Mas é importante ressaltar que acreditamos ser parte do nosso trabalho conscientizar o público geral sobre a importância do trabalho dessas empresas em nossa região. Para isso, buscamos uma comunicação mais simples e próxima, principalmente via Instagram, com uma visão mais coesa de sustentabilidade, tecnologia, tendências e moda”, conclui.

 


Fonte: Engeplus

La Asociación Eólica de Cantabria/España (AEC) confía en que el nuevo consejero de Industria, el regionalista Javier López Marcano, “continúe el apoyo decidido de sus predecesores” al desarrollo de la energía eólica en la comunidad.

Desde la AEC han dirigido una carta a Marcano para desearle “el mayor de los éxitos” en la política industrial de la comunidad y trasladarle que el sector eólico “es muy interesante para Cantabria por contar con proyectos reales que movilizan centenares de millones de euros de inversión e implican a una gran variedad de empresas cántabras”.

En este sentido, el presidente de la AEC, Agustín Valcarce, ha explicado, en un comunicado, que actualmente existen más de 800 megawatios de potencia eólica que están siendo tramitados por socios de la AEC para su implantación en la región.

De hecho, ha indicado que los primeros parques “podrían estar en construcción antes de dos años, siempre y cuando superen los exigentes informes de impacto ambiental que realiza la Administración”.

Según ha señalado, que estos proyectos salgan adelante sería “una buena noticia” para la comunidad teniendo en cuenta que la ratio de inversión es de 1 millón de euros por cada megawatio instalado.

Valcarce ha defendido que las compañías de la AEC creen que Cantabria cada vez está “más cerca de abandonar la cola” del ranking nacional del desarrollo eólico porque los proyectos siguen su tramitación administrativa.

“Las empresas estamos actuando de manera responsable en unterritorio especialmente sensible”, ha indicado el presidente de la AEC, que ha señalado que solo se necesita que “la Administración sume a su rigor en el trabajo la agilidad en las tramitaciones”.

 

AGRADECIMIENTO AL EQUIPO DE INDUSTRIA SALIENTE

Valcarce ha destacado, en este sentido, el “compromiso” manifestado por el consejero saliente, Francisco Martín, y su equipo de la Dirección General de Industria, liderado por Raúl Pelayo, y “no duda” de que López Marcano continuará con el “apoyo decidido” de sus predecesores al desarrollo eólico en nombre del Gobierno de Cantabria.

Según ha indicado, la Asociación Ecólica viene trabajando desde hace más de diez años para impulsar el desarrollo de la energía eólica en la región, un “esfuerzo ímprobo” para el que, según sostiene, “siempre” ha contado con un “apoyo decidido” del Gobierno a lo largo de los últimos años.

La asociación empresarial se ha felicitado también de otros avances recientes de la Consejería de Industria, como la recuperación de las ayudas a otros tipos de energías renovables y la apuesta por situar a Cantabria como “referente tecnológico” del hidrógeno verde.

“Cantabria se juega en estas fechas muchas posibles inversiones enproyectos libres de CO2 así que queremos contar con el apoyo del nuevo consejero para continuar la necesaria descarbonización y electrificación de la economía cántabra”, ha señalado Valcarce.

 

EL NUEVO PLENERCAN, UNA “OPORTUNIDAD EXCELENTE”

Desde el punto de vista de la AEC, uno de los primeros trabajos importantes en este sentido será la elaboración de un nuevo Plan de Sostenibilidad Energético de Cantabria (Plenercan) “más realista y menos complejo en cuanto a las tramitaciones, que sirva para impulsar realmente las renovables en la región y no para obstaculizarlas”.

A su juicio, la planificación anterior prevista para el periodo 2012-2020 “no sirvió de mucho” ya que en todos estos años no se consiguió instalar “ni un solo megawatio”.

Por eso la AEC considera que la nueva redacción del plan es una “oportunidad excelente para impulsar la energía eólica”.

La AEC está compuesta por 17 empresas, de las cuales la tercera parte corresponde a los principales promotores de parques en la región. El resto es un conjunto de compañías de la cadena de valor del sector eólico en el que existen empresas de redes y sistemas, construcción, transporte, mecanizados o montajes eléctricos, entre otras.

 

 

La iniciativa privada, a través de la Confederación de Cámaras Nacionales de Comercio, Servicios y Turismo (Concanaco-Servytur) y la Asociación de Internet MX, formaron la Alianza por la Digitalización para impulsar a las pequeñas y medianas empresas, o pymes.

La iniciativa pretende fomentar las prácticas digitales entre las compañías de comercio minorista y servicios turísticos, de acuerdo con un comunicado conjunto.

“Vemos con optimismo las iniciativas de negocios que se transformaron digitalmente en muy poco tiempo para cubrir demanda local, pero es importante evitar que retornen a prácticas tradicionales al abrirse los mercados, y orientarlos para institucionalizar sus innovaciones”, dijo Philippe Boulanger, presidente de la Asociación de Internet MX, en un comunicado, en el marco del foro eShow México 2021 en su edición digital.

La alianza ocurre cuando el comercio electrónico y otras prácticas digitales han tomado relevancia para diferentes negocios que no han podido operar físicamente debido a las medidas de confinamiento para evitar la propagación de la pandemia de covid-19.

 


Fonte: Sentido Común

2020 está terminando com um estrondo ou um gemido? É difícil dizer, mas está quase acabando, o que é bom. Os desafios deste ano, porém, não foram páreo para a fortaleza das associações. Aqui estão algumas reflexões.

 

Há poucas chances de exagerar como o ano de 2020 foi caótico e inquietante. Por mais difícil que fosse, as associações exemplificaram a tenacidade , a flexibilidade e a engenhosidade necessárias para enfrentar muitas ocasiões assustadoras e continuar a atender às necessidades urgentes de seus membros.

Falei com muitos profissionais de associações nos últimos nove meses e o que ouvi foi: É isso que as associações fazem melhor. Eles são comunidades de solucionadores de problemas. Aqui estão alguns exemplos.

AGREGANDO VALOR EM MEIO A CRISES

As associações enfrentaram muitos desafios para demonstrar valor relevante para os membros durante várias crises, mas ainda havia muitas histórias de sucesso . Muitas pessoas com quem conversei falaram sobre como as crises os fizeram andar muito mais rápido – sem uma rede de segurança.

A American Nurses Association respondeu rapidamente para fornecer aos enfermeiros o que eles mais precisavam quando a pandemia atingiu: uma série de webinar COVID-19 sob demanda gratuita para todos os enfermeiros – não apenas os membros. A ANA acumulou 130.000 inscritos para a série, e um e-mail de adesão direcionado a esses inscritos resultou em aproximadamente 2.600 novos membros. A ANA também estendeu seu período de carência para renovações de sócios e ofereceu aos membros uma estrutura de pagamento de quotas mensais bem recebida.

Faz sentido que os enfermeiros valorizem as informações sobre como responder a uma pandemia global, mas de que outra forma você sabe o que os membros valorizam ? Um relatório recente, Association Trends 2020: From Disruption to Opportunity  [PDF], concluiu que, apesar dos muitos desafios que este ano trouxe, o envolvimento dos membros continua a crescer e a lealdade às associações é forte. Cinquenta e um por cento dos membros pesquisados ​​disseram que sua associação é mais importante para eles hoje do que antes da pandemia.

Advocacy e reuniões são freqüentemente considerados como elementos centrais da proposta de valor de uma associação. Mas Tom Morrison, CEO do Metal Treating Institute, disse que, como parte de um exercício para determinar o valor , a MTI tirou a defesa e as reuniões da mesa e descobriu que a previsão de vendas, benchmarking financeiro, treinamento e desenvolvimento profissional eram geradores de valor importantes para os membros .

PRATICAMENTE ENGAJADO

Associações grandes e pequenas encontraram maneiras inovadoras de envolver os membros , algumas com orçamentos realmente apertados. O Conselho de Iniciação Científica desenvolveu “Cinco em Cinco”, vídeos que fornecem cinco dicas, soluções ou respostas a perguntas em cinco minutos. A equipe não tinha nenhuma habilidade técnica de vídeo para falar, então eles usaram uma plataforma barata, Animoto, para produzir vídeos refinados rapidamente. Os vídeos do CUR incluem como aproveitar melhor sua plataforma de comunidade online e cinco dicas para hospedar um simpósio virtual .

O American Concrete Institute também usou vídeos para se conectar melhor com os membros, especialmente quando perceberam que todos estavam se tornando muito mais proficientes no mundo virtual. As equipes de associação e marketing criaram vídeos curtos de um a dois minutos no quadro branco para conectar membros novos, potenciais e antigos aos benefícios da ACI. Os vídeos conduzem os membros pelas opções de benefícios e mostram como navegar nas diferentes seções do site da ACI  onde os benefícios podem ser acessados.

ORÇAMENTO DE QUOTAS DE SÓCIOS

2020 trouxe muitas incertezas, principalmente em relação às finanças. As associações lutaram para descobrir maneiras de contabilizar as taxas de associação nos orçamentos de 2021. Christina Lewellen, CAE, diretora executiva da Associação de Líderes de Tecnologia em Escolas Independentes, deu alguns bons conselhos .

Sua equipe analisou diferentes níveis de adesão com base no envolvimento dos membros, observando fatores como longevidade, voluntariado e participação em reuniões. Isso os ajudou a determinar quais membros teriam maior probabilidade de voltar, e foi assim que elaboraram seu orçamento.

E, finalmente, como você se comunica com os membros em uma crise ? Uma combinação de empatia e algumas técnicas antiquadas são fundamentais, de acordo com Sheri Singer, presidente da Singer Communications. Ela ofereceu muitas orientações práticas sobre maneiras de falar com os membros em tempos difíceis. E – bônus – ela explicou por que todos nós temos fadiga do Zoom. É porque estamos experimentando “cérebro de lagarto”. Mistério resolvido!

À medida que avançamos em 2021, será um alívio sair do modo de sobrevivência e entrar no que espero que seja o modo de recuperação. É hora de virar a página.


Fonte: Association Snow

 

 

O Fórum de Associações , a maior rede de associações de base ampla da Austrália com mais de 600 membros, publicou recentemente as conclusões de sua Pesquisa de Eventos de Associação 2020. O objetivo era investigar como os eventos de negócios organizados por associações foram afetados pela pandemia e trazer à tona as novas tendências .

Com 194 associações participantes, a Pesquisa mostrou que apenas um quinto dos eventos foram cancelados. Um terço foi remarcado, enquanto a maioria optou por se tornar totalmente virtual ou – muito menos – híbrido, metade dos quais administrados por funcionários internos das associações. Entre outras descobertas, quase metade das associações viu uma diminuição na receita de patrocínio de seu grande evento.

A gerente geral do Fórum da Associação, Fátima Sunderji, afirma: “Os eventos estão no centro das associações. Eles ajudam a associação a cumprir seus objetivos de educação e informação e também fornecem um fluxo de renda valioso. Este ano, os eventos foram fortemente impactados pela pandemia COVID-19 e associações mudaram com sucesso rapidamente para modelos virtuais e híbridos. ”


Fonte: https://boardroom.global/what-do-statistics-say-about-the-associations-2020/

 

Promoção de Natal, com sorteio de carro e de moto, consultoria e cursos gratuitos, apoio psicológico, distribuição de totens de álcool em gel, descontos em produtos de prevenção à Covid-19 e reuniões de negócios online são algumas das ações realizadas neste ano pela Associação Comercial Empresarial (ACE) de Jundiaí.

O presidente, Mark William Ormenese Monteiro, diz que 2020 foi um ano atípico, incomum, de muitos desafios, transformações e reinvenções e tudo o que foi planejado no início de 2020 teve de ser revisto e adaptado para o cenário de pandemia. “A ACE fez as adaptações necessárias para enfrentar o momento e sempre manteve o diálogo com o poder público na busca de alternativas que pudessem reduzir os impactos econômicos no setor”, afirma.

Mark diz que é inegável que se trata de um momento muito triste para todos e os impactos da pandemia são incalculáveis. Por isso é importante a população valorizar os pequenos estabelecimentos comerciais, que representam 98% das empresas na cidade e geram 61 mil empregos. “Façam as compras no comércio de Jundiaí, do centro e dos bairros. Ao apoiar uma pequena empresa estamos ajudando a preservar a economia e os negócios da cidade.”


Fonte: JR Jornal

 

 

O evento foi realizado dentro das regras exigidas para o momento de pandemia, com pequeno número de participantes presenciais. Os demais associados, parceiros e profissionais do setor supermercadista puderam acompanhar a posse pelo YouTube da Acaps.

A nova diretoria é formada por 35 membros e tem Fábio Dall’Orto Dalvi como presidente. O empresário foi eleito em votação no último dia 12 de novembro e inicia a gestão em 1º de janeiro de 2021. O mandato é válido para os próximos dois anos.

Em um discurso emocionante, Fábio agradeceu à família pelos ensinamentos e valores recebidos e destacou a presença do pai, José Dalvi, de 92 anos, a quem chamou de líder e fonte de inspiração. Ressaltou também a importância das equipes para que um negócio simples e ao mesmo tempo complexo como um supermercado tenha resultados e resista aos anos. “Sem equipe não tem nada, ninguém faz nada sozinho. Aprendemos em família que juntos vamos mais longe, de forma mais estável e mais feliz”, afirmou.

Sobre o novo desafio, Fábio garante que fará o seu melhor e que assume o cargo de presidente com muita honra. “O Varejo é uma atividade que me encanta. O supermercado é um lugar onde a vida acontece, não tem faz de conta. Faz parte da nossa missão formar pessoas. Nós somos o primeiro emprego de muitos jovens e essa é uma missão muito nobre”, disse.

Para Fábio Dalvi, é importante apostar em um modelo de gestão humanizada, que valoriza, reconhece e respeita o ser humano com todas as suas peculiaridades, e em um sistema que possui objetivos claros, com quais resultados precisam ser alcançados e quais indicadores precisam ser usados para atingir e manter os objetivos. A atuação se baseia em três pontos: resultados, indicadores e cuidado com as pessoas.

Inicialmente, são três as pautas que o novo presidente deseja trabalhar: a aproximação da Acaps do dia a dia do associado para que a Associação se torne ainda forte e representativa; a manutenção do alinhamento com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras); e a aproximação com os fornecedores. “São esses pontos que pretendo sugerir ao Conselho Diretor e que vão nortear a nossa agenda de trabalho”, adiantou Fábio Dalvi.

Já João Tarcício Falqueto, que se despede da presidência da Associação após seis anos, recebeu das mãos do superintendente Hélio Schneider uma escultura feita pela artista plástica capixaba Ana Paula Castro. O presente foi uma forma de reconhecer toda a dedicação do empresário no tempo em que esteve à frente da entidade.

No evento, João Falqueto aproveitou para agradecer a contribuição do superintendente Hélio Schneider nos 48 anos de história da Acaps. Agradeceu ainda à família – pais, irmãos, esposa e filhos – e falou sobre a importância da população entender a gravidade da Covid-19 e de não deixar de lado as medidas de prevenção.

“Foi um prazer estar à frente da Associação por todo esse tempo e participar de projetos e ações tão importantes para o desenvolvimento do nosso segmento. Cada iniciativa da entidade tem um único objetivo: a defesa dos interesses dos supermercadistas capixabas e o fortalecimento dos seus negócios”, afirmou.

Para ele, a credibilidade conquistada pela entidade junto aos órgãos governamentais, parceiros, associados e população em geral é fruto de um trabalho transparente e sério, e que vem dando certo porque é realizado em conjunto, com muita entrega e dedicação por parte da diretoria, da equipe técnica e dos demais colaboradores.

Diálogo

O governador Renato Casagrande, em seu discurso, destacou a importância do diálogo permanente com a Acaps a fim de encontrar soluções para o enfrentamento da pandemia. “Passamos por momentos difíceis com a definição de regras e protocolos e a Associação sempre esteve à disposição do Governo, demonstrando muita boa vontade para lidar com o assunto. O João (Falqueto) foi um presidente com bastante capacidade de diálogo”, elogiou.

Ele disse ainda que, assim como o João Falqueto, acredita que o novo presidente, Fábio Dalvi, será um excelente líder e, com o apoio da diretoria da Acaps, irá ampliar ainda mais a importância da entidade. “Coloco a minha equipe de Governo à disposição da Associação”, afirmou.


Fonte: https://esbrasil.com.br/nova-diretoria-acaps/

O novo formato de cursos online interativos facilitou em muito o alcance dos cursos da EA. Várias propostas estão em análise neste momento o que sugere que a ousada meta de 40 cursos em 2021 pode até ser superada. São várias as propostas para solicitações de vários estados do Brasil. Na carteira já são 19 cursos no ES.

A proposta da EA à FINDES foi aceita e em fevereiro serão iniciados os cursos com a frequência de um curso/mês de fevereiro a novembro. Foi uma grande alegria para a escola que nasceu dentro da FINDES e tem tido um forte apoio desta forte associação desde o início das suas atividades em 2015, na gestão da diretoria presidida por Marcos Guerra.

Para poder dar uma maior escala na realização de cursos novos multiplicadores de conteúdo estão sendo capacitados e em neste janeiro serão conhecidos e já em fevereiro deverão estar trabalhando. A previsão do Plano de Trabalho 2021 é a realização de 40 cursos, mais do que o triplo de 2020.

São colaboradores de conteúdo deste novo curso Aristóteles Passos Costa Neto, Domingos Morelo e Sergio Rogerio de Castro. Previsto inicialmente para ser lançado em dezembro de 2020, este curso acabou sendo adiado tendo em vista que o lançamento do MD15 “Manter associados: um esforço necessário” só foi possível ser realizado no final de novembro.

Foi o decimo segundo curso realizado em 2020, 1 CPFA Curso Presencial de Formação de Associativistas, na FAES Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do ES, antes da pandemia, 10 CIFA Cursos Online Interativos e 1 CPCM Curso Presencial de Capacitação de Multiplicadores, na FINDES Federação das Indústrias do Estado do ES, na verdade um curso híbrido pois parte das atividades foram virtuais. Um bom avanço com relação ao ano de 2019.

A Presidente convidou para a reunião os seguintes colaboradores da FINDES Federação das Indústrias do Estado do ES: o vice-presidente para Assuntos Sindicais, industrial Manoel Pimenta, o diretor geral Roberto Campos de Lima, o Superintendente do IEL/ES Roberto Teixeira e o chefe de gabinete Leo de Paula. Representando a escola o presidente do Conselho de Gestão Sergio de Castro e o diretor Fábio Dias.

O presidente do Conselho de Gestão iniciou a sua participação agradecendo muito ao Sistema FINDES a frutífera parceria dos últimos 5 anos. Fez uma apresentação sobre a história da EA, o que ela já produziu, os cursos já realizados, o PTO Plano de Trabalho e Orçamento 2021, pontuando o que a escola pretende entregar, quanto estima arrecadar e onde irá aplicar os recursos disponíveis no próximo ano. Ao final a EA fez solicitações de apoio pedagógico, de comunicação e de aprovação da proposta de uma trilha de 10 cursos em 2021, em exame. A Presidente reiterou a continuidade da parceria com a escola, falou da grande importância da Escola de Associativismo para que a atual diretoria alcance seus ambiciosos projetos de fortalecimento das associações sindicais filiadas.

Com 43 anos de existência a ASES mantém-se como uma referência da cultura associativista.

A solenidade ocorreu num evento híbrido, semipresencial, com a presença de algumas pessoas, diretores da ASES, pessoas ligadas aos homenageados e dirigentes do Sebrae que cedeu seu auditório para a transmissão da homenagem de forma online.

 

A edição 184 do já tradicional Caneg, o Café de Negócios (Caneg) da Associação dos Empresários de Serra (ASES) revestiu-se de especial importância porque conjugou outro evento também relevante da entidade por representar o reconhecimento de personalidades que se destacaram durante o ano.

Assim, o Caneg 184 embutiu o Prêmio Mérito Empresarial 2020 que se realizou em sua 14ª edição mantendo a consistência do momento anual de homenagem às pessoas que, nas suas respectivas categorias, contribuíram para o desenvolvimento do setor empresarial, do município e mesmo do Estado, em suas respectivas atividades.

 

Os(as) homenageados(as) na 14ª edição do Prêmio Mérito Empresarial Serra 2020. Foto: Edson Reis

 

O quadro de homenagens abarca as categorias Comércio, para a qual foi escolhido Ronaldo Campos, da RDG Aços do Brasil; Micro e Pequena Empresa, com indicação de Maria Eliza Binatti, da Solution Consultoria; Serviço, tendo sido reconhecido Walter Dalla Bernardina, da São Bernardo Saúde; e Tatiana Rodrigues, da Vale; O ex-presidente da ASES e da Findes, Leonardo de Castro foi o homenageado do ano.

 

Associativismo

A solenidade ocorreu num evento híbrido, semipresencial, com a presença de algumas pessoas, diretores da ASES, pessoas ligadas aos homenageados e dirigentes do Sebrae que cedeu seu auditório para a transmissão da homenagem de forma online. O prefeito eleito de Serra, Sérgio Vidigal, também esteve presente, reiterando a atitude de prestigiar a entidade como sempre fez ao longo dos seus mandatos administrativos.

Nos discursos os homenageados enalteceram a contribuição dos colaboradores, decisivos para os desempenhos corporativos que lhes concederam o reconhecimento da ASES e a força do associativismo que tem na própria Associação um exemplo emblemático. Com 43 anos de existência a ASES formou-se e mantém-se como uma referência da cultura associativista, empoderada pela adesão do empresariado serrano e o reconhecimento dos interlocutores públicos.

O homenageado do ano, Leo de Castro, proferiu um breve e objetivo pronunciando enaltecendo tanto a importância do associativismo como estratégia de fortalecimento do eleitorado como relatando a trajetória pioneira de sua família na Serra, quando o seu pai, Sérgio Rogério de Castro fundou a empresa da família, a Fibrasa, diversificando posteriormente os investimentos para as áreas imobiliárias e agrícolas, no Espírito Santo e em Pernambuco.

Leo de Castro dirigiu-se ao prefeito Sérgio Vidigal e instou a classe política a assumir entendimentos suprapartidários que contemplem os interesses do país. Mais especificamente, referiu-se às reformas estruturantes que engessam o Brasil, restringe a competividade das empresas e concorrem para a estagnação. O líder empresarial declarou que metade dos domicílios brasileiros não têm tratamento de esgoto e pelo menos um terço das residências não dispõe de água tratada. Segundo ele, no século XXI ainda estamos tratando de uma agenda do século XIX.

 

Promessa

O prefeito eleito de Serra, Sérgio Vidigal, discursou fazendo um retrospecto do relacionamento de parceria com a ASES ao longo dos seus mandatos e anunciou que o seu próximo período à frente da prefeitura do município não deve ser visto como um quarto mandato, porque não haverá continuidade da visão e das práticas públicas que foram adotadas até então.

Segundo Vidigal, há que se pensar a gestão pública na perspectiva do atendimento efetivo ao cidadão, a indução de negócios pelos empreendedores que dinamizam a economia e são os efetivos geradores de riqueza cumprindo ao ente público aplainar as desigualdades sociais e proporcionar a ambiência favorável aos negócios. Assegurou, também, que não pleiteará uma reeleição após essa etapa da gestão municipal coerente com sua percepção de como o setor público deve operar.(Com informações da AsImp/Ases)

 

Assista na íntegra como foi o evento: https://www.youtube.com/watch?v=ucGSaHToz9E


Fonte: Correio Capixaba

 

O Conselho Filipino de Associações e Executivos de Associações (PCAAE), com o apoio do Tourism Promotions Board (TPB), realizou com sucesso a oitava edição de sua Cúpula Anual de Associações (AS8) com o tema “Liderando com Agilidade”.

O evento virtual de 2 dias, que atraiu mais de cem participantes das Filipinas e do exterior, apresentou oito webinars sobre governança de associações e tópicos de gestão, uma sessão de abertura inspirada no turismo, a apresentação do Prêmio “Ang Susi” 2020 e o 8º Conselho Geral de Reunião de membros.

A seguir estão anotações notáveis ​​que tirei de discursos e apresentações dos ilustres convidados e palestrantes que prestigiaram a ocasião:

Maria Anthonette C. Velasco-Allones, Chief Operating Officer da TPB: “O tema da Cúpula ressoa profundamente com qualquer líder que permanece focado em alcançar objetivos organizacionais estratégicos, sustenta uma mentalidade criativa para explorar novas maneiras de pensar e fazer as coisas e continua a comprometer e cultivar o espírito de serviço compartilhado dentro do contexto da equipe do líder, de nossa indústria e, em um ambiente mais amplo, de nosso país ”.

Charlie Villasenor, Presidente, PCAAE e Procurement and Supply Institute of Asia (Pasia): “A realização da Cúpula não poderia ter ocorrido em um momento melhor do que este, enquanto enfrentamos os desafios que a pandemia de Covid-19 trouxe. Tenho certeza de que todos vocês têm suas próprias histórias para contar sobre como estão sobrevivendo e transformando suas associações, profissões e setores. Esta é uma das nossas maiores oportunidades de espalhar a fé por meio de eventos como este que estamos realizando agora. ”

Greta Kotler, Diretora de Credenciamento e Desenvolvimento Global, American Society of Association Executives (ASAE): “Gostaria de parabenizar a PCAAE pelo trabalho que tem feito nos últimos oito anos e pelas muitas contribuições que tem feito para a sociedade filipina . Também estamos orgulhosos da revista ‘Association World’ (PCAAE) e do trabalho fenomenal que você tem feito com ela. ”

Amy Hissrich, Vice-presidente Global e de Estratégias da ASAE: “Os desafios complexos de 2020 estimularam a inovação e a agilidade em associações em todo o mundo. Enquanto as associações lutam para saber como mudar para reuniões virtuais, abordar o trabalho remoto e avaliar novos modelos de negócios, é justo que o tópico da Cúpula deste ano seja ‘Liderando com Agilidade ”.

Gihan Perera, futurista, palestrante, autor e consultor: “Não estamos no mesmo barco, mas na mesma tempestade. Todo mundo está pensando de forma diferente sobre o que é importante para eles. O que costumava funcionar antes pode não funcionar mais agora. Liderar com agilidade precisa de três coisas: (1) fazer uma varredura mais ampla, ou seja, pensar mais no que está acontecendo fora de sua associação; (2) escolher melhor, ou seja, estreitar sua escolha e escolher o caminho que vai seguir para o futuro; e (3) usar com sabedoria, ou seja, aproveitar e aproveitar os recursos de que você dispõe. Portanto, quando estiver fazendo seus planos, não busque a perfeição, mas faça o que é bom para você agora, com um plano reserva quando as coisas mudarem. ”

John Peacock, CEO, Associations Forum (Austrália): “As associações de sucesso consideram estes 11 elementos essenciais: estrutura organizacional e escopo, revisão constante de sua constituição, boa governança, equipe, finanças, tecnologia, serviços aos membros (proposta de valor), comunicação, associação engajamento, planos e cultura. ”

 

Manaus – Com 542 produtores associados e beneficiando ao todo 784 famílias, a Associação dos Produtores Rurais de Carauari (Asproc) é uma organização de agroextrativistas residentes de 55 comunidades ao longo do médio rio Juruá, no município de Carauari (distante 788 quilômetros de Manaus).

Hoje, a associação se destaca por conta de seu trabalho para trazer desenvolvimento às comunidades da região do Médio Juruá, que inclui parcerias com empresas internacionais e projetos reconhecidos nacionalmente.

O Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam) tem acompanhado a trajetória da associação desde sua fundação, oferecendo apoio na forma de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), emissão de documentos como o Cartão do Produtor Primário e a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), e elaboração de projetos para acesso ao crédito rural, por meio do Banco da Amazônia e da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam).

Para o diretor-presidente do Idam, Valdenor Cardoso, a Asproc simboliza o associativismo bem-sucedido no Amazonas.

“A Asproc nasceu das discussões dos próprios moradores das comunidades. Ao longo dos anos, ela sempre teve a capacidade de se ressignificar, primeiro com sua parceria com a igreja, depois se voltando para o aspecto comercial e empreendedor, mas sempre prestigiando o produtor”, disse Cardoso.

Segundo o gerente da unidade local do Idam no município, Átrio Chagas de Souza, a Asproc se destaca por sua organização e dedicação no desenvolvimento de acordos comerciais e parcerias com empresas nacionais e internacionais, como a Natura e a Coca-Cola, e também por ter desenvolvido e implementado projetos como o Sanear Amazônia e o Comércio Ribeirinho da Cidadania e Solidário (CRCS).

O Comércio Ribeirinho é um sistema de comercialização para as comunidades ribeirinhas do rio Juruá, que disponibiliza itens básicos de consumo para venda nos entrepostos comerciais das comunidades e recolhe a produção para a venda na cidade a um preço justo. Conforme Átrio Chagas, os produtos comercializados nos entrepostos comerciais, denominados “cantinas”, incluem farinha, banana, macaxeira, jerimum, milho e melancia, bem como pirarucu e tambaqui manejados pelas próprias comunidades.

O projeto Sanear, realizado com o apoio do Instituto Chico Mendes, é outro destaque da Asproc, levando infraestrutura e saneamento básico às comunidades da região.

“Hoje todas as comunidades ligadas à Reserva Extrativista e à Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Médio Juruá têm acesso ao básico, incluindo caixa d’água e poços artesianos, ou tratamento de água do rio. Ou seja, trouxe melhores condições de saúde e moradia”, delineou o técnico do Idam Jorge Carvalho, que integra a equipe da unidade local em Caruari.

O projeto já foi implementado em outros estados da região Norte, incluindo Pará, Acre e Amapá, com a expectativa de contemplar mais de 3 mil famílias.

Para o presidente da Asproc, Manuel da Cruz, a participação dos associados em suas assembleias anuais e a transparência da diretoria contribuíram para a evolução da associação. Segundo ele, os associados comparecem às assembleias para pleitear suas necessidades, que a diretoria então busca auxiliar com o apoio de seus parceiros, entre eles o Idam.

“Consideramos muito importante a parceria do Idam com a Asproc. Neste ano tínhamos uma grande demanda por kits de seringa, que pudemos atender com o auxílio do Idam. Através desta parceria, o Idam tornou possível para nós distribuirmos ferramentas de trabalho aos nossos seringueiros para que pudessem fazer a extração do látex e, com isso, gerar renda às suas famílias”, disse Manuel.

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Fonte: https://d.emtempo.com.br/economia/280881/associacao-de-produtores-do-carauari-e-exemplo-de-associativismo-no-am

No último dia 26 de novembro, em evento virtual que contou com representativa presença de associados do ILA Instituto Líderes do Amanhã, de Cezar Pinto, vice-presidente do Conselho de Gestão e com o diretor da EA Fábio Dias, além do associativista, convidado especial, Luiz Soresine. Os colaboradores de conteúdo do módulo didático CRISTAL CARVALHO, EMILIO BARBOSA e HENRIQUE ROMANO usaram da palavra para falar sobre a importância do tema do novo curso para o fortalecimento das associações. Um vídeo com uma estimuladora mensagem de valorização do Associativismo, pelo presidente do IAB Instituto Américo Buaiz, instituição que deu o apoio especial para a realização deste novo módulo didático enriqueceu muito o evento. Para terminar, o presidente do Conselho de Gestão da EA Sergio de Castro fez uma palestra sucinta sobre a importância do associativismo na sua carreira de empreendedor.

Os trabalhos das fases seguintes são a montagem, ajustes e finalizações dos outros quatro produtos que junto com a Pílula de Associativismo compõem um módulo didático: vídeo, cartilha, podcast da cartilha e apresentação das aulas. Algumas versões de cada um destes produtos são produzidas até chegar a versão final. Há um esmero muito grande da equipe da EA em produzir cada conteúdo com a melhor qualidade. A ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO se orgulha do alto valor do que oferece para associados e dirigentes de associações com o objetivo de fortalecê-las.

O SICOOB CENTRAL ES – COOPERATIVA CENTRAL DE CRÉDITO DO ES e a EA assinaram contrato de parceria para os próximos doze meses, uma evolução importante no relacionamento da EA ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO com o SICOOB. Outras oportunidades de colaboração estão sendo avaliadas no sentido de integrar a EA nos programas de relacionamento do parceiro com os seus clientes e com as comunidades.

 

 

A principal voz do associativismo na Alemanha, Ludwig Veltmann, gestor executivo da Federação Alemã de Redes e Centrais de Negócios (Mittelstandsverbund) da Alemanha, trará para o debate a experiência na cooperação entre pequenas empresas em seu país durante a FEBRAMAT TALK Internacional – O Associativismo no Brasil e no mundo.

O debate sobre esse modelo de parceria entre as empresas e os seus resultados serão a temática central do evento que acontece no próximo dia 02 de dezembro, às 10 horas. O objetivo é promover o associativismo empresarial no Brasil, apresentando as melhores práticas de atuação desenvolvidas no país e no mundo.

Para garantir a participação basta clicar no link: https://febramat.webex.com/febramat-pt/j.php?MTID=mc37e630854611656ded4ae8ad6e12237.

O evento que é gratuito e terá transmissão pelo Youtube, contando com importantes nomes do mercado associativista: Paulo Machado (Febramat), Dr. Veltmann (Der Mittelstandsverbund – Alemanha), Professor Dr. Douglas Wegner (Unisinos), Edison Tamascia (Febrafar). A dinâmica será uma conversa aberta sobre o associativismo empresarial, suas vantagens e desafios.

O debate trará importantes experiências que estão sendo desenvolvidas no mundo relacionadas ao tema, estas proporcionaram resultados extremamente positivos para as pequenas e médias empresas, possibilitando o enfrentamento em pé de igualdade com competidores de grande porte, ganhando competitividade.

“O associativismo empresarial é movido por objetivos comuns, estratégias coletivas, suporte mútuo e comprometimento dos empresários envolvidos para o sucesso da cooperação. Como criar associações realmente fortes e prósperas é o que demonstraremos na FEBRAMAT TALK”, explica o presidente da Febramat, Paulo Machado.

Hoje as experiências associativistas vão muito além de compras conjuntas, ao se reunirem em redes as empresas se fortalecem, desenvolvem tecnologias de uso compartilhado e parcerias com fornecedores, melhoram suas competências e aumentam sensivelmente sua capacidade de atender clientes cada vez mais exigentes.

A live da Febramat falara sobre o associativismo no setor de Farmácias, Materiais de Construção e a experiência da Federação Alemã de Redes (Der MIttelstandsverbund) na promoção e defesa do associativismo. O evento é aberto, mas, especialmente focado em empresários de micro e pequenas empresas de variados setores, entidades e órgãos conectados com o tema e estudiosos da área.

 

Sobre a Febramat

A Federação Brasileira de Redes Associativistas de Materiais de Construção (Febramat) nasceu em 2006 para reunir e representar as redes de empresas de varejo de materiais de construção.

Atualmente conta com 28 redes associadas, que representam mais de mil lojas em 17 estados brasileiros. A entidade é hoje a voz do segmento perante a sociedade, defendendo o poder progressista e de transformação social da construção civil, promovendo a cultura empreendedora dos associados e atuando para manter o segmento sempre competitivo.

 

Há tempos que está no meu bloco de notas do celular para falar sobre este tema aqui, na coluna de Empreendedorismo e Inovação. Muita gente me pergunta para que serve uma associação empresarial, ou o que faz, mas parece que o propósito se torna “abstrato”, porque não é um produto ou um serviço em si, embora o tenha, mas sim uma ideologia, uma filosofia, um conceito de representatividade.

Julguei ser este o melhor momento para tratar sobre o assunto justamente porque as entidades empresariais de Içara lançaram, nesta semana, um “produto tangível” que faria você, leitor, entender melhor a razão dessas organizações existirem, que é a cartilha do Voz Única, que é um documento que contempla os pleitos do setor econômico do município, com o objetivo de seu desenvolvimento sustentável.

Além disso, tempos atrás vi a união dos bares e restaurantes para formarem a Via Gastronômica de Içara. Já nesta semana, recebi um vídeo promovido pela união dos espaços de treinamentos, também do município, divulgando as ações em prol do seu segmento (academias, crossfit, jiu-jitsu e hidroginástica). Ou seja, a pandemia ajudou a fortalecer o conceito de “associativismo”, principalmente no meio empresarial.

Como trabalho há mais de três anos com o associativismo empresarial, trago aqui alguns dos mitos e verdades que mais geram dúvidas nos empreendedores:

 

É para as grandes empresas?
Este é um dos principais mitos, mas que afastam muitos empreendedores com vontade de contribuir e participar de uma entidade. Quantas grandes empresas de Içara você conhece? 10? 30? 50? 100? Pois é, a Associação Empresarial tem hoje mais de 200 associados, com mais da metade deles sendo MEIs e pequenos negócios. Ou seja, não importa o porte da empresa para se associar.

 

É somente para empresários?
É verdade que muitas das soluções e capacitações são voltados para empresas e empresários. Mas tem muitos outros serviços e benefícios que se estendem aos colaboradores das empresas, como convênio com planos de saúde, desconto em instituições de ensino, descontos em cursos e palestras de diversas áreas e, também, algumas entidades contam com uma rede de benefícios entre os próprios associados. Então é um mito que associações empresariais atendem somente empresários.

 

Geram novos negócios e networking?
Esta é uma das razões de uma entidade existir. O propósito das associações empresariais é desenvolver a economia local por meio das empresas da região. Para isso, uma série de ações são feitas para promover o networking, gerar novos negócios e valorização das empresas locais. Ou seja, é verdade! Mas atenção, os resultados não caem do céu, tem que participar do associativismo, de fato. Afinal, quem não é visto, não é lembrado.

 

Uma associação é política?
Isto é um mito, mas também uma verdade. Primeiro vamos aos conceitos. Uma associação participa da política, mas não faz politicagem. São entidades idôneas, apartidárias e democráticas, inclusive, o estatuto social de algumas instituições impede que se tenham laços políticos-partidários. Por outro lado, precisa estar envolvida com o Poder Público para pleitear os interesses da classe empresarial e buscar o desenvolvimento socioeconômico, como exemplo, o Programa Voz Única, citado anteriormente. Da mesma forma, quem vive o associativismo na prática, se vê imerso em uma escola de liderança e, por muitas vezes, acaba descobrindo uma vocação para se tornar um líder político, religioso ou de alguma outra esfera.

 

Não uso nenhum serviço da entidade, por que participar?
Talvez você não se interesse por nenhum produto ou serviço “tangível” da entidade e, de fato, se este serviço não estivesse no portfólio da associação empresarial, estaria disponível no mercado por uma empresa “normal”. Mas o grande mito aqui é que uma entidade de classe não foi feita para oferecer serviços aos associados, mas sim representar os interesses em comum para o desenvolvimento socioeconômico local e também dos respectivos negócios. Uma entidade com 200 associados é mais forte do que uma com 50, que é mais fraca, teoricamente, do que uma que tem 1000. Nunca o ditado “a união faz a força” fez e faz tanto sentido quanto no associativismo. E foi o que aconteceu, também, com o Voz Única, onde as entidades de Içara se uniram para representar os pleitos e atenderem as demandas de seus associados frente ao Poder Público, em prol do desenvolvimento. E esta representatividade não aparece apenas nas eleições, pois cada entidade tem seus representantes nos diversos Conselhos Municipais, como trânsito, segurança, do hospital, da defesa da mulher, turismo, dentre outros que são eixos de extrema importância para o crescimento do município.

Espero que estas respostas te ajudem a entender um pouco mais a importância destes movimentos e, principalmente, que ajudem você, como profissional, e o seu negócio a prosperar em uma das cidades que mais cresce no estado de Santa Catarina. Se precisar, entre em contato com a entidade de classe que melhor representa o seu negócio, some e faça a diferença!

FONTE

 

“Dos 182 candidatos que disputam as 13 vagas para a Câmara de Vereadores de Campo Mourão, 14 são presidentes de associações de moradores. Pelos cálculos da União dos Presidentes de Associações (Uprescam), esta é a primeira eleição com tantos candidatos representantes dos bairros.

Para o presidente da Uprescam, Lineo Quadros, esse cenário é interessante para a política do município. “O trabalho voluntário à frente de uma associação já faz parte da política, pois ele tem que ser eleito presidente. E isso naturalmente já credencia a pessoa a almejar o Legislativo e também acaba sendo mais visada pelos partidos por ser uma liderança na comunidade”, analisa Lineo, que já prestou assessoria parlamentar na Câmara.

“Ele ressalta que a maioria dos presidentes de associações não dispõe de poder aquisitivo para bancar os custos de uma campanha para vereador. Nesse aspecto eles saem em desvantagem. Em compensação já são mais conhecidos, por prestarem serviços de interesses de seu bairro e conhecer a realidade da comunidade, observa.

Na história recente do Legislativo Municipal, apenas sete presidentes de associações exerceram mandatos de vereadores.

 

Fonte

Nossa colaboradora voluntária Flávia Santos fez uma exposição da grande utilidade do Trello e incentivou que a EA e seus colaboradores voluntários a utilizem nas atividades da escola.

Anotações feitas pelo Presidente do Conselho de Gestão Sergio de Castro durante a realização deste importante evento que neste ano celebrava o centenário daquela importante e pujante associação foram compartilhadas com a Diretoria e com colaboradores voluntários durante reunião da Diretoria do dia 02 de outubro passado. O Vice-Diretor Agostinho Miranda sugeriu que fosse organizado um grupo para ir ao encontro de 2021 que acontecerá em Dallas, Texas.

São colaboradores de conteúdo deste curso ARISTÓTELES PASSOS COSTA NETO, DOMINGOS MORELO e SERGIO ROGERIO DE CASTRO, como sempre, associativistas de grande experiência que aceitaram o convite para compartilhar seus conhecimentos com os alunos da EA Escola de Associativismo. O momento de eleição numa associação é especial e conhecer situações que ajudam e procedimentos que tumultuam é muito relevante para os associados. Uma eleição é boa quando é limpa, respeitosa e honesta ensina um dos nossos mestres em associativismo.

Reunião virtual no último dia 19 de outubro conectou Francisco Gomez em Washington D.C. EUA, Mario Ortiz e Ana Gomez em Bogotá Colômbia e Sergio de Castro em Vitória com o objetivo de discutir a criação da ESCUELA DE ASOCIATIVISMO COLOMBIA. Muita informações foram trocadas para colaborar na concretização do projeto.

Será na sede da associação de jovens ILA Instituo líderes do Amanhã – a previsão é de aconteça ainda na primeira semana deste mês de novembro;

Temos agora uma conexão internacional com a Ásia por meio da assinatura de um Memorando de Cooperação com o PCAAE Conselho Filipino de Associações e Executivos de Associações. As duas instituições trabalharão unidas em projetos de desenvolvimento das mesmas, dos seus membros e parceiras e na difusão do Associativismo de alto nível.

Principais fornecedores: iMIS, MemberSuite, Fonteva for Associations, Daxko Operations, MemberClicks, etc. |

 

Prevê-se que o mercado de software de gerenciamento de associação global descubra o crescimento robusto até 2026. Este relatório enfoca os principais participantes com perspectiva global, com um estudo profissional e aprofundado sobre o estado atual da indústria de software de gerenciamento de associação global. O relatório de pesquisa de mercado do software de gerenciamento da Associação Global fornece estratégias de mercado importantes e tendências mais recentes com discussão sobre o consumo de mercado, principais fatores, restrições e participação de mercado prevista para 2026.

O Relatório de mercado de software de gerenciamento de associação global descreve mais detalhadamente informações sobre táticas e estratégias usadas por empresas-chave líderes na indústria de software de gerenciamento de associação global. Ele também oferece um amplo estudo sobre diferentes segmentos de mercado e regiões.

 

O relatório de mercado de software de gerenciamento de associação global fornece respostas para as seguintes questões principais:

  1. Qual será o tamanho do mercado de Software de gerenciamento da Associação Global e a taxa de crescimento no próximo ano?
  2. Quais são os principais fatores que impulsionam o mercado global de software de gerenciamento de associação global?
  3. Quais são as principais tendências de mercado que impactam o crescimento do mercado global de software de gerenciamento de associação global?
  4. Quais são os Fatores de tendência que influenciam as participações de mercado das principais regiões do mundo?
  5. Quem são os principais participantes do mercado e quais são suas estratégias no mercado global de software de gerenciamento de associações globais?
  6. Quais são as oportunidades e ameaças de mercado enfrentadas pelos fornecedores no mercado global de software de gerenciamento de associação global?
  7. Quais tendências industriais, motivadores e desafios estão manipulando seu crescimento?
  8. Quais são os principais resultados da análise das cinco forças do mercado global de software de gerenciamento de associação global?
  9. Qual é o impacto da Covid19 na indústria atual?

 

Para obter mais informações, solicite o PDF de amostra:

https://inforgrowth.com/sample-request/2275890/global-association-management-software-market

 

O relatório Global Association Management Software Market fornece informações básicas sobre o setor de software de gerenciamento de associação global, definição, classificação, aplicativo, estrutura da cadeia de setor, visão geral do setor; análise de mercado internacional. Este relatório estuda as vendas (consumo) do mercado de Software de Gerenciamento de Associação Global, foca nos principais players, com vendas, preço, receita e participação de mercado com volume e valor para cada região.

 

Fonte: TheDailyChronicle

O que as associações resilientes fizeram para priorizar os associados, fortalecer sua missão e permanecer bem-sucedidas durante a pandemia COVID-19? Personify conversou com líderes de toda a indústria para aprender mais.

Como todas as empresas e organizações, as associações foram duramente atingidas pelos devastadores efeitos físicos, mentais e financeiros da pandemia do coronavírus. Das maiores às menores associações, o bloqueio colocava os membros da equipe em lutas de última hora para salvar conferências, para comunicar aos membros as melhores práticas em constante mudança – em suma, para encontrar soluções rápidas para manter suas organizações vivas.

Durante esse período sem precedentes, a Personify, fornecedora líder de tecnologia para associações, conversou com várias associações do setor para entender melhor quais estratégias e táticas permitiram que as associações ágeis não apenas sobrevivessem a esse período sombrio da história, mas também prosperassem. Aqui estão alguns dos traços comuns de associações resilientes.

 

EMPATIA PELOS MEMBROS

Associações bem-sucedidas não veem seus associados simplesmente como fontes de receita, elas os veem como pessoas. A preocupação genuína e a empatia demonstradas pelas associações estimulam a gratidão de seus membros, o que, de acordo com a Harvard Business Review, é a forma mais poderosa de criar lealdade duradoura.

Caso em questão: a American Health Information Management Association elaborou um plano para apoiar os novos membros assim que a pandemia surgisse. Vicky Betzig, Diretora de Reuniões da AHIMA explicou: “Tivemos muitas pessoas em nossa profissão que sofreram reduções salariais ou perderam totalmente os empregos. Então, na associação, tem havido muita defesa em torno de ajudá-los a encontrar recursos para empregos ”.

Betzig explicou que o AHIMA ofereceu “descontos por privações” para novas adesões e renovações, e também ajudou membros desempregados a transferir suas habilidades para outros meios de trabalho, como rastreamento de contato.

A American Optometric Association adotou uma abordagem semelhante. “Quando COVID-19 começou a varrer os Estados Unidos, soubemos imediatamente que os médicos que defendemos sofreriam um forte impacto”, explica Adam Reider, gerente de treinamento e suporte técnico. “Durante a noite, eles passaram de ver seus pacientes regularmente para cenários ‘apenas de emergência’.” O AOA entrou em ação com webinars instrucionais para seus membros e não membros, para ajudá-los a navegar em tudo, desde a telemedicina até os aplicativos de empréstimo PPP. “Não achamos apropriado lançar um firewall gigante”, diz Reider sobre esse conteúdo. “Queremos ser capazes de olhar para trás depois que esta crise passar e saber que realmente defendemos esta profissão.”

 

FOCO RENOVADO NA MISSÃO

 “Em tempos de desafios, não é incomum voltar aos elementos fundamentais que servem como pilares básicos de valor para seus associados”, disse Teresa Zimmerman, vice-presidente de marketing da Personify. “Os membros procuram suas associações para conectá-los a uma rede de pessoas e oportunidades que os ajudem a avançar em sua disciplina, impulsionar seus setores, expandir seu alcance, apoiar sua comunidade e criar um impacto duradouro.”

Organizações como a Association for Supervision and Curriculum Development descobriram que a pandemia reenergizou e reorientou seu senso de propósito. Citando a disparidade que os membros relataram na qualidade da aprendizagem remota com base nas condições socioeconômicas dos distritos, o CIO da ASCD, Fara Francis descreveu uma nova urgência dentro da organização para ajudar.

“Estamos trabalhando incansavelmente para construir comunidades que possam se conectar, defender e compartilhar recursos uns com os outros para garantir que nenhum aluno seja abandonado durante esse tempo.”

 

TOMADA DE DECISÕES ORIENTADA POR DADOS

“Muito poucos tinham um manual pronto para lidar com uma pandemia”, disse Zimmerman. “Trabalhamos em estreita colaboração com nossos clientes para ajudá-los a entender melhor o que seus membros precisavam para que pudessem alinhar experiências e conexões por meio de sua pilha de tecnologia e serem bem-sucedidos e relevantes para seus membros neste novo mundo digital em primeiro lugar.”

“Um erro que vi muitas vezes é que uma associação desenvolve produtos, serviços e experiências no vácuo e, em seguida, tenta convencer as pessoas de que precisam comprá-los”, disse Dennis Sadler, Diretor Executivo Adjunto de Operações da Associação Nacional de diretores secundários.

Angel Baltimore, vice-presidente de estratégia digital e comércio eletrônico da American Pharmacists Association, concorda. Em vez de adivinhar o que seus membros precisavam nos primeiros dias da pandemia, ela analisou os dados coletados por seu AMS, Personify360.

“Somos capazes de segmentar e analisar a análise dos participantes da sessão para ver coisas como quem são membros, quem não são membros, quem são clientes habituais.” Isso, diz Baltimore, permitiu que a APhA concentrasse suas energias nos produtos e serviços que seus membros mais desejavam e nos usuários de alto valor que deveriam ter como alvo com seu marketing.

 

Fonte: https://associationsnow.com/2020/09/4-ways-resilient-associations-have-survived-and-thrived-in-the-pandemic/

Coalizão conta com dez entidades; lançamento está marcado para 29 de setembro, às 17h

Dez associações se uniram para fomentar a recuperação energética de resíduos no Brasil. O lançamento da Coalização Valorização Energética de Resíduos está marcado para 29 de setembro, às 17h, e será transmitido pelo canal do Youtube da Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (Abren).

Segundo a Abren, a Coalização visa promover ações para o desenvolvimento da valorização energética de resíduos sólidos no Brasil, com promover eventos e buscar soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de uma indústria sustentável e integrada.

O evento será conduzido pelo Anfitrião Antonio Bolognesi, vice-presidente da Abren, contará com uma palestra magna do presidente executivo da Abren, Yuri Schmitke, e com o pronunciamento dos deputados federais Arnaldo Jardim, Geninho Zuliani e Lafayete Andrada, assim como dos secretários Hélvio Neves Guerra (MME) e Pedro Maranhão (MDR).

Também participarão do evento os presidentes que representam as entidades signatárias do Manifesto: José Velloso (Abimaq), Mario Menel (Abren), Estela Testa (SINDESAM), Newton Duarte (Cogen), Afonso Mamede (Sobratema), Carlos Evangelista (ABGD), Charles Tang (ABERS), Gabriel Aidar Abouchar (ABEMI) e Klaus Curt Müller (ANIP).

 

Recuperação Energética

Vários países do mundo, através de diferentes tecnologias disponíveis de tratamento de resíduos sólidos urbanos, comerciais, industriais, agricultura, pecuária, hospitalares, estações de tratamento de esgoto, papel e celulose, geram energia limpa e renovável, sendo foco da Coalizão incentivar estas atividades a fim de fomentar investimentos e proteger o meio ambiente, com significativa redução das emissões de gases de efeito estufa e evitar a contaminação dos lençóis freáticos, buscando assim a adoção dos princípios da sustentabilidade social, ambiental e econômica.

Todos os setores da valorização energética de resíduos podem demandar investimentos na ordem de R$ 145 bilhões para o país, cabendo à Coalizão somar esforços para criar um ambiente de negócios favoráveis, mediante a formulação de políticas públicas em todas as esferas. Tais investimentos tem como objetivo também mitigar os danos à saúde pública, pois o Brasil gasta 2,7 bilhões por ano no tratamento de saúde de pessoas que tiveram contato inadequado com o lixo urbano.

 

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A matéria foi editada nessa sexta-feira, às 9:15 horas, desvinculando Mario Menel do Fase e o vinculando à Abren, Associação da qual ele é presidente do conselho.

Fonte: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53148575/associacoes-se-unem-para-fomentar-recuperacao-energetica-de-residuos-no-brasil

17 setores organizam ato em SP e mobilização no Twitter para que o presidente do Senado paute a desoneração da folha salarial no Congresso

Associações e empresas de 17 setores se organizam com centrais sindicais para preservar mais de 1,5 milhão de empregos ameaçados com o fim da desoneração da folha salarial. A mobilização principal será na segunda-feira, dia 28, em duas frentes: um grande ato da União Geral dos Trabalhadores (UGT), às 10h, em frente ao Sindicato dos Comerciários de São Paulo; e um tuitaço, às 9h, puxado pela hashtag #PautaDavi. O objetivo é pressionar que o veto à continuidade da desoneração seja colocado na pauta do Congresso para votação.

O fim da desoneração vai afetar 17 categorias profissionais, que reúnem 6,5 milhões de trabalhadores. Call center, construção civil, tecnologia, alimentos, comunicação, transportes e indústrias têxtil, de calçados e máquinas, entre outros, podem demitir mais de 1,5 milhão de funcionários até o final do ano caso o benefício fiscal seja suspenso.

A mobilização é para reforçar a necessidade da manutenção da desoneração da folha, aprovada pelo Congresso, e garantir a manutenção do emprego de milhares de trabalhadores em meio à pandemia. Além da UGT, CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), Fenattel, Sintratel e Sintetel também apoiam o movimento, participando do tuitaço #PautaDavi.

A decisão acontece num momento em que o país conta com mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados e as empresas já estão impactadas financeiramente pela pandemia da COVID-19. Em um cenário de recessão econômica, os setores foram responsáveis pela manutenção do volume de empregos de carteira assinada no Brasil. Durante o período da desoneração da folha salarial as empresas investiram em todas as regiões, inclusive em cidades pequenas, gerando empregos, renda e impostos.

O setor de contact center é um dos maiores empregadores do país e será um dos afetados pela medida. Presidente da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), John Anthony von Christian, estimou o aumento nos custos com o fim da desoneração e o impacto no setor. “Somos intensivos em mão de obra, tanto que a folha de pagamento representa cerca de 70% dos custos. As empresas vão sofrer um aumento da carga tributárias de até 366%, ou o equivalente a 11% da receita bruta, levando em conta o cenário de uma empresa com receita bruta mensal de R﹩ 1 milhão. A estimativa é de que cerca de 300 mil trabalhadores podem perder seus empregos até o fim do ano, com a menor demanda e robotização dos atendimentos”, pontua John.

 

Fonte: https://www.segs.com.br/mais/economia/254272-centrais-sindicais-associacoes-e-empresas-se-unem-para-preservar-1-5-milhao-de-empregos

 

Tendo em vista o arrefecimento do surto de covid19 que assolou também o nosso país, a diretoria deliberou solicitar ao IEL/ES, parceiro da escola deste o seu início, que voltasse a buscar um profissional para atendimento do perfil que foi elaborado.

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