[NOVO] Associação promove ações mensais para atrair compradores a MG o ano todo

 

As fábricas tiveram que repensar a produção, o calendário de lançamentos não é mais o mesmo, as estratégias de venda mudaram. O mercado virou de cabeça para baixo desde o início da pandemia, o que obrigou o Instituto Amem (Associação Mineira de Empresas de Moda) a rever seus planos. Na última semana, foi lançado o movimento Amem, que organiza ações mensais para movimentar o showroom das marcas, impulsionar vendas e reforçar a qualidade do produto mineiro.

O movimento Amem chega para substituir o projeto Lançamento Unificado, lançado há quatro anos, que concentrava a movimentação nos showrooms em uma única semana por temporada, com o objetivo de atrair mais compradores e potencializar as vendas. Com a pandemia, as marcas tiveram que repensar a lógica de produção e lançamento e as datas passaram a não coincidir mais.

A mudança parte da constatação de que seria impossível, ainda mais neste cenário de incertezas, chegar a um calendário comum. Cada marca precisou se adaptar de um jeito diferente ao momento. Tornou-se, então, urgente pensar em uma solução mais plural, que pudesse atender a todos os segmentos do mercado: varejo (loja física/e-commerce) e atacado (pronta-entrega/pedido).

As ações visam garantir um fluxo contínuo de vendas ao longo do ano. “Não queremos impor calendário. O movimento oferece uma oportunidade a mais para dar visibilidade às marcas e promover vendas. Independentemente da data de lançamento, as ações vão ajudar”, pontua a presidente do Instituto Amem, Alice Corrêa, coordenadora de marketing e vendas da marca Marcia Morais.

A fundadora da marca Alles, Ana Cláudia Eistrup, com a influenciadora Kika Macedo (foto: Instituto AMEM/Divulgação)

 

A iniciativa prevê ações mensais, que vão se somar às estratégias das marcas. Nada é planejado com antecedência, trabalha-se com agilidade para entender o que está acontecendo naquele momento e captar as necessidades dos associados. Adaptação é mesmo a palavra da vez, tanto que a logomarca do movimento é inspirada nas curvas de Oscar Niemeyer – a fluidez da arquitetura representa a fluidez que permeia as ideias e decisões da Amem.

A primeira ação, realizada na semana passada, recebeu o nome de Provador Fashion. A Amem reuniu um time de 10 influenciadoras, com perfis diferentes, para divulgar as coleções de 51 marcas participantes. Essas mulheres tiveram uma hora em cada showroom (escolhidos por sorteio) para vestir de cinco a seis looks e criar conteúdos para as redes sociais. O objetivo final era aumentar as vendas.

Nesta mesma semana, o instituto promoveu uma sequência de lives com especialistas sobre temas relacionados à moda, como marketing digital, visual merchandising, upcycling e atendimento ao cliente.

Tudo indica que a ação do mês que vem será a primeira edição do Restaurante Fashion Week, projeto em parceria com a Frente da Gastronomia Mineira. A ideia é que estilistas e chefs criem juntos um prato para servir ao público durante uma semana.

A força de Minas

O movimento Amem também quer mostrar para o Brasil e para o mundo a força e a identidade da moda mineira. “Não somos fast fashion. A nossa lógica de lançamento é constante, mas a nossa roupa não é descartável. Fazemos um produto atemporal e de qualidade”, analisa a especialista em moda e inovação Wanêssa Cabidelli, que já foi presidente do instituto e hoje trabalha na reestruturação estratégica.

 

Kika Macedo com sandália da Sagra Magnani (foto: Luana Alves/Divulgação)

 

Wanessa defende que é preciso reposicionar a moda mineira no imaginário do brasileiro. Voltar a provocar desejo no consumidor. Falar mais sobre o valor do produto, e não tentar vencer a disputa de mercado por preço. “Trazemos uma herança do Grupo Mineiro de Moda e temos que nos posicionar no mercado com um produto-conceito, que é diferenciado”, completa.

Algumas ações do movimento são pensadas para ajudar neste reposicionamento, como a Casa Amem, projeto itinerante que vai levar o conceito de Minas para outros estados, envolvendo moda, design, gastronomia, arte e beleza. “Queremos gerar experiências em outras cidades com marcas mineiras.

Será mais uma oportunidade para trabalhar branding e fazer negócios”, explica Wanessa. A casa poderá ser ocupada com showroom, exposição, desfile, workshop ou o que mais for necessário.

Também está no radar dos organizadores promover um desfile virtual para mostrar o lado mais conceitual da moda feita em Minas. O plano é usar o Inhotim como cenário da primeira edição, ainda sem data. A inspiração vem da apresentação da Saint Laurent nas dunas de um deserto. Todos os profissionais envolvidos serão mineiros, incluindo o stylist Zeca Perdigão, confirmado na direção. Outra ação prevista é o lançamento da revista AMagazine, que será distribuída pelas marcas aos lojistas.

Razzo Jeans(foto: Luana Alves/Divulgação)

 

Para unir forças, a Amem tenta romper a fronteira do Prado, convidando marcas de outros bairros e cidades. Não só de moda feminina, mas masculina, infantil, calçados e acessórios. Hoje, são 87 associados e o número tende a aumentar. “O nosso objetivo é fazer de Minas um corredor de passagem da moda. O comprador vem aqui e resolve tudo, nem precisa ir para São Paulo”, diz Wanessa.

União do setor

A fundadora da marca Alles, Ana Cláudia Eistrup, reforça a importância de união do setor neste momento. “Não dá para caminhar sozinho na crise, não acredito nisso. Unindo forças e compartilhando informações, conseguimos muito mais”, opina. Na visão dela, o mundo nunca precisou tanto de generosidade e os empresários precisam se enxergar mais como parceiros do que concorrentes.

Bastidores do Provador Fashion na D’Laport(foto: Instituto AMEM/Divulgação)

 

A Alles participou do Provador Fashion e já viu resultados. Conseguiu abrir mercado em outras cidades depois que Elís Miele, a Miss Brasil Mundo 2019, apareceu com roupas da última coleção, que refletem os desejos do momento. Além de versatilidade e atemporalidade, que fazem parte da essência da marca, é preciso investir no conforto e na praticidade. “Antes, fazia muita peça longa, agora venho com o over mídi, comprimento prático, porque você não precisa ir à costureira para mexer na barra.”

Desde o início da pandemia, Ana passou a viver um dia de cada vez. Já mudou de estratégia várias vezes e está aberta a mudar de novo. Deixou de vender só por atacado na loja física para também atender varejo no e-commerce. “Nunca precisamos de nos adaptar e mudar tão rápido. A moda entrou em uma nova era. Então, temos que virar a chave, entender que aquela estratégia que usamos há anos não vai funcionar mais”, comenta a empresária, que está sempre atenta ao comportamento dos clientes.

 


Fonte: Estado de Minas

 

 

A Associação Comercial do Paraná (ACP) encaminhou cartas ao Governo do Estado, representado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, pedindo que sejam adotadas medidas para ajudar a salvar os empresários paranaenses.

A associação sugere que o Governo amplie linhas de financiamento, especialmente para os pequenos negócios; inclua mais empreendimentos na lista dos que podem atuar com delivery; crie um auxílio emergencial, entre outras ações.

Confira o texto divulgado pela ACP, na íntegra:

Curitiba, 19 de Março de 2021.

Gabinete da Presidência

 

Excelentíssimo Senhor

Governador do Estado do Paraná

Carlos Roberto Massa Junior “

“Ratinho Junior”

A Associação Comercial do Paraná – ACP, no interesse do progresso econômico e social, buscando sempre a cooperação com o Governo do Estado, concomitante com a preocupação na preservação da vida e enfrentamento a pandemia da covid – 19, vem através da presente manifestar-se em relação ao Decreto 7.145/2021, bem como solicitar a Vossa Excelência novas medidas de auxílio às empresas afetadas pelas atuais paralisações.

Inicialmente, reforçamos que temos conhecimento do objetivo dos decretos, qual seja, diminuir a circulação de pessoas e por consequência do contágio da Covid-19, medida esta que não se questiona neste momento de agravamento da pandemia.

Por outro lado, verificamos que tais medidas tratam desigualmente setores iguais, eis que o comércio em geral foi proibido de fazer a modalidade de delivery, algo que não gera a circulação de pessoas, como ocorre com todas as empresas que realizam vendas no mundo virtual, que em sua maioria são grandes “players” do comércio, mas que continuam com suas atividades em vigor e em pleno funcionamento em detrimento do pequeno e médio comerciante.

Assim, ciente da sensibilidade de Vossa Excelência, solicitamos a alteração e inclusão da possibilidade da modalidade de delivery e venda online para todos os comerciantes em geral.

No mais, diante do quadro incerto que a pandemia trouxe, solicitamos medidas econômicas e tributárias efetivas às empresas afetadas pelas paralisações, como:

1 – Determinação que todos os ônibus de transporte público da Capital e Região Metropolitana de Curitiba circule apenas com o transporte de passageiros sentados, evitando assim a aproximação e contágio pelo Covid-19;

2 – A exemplo do Governo Federal, criar um “auxilio emergencial” para salvar as atividades economicamente paralisadas;

3- A suspensão das execuções tributárias por 90 dias em relação aos setores afetados pelo decreto;

Renovamos a Vossa Excelência nossos protestos de consideração e apreço, colocando nossa Instituição a disposição para o combate ao Covid-19.

Camilo Turmina – Presidente da ACP

 


Fonte: BEMDITO

 

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté completa nesse dia 04 de março, mais um ano desde sua fundação, somando 122 anos de história na cidade. A ACIT é terceira Associação Comercial mais antiga do Estado de São Paulo e a mais antiga do Vale do Paraíba.

Desde sua fundação, trabalha com foco no desenvolvimento do comércio, da prestação de serviços, com objetivo de preparar empresários e seus colaboradores para que ofereçam um serviço de excelência e sejam referência em toda a região. A história da entidade está totalmente ligada ao desenvolvimento de Taubaté, e representa uma figura importante nos diversos períodos econômicos vivenciados pela cidade e também pelo país. No associativismo e no empreendedorismo, o papel da ACIT é ser um agente de desenvolvimento social, sempre em defesa da classe empresarial.

Relatos históricos contam que o empresário Felix Guisard liderou um grupo de comerciantes para enfrentar as dificuldades apresentadas diante do cenário instalado com a crise do café, em 1899 e, desde então, a ACIT consolidou-se como uma das mais atuantes associações de lojistas de todo o interior do estado.

A entidade já teve a sigla A.C.T antes de se tornar ACIT, como conhecemos atualmente. Segundo jornais da época, as reuniões para a criação da instituição ocorreram no “sobrado do Sr. Barnabé Ferreira de Abreu e Costa, no Largo da matriz”, local que, inclusive, foi sua primeira sede.

A primeira diretoria foi composta pelo Presidente Felix Guisard (que dirigiu a entidade até 1904), o Vice-Presidente Antônio Gomes de Souza Penna, o Primeiro Secretário Joaquim Gonçalves Freitas, o Segundo Secretário Brás Curiu e o Tesoureiro Crispim José de Carvalho.

No início do século XX, eram oferecidos cursos noturnos, voltados para empresários, dependentes e seus funcionários, que abrangiam temas como escrituração mercantil, direito comercial e geografia comercial, assuntos relevantes naquele momento. Entretanto, segundo pesquisas feitas pela ACIT, houve também um período de pouca atividade, principalmente a partir da década de 10, ressurgindo com mais força em 1934, quando seu estatuto foi reformulado e o empresário Francisco de Barros tomou posse como presidente, cargo que manteve até 1939.

Em 1993 a ACIT inaugurou o “SPC” automatizado, com sistema de telecheque, um serviço revolucionário naquela época.

A Associação também teve participação direta nas obras de estrutura do centro da cidade como, por exemplo, na construção do calçadão na Rua Carneiro de Souza em 1986, num trabalho em conjunto com a Prefeitura que remodelou o centro urbano, facilitando o acesso aos estabelecimentos comerciais.

Além da oferta de cursos para capacitação, a instituição tem em seu currículo a realização de grandes eventos, como a FEITAU (Feira do Comercio, Indústria e Serviços de Taubaté), realizada nas dependências do Comando de Aviação do Exército (Cavex), bailes comemorativos do comércio, que homenageava grandes empresários da cidade, eventos de natal, grandes encontros empresariais de desenvolvimento e networking, palestras com profissionais renomados, parcerias com outras importantes entidades, grandes promoções junto aos associados para beneficiar os clientes, todas as ações sempre voltadas para o desenvolvimento econômico da cidade.

A ACIT vem deixando seu legado a cada dia, sempre acompanhando as páginas da história de Taubaté. A associação procura estar sempre à frente, inovando e se atualizando num mundo cada vez mais tecnológico e com informações que correm à velocidade da luz. Aliado à isso, busca manter parceria e um bom relacionamento com os poderes executivo, legislativo e judiciário para buscar melhorias e ações que possam beneficiar o comércio local.

O grande desafio é oferecer ao associado excelência na prestação dos serviços que estimulam a criatividade em qualquer momento econômico e político. É função da ACIT mostrar ao empresário as mais variadas possibilidades para manter seu negócio vivo e rentável, com soluções práticas e viáveis.

 

Confira abaixo depoimentos de quem esteve à frente da ACIT nos últimos anos:

“A ACIT, quando assumi, estava pré falimentar, com mais de oitenta títulos protestados. Com a ajuda dos meus pares, consegui quitar tudo. Após um longo período de melhorias, partimos para a informatização da entidade. De 40 sócios, partimos para 400. Conseguimos informatizar o SCPC e, aos poucos, construímos a sede entidade, que hoje é muito respeitada, é uma das mais eficientes da região.” (Dirceu Ortiz Gomes – Presidente de 1985 a 1995)

“Eu tenho muito orgulho de integrar o quadro associativo da entidade mais representativa e respeitada do empresariado taubateano. Durante minha gestão como presidente da ACIT, reestruturamos e modernizamos o nosso sistema de informações de proteção ao credito, que passou a ser totalmente informatizado, aumentando assim a credibilidade nos dados por nós fornecidos.

Juntamente com a minha diretoria e a nossa equipe de funcionários e colaboradores realizamos eventos marcantes na história da ACIT, como a primeira FEITAU (Feira do Comércio, Industria e Serviços de Taubaté), Natal Iluminado, os Congressos de Liderança Empresarial do Vale do Paraíba e as comemorações do Centenário.

Estamos comemorando 122 anos de muito trabalho e dedicação ao desenvolvimento de nossa cidade. Parabéns ACIT, parabéns Taubaté!!!” (Augusto Ambrogi Neto – Presidente de1996 a 2000)

“A ACIT, ao completar 122 anos de existência, mostra que lideranças empresariais importantes – entre as quais, Felix Guisard, o maior benfeitor da cidade de Taubaté em todos os tempos – se uniram para reunir forças para resolver problemas de uma crise importantíssima que assolava financeiramente a economia da cidade na época. Registros históricos mostram declarações de empresários que tiveram a intenção de aumentar sua representatividade juntos aos administradores públicos da ocasião.

Esses princípios importantes valem até hoje. Esse é o papel principal das entidades, melhorar a representatividade. Mas, no caso da ACIT, ainda existe um aspecto mais importante, que é o aumento da credibilidade da instituição, comparada ao movimento sindical, onde a participação e compulsória, diferente de uma Associação, que a decisão de ser associado é voluntária.

É preciso salientar, também, que a ACIT é a entidade mais antiga de Taubaté e a que tem a maior credibilidade e representatividade empresarial. Por isso, as negociações e a representações nas discussões públicas, como a exemplo agora dessa pandemia, a ACIT mostra sua força e é sempre ouvida em todos os momentos pelas autoridades.

Tive oportunidade de participar como presidente em algumas gestões, sempre com o auxílio de uma diretoria valiosa que ajudou a conduzir a renovação da administração, e agora participo como diretor, sempre com muita dedicação e muito amor por essa entidade tão importante para Taubaté.” (Yasto André Saik – Presidente de 2001 a 2006

“Acredito que o fato de nos reunirmos em associação é de extrema importância em todos os tempos, mais ainda em época de crise como a que estamos vivendo.

Aliás, ao completar 122 anos, a jovem senhora ACIT foi testemunha de uma parte da história de nossa cidade, do nosso Estado e do Brasil. História que está entremeada de sucessos, dificuldades, progressos e muito, muito trabalho. Fico feliz e grata em ter tido a oportunidade de contribuir um pouquinho neste projeto grandioso que nossa querida ACIT tem desenvolvido neste longo período.

Considero que para o fortalecimento e representatividade cada vez maior da ACIT é fundamental a participação de associados, colaboradores e diretores, bem como a adesão de novos membros. Que venham mais e mais anos de atuação e que possamos ser testemunhas de um tempo cada vez mais próspero e harmonioso!” (Rogéria Ferreira – Presidente de 2007 a 2009)

“A ACIT traz em seu DNA o sinônimo de associativismo, de parceria. A partir do momento que passamos por aqui nossa visão muda, descobrimos a importância de arregaçar as mangas e trabalhar, aprendemos que ter procedimentos nos auxilia para alcançar resultados melhores. E quem tem na ACIT uma parceira, sabe que aqui são oferecidas diversas oportunidades de desenvolvimento, em diversas áreas. São 122 anos de história auxiliando o comércio e os empresários com muita maestria.” (Sandra Teixeira – Presidente de 2010 a 2015)

“Estar à frente a ACIT por algumas gestões me trouxe uma visão mais ampla da nossa cidade e aprendi muito, tendo como referência o nosso fundador Felix Guisard. Tive comigo uma equipe que me auxiliou e trouxemos uma administração mais moderna para essa entidade tão importante para Taubaté. Nosso comércio é o coração da economia da cidade e a ACIT está sempre trabalhando para que Taubaté seja referência nesse quesito, preparando os empresários e seus colaboradores. É uma honra dizer que estive a frente dessa Associação tão importante e pude contribuir para o desenvolvimento da nossa região. Parabéns ACIT pelos seus 122 anos de história.” (José Saud – Presidente de 2016 a 2020)

“Participo na ACIT há muitos anos, em outras gestões tive a oportunidade de estar no corpo diretivo, e agora estou como presidente, à frente essa importante instituição que completa 122 anos de prestação de serviços à cidade e a comunidade.

Acredito na relevância dos serviços que a entidade oferece além da representatividade junto aos poderes públicos, sempre em prol do empresariado.

Estar à frente como presidente é uma responsabilidade enorme, mas também um orgulho, pois cuidar desse patrimônio que é a Associação me traz a noção de que participamos ativamente do desenvolvimento de Taubaté. Parabéns ACIT por essa história tão importante.” (Ricardo Vilhena – Atual Presidente).


Fonte: PORTAL R3

Pelo 44° ano consecutivo, a ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados realiza até o dia 26 de fevereiro a tradicional Pesquisa Ranking Abras.

Elaborada pelo Departamento de Economia da entidade, o objetivo do material é apresentar informações fundamentais para o setor supermercadista brasileiro conhecer e entender cada vez mais o seu mercado.

Para participar é fácil e rápido, basta acessar o formulário on-line no Portal da ABRAS (clique aqui) para preenchimento da pesquisa.

Os supermercados que responderem a pesquisa irão receber, gratuitamente, a divulgação dos resultados do Ranking os dados e análises da pesquisa já formatados em arquivo digital.

Para mais informações entre em contato com o Departamento de Economia e Pesquisa da ABRAS pelos telefones (11) 3838-4516/3838-4533 ou pelo e-mail economia@abras.com.br.


Fonte: ACAPS

 

Os empresários do setor de Transformados Plásticos do Sul do Estado terão a oportunidade de participar de várias ações promovidas pelo Sindicato da Indústria de Material Plástico do Espírito Santo (Sindiplast-ES) em 2021. Em entrevista recente, o presidente da entidade, Jackley Maifredo, apresentou as principais iniciativas planejadas para o ano, que envolvem qualificações, eventos, gestão financeira, etc, e compõem o Plano de Ação 2021 do sindicato.

 

De acordo com Maifredo, com muitas das atividades ocorrendo em ambiente virtual, o empresário da Região Sul poderá estar mais próximo da entidade, desenvolver o associativismo e aumentar o networking com os gestores da Grande Vitória e outras regiões.

“Um dos projetos que iremos levar para a Região Sul será o Tampinha do Bem, que consiste na disponibilização de coletores de tampinhas plásticas em unidades de ensino da Rede Sesi-Senai em empresas e instituições que tiverem interesse em participar, para serem usadas novamente como matéria-prima para a indústria”, afirma o presidente do Sindiplast-ES.

 

Maifredo acrescenta que o Governo do Estado também demonstrou interesse em implantar o programa nas escolas da rede estadual. “Temos uma agenda com a vice-governadora, Jacqueline Moraes, na segunda-feira, 25, para tratar do assunto. O Tampinha do Bem é um projeto de conscientização ambiental e de incentivo à economia circular, pautas defendidas pelo setor de plásticos em âmbito local e nacional”, enfatiza.

 

A região Sul do Espírito Santo também está na agenda de visitas do superintendente do Sindiplast-ES, Gilmar Nogueira, com início em fevereiro na Grande Vitória. “Queremos conhecer de perto as dificuldades e demandas dos empresários e ampliar o nosso contato com a região Sul, em um trabalho voltado para a apresentação dos benefícios do associativismo e dos valores do Sindiplast-ES”, afirma.

 

O superintendente enfatiza que o empresário que tiver interesse em se associar ao Sindiplast-ES receberá uma série de benefícios, como participação em cursos gratuitos, descontos em cursos in company, utilização dos benefícios oferecidos pelo Sistema Findes (Senai-ES, Sesi-ES, IEL), participação em Encontros de Negócios, auxílio jurídico, entre outros.

“Além disso, nosso associado recebe em primeira mão as principais informações relacionadas ao setor de Transformados Plásticos e temas de seu interesse, como negociações trabalhistas, legislações, articulação por incentivos fiscais e diálogos com o Poder Público na defesa do plástico e do setor”, completa Gilmar Nogueira.

 


Fonte: Jornal Fato

 

Individualmente, conquistar determinados benefícios para desenvolver sua empresa pode ser desafiante. Contudo, a união de esforços tem um papel fundamental no desenvolvimento de micro e pequenos negócios, já que dá peso à busca de soluções efetivas que respondem com assertividade às demandas comuns de um determinado setor: explorar novos mercados, melhorar a produtividade ou obter acompanhamento especializado com grandes parceiros.

E um exemplo disso vem do Núcleo de Moda Sul Catarinense (NMSC), um dos núcleos setoriais da Associação Empresarial de Criciúma (Acic). Em conjunto com o Sindicato da Indústria do Vestuário do Sul Catarinense (Sindivest), o grupo trabalha para estabelecer parcerias e oferecer uma gama de vantagens aos associados.

“A unificação de entidades, oficializada em 2020, sempre foi um sonho para ambas, e certamente intensificará os benefícios, já que as duas visam defender os interesses do setor do vestuário”, avalia o presidente do Sindivest, Xandrus Galli.

Segundo ele, o trabalho sério desenvolvido ao longo dos anos construiu uma relação sólida e uma percepção muito positiva do mercado de moda sobre as entidades coirmãs. Isso se desenvolveu e se mantém com parceiros de peso, não só da região como de fora.

“Muitos dos projetos que foram desenvolvidos nos últimos anos no Núcleo de Moda só foram possíveis graças à associação. Além do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), que nos abriu portas para evoluirmos nossas empresas com missões internacionais e projetos técnicos robustos, temos também a Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), que nos aproxima de um cenário de discussão mais amplo sobre atuação do setor a nível estadual e nacional, sobretudo a nível de legislação”, expõe o presidente do Núcleo de Moda, Eduardo Rizzotto.

Conexões

De acordo com ele, o trabalho desenvolvido também permitiu que fossem estabelecidas conexões com instituições de ensino de ponta, como o Senac. “Isso nos permite desenvolver projetos de acordo com as necessidades de nossos associados, com oportunidades de facilitar operações comuns do dia a dia de empresas de moda. Por meio do SESI/Senai, por exemplo, as empresas têm acesso a laboratórios diversos e ao estúdio fotográfico e acesso gratuito à pesquisa do WGSN, algo riquíssimo para empresas da área, pois permite antecipar-se e oferecer ao mercado produtos altamente vendáveis”, cita Rizzotto.

“O Audaces Connection, um grande evento de moda e tecnologia, escolheu Criciúma para realizar seu primeiro grande evento e fomos parceiros, a exemplo de outros bons eventos com grandes nomes, realizados para trazer conhecimento para as empresas do vestuário de Criciúma e região. Para nós, é uma mostra daquilo que buscamos e pelo qual trabalhamos há tanto tempo”, continua o presidente do núcleo.

“Não só tem dado frutos, como descortina muitas possibilidades em potencial, como o cruzamento cada vez mais forte da tecnologia e sustentabilidade com a moda, que se manifesta na nossa comunicação e na busca por profissionais e empresas que possam contribuir com essa transformação veloz, possibilitando a realização de eventos para o setor e outros encontros e ações exclusivas para nossos associados”, ressalta Rizzotto.

Ele lembra que o Núcleo de Moda e o Sindivest, com o apoio das entidades parceiras, já enviaram empresários da região para grandes centros de pesquisa e compras do mundo. Alguns projetos de consultoria técnica, acompanhamento e melhoria também foram oportunizados devido ao fato de estarem associados. “É com imenso orgulho que vimos muitos de nossos associados darem um salto com evolução em processos, branding e posicionamento”, enaltece.

Tecnologia

No ano passado, devido à pandemia, as ações precisaram ser adaptadas, mas não pararam. “Temos buscado muitas oportunidades, focado na transformação digital, indústria 4.0, uso de aplicativo, marketing digital, de experiências e serviços multicanais, tecnologias voltadas à moda”, elenca o presidente do núcleo, explicando que esse trabalho foi intensificado já no ano anterior.

“Como para todos, fomos pegos de surpresa com o Covid-19 e estamos nos adaptando, estudando mais, explorando outros caminhos e tentando descobrir novas maneiras de orientar, promover e desenvolver as empresas associadas. Mas é importante ressaltar que acreditamos ser parte do nosso trabalho conscientizar o público geral sobre a importância do trabalho dessas empresas em nossa região. Para isso, buscamos uma comunicação mais simples e próxima, principalmente via Instagram, com uma visão mais coesa de sustentabilidade, tecnologia, tendências e moda”, conclui.

 


Fonte: Engeplus

 

Promoção de Natal, com sorteio de carro e de moto, consultoria e cursos gratuitos, apoio psicológico, distribuição de totens de álcool em gel, descontos em produtos de prevenção à Covid-19 e reuniões de negócios online são algumas das ações realizadas neste ano pela Associação Comercial Empresarial (ACE) de Jundiaí.

O presidente, Mark William Ormenese Monteiro, diz que 2020 foi um ano atípico, incomum, de muitos desafios, transformações e reinvenções e tudo o que foi planejado no início de 2020 teve de ser revisto e adaptado para o cenário de pandemia. “A ACE fez as adaptações necessárias para enfrentar o momento e sempre manteve o diálogo com o poder público na busca de alternativas que pudessem reduzir os impactos econômicos no setor”, afirma.

Mark diz que é inegável que se trata de um momento muito triste para todos e os impactos da pandemia são incalculáveis. Por isso é importante a população valorizar os pequenos estabelecimentos comerciais, que representam 98% das empresas na cidade e geram 61 mil empregos. “Façam as compras no comércio de Jundiaí, do centro e dos bairros. Ao apoiar uma pequena empresa estamos ajudando a preservar a economia e os negócios da cidade.”


Fonte: JR Jornal

 

 

O evento foi realizado dentro das regras exigidas para o momento de pandemia, com pequeno número de participantes presenciais. Os demais associados, parceiros e profissionais do setor supermercadista puderam acompanhar a posse pelo YouTube da Acaps.

A nova diretoria é formada por 35 membros e tem Fábio Dall’Orto Dalvi como presidente. O empresário foi eleito em votação no último dia 12 de novembro e inicia a gestão em 1º de janeiro de 2021. O mandato é válido para os próximos dois anos.

Em um discurso emocionante, Fábio agradeceu à família pelos ensinamentos e valores recebidos e destacou a presença do pai, José Dalvi, de 92 anos, a quem chamou de líder e fonte de inspiração. Ressaltou também a importância das equipes para que um negócio simples e ao mesmo tempo complexo como um supermercado tenha resultados e resista aos anos. “Sem equipe não tem nada, ninguém faz nada sozinho. Aprendemos em família que juntos vamos mais longe, de forma mais estável e mais feliz”, afirmou.

Sobre o novo desafio, Fábio garante que fará o seu melhor e que assume o cargo de presidente com muita honra. “O Varejo é uma atividade que me encanta. O supermercado é um lugar onde a vida acontece, não tem faz de conta. Faz parte da nossa missão formar pessoas. Nós somos o primeiro emprego de muitos jovens e essa é uma missão muito nobre”, disse.

Para Fábio Dalvi, é importante apostar em um modelo de gestão humanizada, que valoriza, reconhece e respeita o ser humano com todas as suas peculiaridades, e em um sistema que possui objetivos claros, com quais resultados precisam ser alcançados e quais indicadores precisam ser usados para atingir e manter os objetivos. A atuação se baseia em três pontos: resultados, indicadores e cuidado com as pessoas.

Inicialmente, são três as pautas que o novo presidente deseja trabalhar: a aproximação da Acaps do dia a dia do associado para que a Associação se torne ainda forte e representativa; a manutenção do alinhamento com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras); e a aproximação com os fornecedores. “São esses pontos que pretendo sugerir ao Conselho Diretor e que vão nortear a nossa agenda de trabalho”, adiantou Fábio Dalvi.

Já João Tarcício Falqueto, que se despede da presidência da Associação após seis anos, recebeu das mãos do superintendente Hélio Schneider uma escultura feita pela artista plástica capixaba Ana Paula Castro. O presente foi uma forma de reconhecer toda a dedicação do empresário no tempo em que esteve à frente da entidade.

No evento, João Falqueto aproveitou para agradecer a contribuição do superintendente Hélio Schneider nos 48 anos de história da Acaps. Agradeceu ainda à família – pais, irmãos, esposa e filhos – e falou sobre a importância da população entender a gravidade da Covid-19 e de não deixar de lado as medidas de prevenção.

“Foi um prazer estar à frente da Associação por todo esse tempo e participar de projetos e ações tão importantes para o desenvolvimento do nosso segmento. Cada iniciativa da entidade tem um único objetivo: a defesa dos interesses dos supermercadistas capixabas e o fortalecimento dos seus negócios”, afirmou.

Para ele, a credibilidade conquistada pela entidade junto aos órgãos governamentais, parceiros, associados e população em geral é fruto de um trabalho transparente e sério, e que vem dando certo porque é realizado em conjunto, com muita entrega e dedicação por parte da diretoria, da equipe técnica e dos demais colaboradores.

Diálogo

O governador Renato Casagrande, em seu discurso, destacou a importância do diálogo permanente com a Acaps a fim de encontrar soluções para o enfrentamento da pandemia. “Passamos por momentos difíceis com a definição de regras e protocolos e a Associação sempre esteve à disposição do Governo, demonstrando muita boa vontade para lidar com o assunto. O João (Falqueto) foi um presidente com bastante capacidade de diálogo”, elogiou.

Ele disse ainda que, assim como o João Falqueto, acredita que o novo presidente, Fábio Dalvi, será um excelente líder e, com o apoio da diretoria da Acaps, irá ampliar ainda mais a importância da entidade. “Coloco a minha equipe de Governo à disposição da Associação”, afirmou.


Fonte: https://esbrasil.com.br/nova-diretoria-acaps/

Com 43 anos de existência a ASES mantém-se como uma referência da cultura associativista.

A solenidade ocorreu num evento híbrido, semipresencial, com a presença de algumas pessoas, diretores da ASES, pessoas ligadas aos homenageados e dirigentes do Sebrae que cedeu seu auditório para a transmissão da homenagem de forma online.

 

A edição 184 do já tradicional Caneg, o Café de Negócios (Caneg) da Associação dos Empresários de Serra (ASES) revestiu-se de especial importância porque conjugou outro evento também relevante da entidade por representar o reconhecimento de personalidades que se destacaram durante o ano.

Assim, o Caneg 184 embutiu o Prêmio Mérito Empresarial 2020 que se realizou em sua 14ª edição mantendo a consistência do momento anual de homenagem às pessoas que, nas suas respectivas categorias, contribuíram para o desenvolvimento do setor empresarial, do município e mesmo do Estado, em suas respectivas atividades.

 

Os(as) homenageados(as) na 14ª edição do Prêmio Mérito Empresarial Serra 2020. Foto: Edson Reis

 

O quadro de homenagens abarca as categorias Comércio, para a qual foi escolhido Ronaldo Campos, da RDG Aços do Brasil; Micro e Pequena Empresa, com indicação de Maria Eliza Binatti, da Solution Consultoria; Serviço, tendo sido reconhecido Walter Dalla Bernardina, da São Bernardo Saúde; e Tatiana Rodrigues, da Vale; O ex-presidente da ASES e da Findes, Leonardo de Castro foi o homenageado do ano.

 

Associativismo

A solenidade ocorreu num evento híbrido, semipresencial, com a presença de algumas pessoas, diretores da ASES, pessoas ligadas aos homenageados e dirigentes do Sebrae que cedeu seu auditório para a transmissão da homenagem de forma online. O prefeito eleito de Serra, Sérgio Vidigal, também esteve presente, reiterando a atitude de prestigiar a entidade como sempre fez ao longo dos seus mandatos administrativos.

Nos discursos os homenageados enalteceram a contribuição dos colaboradores, decisivos para os desempenhos corporativos que lhes concederam o reconhecimento da ASES e a força do associativismo que tem na própria Associação um exemplo emblemático. Com 43 anos de existência a ASES formou-se e mantém-se como uma referência da cultura associativista, empoderada pela adesão do empresariado serrano e o reconhecimento dos interlocutores públicos.

O homenageado do ano, Leo de Castro, proferiu um breve e objetivo pronunciando enaltecendo tanto a importância do associativismo como estratégia de fortalecimento do eleitorado como relatando a trajetória pioneira de sua família na Serra, quando o seu pai, Sérgio Rogério de Castro fundou a empresa da família, a Fibrasa, diversificando posteriormente os investimentos para as áreas imobiliárias e agrícolas, no Espírito Santo e em Pernambuco.

Leo de Castro dirigiu-se ao prefeito Sérgio Vidigal e instou a classe política a assumir entendimentos suprapartidários que contemplem os interesses do país. Mais especificamente, referiu-se às reformas estruturantes que engessam o Brasil, restringe a competividade das empresas e concorrem para a estagnação. O líder empresarial declarou que metade dos domicílios brasileiros não têm tratamento de esgoto e pelo menos um terço das residências não dispõe de água tratada. Segundo ele, no século XXI ainda estamos tratando de uma agenda do século XIX.

 

Promessa

O prefeito eleito de Serra, Sérgio Vidigal, discursou fazendo um retrospecto do relacionamento de parceria com a ASES ao longo dos seus mandatos e anunciou que o seu próximo período à frente da prefeitura do município não deve ser visto como um quarto mandato, porque não haverá continuidade da visão e das práticas públicas que foram adotadas até então.

Segundo Vidigal, há que se pensar a gestão pública na perspectiva do atendimento efetivo ao cidadão, a indução de negócios pelos empreendedores que dinamizam a economia e são os efetivos geradores de riqueza cumprindo ao ente público aplainar as desigualdades sociais e proporcionar a ambiência favorável aos negócios. Assegurou, também, que não pleiteará uma reeleição após essa etapa da gestão municipal coerente com sua percepção de como o setor público deve operar.(Com informações da AsImp/Ases)

 

Assista na íntegra como foi o evento: https://www.youtube.com/watch?v=ucGSaHToz9E


Fonte: Correio Capixaba

 

Manaus – Com 542 produtores associados e beneficiando ao todo 784 famílias, a Associação dos Produtores Rurais de Carauari (Asproc) é uma organização de agroextrativistas residentes de 55 comunidades ao longo do médio rio Juruá, no município de Carauari (distante 788 quilômetros de Manaus).

Hoje, a associação se destaca por conta de seu trabalho para trazer desenvolvimento às comunidades da região do Médio Juruá, que inclui parcerias com empresas internacionais e projetos reconhecidos nacionalmente.

O Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam) tem acompanhado a trajetória da associação desde sua fundação, oferecendo apoio na forma de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), emissão de documentos como o Cartão do Produtor Primário e a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), e elaboração de projetos para acesso ao crédito rural, por meio do Banco da Amazônia e da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam).

Para o diretor-presidente do Idam, Valdenor Cardoso, a Asproc simboliza o associativismo bem-sucedido no Amazonas.

“A Asproc nasceu das discussões dos próprios moradores das comunidades. Ao longo dos anos, ela sempre teve a capacidade de se ressignificar, primeiro com sua parceria com a igreja, depois se voltando para o aspecto comercial e empreendedor, mas sempre prestigiando o produtor”, disse Cardoso.

Segundo o gerente da unidade local do Idam no município, Átrio Chagas de Souza, a Asproc se destaca por sua organização e dedicação no desenvolvimento de acordos comerciais e parcerias com empresas nacionais e internacionais, como a Natura e a Coca-Cola, e também por ter desenvolvido e implementado projetos como o Sanear Amazônia e o Comércio Ribeirinho da Cidadania e Solidário (CRCS).

O Comércio Ribeirinho é um sistema de comercialização para as comunidades ribeirinhas do rio Juruá, que disponibiliza itens básicos de consumo para venda nos entrepostos comerciais das comunidades e recolhe a produção para a venda na cidade a um preço justo. Conforme Átrio Chagas, os produtos comercializados nos entrepostos comerciais, denominados “cantinas”, incluem farinha, banana, macaxeira, jerimum, milho e melancia, bem como pirarucu e tambaqui manejados pelas próprias comunidades.

O projeto Sanear, realizado com o apoio do Instituto Chico Mendes, é outro destaque da Asproc, levando infraestrutura e saneamento básico às comunidades da região.

“Hoje todas as comunidades ligadas à Reserva Extrativista e à Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Médio Juruá têm acesso ao básico, incluindo caixa d’água e poços artesianos, ou tratamento de água do rio. Ou seja, trouxe melhores condições de saúde e moradia”, delineou o técnico do Idam Jorge Carvalho, que integra a equipe da unidade local em Caruari.

O projeto já foi implementado em outros estados da região Norte, incluindo Pará, Acre e Amapá, com a expectativa de contemplar mais de 3 mil famílias.

Para o presidente da Asproc, Manuel da Cruz, a participação dos associados em suas assembleias anuais e a transparência da diretoria contribuíram para a evolução da associação. Segundo ele, os associados comparecem às assembleias para pleitear suas necessidades, que a diretoria então busca auxiliar com o apoio de seus parceiros, entre eles o Idam.

“Consideramos muito importante a parceria do Idam com a Asproc. Neste ano tínhamos uma grande demanda por kits de seringa, que pudemos atender com o auxílio do Idam. Através desta parceria, o Idam tornou possível para nós distribuirmos ferramentas de trabalho aos nossos seringueiros para que pudessem fazer a extração do látex e, com isso, gerar renda às suas famílias”, disse Manuel.

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Fonte: https://d.emtempo.com.br/economia/280881/associacao-de-produtores-do-carauari-e-exemplo-de-associativismo-no-am

 

 

A principal voz do associativismo na Alemanha, Ludwig Veltmann, gestor executivo da Federação Alemã de Redes e Centrais de Negócios (Mittelstandsverbund) da Alemanha, trará para o debate a experiência na cooperação entre pequenas empresas em seu país durante a FEBRAMAT TALK Internacional – O Associativismo no Brasil e no mundo.

O debate sobre esse modelo de parceria entre as empresas e os seus resultados serão a temática central do evento que acontece no próximo dia 02 de dezembro, às 10 horas. O objetivo é promover o associativismo empresarial no Brasil, apresentando as melhores práticas de atuação desenvolvidas no país e no mundo.

Para garantir a participação basta clicar no link: https://febramat.webex.com/febramat-pt/j.php?MTID=mc37e630854611656ded4ae8ad6e12237.

O evento que é gratuito e terá transmissão pelo Youtube, contando com importantes nomes do mercado associativista: Paulo Machado (Febramat), Dr. Veltmann (Der Mittelstandsverbund – Alemanha), Professor Dr. Douglas Wegner (Unisinos), Edison Tamascia (Febrafar). A dinâmica será uma conversa aberta sobre o associativismo empresarial, suas vantagens e desafios.

O debate trará importantes experiências que estão sendo desenvolvidas no mundo relacionadas ao tema, estas proporcionaram resultados extremamente positivos para as pequenas e médias empresas, possibilitando o enfrentamento em pé de igualdade com competidores de grande porte, ganhando competitividade.

“O associativismo empresarial é movido por objetivos comuns, estratégias coletivas, suporte mútuo e comprometimento dos empresários envolvidos para o sucesso da cooperação. Como criar associações realmente fortes e prósperas é o que demonstraremos na FEBRAMAT TALK”, explica o presidente da Febramat, Paulo Machado.

Hoje as experiências associativistas vão muito além de compras conjuntas, ao se reunirem em redes as empresas se fortalecem, desenvolvem tecnologias de uso compartilhado e parcerias com fornecedores, melhoram suas competências e aumentam sensivelmente sua capacidade de atender clientes cada vez mais exigentes.

A live da Febramat falara sobre o associativismo no setor de Farmácias, Materiais de Construção e a experiência da Federação Alemã de Redes (Der MIttelstandsverbund) na promoção e defesa do associativismo. O evento é aberto, mas, especialmente focado em empresários de micro e pequenas empresas de variados setores, entidades e órgãos conectados com o tema e estudiosos da área.

 

Sobre a Febramat

A Federação Brasileira de Redes Associativistas de Materiais de Construção (Febramat) nasceu em 2006 para reunir e representar as redes de empresas de varejo de materiais de construção.

Atualmente conta com 28 redes associadas, que representam mais de mil lojas em 17 estados brasileiros. A entidade é hoje a voz do segmento perante a sociedade, defendendo o poder progressista e de transformação social da construção civil, promovendo a cultura empreendedora dos associados e atuando para manter o segmento sempre competitivo.

 

Há tempos que está no meu bloco de notas do celular para falar sobre este tema aqui, na coluna de Empreendedorismo e Inovação. Muita gente me pergunta para que serve uma associação empresarial, ou o que faz, mas parece que o propósito se torna “abstrato”, porque não é um produto ou um serviço em si, embora o tenha, mas sim uma ideologia, uma filosofia, um conceito de representatividade.

Julguei ser este o melhor momento para tratar sobre o assunto justamente porque as entidades empresariais de Içara lançaram, nesta semana, um “produto tangível” que faria você, leitor, entender melhor a razão dessas organizações existirem, que é a cartilha do Voz Única, que é um documento que contempla os pleitos do setor econômico do município, com o objetivo de seu desenvolvimento sustentável.

Além disso, tempos atrás vi a união dos bares e restaurantes para formarem a Via Gastronômica de Içara. Já nesta semana, recebi um vídeo promovido pela união dos espaços de treinamentos, também do município, divulgando as ações em prol do seu segmento (academias, crossfit, jiu-jitsu e hidroginástica). Ou seja, a pandemia ajudou a fortalecer o conceito de “associativismo”, principalmente no meio empresarial.

Como trabalho há mais de três anos com o associativismo empresarial, trago aqui alguns dos mitos e verdades que mais geram dúvidas nos empreendedores:

 

É para as grandes empresas?
Este é um dos principais mitos, mas que afastam muitos empreendedores com vontade de contribuir e participar de uma entidade. Quantas grandes empresas de Içara você conhece? 10? 30? 50? 100? Pois é, a Associação Empresarial tem hoje mais de 200 associados, com mais da metade deles sendo MEIs e pequenos negócios. Ou seja, não importa o porte da empresa para se associar.

 

É somente para empresários?
É verdade que muitas das soluções e capacitações são voltados para empresas e empresários. Mas tem muitos outros serviços e benefícios que se estendem aos colaboradores das empresas, como convênio com planos de saúde, desconto em instituições de ensino, descontos em cursos e palestras de diversas áreas e, também, algumas entidades contam com uma rede de benefícios entre os próprios associados. Então é um mito que associações empresariais atendem somente empresários.

 

Geram novos negócios e networking?
Esta é uma das razões de uma entidade existir. O propósito das associações empresariais é desenvolver a economia local por meio das empresas da região. Para isso, uma série de ações são feitas para promover o networking, gerar novos negócios e valorização das empresas locais. Ou seja, é verdade! Mas atenção, os resultados não caem do céu, tem que participar do associativismo, de fato. Afinal, quem não é visto, não é lembrado.

 

Uma associação é política?
Isto é um mito, mas também uma verdade. Primeiro vamos aos conceitos. Uma associação participa da política, mas não faz politicagem. São entidades idôneas, apartidárias e democráticas, inclusive, o estatuto social de algumas instituições impede que se tenham laços políticos-partidários. Por outro lado, precisa estar envolvida com o Poder Público para pleitear os interesses da classe empresarial e buscar o desenvolvimento socioeconômico, como exemplo, o Programa Voz Única, citado anteriormente. Da mesma forma, quem vive o associativismo na prática, se vê imerso em uma escola de liderança e, por muitas vezes, acaba descobrindo uma vocação para se tornar um líder político, religioso ou de alguma outra esfera.

 

Não uso nenhum serviço da entidade, por que participar?
Talvez você não se interesse por nenhum produto ou serviço “tangível” da entidade e, de fato, se este serviço não estivesse no portfólio da associação empresarial, estaria disponível no mercado por uma empresa “normal”. Mas o grande mito aqui é que uma entidade de classe não foi feita para oferecer serviços aos associados, mas sim representar os interesses em comum para o desenvolvimento socioeconômico local e também dos respectivos negócios. Uma entidade com 200 associados é mais forte do que uma com 50, que é mais fraca, teoricamente, do que uma que tem 1000. Nunca o ditado “a união faz a força” fez e faz tanto sentido quanto no associativismo. E foi o que aconteceu, também, com o Voz Única, onde as entidades de Içara se uniram para representar os pleitos e atenderem as demandas de seus associados frente ao Poder Público, em prol do desenvolvimento. E esta representatividade não aparece apenas nas eleições, pois cada entidade tem seus representantes nos diversos Conselhos Municipais, como trânsito, segurança, do hospital, da defesa da mulher, turismo, dentre outros que são eixos de extrema importância para o crescimento do município.

Espero que estas respostas te ajudem a entender um pouco mais a importância destes movimentos e, principalmente, que ajudem você, como profissional, e o seu negócio a prosperar em uma das cidades que mais cresce no estado de Santa Catarina. Se precisar, entre em contato com a entidade de classe que melhor representa o seu negócio, some e faça a diferença!

FONTE

 

“Dos 182 candidatos que disputam as 13 vagas para a Câmara de Vereadores de Campo Mourão, 14 são presidentes de associações de moradores. Pelos cálculos da União dos Presidentes de Associações (Uprescam), esta é a primeira eleição com tantos candidatos representantes dos bairros.

Para o presidente da Uprescam, Lineo Quadros, esse cenário é interessante para a política do município. “O trabalho voluntário à frente de uma associação já faz parte da política, pois ele tem que ser eleito presidente. E isso naturalmente já credencia a pessoa a almejar o Legislativo e também acaba sendo mais visada pelos partidos por ser uma liderança na comunidade”, analisa Lineo, que já prestou assessoria parlamentar na Câmara.

“Ele ressalta que a maioria dos presidentes de associações não dispõe de poder aquisitivo para bancar os custos de uma campanha para vereador. Nesse aspecto eles saem em desvantagem. Em compensação já são mais conhecidos, por prestarem serviços de interesses de seu bairro e conhecer a realidade da comunidade, observa.

Na história recente do Legislativo Municipal, apenas sete presidentes de associações exerceram mandatos de vereadores.

 

Fonte

Coalizão conta com dez entidades; lançamento está marcado para 29 de setembro, às 17h

Dez associações se uniram para fomentar a recuperação energética de resíduos no Brasil. O lançamento da Coalização Valorização Energética de Resíduos está marcado para 29 de setembro, às 17h, e será transmitido pelo canal do Youtube da Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (Abren).

Segundo a Abren, a Coalização visa promover ações para o desenvolvimento da valorização energética de resíduos sólidos no Brasil, com promover eventos e buscar soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de uma indústria sustentável e integrada.

O evento será conduzido pelo Anfitrião Antonio Bolognesi, vice-presidente da Abren, contará com uma palestra magna do presidente executivo da Abren, Yuri Schmitke, e com o pronunciamento dos deputados federais Arnaldo Jardim, Geninho Zuliani e Lafayete Andrada, assim como dos secretários Hélvio Neves Guerra (MME) e Pedro Maranhão (MDR).

Também participarão do evento os presidentes que representam as entidades signatárias do Manifesto: José Velloso (Abimaq), Mario Menel (Abren), Estela Testa (SINDESAM), Newton Duarte (Cogen), Afonso Mamede (Sobratema), Carlos Evangelista (ABGD), Charles Tang (ABERS), Gabriel Aidar Abouchar (ABEMI) e Klaus Curt Müller (ANIP).

 

Recuperação Energética

Vários países do mundo, através de diferentes tecnologias disponíveis de tratamento de resíduos sólidos urbanos, comerciais, industriais, agricultura, pecuária, hospitalares, estações de tratamento de esgoto, papel e celulose, geram energia limpa e renovável, sendo foco da Coalizão incentivar estas atividades a fim de fomentar investimentos e proteger o meio ambiente, com significativa redução das emissões de gases de efeito estufa e evitar a contaminação dos lençóis freáticos, buscando assim a adoção dos princípios da sustentabilidade social, ambiental e econômica.

Todos os setores da valorização energética de resíduos podem demandar investimentos na ordem de R$ 145 bilhões para o país, cabendo à Coalizão somar esforços para criar um ambiente de negócios favoráveis, mediante a formulação de políticas públicas em todas as esferas. Tais investimentos tem como objetivo também mitigar os danos à saúde pública, pois o Brasil gasta 2,7 bilhões por ano no tratamento de saúde de pessoas que tiveram contato inadequado com o lixo urbano.

 

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A matéria foi editada nessa sexta-feira, às 9:15 horas, desvinculando Mario Menel do Fase e o vinculando à Abren, Associação da qual ele é presidente do conselho.

Fonte: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53148575/associacoes-se-unem-para-fomentar-recuperacao-energetica-de-residuos-no-brasil

17 setores organizam ato em SP e mobilização no Twitter para que o presidente do Senado paute a desoneração da folha salarial no Congresso

Associações e empresas de 17 setores se organizam com centrais sindicais para preservar mais de 1,5 milhão de empregos ameaçados com o fim da desoneração da folha salarial. A mobilização principal será na segunda-feira, dia 28, em duas frentes: um grande ato da União Geral dos Trabalhadores (UGT), às 10h, em frente ao Sindicato dos Comerciários de São Paulo; e um tuitaço, às 9h, puxado pela hashtag #PautaDavi. O objetivo é pressionar que o veto à continuidade da desoneração seja colocado na pauta do Congresso para votação.

O fim da desoneração vai afetar 17 categorias profissionais, que reúnem 6,5 milhões de trabalhadores. Call center, construção civil, tecnologia, alimentos, comunicação, transportes e indústrias têxtil, de calçados e máquinas, entre outros, podem demitir mais de 1,5 milhão de funcionários até o final do ano caso o benefício fiscal seja suspenso.

A mobilização é para reforçar a necessidade da manutenção da desoneração da folha, aprovada pelo Congresso, e garantir a manutenção do emprego de milhares de trabalhadores em meio à pandemia. Além da UGT, CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), Fenattel, Sintratel e Sintetel também apoiam o movimento, participando do tuitaço #PautaDavi.

A decisão acontece num momento em que o país conta com mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados e as empresas já estão impactadas financeiramente pela pandemia da COVID-19. Em um cenário de recessão econômica, os setores foram responsáveis pela manutenção do volume de empregos de carteira assinada no Brasil. Durante o período da desoneração da folha salarial as empresas investiram em todas as regiões, inclusive em cidades pequenas, gerando empregos, renda e impostos.

O setor de contact center é um dos maiores empregadores do país e será um dos afetados pela medida. Presidente da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), John Anthony von Christian, estimou o aumento nos custos com o fim da desoneração e o impacto no setor. “Somos intensivos em mão de obra, tanto que a folha de pagamento representa cerca de 70% dos custos. As empresas vão sofrer um aumento da carga tributárias de até 366%, ou o equivalente a 11% da receita bruta, levando em conta o cenário de uma empresa com receita bruta mensal de R﹩ 1 milhão. A estimativa é de que cerca de 300 mil trabalhadores podem perder seus empregos até o fim do ano, com a menor demanda e robotização dos atendimentos”, pontua John.

 

Fonte: https://www.segs.com.br/mais/economia/254272-centrais-sindicais-associacoes-e-empresas-se-unem-para-preservar-1-5-milhao-de-empregos

 

Objetivo do evento online é promover oportunidades de negócios, além de ampliar o networking dos empresários

A Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG) realiza no dia 10 de setembro, às 7h30, através de uma plataforma online do Sebrae, uma Rodada de Negócios para seus associados. O objetivo é promover oportunidades de negócios, ampliar o networking dos empresários e remodelar o formato dos Núcleos Setoriais, transformando-os em Conselhos Setoriais, potencializando a ferramenta base associativismo na instituição.

De acordo com a Rafael Zanin, diretor de Fomento da ACIPG, a instituição é uma organização de empresários que buscam o desenvolvimento de sua cidade, mas que atua também na promoção de relações comerciais, através de network entre os associados. “A premissa do associativismo é a ajuda mútua na consolidação e expansão dos negócios”, explica.

O gerente institucional da ACIPG, Gilmar Denck, explica que para participar da Rodada de Negócios será necessário visitar o Conselho Setorial do segmento da empresa interessada, como também se filiar à ACIPG.

“A Rodada de Negócios a se realizar dia 10 de setembro tem como objetivo atrair os empresários a fazerem negócios, mas principalmente repensarem o seu setor, e com isso, de maneira associativista fazê-lo crescer neste período de retomada”, explica Denck.

O diretor salienta que a adesão ao Programa Empreender cumpre este papel, pois oferece acesso a treinamentos comerciais, aprendizagem contínua entre empresários e oportunidades de networking e negócios com centenas de membros de associações em todo Brasil.

“Diante do cenário de pandemia a ACIPG acredita que a maneira de comprar, vender e negociar foi sensivelmente alterada, de forma que a capacitação e as relações comerciais estabelecidas na confiança pautarão o mercado em um futuro já presente”, finaliza Zanin.

 

Fonte: https://d.arede.info/ponta-grossa/336020/rodada-de-negocios-busca-fortalecer-associativismo-em-pg

Iniciativa foi escolhida entre boas práticas das Associações Empresarias de Santa Catarina.

A criação de espaços compartilhados na Associação Empresarial de Içara teve destaque na Jornada em Projetos da Federação das ACIs nesta quinta-feira, dia 27. O coworking implantado neste ano – com bancadas para trabalho, ambientes de reunião e auditório – foi um dos modelos escolhidos como boas práticas em Santa Catarina junto com iniciativas de São Bento do Sul, Blumenau, Rio do Sul, Concórdia e Orleans. A apresentação ocorreu de forma online.

Ao todo, 89 tripulantes fazem parte da jornada com o propósito de conectar pessoas, conhecimentos e experiências, além da captação de recursos. As atividades iniciaram em julho e seguirão até setembro. “Mais do que nunca precisamos gerar resultados com menos recursos. E toda a troca de experiência entre os palestrantes e participantes, além dos cases de sucesso e as boas práticas, estão gerando ideias, insights e motivação para buscar novas soluções em um novo mundo”, indicou o executivo da Associação Empresarial de Içara, Deinyffer Marangoni.

“A Jornada em Projetos, organizada pela FACISC Federação das Associações Comerciais e Industriais de SC, tem proporcionado muitos aprendizados entre as associações empresariais e a própria federação. Durante os encontros tivemos a oportunidade de desfrutar de momentos ricos de trocas de experiências, boas práticas e conhecimentos. Tenho certeza que o nosso sistema colherá bons frutos com esta trajetória, a partir da contribuição dos nossos tripulantes, inspirados e ainda mais motivados a transformar ideias em resultados”, pontuou a coordenadora, Letícia Nunes Varela Chierighini.

Colaboração: Lucas Lemos/Inoova Comunicação

Fonte: http://www.engeplus.com.br/noticia/geral/2020/coworking-da-associacao-empresarial-de-icara-e-apresentado-como-modelo-em-jornada-estadual

Líderes comunitários, representantes das Uniões de Moradores de Bairros de municípios do interior de Mato Grosso receberam mais de duas mil cestas básicas da campanha “Vem Ser Mais Solidário – MT unido contra o coronavírus” e cobertores do programa “Aconchego”. Serão mais de 12 mil kits de alimentos e de produtos de higiene e limpeza. As ações sociais são lideradas voluntariamente pela primeira-dama do Estado, Virginia Mendes.

 

Receberam as doações, o Conselho Tangaraense Das Associações, União das Associações Comunitária de Pontes e Lacerda, União das Associações Comunitárias de Barão de Melgaço, União das Associações Comunitárias de Mirassol D’ Oeste, União das Associações Comunitárias de Nova Xavantina, União das Associações de Moradores de Bairro do Município de Juína, União das Associações de Moradores de Nova Olímpia, União das Associações de Peixoto de Azevedo, União de Associação Moradores de Vila Bela, União Nobrense das Associações de Moradores De Bairros, União Poconeana de Associação de Município, União Poxorensse das Associação, União Primaverense Das Associações de Moradores de Bairros, União Rosariense de Associação de Moradores de Rosário Oeste, União Sinopense das  Associações de Moradores de Bairro, União Das Associações Rurais de Cuiabá.

 

“A parceria com o movimento comunitário é essencial para chegar nas famílias que realmente precisam de ajuda, principalmente neste momento de pandemia”, disse secretária Rosamaria Carvalho, destacando a importância dos líderes na interlocução da sociedade com o governo e que fez a entrega dos kits juntamente adjunto de Assuntos Comunitários da Setasc, Édio Martins. “Os representantes das Uniões vão levar os alimentos para moradores de todos os municípios mato-grossenses, beneficiando assim as famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade”, disse ele.

 

Para o prefeito do município de Porto Estrela, Eugênio Pelachim, que também acompanhou as entregas das cestas básicas, a iniciativa é de muita importância. ”Significa muito essa ajuda do Governo do Estado. Temos várias famílias carentes passando por dificuldades. Já recebemos outras doações da Setasc, que foi de muita importância a todas essas famílias do nosso município”.

 

Hoje foram beneficiadas famílias carentes assistidas pela Associação de Moradores do Residencial Jonas Pinheiro III que ganharam 170 cestas básicas com alimento e produtos de higiene e limpeza  O presidente da Associação de Moradores, Washington Xavier, lembrou que é a segunda vez que os moradores da região recebem doações do Governo do Estado. “Agradecemos a primeira-dama por esse auxílio, que novamente vem atender os anseios das famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Essas cestas vieram em uma boa hora”, finalizou, através da assessoria.

 

O presidente da Facisc, Jonny Zulauf, participou da reunião, junto com outros integrantes da diretoria. Ele destacou o papel da região Extremo Oeste nas perspectivas positivas que são previstas para Santa Catarina. “A força da região está em cada um de vocês que atuam no associativismo, em cada um que arregaça as mangas e trabalha pelas cidades que compõem a região Extremo Oeste”.
A presidente da Acip de Palmitos, Elonir Schneider Zingler, falou que a entidade tem uma série de soluções empresariais e que por conta disso a entidade hoje não cobra mais mensalidades dos seus associados

 

Poliana de Oliveira, presidente do Conselho Estadual da Mulher Empresária, falou da amplitude dos núcleos de mulheres em todas as regiões. São 66 núcleos e mais de 1,1 mulheres em todas as regiões do estado”. Ela também apresentou o evento Empreende Mulher Catarinense, que acontecerá no dia 17 de agosto. O evento será gratuito e on line, contará com um painel voltado para inovação, adaptabilidade e reinvenção, e com a palestra da fundadora da rede de hotéis Blue Tree Hotels, Chieko Aoki. Mais informações podem ser acessadas em https://ceme.org.br/empreendemulher/.

 

O superintendente institucional da Facisc, Gilson Zimmermann, explicou toda a readequação que a Facisc fez com a pandemia, desde reuniões virtuais, eleições e até a implementação de novas soluções. Com isso, o consultor de soluções empresariais Maicon Bido, falou que seis novas soluções foram lançadas neste período. “Geração de novos negócios e diminuição de custos foram alguns dos objetivos das novas soluções implementadas pela Facisc”, explicou. O consultor do Programa Empreender, Osvaldo Mota, também apresentou alguns dados da região. “São 840 empresas atendidas através dos núcleos da região. Focamos este período da pandemia na capacitação e suporte aos consultores locais”. A consultora de Atuação Regional, Márcia Tonet, falou sobre o trabalho que vem sendo realizado na área institucional. “O planejamento está sendo trabalhado em todas as associações para incentivar o movimento da retomada”.

 

O ex-secretário da Agricultura de SC, Airton Spies, falou sobre o agronegócio e o futuro. Ele fez um panorama sobre o setor. “Neste momento o agronegócio está em ebulição”. Destacou que o setor mostra como é importante para a economia do Brasil. “Mais do que nunca temos que pensar no futuro do agronegócio, mas também no agronegócio do futuro”. Ele explicou que um dos fatores mais importantes do agronegócio brasileiro para sua competitividade foi a tropicalização da agricultura com a plantação de grãos no cerrado e a diversificação. Ele também alertou para o relacionamento com a China. “É hora de mantermos um relacionamento amistoso com o país que mais consome do agronegócio brasileiro”. Spies também explicou a situação catarinense. “29% do PIB de SC é da agricultura”.

Antonio Rebelatto, ex-presidente da Facisc, falou sobre com a associação empresarial pode explorar a cadeia produtiva que está sob o seu guarda-chuva. “As associações empresariais têm que fortalecer muito as empresas locais”.

 

Capacitação

Durante o evento foi lançado uma de capacitação para empresas da região voltado para pensar na cadeia produtiva de todo o Oeste. Em parceria com a Unochapecó, a ideia é reunir todas as cidades para incentivar pensar no agronegócio e no crescimento e desenvolvimento dos produtos locais. Dia quatro de agosoto, haverá uma reunião com as ACIs das regionais Oeste, Extremo e Noroeste. Mais informações podem ser obtidas com o consultor do Empreender, Osvaldo Mota.

 

LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados está aí e as empresas têm que se preparar. A entrada em vigor da lei está prevista para este ano e as penalidades serão apenas a partir de maio de 2021, e a Facisc quer ajudar para que todos estejam preparados, por conta disso, durante o evento foi lançado aplicativo LGPD Na Mão. A GDR Consultoria e a MSI Tecnologia criaram o aplicativo para auxiliar às empresas. Baixe para os seus colaboradores para conhecer e mudar a cultura nas empresas.

 

Sucessão na Facisc

Além das eleições para as vice-presidências regionais que acontecem até esta a próxima sexta-feira (31), em setembro, acontece a eleição para a diretoria da entidade. Durante a reunião, o empresário Sérgio Rodrigues Alves, colocou o nome à disposição como candidato.

O sistema de vendas B2B (Business to Businees) propõe que as empresas vendam produtos ou prestem serviços para outras empresas de forma direta.

Segundo Tiago Carneiro, vice-presidente da Associação Comercial de Pernambuco, a nova ferramenta ajudará os investimentos locais.

“O objetivo é facilitar o processo de compra e venda das empresas, atráves de um canal de vendas digital, com empresas altamente qualificadas, a um preço mais atrativo do que o mercado geral.”

 

 

De acordo com a entidade, outra vantagem da parceria será um ponto de venda online para as empresas que ainda não têm ou que queiram expandir sua marca.

“Os associados cadastrados contarão com um banco de empresas pesquisados pelo NIAC para atender suas necessidades e ajudar no crescimento dos negócios, principalmente no momento que estamos vivendo”, disse Nelcy Campos, CEO da Niac Brasil.

A Associação Comercial de Pernambuco é a mais antiga entidade associativa do setor empresarial de Pernambuco, tendo sido fundada em 1839. Desde seus primeiros anos de vida, a ACP teve com princípio e como estratégia organizacional e de trabalho atuar de forma associativa e com a interação, a mobilização e a participação articulada da classe empresarial pernambucana.

 

Fonte: https://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2020/07/30/associacao-comercial-de-pernambuco-firma-parceria-com-plataforma-digital-de-fomento-comercial/

Iniciativa conta com 17 organizações signatárias voltadas ao urbanismo e desenvolvimento urbano, que devem realizar projetos sociais em bairros mais vulneráveis

 

Foi lançado nesta semana o “Pacto pelas Cidades Justas“, movimento que une entidades da sociedade civil, principalmente ligadas ao urbanismo e desenvolvimento urbano, ao poder público para desenvolver projetos que melhorem a qualidade de vida em bairros vulneráveis em São Paulo. Dentre as instituições envolvidas, estão a Fundação Tide Setubal, o Instituto BEI (que faz a gestão da plataforma Arq.Futuro) e o Instituto dos Arquitetos do Brasil, de São Paulo (IAB-SP).

Estas instituições realizarão diagnósticos e estabelecerão diretrizes para que o poder público, representado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano da Prefeitura de São Paulo (SMDU), possa tomar ações efetivas para melhorar a qualidade de vida nestas regiões. “O ‘Pacto’ é uma iniciativa que busca promover um conjunto de iniciativas voltadas ao desenvolvimento integral de bairros em situação de vulnerabilidade, em diálogo constante com as comunidades locais”, afirma à Casa Vogue Fernando Tulio, presidente do IAB -SP.

 

"Pacto pelas Cidades Justas" une sociedade civil e poder público para melhorar qualidade de vida em SP (Foto: SMDU / Divulgação)

Fonte: https://casavogue.globo.com/Arquitetura/Cidade/noticia/2020/07/pacto-pelas-cidades-justas-une-sociedade-civil-e-poder-publico-para-melhorar-qualidade-de-vida-em-sp.html

O empresário do setor de construção civil, Marco Antonio Corsini, assumiu nesta segunda-feira, dia 29, a presidência da Associação Empresarial de Joinville (ACIJ).

Ele sucede João Joaquim Martinelli que transmitiu a função durante reunião solene do conselho superior, realizada virtualmente.

A sessão tem a finalidade de dar posse aos membros dos Conselhos Superior e Deliberativo (2020/2022) e Fiscal (2020/2021), aos presidentes de Núcleos e coordenadores do programa Gestão Compartilhada, bem como da nova diretoria (2020/2021).

“É uma entidade que pode contribuir bastante para desenvolvimento de vários segmentos econômicos, vamos superar a pandemia, o desemprego e enfrentar a crise institucional dos poderes legislativos, executivo e judiciário. Mas vamos levar na bagagem a experiência dos que passaram”, destacou o novo presidente.

Sobre Marco Antonio Corsini: é empresário do setor de construção civil. Acumula a direção financeira da ACIJ, a vice-presidência do Sindicato Indústria Construção Civil de Joinville (Sinduscon), a vice-presidência Sul da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Em 18 de junho de 2019 assumiu o Conselho da Cidade, órgão consultivo de leis e sobre urbanismo e mobilidade.

 

Fonte: https://www.economiasc.com/2020/06/30/marco-antonio-corsini-assume-presidencia-da-associacao-empresarial-de-joinville/

A entidade reforça, no entanto, que a realizações desses eventos está sujeita à autorização das autoridades governamentais e sanitárias competentes

22 de maio de 2020 às 12h21 | Por Canal Rural

 

A Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) informou por nota oficial nesta sexta-feira, 22,  que irão  manter os campeonatos dos Rankings Regionais e Nacionais Nelore e Nelore Mocho 2019/2020. “A ACNB informa, ainda, sua intenção de manter a Expoinel 2020, no período de 12 a 18 de outubro de 2020, estando sua efetiva realização sujeita à autorização por parte das autoridades governamentais e sanitárias competentes. Serão mantidos entendimentos com a ABCZ, visando a realização da exposição no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG)”, disse o documento.

De acordo com a entidade, serão mantidas as regras de contabilização dos Rankings Nacionais, Regionais e Copas Inter-Regionais. Contudo, em função da pandemia da Covid-19, que impede, temporariamente, a realização de exposições oficiais, serão dispensadas as exigências em relação ao número mínimo de exposições para a participação nos campeonatos de criadores e expositores e para o cálculo de Rankings Regionais.

Farão parte dos Circuitos Amarelo do Nelore e do Nelore Mocho, as exposições pré-definidas como integrantes destes circuitos que, atendendo às determinações dos órgãos competentes, puderem ser realizadas. Os Circuitos Verdes são compostos por todas as demais exposições realizadas.

Para os campeonatos nacionais Nelore de Melhor Expositor, Criador e/ou Supremo, será considerada a quantidade de resultados que estes tenham obtido em exposições oficiais que tenham sido realizadas, até o limite previsto em Regulamento (4 melhores resultados no Circuito Amarelo + 2 melhores resultados no Circuito Verde + Expoinel).

Já para os campeonatos regionais Nelore e Nelore Mocho de Melhor Expositor e/ou Criador, será considerada a quantidade de resultados que estes tenham obtido em exposições oficiais que tenham sido realizadas na sua respectiva região, até o limite previsto em regulamento.

O expositor, criador ou animal que participar da Expoinel poderá substituir 1 dos 4 melhores resultados pelo resultado obtido na Expoinel. No caso de não ter sido realizada nenhuma exposição oficial da ACNB na região, o respectivo Ranking Regional será contabilizado, considerando apenas o resultado alcançado na Expoinel.

 

Fonte: https://www.canalrural.com.br/noticias/feiras-e-eventos/associacao-dos-criadores-de-nelore-confirma-realizacao-de-competicoes/
Wanderley Preite Sobrinho Do UOL, em São Paulo 22/05/2020

As lojas de shopping centers demitiram 120 mil pessoas no Brasil em razão da quarentena provocada pela pandemia de covid-19. A estimativa é de que 15 mil lojas fechem as portas definitivamente. Os dados preliminares foram antecipados ao UOL pela Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), que representa 105 mil lojas no país. A associação antecipou o número de demitidos, mas só deve apresentar uma pesquisa detalhada na semana que vem….

 

Ao UOL, o presidente da entidade, Nabil Sahyoun, responsabilizou governadores e prefeitos pelas demissões. “Essa situação vai piorar se governadores e prefeitos não determinarem a reabertura gradual e cuidadosa da economia. Ontem, dados mostraram que a arrecadação federal de impostos é a menor em 13 anos.” Ele afirma que o fato de estados e municípios não terem adiado o pagamento de impostos por parte das companhias prejudicou o empresariado e “também os empregados que dependem das empresas funcionando”, disse, em relação às demissões. Para Sahyoun, os governadores apoiam medidas restritivas sem considerar “que já não terão sequer receita para manter o sistema de saúde em funcionamento e os salários dos servidores”. Questionado se não teme ser responsabilizado pelo possível aumento dos infectados caso a quarentena termine, ele disse que é preciso “tomar posição”. Quando você é líder de uma entidade, você tem de se posicionar e arriscar. Tem estatísticas dizendo que o confinamento não resolve em todos os casos. Quando vai ao interior, não tem nada acontecendo em muitas cidades, os seus prefeitos querem abrir, mas o governador não permite por decreto.

 

Na quarta-feira (20) pela manhã, Sahyon se juntou a outras sete entidades em uma teleconferência com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para pedir “medidas urgentes”, como liberação de créditos com juros menores e redução de burocracias para contrair empréstimos em bancos. Mas a principal medida defendida é mesmo o fim da quarentena. “Mais de 4.000 municípios têm condições de permitir a reabertura, pois tem baixa ocupação de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva)”.

 

Sahyoun diz que “o consumidor será cauteloso” porque os que não foram demitidos “já sofreram queda de renda”. E se amanhã a gente abrir e não acontecer nada? Não vale o risco? Se der errado, volta atrás. Tem de testar. Testa em um, dois, dez municípios. Aqueles que tiverem superlotação nas UTIs fecha. E nos que não tiveram lotação?

 

Nabil Sahyoun, presidente da AISHOP

Fonte: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/05/22/shoppings-demitem-120-mil-na-pandemia-15-mil-empresas-nao-voltam.htm?cmpid=copiaecola
Secretaria da Justiça, Família e Trabalho presta apoio ao festival Unidos pela Vida, realizado por dez hospitais filantrópicos de Curitiba e que busca arrecadar fundos para manutenção de suas unidades

Dez hospitais filantrópicos de Curitiba se uniram para um grande evento cultural para arrecadar fundos que ajudem na manutenção de suas unidades, cujos custos cresceram muito devido à pandemia de coronavírus. O festival online Unidos pela Vida será realizado no dia 16 de maio e conta com o apoio institucional da Secretaria de Estado da Justiça.

O projeto foi apresentado nesta quarta-feira (30) ao secretário Ney Leprevost por representantes das dez instituições – Hospital Cajuru, Erasto  Gaertner, Madalena Sofia, Evangélico/Mackenzie, São Vicente, Cruz Vermelha, Pequeno Príncipe, Nossa Senhora das Graças, Pequeno Cotolengo e Santa Casa de Curitiba.

“Serão seis horas de transmissão com muitos shows musicais e informação pelas tevês Paraná Turismo e Evangelizar, além das redes sociais”, explicou Eduardo de Oliveira Filho, gerente de projetos do Nossa Senhora das Graças e um dos organizadores do festival.

Dentre as atrações já confirmadas estão Rafa Gomes, a dupla Álvaro e Daniel e os padres Joãozinho e Zezinho. “Essas instituições prestam um serviço inestimável para a sociedade paranaense, e nessa hora todos que puderem devem ajudar”, disse o secretário Ney Leprevost.

Além da Secretaria, o evento conta com o apoio da Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Estado do Paraná (Femipa), da Associação Evangelizar e da Arquidiocese de Curitiba.

 

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governoparana e www.pr.gov.br

 

Fonte: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=106786&tit=Governo-apoia-a-evento-em-prol-de-hospitais-filantropicos
Empresas e a comunidade em geral encontram apoio para vencer as dificuldades

No associativismo, a força para superar a crise

Muitos são os significados atribuídos ao conceito de associação, mas nenhum é tão forte quanto ver que o associativismo teve um resultado concreto. Prova disso, são os avanços conseguidos nos últimos anos pelo movimento na região, celebrado nacionalmente nesta quinta-feira, dia 30.

Em 75 anos de história, a Associação Empresarial de Criciúma (Acic) levantou bandeiras, brigou para ver atendidas as demandas da região e acumulou conquistas. “Em tantas crises que a nossa região passou, a Acic teve um papel muito grande para amenizar os efeitos negativos. Teve atuação em problemas pontuais e defendeu reivindicações importantes junto ao governo estadual e ao federal, promoveu ações para fortalecer a região politicamente”, avalia o diretor da entidade, Edmilson Zanatta.

“É uma associação muito respeitada, não só em Criciúma, mas em todo Sul de Santa Catarina, exerce liderança e isso fortalece a nossa região. As demandas do Sul do Estado sempre passam pela Acic, porque a associação adquiriu a credibilidade para liderar esse movimento de reivindicações e apontar soluções para a região”, considera o diretor Edio José Del Castanhel.

O associativismo é um legado passado de pai para filho na família Castanhel. Edio Castanhel Filho integra a Associação de Jovens Empreendedores de Criciúma (AJE). “Vi na AJE a oportunidade de exercitar o voluntariado. Na verdade, nós ganhamos mais do que doamos, com essa troca de experiência sem almejar algo em troca”, entende.

O movimento associativista também chegou à segunda geração na família Zanatta. Incentivados pelo pai, Jayme, os filhos seguem o mesmo caminho. “O meu pai montou as primeiras empresas através do associativismo, tendo outras pessoas a contribuir para um crescimento maior. É uma filosofia de vida”, define Edmilson Zanatta.

“Consideramos o associativismo uma ferramenta importante para as soluções e desenvolvimento dos negócios, facilidade na resolução de temas de interesse coletivo, crescimento das empresas e da comunidade de forma integrada”, coloca o empresário Valcir Zanette, vice-presidente da Acic.

Movimento ficou mais evidente com a pandemia

O protagonismo do movimento associativista ficou ainda mais evidente com a pandemia no novo coronavírus. “O papel do associativismo ao confirmar conquistas de infraestrutura para a região foi primordial. As entidades empresariais passaram a trabalhar junto com a classe política, não só cobrando, mas também oferecendo soluções. Com a crise gerada pela Covid-19, a necessidade desse trabalho em conjunto tornou-se vital, no sentido de juntar forças e oferecer apoio para a superação das dificuldades comuns”, diz o presidente do Conselho Superior da Acic, César Smielevski.

Junto a outras entidades de Criciúma e região, a Associação Empresarial lidera o Movimento “Juntos de Coração”. Os esforços estão sendo direcionados para levar alimentos às famílias mais vulneráveis, produzir e estimular o uso de máscaras faciais, adquirir equipamentos de proteção individual (EPIs) aos profissionais de saúde e kits de análise para identificação do novo coronavírus e estimular ações de apoio aos  empresários de Criciúma e região.

“Este é o espírito do associativismo: trabalhar em conjunto, para promover o bem comum e o desenvolvimento socioeconômico. Por isso, é tão importante para a Acic estar engajada a campanhas e ações reconhecidas como de interesse da comunidade”, considera o presidente da Acic, Moacir Dagostin.

Fonte: http://www.engeplus.com.br/noticia/geral/2020/no-associativismo-a-forca-para-superar-a-crise
Fonte: Jornal do Comércio Recife PE

BRENDA ALCÂNTARA/JC IMAGEM

O ex-presidente e agora membro da Associação dos Moradores da Ilha, Jonhson Pinto, usa o o “boca a boca” para conscientizar a comunidade sobre a necessidade em estar recluso – FOTO: BRENDA ALCÂNTARA/JC IMAGEM

Mais do que meros representantes, líderes comunitários têm a percepção inerente da vivência dos lugares onde moram e, neste momento de dificuldade que Pernambuco enfrenta, com a transmissão da covid-19, tornam-se peça chave para construir uma ponte entre informações governamentais e os cidadãos. No Recife, capital que somava 2.062 casos confirmados e 137 óbitos pelo novo coronavírus até a quinta-feira (23), o trabalho destas figuras consiste em pedir que a população respeite o isolamento social, medida necessária para frear o avanço da doença infectocontagiosa, comunicar sobre prevenção e prestar serviço às famílias mais necessitadas.

A deixa do secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia, na coletiva de imprensa dessa quarta-feira (22), foi um apelo para que, mais do que nunca, as pessoas influentes nas comunidades da cidade auxiliem o poder público a divulgar informações sobre o novo coronavírus aos moradores. “É uma convocação às lideranças das comunidades, aos vereadores que exercem liderança local, aos presidentes de associações de moradores, aos clubes de mães, às organizações de condomínio, para que as mensagens que são dadas aqui, rotineiramente e diariamente, sejam repassadas e reforçadas”, finalizou.

Este é o trabalho que a Associação Socioeducativa Viva Pirripa, atuante na comunidade Jardim Beira Rio, no Pina, bairro da Zona Sul do Recife que soma cerca de 29 mil habitantes, vem realizando desde a chegada da pandemia na cidade. De acordo com o presidente da organização, Pedro Andrade, a rotina no centro urbano parece seguir normal, apesar de já terem sido confirmados 17 casos e 2 mortes no bairro, segundo boletim da Secretaria de Saúde dessa quinta-feira (23). “A maioria das pessoas acredita no vírus mas não acredita que ele possa chegar até elas. Então ficam aglomeradas, ficam nas calçadas, todo dia tem ‘pelada’ (partidas de futebol) e uma lanchonete fica aberta”.

Frequentemente, a Viva Pirripa informa sobre os perigos do novo coronavírus aos moradores da região. “A gente está informando com panfletos, que vêm da Prefeitura, e conversa”, disse o presidente, que confirma: “as pessoas acreditam muito na gente por nos ver trabalhando, isso ajuda muito”. Os voluntários também monitoram quem está com sintomas da covid-19 e reportam à secretaria de Saúde. “Sempre fazemos um levantamento de quem está se sentindo mal, com febre ou gripe, e passamos as informações para a gestão”.

Ainda são entregues pela associação máscaras laváveis para comerciantes que continuam trabalhando na localidade e cestas básicas para as famílias da vizinhança. “A gente conseguiu atender uma boa parte da comunidade e estamos tentando arrecadar para poder atender mais gente. Queremos influenciar não os empresários e comerciantes, mas a população a se ajudar”. Só na última semana foi distribuída meia tonelada de alimentos, que podem ser doados na rua Maranhão Sobrinho, número 73.

Buscando manter ainda mais pessoas em casa, a Prefeitura do Recife equipou carros de som com mensagens de voz do agente de saúde local de cada comunidade, alça voo de cinco drones que percorrem 15 áreas de difícil acesso e realiza, ainda, o envio de mensagens para telefones celulares. O secretário de Inovação Urbana do Recife, Túlio Ponzi, avalia que tais medidas já causaram efeito positivo nos centros urbanos. “Esse conjunto de ações fizeram com que Recife, na semana passada, ficasse durante quatro dias (14, 16, 18 e 19 de abril) como a capital mais reclusa do Brasil.” Já esta semana, Recife atingiu a posição na quarta-feira, 22, quando 53,4% da população esteve reclusa. Em seguida, vem Brasília, no Distrito Federal, com 52,9%. E, em terceiro lugar, está Belém, no Pará, com 52,3%. A porcentagem de reclusão não é divulgada por bairro, com o intuito de não estigmatizar as regiões, segundo a Prefeitura.

Os índices de reclusão no Recife são monitorados pela empresa de tecnologia In Loco. A tecnologia permite mapear a movimentação de pessoas dentro de regiões específicas e medir quais apontam maior distanciamento social, porém respeitando a privacidade de cada usuário. “Com a nossa tecnologia, podemos ajudar no combate à disseminação do coronavírus. De forma criptografada e agregada, sem dados que possam identificar diretamente um usuário específico, nosso levantamento permite que os órgãos responsáveis atuem diretamente nas áreas de risco ou mais afetadas pelo vírus”, explica André Ferraz, CEO da In Loco. O crescimento da adesão à quarentena foi percebido por moradores do Alto do Rosário, em Dois Unidos, bairro da Zona Norte do Recife que já registrou 31 casos e seis mortes pela covid-19 em um universo de 32 mil habitantes. A pedagoga Elizabete Alves dos Santos, de 57 anos, conta que já viu os carros de som percorrerem as ruas da região, e que, no Alto do Rosário, o medo é iminente. “Tem muita gente dentro de casa e preocupada, porque em Dois Unidos já soubemos de muitos casos de coronavírus. O pessoal está se conscientizando dos riscos da doença”.

Influente na comunidade, Elizabete mantém um grupo no WhatsApp com 37 pessoas onde divulga notícias relativas ao coronavírus e organiza mobilizações para ajudar famílias mais carentes. “Estou sempre divulgando a situação do Brasil. A gente está juntando alimentos para ajudar algumas famílias que estão em situação de risco, para elas não irem para as ruas. Tudo o que eu posso [fazer] para informar, explicar às pessoas sobre o perigo da doença, estou sempre fazendo”.

O secretário de Inovação Urbana explica que a Prefeitura busca a relação com toda a sociedade, independente das lideranças comunitárias. “A gente vem fazendo um trabalho escutando todo mundo”. Entretanto, ele expõe que tais figuras são importantes para administrar a situação da covid-19 nos aglomerados urbanos. “As lideranças são fundamentais para você administrar qualquer cidade, são pessoas que lutam e conhecem os problemas de suas comunidades. Então a gente vem buscando, sim, envolver todo mundo”, disse Ponzi.

Com 36 casos confirmados e uma morte em Santo Amaro, no Centro do Recife, povoado por 27 mil pessoas, a Ilha de Santa Terezinha, localizada no bairro, ainda carece de conscientização. De acordo com o morador e ex-presidente da Associação dos Moradores da Ilha, Jonhson Pinto, de 57 anos, muitos moradores locais não respeitam a quarentena, e alguns centros comerciais continuam em funcionamento. “Eles ainda não perceberam a gravidade do problema. Então a gente ainda tem moradores que se sentam para jogar, outros que vão para o bar”.

Agora membro da organização de moradores, Jonhson usa o “boca a boca” para conscientizar sobre a necessidade em estar recluso. “A associação [informa] muito no boca a boca pela vizinhança, alguns agentes comunitários de saúde também participam da associação, então fazem os dois trabalhos ao mesmo tempo”.

Para melhorar a reclusão, a organização contrata uma pessoa que percorre a vizinhança de bicicleta, todos os dias, das 10h às 12h, avisando por meio de mensagem em som sobre a necessidade do isolamento. De acordo com o presidente da associação da Ilha de Santa Terezinha, Henrique Tranquilino, de 59 anos, quatro costureiras também confeccionam máscaras que, posteriormente serão distribuídas. “Temos quatro máquinas de costura, com quatro costureiras, para a gente confeccionar, em média, 5 mil máscaras para distribuir para a comunidade”.

Além disso, a Associação encabeça campanhas para arredação de alimentos. “Também estamos recebendo uma ajuda de parceiros, como Instituto Maria da Penha e Movimento Feminista, que doam cestas básicas”, afirmou o presidente.

Fonte: https://jc.ne10.uol.com.br/pernambuco/2020/04/5607042-a-voz-de-quem-mobiliza-as-comunidades-do-recife-no-combate-ao-novo-coronavirus.html

GauchaZH
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

A União dos Moradores e Comércio de Paraisópolis está organizando uma força-tarefa para fazer testes de Covid-19 em todos os moradores da comunidade.

De acordo com o presidente da associação, Gilson Rodrigues, cinco casos da doença já foram confirmados naquele local, que tem aproximadamente 100 mil moradores. A ação se dá em parceria com o projeto Florescer Brasil e com o laboratório Hilab.

“A ideia é fazer os testes em todos os moradores de Paraisópolis e depois estender para outras comunidades do G10 das Favelas [grupo que reúne as maiores comunidades do Brasil]. A organização está buscando recursos para viabilizar que 100% da população seja testada”, afirma Rodrigues.

Cada Minuto 28/03/2020  Maceió

A proposta apresentada pela Associação Comercial ao governo do estado foi de que  as vendas no comércio varejista sejam restabelecidas gradativamente, conforme as orientações dadas pelas entidades médicas e a Organização Mundial de Saúde (OMS) diante do monitoramento da propagação do novo coronavírus.

A data sugerida foi a partir do dia 07 de abril. “O que somente poderá   ser  concebido    mediante a     confirmação    de   controle   da      pandemia, evidenciada pelos indicadores que continuarão sendo observados  nos  dias  que  seguem.  E  ainda,  que  tal  retorno  se  dê  mediante  critérios e  regras  a serem estabelecidos     pelas    referidas   autoridades,  a exemplo a horário reduzida e observações irrestrita às medidas de higiene e prevenção ao combate da pandemia”, explica trecho da nota emitida pela entidade.

Todos os setores econômicos começaram a pressionar o governo do estado diante da possibilidade da renovação do decreto de emergência, que determina o isolamento social. Com o comércio fechado, os empresários mostram um somatório de prejuízos e a queda na arrecadação.

A Associação Comercial reafirmou que segue diálogo com o governo e prefeitura para tentar uma melhor solução. “A Associação Comercial reafirma apoio as medidas tomas pelos Governos Estadual e Municipal, posicionando-se contrariamente a manifestações, aglomerações, carreatas e similares que, inclusive, neste momento, contrariem as recomendações da OMS e do Ministério da Saúde”, finalizou.

Publicado em: 30/03/2020     Diário de Pernambuco

A expansão do coronavírus fez crescer também a onda de solidariedade. No Coque, a Associação dos Amigos da Vila no Papelão está organizando uma campanha para doação de alimentos e material de higiene pessoal e assim conseguir manter as condições mínimas para o enfrentamento da pandemia do Covid-19. A entidade adotou um esquema para agir de várias formas no bairro.

Uma das alternativas encontrada pela associação foi disponibilizar uma conta para receber doações em dinheiro e criar uma parceria com um supermercado local. Os valores serão divididos igualmente para, pelo menos no inicio, as famílias contempladas pela campanha. Cada família terá direito a um recibo de mesmo valor – uma espécie de linha de crédito -, que deve ser apresentado no mercado junto à identidade do responsável pela renda familiar para efetuar a compra.

Dessa forma, além de ajudar as famílias que passam por dificuldades, principalmente neste período de isolamento social, a entidade também contribui com a economia local. Outro fator que colaborou para a adoção do esquema foi a recomendação para evitar contato físico, por isto as doações não são dos itens.

A associação atende, atualmente, cerca de 50 famílias e tem como intuito ampliar o alcance do trabalho. Além disso, a depender da quantia arrecadada, é possível que os valores sejam repassados às famílias com maior frequência.

No último dia 19, no auditório do SEBRAE/ES aconteceu o lançamento dos projetos ASSOCIATIVISMO 4.0, que objetiva a fortalecer as associações de empreendedores e o CREDENCIE-SE que, na mesma linha de tornar as associações mais fortes, reforça as receitas das associações através do agenciamento dos cursos promovidos pelo SEBRAE. Um grande público compareceu ao evento. O diretor da EA Escola de Associativismo foi saudado pelo Superintendente Pedro Rigo e fez uma breve fala elogiando as iniciativas do SEBRAE e dando informações sobre o trabalho da ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO para que as associações sejam cada vez mais ativas, protagonistas da geração de desenvolvimento e bem-estar para toda a sociedade.

Do ponto de vista empresarial, o associativismo pode traduzir-se no … Todas essas conquistas são exemplos da força do associativismo empresarial.

Saiba mais: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/sou-abrasel-pra-ser-maior/471087

A Associação dos Moradores e Lojistas do Bairro de Lourdes (Amalou) solicitou uma reunião com a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) com o objetivo de discutir soluções para os problemas causados pela enchente.

Saiba mais: https://www.hojeemdia.com.br/horizontes/associação-de-lourdes-quer-isenção-de-iptu-para-quem-teve-preju%C3%ADzos-1.769647

Saiba mais em: https://br.cointelegraph.com/news/associacao-diz-que-open-banking-vai-estimular-surgimento-de-mais-700-fintechs-no-brasil

número de eleitores da 100ª Zona Eleitoral aumentou desde o lançamento da campanha ‘Moro Aqui, Voto Aqui’ há dois meses. Quando a campanha foi lançada, o número de eleitores era de 111.289 mil.

Confira matéria completa aqui.

As associações de moradores não podem ofertar serviços jurídicos aos seus associados fora do seu leque de atuação coletiva. O entendimento é do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB do Espírito Santo, ao responder consulta.

Saiba mais aqui!

Portal DI Online (sátira) (Blogue)

A Associação Hospitalar Lenoir Vargas Ferreira (ALVF) recebeu a visita do deputado estadual Altair Silva (PP), que foi recepcionado pela diretoria.

Leia na íntegra aqui!

São Paulo – Em  Heliópolis , na zona sul da cidade de São Paulo, todo o  estigma da
violência , que marcava a região, é hoje insuficiente para dar conta de uma das
maiores comunidades da América Latina, reconhecida agora pelo título de
“bairro educador” pelo trabalho da Escola Municipal Campos Salles. Na
comunidade, que abriga mais de 200 mil moradores, essa transformação só foi
possível após a  compreensão de que bairro e aluno são um mesmo organismo  e
que precisam atuar em parceria.
A ideia partiu de um ex-diretor da instituição, Braz Rodrigues Nogueira, em
parceria com a União de Associação de Moradores (Unas) depois que a escola
teve computadores roubados. Como resposta, ao invés de aumentar os aparatos
de segurança, surgiu a proposta de derrubar os muros. “Numa escola da
comunidade, o que faz a proteção não são os muros”, ressalta o diretor ao
repórter José Eduardo Bernardes, do Brasil de Fato, em  matéria  divulgada
peloSeu Jornal, da TVT.
Com nova fachada, já sem os muros físicos, a instituição elaborou ainda um
novo projeto de ensino, apresentado aos professores e  membros da
comunidade , e aprovado democraticamente, garantindo que estudantes e
professores trabalhem de forma integrada, levando em conta os direitos de
aprendizagem e os parâmetros curriculares mas, principalmente, a fala dos
alunos. Assim, 12 salas de aula foram transformadas em quatro grandes salões,
onde os educandos se sentam junto com três professores, um projeto baseado
na filosofia de ensino da Escola da Ponte, de Portugal.
“Não é possível você dar conta de uma demanda social, como a gente tem no
Brasil do século 21, sozinho. Então a gente precisa encontrar caminhos de

trabalhar juntos”, destaca a diretora do Centro Educacional Unificado (CEU) de
Heliópolis, Marília de Santis. Depois das mudanças a escola já alcançou a meta
estipulada pelo município para a educação básica  e ganhou apoio de pais e
mães. “Está dando certo”, garante a mãe de um dos alunos da instituição Maria
Aparecida Andrade. “O meu filho está aprendendo a ler. Ele fez sete anos agora
em agosto e está aprendendo a ler e escrever”, fala orgulhosa.

A sétima edição da Semana de Negócios e Empreendedorismo (SNE) ocorre entre 14 e 18 de outubro, como parte das atividades voltadas ao Mês do Empreendedor na Cidade.

Confira na íntegra aqui!

O diretor da ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO estará presente, no próximo dia 7, na sede da FIESP em São Paulo, às 18 horas, quando acontecerá a entrega de prêmios às melhores práticas sindicais de 2019, não só da FIESP, mas também da FIRJAN, da FIEMG e da FIESC. Quatro das maiores associações federações de indústrias do país estimulam suas associações filiadas a praticarem melhoria contínua, a inovarem na prestação de bons serviços aos seus associados. A escola, convidada, fez parte do júri que julgou os projetos concorrentes apresentados pelos sindicatos de São Paulo e do Rio de Janeiro.

7 de ago de 2017
Jornal da BAND

Hospitais como as Santas Casas de Misericórdia ajudam a desafogar o caótico sistema público de saúde, mas também lutam para superar suas próprias dificuldades financeiras. Hospitais filantrópicos são criados e mantidos por associações.

Veja reportagem na íntegra aqui!

16 associações de moradores se unem para reivindicar um novo bairro

Saiba mais aqui!

Sob argumento de falta de diálogo, associação pede suspensão das atividades no Anhangabaú e no Triângulo Histórico; Prefeitura diz que projeto seguiu ritos legais e teve participação da sociedade.

Confira aqui!

Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso pede inclusão de todos filantrópicos.

O projeto de lei complementar que revalida os incentivos fiscais em Mato Grosso, encaminhado pelo governador Mauro Mendes (DEM) à Assembleia Legislativa na semana passada, inclui somente o Hospital de Câncer, entre todas as unidades de saúde filantrópicas na a isenção do tributo incidente no fornecimento de energia elétrica.

Leia na íntegra aqui!

4 de agosto de 2019, 6h57
Por Flavio Goldberg

“Volta à baila e é de interesse de dezenas de milhares de vítimas em todo o país a momentosa questão da conduta das chamadas “associações de moradores”, que se constituem baseadas na ausência do Estado, criando espécie de clubes de privatização de ruas, praças, cercando terrenos, tentando replicar o modelo dos condomínios fechados.”

Continue a leitura clicando aqui!

O ambiente competitivo no Brasil é alvo constante de reclamações dos empresários brasileiros. Mas, observo que muitos desses estão à procura de uma solução mágica de prosperidade, esperando que os governantes diminuam a carga tributária ou proponham uma lei que beneficie seu segmento de atuação, que o dólar desvalorize quando precisar importar alguma matéria-prima ou produto ou que valorize quando precisar exportar, por exemplo. E isso é um problema muito sério.

Confira na íntegra aqui!

Redação do O Município – 03/06/2019

Confira aqui!

Símbolo de inovação, as startups muitas vezes não conseguem se conectar com as câmaras de comércio, que poderiam fornecer assistência vital em seu caminho para o crescimento. Esse é o tema do workshop Câmaras e startups.

Leia a matéria completa aqui!

Realizado pela primeira vez no Brasil, o World Chambers Congress reuniu, na cidade do Rio de Janeiro, mais de 1000 lideranças empresariais e autoridades de vários países para o maior fórum global do setor.

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Redação Maringá Post – 25 de junho de 2019

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM), Michel Felippe Soares, viajou a Paris, na França, a convite do Al-Invest, um dos programas de cooperação econômica mais bem-sucedidos da União Europeia na América Latina para apoio às empresas de micro, pequeno e médio portes.

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Ferramenta conta com guia comercial, informaçoes sobre o município e a entidade, calendário de eventos, horários dos comércio, entre outros recursos.

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A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) foi reconhecida, pelo terceiro ano consecutivo, como a principal referência na promoção do desenvolvimento associativo do Brasil, conforme ranking da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), elaborado a partir de consulta a técnicos e gestores do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), executado pelas federações de indústria do Brasil. A solenidade de entrega do prêmio será em março, em Brasília.

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O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, e a primeira-dama, Ieda Chaves, receberam, na sede da administração municipal, cerca de 50 representantes de associações de bairro, para agradecer a parceria desenvolvida ao longo do último ano e ouvir possíveis demandas que possam ser atendidas pela prefeitura.

Os diretores de Comunicação da Associação Comercial do Acre – Acisa, Silvio Oliveira e Bruno Vaz, e o presidente da Associação dos Jovens Empreendedores do Acre – AJE/AC, Daniel Ribeiro estiveram reunidos, na tarde desta terça-feira, 26, com a secretária de Empreendedorismo e Turismo Eliane Sinhasique em busca de parcerias para a 92ª edição da Assembleia Geral Ordinária -AGO da Confederação Nacional de Jovens Empresários – Conaje, que pela primeira vez será sediada no Acre.

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Durante o discurso, o presidente da Facmat, Jonas Alves, destacou que a defesa dos interesses do mundo empresarial é o que move o trabalho dos presidentes, diretores e executivos das Associações Comerciais em todo o estado.
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Está marcado para o próximo dia 5 a posse dos presidentes das Associações de Moradores de Bairros que foram eleitos em novembro passado e comandarão as entidades até 2020. A cerimônia será no Centro de Eventos Ari José Riedi. O próximo passo será uma formação, promovida pela equipe da Casa dos Conselhos, para orientar os dirigentes em ações de liderança comunitária, legislação, direitos e deveres, entre outros. Das 29 associações, em quatro houve disputa entre chapas: do Residencial Mário Raiter, Rota do Sol,  São José e Santa Maria.

A Associação Empresarial de Içara vai apresentar resultados para todo o estado em março. O convite é resultante da oferta de serviços na entidade. O número de associados que utilizam soluções empresariais passou de 35,32% para 60,29% num período de dois anos. E a meta é chegar ainda a 80% com a oferta de mais opções para o desenvolvimento das empresas locais.
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Com uma média de 22 ocorrências de furtos a residências por dia registrados em 2018 em Belo Horizonte, o mês de janeiro acende um alerta para cuidados com a casa para quem vai viajar e precisa deixá-la sozinha. Para evitar esse tipo de ocorrência e inibir a criminalidade nas ruas, entre as iniciativas mais recomendadas tanto pela Polícia Militar quanto por especialistas estão as associações de vizinhos.

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O mundo está caminhando em um ritmo acelerado e para que o mercado continue em crescimento é necessário que as categorias atuem com o mesmo ideal.

“Tecnologia, inovação, cooperação, futuro – e sobretudo futuro do trabalho – têm sido palavras recorrentes no mercado. Pudera! Todas elas estão absolutamente alinhadas à realidade em que estamos vivendo, regida pela conectividade, pela inquietação constante e zero acomodação. No entanto, tão contemporânea quanto essas palavras do momento existe outra, um pouco mais antiga, é verdade, mas que também integra essa teia de conexão. Estou me referindo ao associativismo.”

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Presidente do Conselho de Emprego e Relações do Trabalho da FecomercioSP analisa como as transformações no mundo do trabalho impactam o mundo sindical.

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Eleito ontem o novo presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o empresário amazonense José Roberto Tadros tem buscado uma articulação conjunta com outros mandatários de associações nacionais para defender, diante do próximo presidente da República, o modelo atual do Sistema S, conjunto de organizações das en

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Após dois anos de fundação, a Associação de Micro e Pequenas Empresas de Canaã dos Carajás (AMPECC), ganhou a sua primeira sede própria. A cerimônia de inauguração foi realizada na manhã deste sábado (29), já no novo endereço localizado na Avenida Weyne Cavalcante, Nº 777, ao lado da Praça de Alimentação.

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A gestão de associações, institutos, fundações entre outros movimentos da sociedade civil organizada, comumente chamadas de ONGs – organizações não governamentais – sempre foi motivo de preocupação pela falta de profissionais gabaritados para gerir essas organizações.

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Líderes de organizações de bairro reivindicam regulamentação e autonomia.

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“O fato de vários associados enfrentarem problema de origem comum não demonstra homogeneidade de interesses para uma associação mover ação civil pública. Assim entendeu o juiz Dário Rodrigues Leite de Oliveira, da 12ª Vara Cível do Recife, ao rejeitar processo movido pela Associação de Defesa dos Usuários de Seguros, Planos e Sistemas de Saúde (Aduseps).” Leia na íntegra aqui.

Fundamental na formação e consolidação da democracia estadunidense, o associativismo pode ser um caminho para aperfeiçoar os partidos políticos no Brasil, entenda melhor clicando aqui.

Fizeram um apelo aos empresários, para que não deixem de pagar a
contribuição sindical patronal, siam na íntegra aqui.

“Aplicativo é uma das ferramentas da CNI para estreitar relacionamento entre sindicatos e o Sistema Indústria.”

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“A sociedade civil vem, nos últimos anos, se fortalecendo e a vida associativa tem alcançado muitos avanços. E isto é muito importante para a consolidação da democracia em nosso País. É fácil definir o termo associação como um resultado de iniciativa, seja formal ou informal, de reunir pessoas com objetivos e interesses comuns (científicos, culturais, políticos, filantrópicos, econômicos, sociais, etc.) com a finalidade de gerar benefícios para si e/ou para terceiros, fortalecidas pela união para enfrentar desafios. Não se restringe a pessoas físicas e se constituem sob as mais variadas categorias, formais ou informais.”

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É muito provável que em algum momento da sua vida você tenha ouvido que a união faz a força. E é com base nesse ditado popular que muitas empresas têm adotado o associativismo para o seu modelo de negócio.

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