[NOVO] Associação promove ações mensais para atrair compradores a MG o ano todo

 

As fábricas tiveram que repensar a produção, o calendário de lançamentos não é mais o mesmo, as estratégias de venda mudaram. O mercado virou de cabeça para baixo desde o início da pandemia, o que obrigou o Instituto Amem (Associação Mineira de Empresas de Moda) a rever seus planos. Na última semana, foi lançado o movimento Amem, que organiza ações mensais para movimentar o showroom das marcas, impulsionar vendas e reforçar a qualidade do produto mineiro.

O movimento Amem chega para substituir o projeto Lançamento Unificado, lançado há quatro anos, que concentrava a movimentação nos showrooms em uma única semana por temporada, com o objetivo de atrair mais compradores e potencializar as vendas. Com a pandemia, as marcas tiveram que repensar a lógica de produção e lançamento e as datas passaram a não coincidir mais.

A mudança parte da constatação de que seria impossível, ainda mais neste cenário de incertezas, chegar a um calendário comum. Cada marca precisou se adaptar de um jeito diferente ao momento. Tornou-se, então, urgente pensar em uma solução mais plural, que pudesse atender a todos os segmentos do mercado: varejo (loja física/e-commerce) e atacado (pronta-entrega/pedido).

As ações visam garantir um fluxo contínuo de vendas ao longo do ano. “Não queremos impor calendário. O movimento oferece uma oportunidade a mais para dar visibilidade às marcas e promover vendas. Independentemente da data de lançamento, as ações vão ajudar”, pontua a presidente do Instituto Amem, Alice Corrêa, coordenadora de marketing e vendas da marca Marcia Morais.

A fundadora da marca Alles, Ana Cláudia Eistrup, com a influenciadora Kika Macedo (foto: Instituto AMEM/Divulgação)

 

A iniciativa prevê ações mensais, que vão se somar às estratégias das marcas. Nada é planejado com antecedência, trabalha-se com agilidade para entender o que está acontecendo naquele momento e captar as necessidades dos associados. Adaptação é mesmo a palavra da vez, tanto que a logomarca do movimento é inspirada nas curvas de Oscar Niemeyer – a fluidez da arquitetura representa a fluidez que permeia as ideias e decisões da Amem.

A primeira ação, realizada na semana passada, recebeu o nome de Provador Fashion. A Amem reuniu um time de 10 influenciadoras, com perfis diferentes, para divulgar as coleções de 51 marcas participantes. Essas mulheres tiveram uma hora em cada showroom (escolhidos por sorteio) para vestir de cinco a seis looks e criar conteúdos para as redes sociais. O objetivo final era aumentar as vendas.

Nesta mesma semana, o instituto promoveu uma sequência de lives com especialistas sobre temas relacionados à moda, como marketing digital, visual merchandising, upcycling e atendimento ao cliente.

Tudo indica que a ação do mês que vem será a primeira edição do Restaurante Fashion Week, projeto em parceria com a Frente da Gastronomia Mineira. A ideia é que estilistas e chefs criem juntos um prato para servir ao público durante uma semana.

A força de Minas

O movimento Amem também quer mostrar para o Brasil e para o mundo a força e a identidade da moda mineira. “Não somos fast fashion. A nossa lógica de lançamento é constante, mas a nossa roupa não é descartável. Fazemos um produto atemporal e de qualidade”, analisa a especialista em moda e inovação Wanêssa Cabidelli, que já foi presidente do instituto e hoje trabalha na reestruturação estratégica.

 

Kika Macedo com sandália da Sagra Magnani (foto: Luana Alves/Divulgação)

 

Wanessa defende que é preciso reposicionar a moda mineira no imaginário do brasileiro. Voltar a provocar desejo no consumidor. Falar mais sobre o valor do produto, e não tentar vencer a disputa de mercado por preço. “Trazemos uma herança do Grupo Mineiro de Moda e temos que nos posicionar no mercado com um produto-conceito, que é diferenciado”, completa.

Algumas ações do movimento são pensadas para ajudar neste reposicionamento, como a Casa Amem, projeto itinerante que vai levar o conceito de Minas para outros estados, envolvendo moda, design, gastronomia, arte e beleza. “Queremos gerar experiências em outras cidades com marcas mineiras.

Será mais uma oportunidade para trabalhar branding e fazer negócios”, explica Wanessa. A casa poderá ser ocupada com showroom, exposição, desfile, workshop ou o que mais for necessário.

Também está no radar dos organizadores promover um desfile virtual para mostrar o lado mais conceitual da moda feita em Minas. O plano é usar o Inhotim como cenário da primeira edição, ainda sem data. A inspiração vem da apresentação da Saint Laurent nas dunas de um deserto. Todos os profissionais envolvidos serão mineiros, incluindo o stylist Zeca Perdigão, confirmado na direção. Outra ação prevista é o lançamento da revista AMagazine, que será distribuída pelas marcas aos lojistas.

Razzo Jeans(foto: Luana Alves/Divulgação)

 

Para unir forças, a Amem tenta romper a fronteira do Prado, convidando marcas de outros bairros e cidades. Não só de moda feminina, mas masculina, infantil, calçados e acessórios. Hoje, são 87 associados e o número tende a aumentar. “O nosso objetivo é fazer de Minas um corredor de passagem da moda. O comprador vem aqui e resolve tudo, nem precisa ir para São Paulo”, diz Wanessa.

União do setor

A fundadora da marca Alles, Ana Cláudia Eistrup, reforça a importância de união do setor neste momento. “Não dá para caminhar sozinho na crise, não acredito nisso. Unindo forças e compartilhando informações, conseguimos muito mais”, opina. Na visão dela, o mundo nunca precisou tanto de generosidade e os empresários precisam se enxergar mais como parceiros do que concorrentes.

Bastidores do Provador Fashion na D’Laport(foto: Instituto AMEM/Divulgação)

 

A Alles participou do Provador Fashion e já viu resultados. Conseguiu abrir mercado em outras cidades depois que Elís Miele, a Miss Brasil Mundo 2019, apareceu com roupas da última coleção, que refletem os desejos do momento. Além de versatilidade e atemporalidade, que fazem parte da essência da marca, é preciso investir no conforto e na praticidade. “Antes, fazia muita peça longa, agora venho com o over mídi, comprimento prático, porque você não precisa ir à costureira para mexer na barra.”

Desde o início da pandemia, Ana passou a viver um dia de cada vez. Já mudou de estratégia várias vezes e está aberta a mudar de novo. Deixou de vender só por atacado na loja física para também atender varejo no e-commerce. “Nunca precisamos de nos adaptar e mudar tão rápido. A moda entrou em uma nova era. Então, temos que virar a chave, entender que aquela estratégia que usamos há anos não vai funcionar mais”, comenta a empresária, que está sempre atenta ao comportamento dos clientes.

 


Fonte: Estado de Minas

 

 

A Associação Comercial do Paraná (ACP) encaminhou cartas ao Governo do Estado, representado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, pedindo que sejam adotadas medidas para ajudar a salvar os empresários paranaenses.

A associação sugere que o Governo amplie linhas de financiamento, especialmente para os pequenos negócios; inclua mais empreendimentos na lista dos que podem atuar com delivery; crie um auxílio emergencial, entre outras ações.

Confira o texto divulgado pela ACP, na íntegra:

Curitiba, 19 de Março de 2021.

Gabinete da Presidência

 

Excelentíssimo Senhor

Governador do Estado do Paraná

Carlos Roberto Massa Junior “

“Ratinho Junior”

A Associação Comercial do Paraná – ACP, no interesse do progresso econômico e social, buscando sempre a cooperação com o Governo do Estado, concomitante com a preocupação na preservação da vida e enfrentamento a pandemia da covid – 19, vem através da presente manifestar-se em relação ao Decreto 7.145/2021, bem como solicitar a Vossa Excelência novas medidas de auxílio às empresas afetadas pelas atuais paralisações.

Inicialmente, reforçamos que temos conhecimento do objetivo dos decretos, qual seja, diminuir a circulação de pessoas e por consequência do contágio da Covid-19, medida esta que não se questiona neste momento de agravamento da pandemia.

Por outro lado, verificamos que tais medidas tratam desigualmente setores iguais, eis que o comércio em geral foi proibido de fazer a modalidade de delivery, algo que não gera a circulação de pessoas, como ocorre com todas as empresas que realizam vendas no mundo virtual, que em sua maioria são grandes “players” do comércio, mas que continuam com suas atividades em vigor e em pleno funcionamento em detrimento do pequeno e médio comerciante.

Assim, ciente da sensibilidade de Vossa Excelência, solicitamos a alteração e inclusão da possibilidade da modalidade de delivery e venda online para todos os comerciantes em geral.

No mais, diante do quadro incerto que a pandemia trouxe, solicitamos medidas econômicas e tributárias efetivas às empresas afetadas pelas paralisações, como:

1 – Determinação que todos os ônibus de transporte público da Capital e Região Metropolitana de Curitiba circule apenas com o transporte de passageiros sentados, evitando assim a aproximação e contágio pelo Covid-19;

2 – A exemplo do Governo Federal, criar um “auxilio emergencial” para salvar as atividades economicamente paralisadas;

3- A suspensão das execuções tributárias por 90 dias em relação aos setores afetados pelo decreto;

Renovamos a Vossa Excelência nossos protestos de consideração e apreço, colocando nossa Instituição a disposição para o combate ao Covid-19.

Camilo Turmina – Presidente da ACP

 


Fonte: BEMDITO

2020 está terminando com um estrondo ou um gemido? É difícil dizer, mas está quase acabando, o que é bom. Os desafios deste ano, porém, não foram páreo para a fortaleza das associações. Aqui estão algumas reflexões.

 

Há poucas chances de exagerar como o ano de 2020 foi caótico e inquietante. Por mais difícil que fosse, as associações exemplificaram a tenacidade , a flexibilidade e a engenhosidade necessárias para enfrentar muitas ocasiões assustadoras e continuar a atender às necessidades urgentes de seus membros.

Falei com muitos profissionais de associações nos últimos nove meses e o que ouvi foi: É isso que as associações fazem melhor. Eles são comunidades de solucionadores de problemas. Aqui estão alguns exemplos.

AGREGANDO VALOR EM MEIO A CRISES

As associações enfrentaram muitos desafios para demonstrar valor relevante para os membros durante várias crises, mas ainda havia muitas histórias de sucesso . Muitas pessoas com quem conversei falaram sobre como as crises os fizeram andar muito mais rápido – sem uma rede de segurança.

A American Nurses Association respondeu rapidamente para fornecer aos enfermeiros o que eles mais precisavam quando a pandemia atingiu: uma série de webinar COVID-19 sob demanda gratuita para todos os enfermeiros – não apenas os membros. A ANA acumulou 130.000 inscritos para a série, e um e-mail de adesão direcionado a esses inscritos resultou em aproximadamente 2.600 novos membros. A ANA também estendeu seu período de carência para renovações de sócios e ofereceu aos membros uma estrutura de pagamento de quotas mensais bem recebida.

Faz sentido que os enfermeiros valorizem as informações sobre como responder a uma pandemia global, mas de que outra forma você sabe o que os membros valorizam ? Um relatório recente, Association Trends 2020: From Disruption to Opportunity  [PDF], concluiu que, apesar dos muitos desafios que este ano trouxe, o envolvimento dos membros continua a crescer e a lealdade às associações é forte. Cinquenta e um por cento dos membros pesquisados ​​disseram que sua associação é mais importante para eles hoje do que antes da pandemia.

Advocacy e reuniões são freqüentemente considerados como elementos centrais da proposta de valor de uma associação. Mas Tom Morrison, CEO do Metal Treating Institute, disse que, como parte de um exercício para determinar o valor , a MTI tirou a defesa e as reuniões da mesa e descobriu que a previsão de vendas, benchmarking financeiro, treinamento e desenvolvimento profissional eram geradores de valor importantes para os membros .

PRATICAMENTE ENGAJADO

Associações grandes e pequenas encontraram maneiras inovadoras de envolver os membros , algumas com orçamentos realmente apertados. O Conselho de Iniciação Científica desenvolveu “Cinco em Cinco”, vídeos que fornecem cinco dicas, soluções ou respostas a perguntas em cinco minutos. A equipe não tinha nenhuma habilidade técnica de vídeo para falar, então eles usaram uma plataforma barata, Animoto, para produzir vídeos refinados rapidamente. Os vídeos do CUR incluem como aproveitar melhor sua plataforma de comunidade online e cinco dicas para hospedar um simpósio virtual .

O American Concrete Institute também usou vídeos para se conectar melhor com os membros, especialmente quando perceberam que todos estavam se tornando muito mais proficientes no mundo virtual. As equipes de associação e marketing criaram vídeos curtos de um a dois minutos no quadro branco para conectar membros novos, potenciais e antigos aos benefícios da ACI. Os vídeos conduzem os membros pelas opções de benefícios e mostram como navegar nas diferentes seções do site da ACI  onde os benefícios podem ser acessados.

ORÇAMENTO DE QUOTAS DE SÓCIOS

2020 trouxe muitas incertezas, principalmente em relação às finanças. As associações lutaram para descobrir maneiras de contabilizar as taxas de associação nos orçamentos de 2021. Christina Lewellen, CAE, diretora executiva da Associação de Líderes de Tecnologia em Escolas Independentes, deu alguns bons conselhos .

Sua equipe analisou diferentes níveis de adesão com base no envolvimento dos membros, observando fatores como longevidade, voluntariado e participação em reuniões. Isso os ajudou a determinar quais membros teriam maior probabilidade de voltar, e foi assim que elaboraram seu orçamento.

E, finalmente, como você se comunica com os membros em uma crise ? Uma combinação de empatia e algumas técnicas antiquadas são fundamentais, de acordo com Sheri Singer, presidente da Singer Communications. Ela ofereceu muitas orientações práticas sobre maneiras de falar com os membros em tempos difíceis. E – bônus – ela explicou por que todos nós temos fadiga do Zoom. É porque estamos experimentando “cérebro de lagarto”. Mistério resolvido!

À medida que avançamos em 2021, será um alívio sair do modo de sobrevivência e entrar no que espero que seja o modo de recuperação. É hora de virar a página.


Fonte: Association Snow

 

 

Promoção de Natal, com sorteio de carro e de moto, consultoria e cursos gratuitos, apoio psicológico, distribuição de totens de álcool em gel, descontos em produtos de prevenção à Covid-19 e reuniões de negócios online são algumas das ações realizadas neste ano pela Associação Comercial Empresarial (ACE) de Jundiaí.

O presidente, Mark William Ormenese Monteiro, diz que 2020 foi um ano atípico, incomum, de muitos desafios, transformações e reinvenções e tudo o que foi planejado no início de 2020 teve de ser revisto e adaptado para o cenário de pandemia. “A ACE fez as adaptações necessárias para enfrentar o momento e sempre manteve o diálogo com o poder público na busca de alternativas que pudessem reduzir os impactos econômicos no setor”, afirma.

Mark diz que é inegável que se trata de um momento muito triste para todos e os impactos da pandemia são incalculáveis. Por isso é importante a população valorizar os pequenos estabelecimentos comerciais, que representam 98% das empresas na cidade e geram 61 mil empregos. “Façam as compras no comércio de Jundiaí, do centro e dos bairros. Ao apoiar uma pequena empresa estamos ajudando a preservar a economia e os negócios da cidade.”


Fonte: JR Jornal

 

Manaus – Com 542 produtores associados e beneficiando ao todo 784 famílias, a Associação dos Produtores Rurais de Carauari (Asproc) é uma organização de agroextrativistas residentes de 55 comunidades ao longo do médio rio Juruá, no município de Carauari (distante 788 quilômetros de Manaus).

Hoje, a associação se destaca por conta de seu trabalho para trazer desenvolvimento às comunidades da região do Médio Juruá, que inclui parcerias com empresas internacionais e projetos reconhecidos nacionalmente.

O Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam) tem acompanhado a trajetória da associação desde sua fundação, oferecendo apoio na forma de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), emissão de documentos como o Cartão do Produtor Primário e a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), e elaboração de projetos para acesso ao crédito rural, por meio do Banco da Amazônia e da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam).

Para o diretor-presidente do Idam, Valdenor Cardoso, a Asproc simboliza o associativismo bem-sucedido no Amazonas.

“A Asproc nasceu das discussões dos próprios moradores das comunidades. Ao longo dos anos, ela sempre teve a capacidade de se ressignificar, primeiro com sua parceria com a igreja, depois se voltando para o aspecto comercial e empreendedor, mas sempre prestigiando o produtor”, disse Cardoso.

Segundo o gerente da unidade local do Idam no município, Átrio Chagas de Souza, a Asproc se destaca por sua organização e dedicação no desenvolvimento de acordos comerciais e parcerias com empresas nacionais e internacionais, como a Natura e a Coca-Cola, e também por ter desenvolvido e implementado projetos como o Sanear Amazônia e o Comércio Ribeirinho da Cidadania e Solidário (CRCS).

O Comércio Ribeirinho é um sistema de comercialização para as comunidades ribeirinhas do rio Juruá, que disponibiliza itens básicos de consumo para venda nos entrepostos comerciais das comunidades e recolhe a produção para a venda na cidade a um preço justo. Conforme Átrio Chagas, os produtos comercializados nos entrepostos comerciais, denominados “cantinas”, incluem farinha, banana, macaxeira, jerimum, milho e melancia, bem como pirarucu e tambaqui manejados pelas próprias comunidades.

O projeto Sanear, realizado com o apoio do Instituto Chico Mendes, é outro destaque da Asproc, levando infraestrutura e saneamento básico às comunidades da região.

“Hoje todas as comunidades ligadas à Reserva Extrativista e à Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Médio Juruá têm acesso ao básico, incluindo caixa d’água e poços artesianos, ou tratamento de água do rio. Ou seja, trouxe melhores condições de saúde e moradia”, delineou o técnico do Idam Jorge Carvalho, que integra a equipe da unidade local em Caruari.

O projeto já foi implementado em outros estados da região Norte, incluindo Pará, Acre e Amapá, com a expectativa de contemplar mais de 3 mil famílias.

Para o presidente da Asproc, Manuel da Cruz, a participação dos associados em suas assembleias anuais e a transparência da diretoria contribuíram para a evolução da associação. Segundo ele, os associados comparecem às assembleias para pleitear suas necessidades, que a diretoria então busca auxiliar com o apoio de seus parceiros, entre eles o Idam.

“Consideramos muito importante a parceria do Idam com a Asproc. Neste ano tínhamos uma grande demanda por kits de seringa, que pudemos atender com o auxílio do Idam. Através desta parceria, o Idam tornou possível para nós distribuirmos ferramentas de trabalho aos nossos seringueiros para que pudessem fazer a extração do látex e, com isso, gerar renda às suas famílias”, disse Manuel.

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Fonte: https://d.emtempo.com.br/economia/280881/associacao-de-produtores-do-carauari-e-exemplo-de-associativismo-no-am

 

 

A atual pandemia fez com que as associações revisassem seus modelos de filiação. Com fluxos de receita em declínio devido ao cancelamento de eventos, incapacidade dos membros de pagar as taxas de associação devido a dispensas e dificuldade em encontrar patrocinadores e doadores, as associações lutam para fazer “negócios como de costume”.

 

Um modelo de associação é um plano de negócios que uma associação adota para mapear o projeto para diferentes níveis de associação, produtos e serviços, atividades de marketing e fontes de receita. Os modelos de associação são abundantes e podem ser classificados em duas categorias contrastantes: a associação tradicional (provedor de serviços) e a comunidade (plataforma).

 

Em “Remodelando Associações: O Impacto da Pandemia nos Modelos de Sócios”, um webinar que o Conselho Filipino de Associações e Executivos de Associações (Pcaae) organizou, Belinda Moore, diretora da Strategic Membership Solutions, com sede na Austrália, falou sobre esses dois modelos:

 

Função: No modelo tradicional, a associação é uma prestadora de serviços para seus associados e se concentra no recrutamento, engajamento e retenção de associados. No modelo comunitário, a associação promove uma comunidade de participantes pagos e gratuitos e seu foco é nutrir uma comunidade forte e engajada.

 

Conteúdo: a associação tende a criar e distribuir a maior parte do conteúdo no modelo tradicional. No modelo de comunidade, tanto os participantes da comunidade gratuitos quanto os pagos criam e distribuem a maior parte do conteúdo. Qualquer conteúdo da associação gira em torno da facilitação da comunidade e das atividades principais.

 

Serviços: no modelo tradicional, a associação deseja possuir e controlar a maioria ou todos os seus produtos e serviços. No modelo comunitário, a associação pode reter as atividades principais, mas também promove um mercado vibrante onde fornecedores concorrentes de qualidade são bem-vindos (observando que seus direitos provavelmente diferem dos de outros participantes).

 

Não-membros: No modelo tradicional, a associação vê os não-membros como participantes “menores”, cobra deles taxas mais altas e tem envolvimento limitado. Eles são, no entanto, participantes bem-vindos e podem optar por pagar por atualizações e benefícios adicionais no modelo de comunidade.

 

Gerenciando grupos: No modelo tradicional, existem algumas duplicações de funções e isso desencoraja a formação de grupos que a associação é incapaz de gerenciar. Em contraste, o modelo de comunidade tem muitos grupos e muitas duplicações de funções, o que incentiva os grupos a se organizarem.

 

Taxas: As taxas anuais de associação são pagas integralmente ou em parcelas no modelo tradicional. No modelo de comunidade, os membros podem optar por uma assinatura gratuita ou paga. Uma assinatura gratuita geralmente é um caminho para uma assinatura paga.

 

Receita: No modelo tradicional, a associação gera receita por meio de quotas, inscrições em eventos, patrocínio e prestação de serviços. No modelo de comunidade, além da receita dessas fontes tradicionais, a associação também pode alavancar novos fluxos de receita por meio da plataforma, por exemplo, micro-transações, pesquisa, segmentação de anúncios.

“As associações devem garantir que seus modelos de filiação e receita estejam alinhados com seu propósito e cenário operacional. Muitos estão mudando de modelos tradicionais para modelos comunitários mais contemporâneos”, conclui Moore.

Uma coisa boa que a pandemia proporcionou foi tempo para as associações repensarem seu modelo de negócios. Então, é hora de mudar seu modelo de associação atual do modelo tradicional para o modelo comunitário?

 

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Este artigo foi publicado pelo Business Mirror em  27 de novembro de 2020  e não pode ser reproduzido sem o consentimento prévio do redator e do Business Mirror.

O autor, Octavio ‘Bobby’ Peralta, é simultaneamente secretário-geral da  Associação de Instituições de Financiamento do Desenvolvimento na Ásia e no Pacífico  (ADFIAP), Fundador e CEO do  Conselho Filipino de Associações e Executivos de Associações  (PCAAE) e Presidente da  Federação de Organizações Associativas da Ásia do Pacífico  (APFAO). 

Principais fornecedores: iMIS, MemberSuite, Fonteva for Associations, Daxko Operations, MemberClicks, etc. |

 

Prevê-se que o mercado de software de gerenciamento de associação global descubra o crescimento robusto até 2026. Este relatório enfoca os principais participantes com perspectiva global, com um estudo profissional e aprofundado sobre o estado atual da indústria de software de gerenciamento de associação global. O relatório de pesquisa de mercado do software de gerenciamento da Associação Global fornece estratégias de mercado importantes e tendências mais recentes com discussão sobre o consumo de mercado, principais fatores, restrições e participação de mercado prevista para 2026.

O Relatório de mercado de software de gerenciamento de associação global descreve mais detalhadamente informações sobre táticas e estratégias usadas por empresas-chave líderes na indústria de software de gerenciamento de associação global. Ele também oferece um amplo estudo sobre diferentes segmentos de mercado e regiões.

 

O relatório de mercado de software de gerenciamento de associação global fornece respostas para as seguintes questões principais:

  1. Qual será o tamanho do mercado de Software de gerenciamento da Associação Global e a taxa de crescimento no próximo ano?
  2. Quais são os principais fatores que impulsionam o mercado global de software de gerenciamento de associação global?
  3. Quais são as principais tendências de mercado que impactam o crescimento do mercado global de software de gerenciamento de associação global?
  4. Quais são os Fatores de tendência que influenciam as participações de mercado das principais regiões do mundo?
  5. Quem são os principais participantes do mercado e quais são suas estratégias no mercado global de software de gerenciamento de associações globais?
  6. Quais são as oportunidades e ameaças de mercado enfrentadas pelos fornecedores no mercado global de software de gerenciamento de associação global?
  7. Quais tendências industriais, motivadores e desafios estão manipulando seu crescimento?
  8. Quais são os principais resultados da análise das cinco forças do mercado global de software de gerenciamento de associação global?
  9. Qual é o impacto da Covid19 na indústria atual?

 

Para obter mais informações, solicite o PDF de amostra:

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O relatório Global Association Management Software Market fornece informações básicas sobre o setor de software de gerenciamento de associação global, definição, classificação, aplicativo, estrutura da cadeia de setor, visão geral do setor; análise de mercado internacional. Este relatório estuda as vendas (consumo) do mercado de Software de Gerenciamento de Associação Global, foca nos principais players, com vendas, preço, receita e participação de mercado com volume e valor para cada região.

 

Fonte: TheDailyChronicle

Uma grande alegria, uma real possibilidade de parceria e convênios de cursos para multiplicadores e associativistas a nível nacional.

O empresário do setor de construção civil, Marco Antonio Corsini, assumiu nesta segunda-feira, dia 29, a presidência da Associação Empresarial de Joinville (ACIJ).

Ele sucede João Joaquim Martinelli que transmitiu a função durante reunião solene do conselho superior, realizada virtualmente.

A sessão tem a finalidade de dar posse aos membros dos Conselhos Superior e Deliberativo (2020/2022) e Fiscal (2020/2021), aos presidentes de Núcleos e coordenadores do programa Gestão Compartilhada, bem como da nova diretoria (2020/2021).

“É uma entidade que pode contribuir bastante para desenvolvimento de vários segmentos econômicos, vamos superar a pandemia, o desemprego e enfrentar a crise institucional dos poderes legislativos, executivo e judiciário. Mas vamos levar na bagagem a experiência dos que passaram”, destacou o novo presidente.

Sobre Marco Antonio Corsini: é empresário do setor de construção civil. Acumula a direção financeira da ACIJ, a vice-presidência do Sindicato Indústria Construção Civil de Joinville (Sinduscon), a vice-presidência Sul da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Em 18 de junho de 2019 assumiu o Conselho da Cidade, órgão consultivo de leis e sobre urbanismo e mobilidade.

 

Fonte: https://www.economiasc.com/2020/06/30/marco-antonio-corsini-assume-presidencia-da-associacao-empresarial-de-joinville/

Com grande satisfação registramos a renovação, por mais doze meses, da parceria desta forte associação. Será o quarto ano desta parceria. Sempre ficamos muito felizes com cada renovação, uma demonstração de reconhecimento de valor do que estamos realizando e de confiança na boa aplicação dos recursos financeiros da parceria. Obrigado ACAPS !

Fonte: Publicado por David M. Bendoff | 28/03/2020 07:00

P: O conselho de administração de nossa associação pode adiar a reunião anual de seus proprietários devido à pandemia do COVID-19?
R: O vírus que causa o COVID-19 foi declarado uma emergência nacional pelo presidente dos Estados Unidos, enquanto o governador de Illinois declarou um estado de emergência. Os Centros de Controle de Doenças estabeleceram uma política de “distanciamento social”, pela qual todos devemos manter uma distância de pelo menos 6 pés um do outro para impedir a propagação do vírus.

Importante, a orientação do CDC agora declara que a maioria das reuniões de 10 ou mais pessoas deve ser cancelada! Isso tudo dá uma justificativa ampla aos conselhos de associação para adiar uma próxima reunião anual dos proprietários pela duração desta pandemia ou até que as orientações do CDC sobre reuniões de grupos sejam levantadas.

Dito isto, quando permitido, os proprietários podem ser incentivados a votar nas eleições dos membros do conselho por procuradores emitidos para uma única pessoa, ou a votar por cédula pelo correio ou eletronicamente (e-mail) se a associação tiver adotado regras apropriadas para permitir tal votação. Essas sugestões reduzirão o número de pessoas fisicamente próximas umas das outras em uma reunião anual de proprietários.

Cédulas por correio / votação eletrônica somente serão permitidas se regras apropriadas tiverem sido adotadas; caso contrário, os proprietários precisarão votar pessoalmente ou por procuração.

 

P: O conselho da nossa associação precisa se reunir; no entanto, estamos preocupados em nos reunir pessoalmente, dada a situação do COVID-19. Existe uma alternativa para uma reunião do conselho “pessoalmente”?

R: “Distanciamento social” é uma política pública com a ordem executiva do governador Pritzker em relação às reuniões do governo (não aplicável a associações, exceto por analogia). Em vista disso, o conselho deve considerar a realização de suas reuniões para realizar negócios da associação por meio de teleconferências / vídeo ou outros meios tecnológicos aceitáveis, conforme permitido por lei, pelo qual todas as pessoas (membros do conselho) que participam da reunião podem se comunicar. , permitindo simultaneamente que os proprietários ouçam / observem, sem se reunir como um grupo.

Existem serviços que podem fornecer números de chamada em conferência discada para esse fim. Normalmente, é preciso haver um local físico para uma reunião do conselho para que os proprietários possam participar. No entanto, desde que os proprietários possam “participar” de qualquer parte aberta de uma reunião do conselho realizada por meio de teleconferências / vídeo ou outros meios tecnológicos aceitáveis, por meio dessa tecnologia, essa abordagem parece ser um equilíbrio razoável entre o que pode ser a letra da lei e da atual política pública de “distanciamento social”.

Existem vários desses serviços de teleconferência identificados por uma rápida pesquisa no Google. Alguns desses serviços permitem que os proprietários ouçam os membros do conselho, mas eles são “silenciados”, a menos e até que o conselho “mude” os proprietários.

Ainda é necessário aviso dessas reuniões.

 

P: Existe alguma coisa que o conselho da nossa associação possa fazer para reduzir o número de reuniões do conselho durante a situação do COVID-19?

R: Para lidar com as decisões do dia-a-dia, o conselho pode adotar uma resolução (em uma reunião do conselho) delegando autoridade de tomada de decisão ao presidente do conselho (que pode consultar os membros individuais

do conselho), e isso pode ser por um período finito. período de tempo. Muitos municípios de Chicago adotaram essa abordagem para evitar reuniões públicas durante essa pandemia.

Muitas associações adotaram esse tipo de resolução após a decisão da Palm. Isso permitiria ao presidente do conselho de associação (ou qualquer outra pessoa autorizada na resolução) tomar essas decisões diárias sem uma reunião (e relatar as decisões ao conselho).

 

David M. Bendoff é advogado da Kovitz Shifrin Nesbit nos subúrbios de Chicago.

Você rastreia receitas e número de associados das associações, mas isso não é suficiente para saber se sua associação está dando certo. Um especialista compartilha ideias sobre o que mais medir.

 

Quais são as melhores maneiras de uma associação medir o sucesso?

 

Desde tempos imemoriais, a resposta comum sempre foi dupla: receita e número de associados. Sem dinheiro, sem missão, conforme a linha segue, e há poucas maneiras melhores de ver rapidamente o quão bem essa missão penetrou em sua indústria do que saber quantas pessoas se associaram (e continuam se associando) para se tornarem parte dela .

 

Mas os números brutos de membros dizem muito – afinal, há um oceano de preocupações que os líderes da associação precisam resolver se quiserem manter os números que possuem, quanto mais expandi-los.

Para esse fim, há um ponto de dados interessante no relatório “Olhando para o Futuro 2016” do Association Laboratory que sinaliza a importância de se aprofundar no que você mede.

 

“A maioria das associações perde oportunidades devido à forma como medem o sucesso e definem estreitamente o valor para o cliente.”

 

O relatório “Olhando para o Futuro”, baseado em uma pesquisa com 293 líderes de associações, a maioria executivos da equipe, em grande parte do mesmo tem uma mensagem constante: as atitudes dos entrevistados sobre a economia, força de trabalho, governo e globalização não mudaram muito nos últimos três anos.

Mas duas mudanças são notáveis:

 

A porcentagem de entrevistados que afirmam que um dos principais fatores que afetam os membros é o gerenciamento da quantidade de informações que eles recebem caiu nos últimos dois anos, de 80% para 55%.

A porcentagem daqueles que citam “mudanças substanciais nas leis ou regulamentos federais” como um fator, está aumentando, de 35% para 44%.

Os autores do estudo sugerem que a próxima eleição presidencial pode estar colocando essa última preocupação em primeiro plano. Mas, independentemente das razões, há uma sugestão de que as associações estão um pouco menos preocupadas com a forma como enviam mensagens aos seus membros e mais com a antecipação de suas preocupações sobre mudanças maiores nas regulamentações, nos costumes do país.

 

É basicamente como deveria ser, embora eu espero que ninguém tome a descoberta como uma licença para sobrecarregar as caixas de entrada dos membros com mensagens. Mas essas varreduras mais profundas do que pode acontecer, ainda podem ser raras. Em uma postagem de blog na semana passada, a consultora e autora Anna Caraveli apontou para uma cultura de complacência entre as associações quando se trata de métricas que olham para o quadro geral, especialmente entre associações que são o único fornecedor de uma credencial ou certificação essencial em seu setor. Se você tem seu mercado protegido, por que olhar além dele?

 

“O que não está sendo medido”, ela escreve, “inclui a) fatores como os níveis de engajamento de seus clientes; b) a relevância de sua organização para os desafios estratégicos dos associados e as soluções necessárias; c) sua capacidade de aprofundar constantemente seu relacionamento com os associados e expandir o valor que eles fornecem a este relacionamento; d) sua capacidade de se adaptar, inovar e reinventar a base de sua proposta de valor. ”

 

E por que essas coisas não estão sendo medidas? Caraveli me diz: “Cada vez que pergunto a uma associação se ela mede fatores não quantitativos, como resultados (conforme percebidos pelos associados), o valor de seus relacionamentos, níveis de engajamento dos associados, etc.”, disseram-me que é muito difícil e eles não sabem como medir.

 

Essa confusão – se não desinteresse – pode levar a oportunidades perdidas. Caraveli cita o exemplo de uma associação que mede o sucesso de uma regional pelo número de participantes em seus eventos. Um mergulho mais profundo nas funções desses participantes e sua receptividade para um maior envolvimento com a associação pode revelar novas oportunidades para a associação. “E se essas pessoas fossem executivos importantes em empresas-alvo que, se cultivadas, pudessem se tornar patrocinadores, membros corporativos, clientes de programas personalizados, campeões e parceiros?” ela diz. “A maioria das associações perderá essas oportunidades por causa da forma como medem o sucesso e definem estreitamente o valor para o cliente.”

 

Caraveli propôs uma série de maneiras pelas quais as associações podem mudar suas métricas para incluir dados tradicionalmente não quantitativos: 1. rastreie não apenas os associados de uma maneira geral, mas aqueles associados que se envolvem em serviços de ponta; 2. não se preocupe apenas com as vendas com um todo, mas vendas para aqueles com quem você pode construir parcerias estratégicas; 3. não ofereça apenas programas, mas o que os membros dizem que ganham com eles.

 

Mas nada disso, diz ela, acontece sem o compromisso da liderança de olhar além dos benchmarks de entregas para associados e, em vez disso, aborda suas preocupações mais amplas sobre o que agregará valor a eles.

 

“Se o seu sucesso for medido pela receita do ano passado e pelo número de associados, e se o desenvolvimento a longo prazo não for sua preocupação,” Caraveli me disse, “você não vai expandir além de seu portfólio de produtos, clientes e recursos atuais, mesmo que o mundo ao seu redor esteja mudando dramaticamente ao seu redor. Esta é a morte certa. Portanto, identificar e medir o valor sempre, especialmente ao longo do tempo é fundamental. ”

 

Reflexão: O que você tem feito, como líder, para medir o valor da sua associação para os membros além da receita e retenção? E como você incentiva sua organização a fazer essa medição?

 

MARK ATHITAKIS

Editor colaborador da Associations Now, escreve sobre organizações sem fins lucrativos, artes e liderança para uma variedade de publicações.

GauchaZH
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

A União dos Moradores e Comércio de Paraisópolis está organizando uma força-tarefa para fazer testes de Covid-19 em todos os moradores da comunidade.

De acordo com o presidente da associação, Gilson Rodrigues, cinco casos da doença já foram confirmados naquele local, que tem aproximadamente 100 mil moradores. A ação se dá em parceria com o projeto Florescer Brasil e com o laboratório Hilab.

“A ideia é fazer os testes em todos os moradores de Paraisópolis e depois estender para outras comunidades do G10 das Favelas [grupo que reúne as maiores comunidades do Brasil]. A organização está buscando recursos para viabilizar que 100% da população seja testada”, afirma Rodrigues.

número de eleitores da 100ª Zona Eleitoral aumentou desde o lançamento da campanha ‘Moro Aqui, Voto Aqui’ há dois meses. Quando a campanha foi lançada, o número de eleitores era de 111.289 mil.

Confira matéria completa aqui.

As associações de moradores não podem ofertar serviços jurídicos aos seus associados fora do seu leque de atuação coletiva. O entendimento é do Tribunal de Ética e Disciplina da OAB do Espírito Santo, ao responder consulta.

Saiba mais aqui!

Portal DI Online (sátira) (Blogue)

A Associação Hospitalar Lenoir Vargas Ferreira (ALVF) recebeu a visita do deputado estadual Altair Silva (PP), que foi recepcionado pela diretoria.

Leia na íntegra aqui!

Os funcionários da associação são geralmente aqueles que definem a proposta de valor. Mas, sua proposição de valor é o que os membros acreditam, não o que sua associação diz.

Aqui estão quatro etapas para definir uma proposta de valor melhor.

# 1: Conheça o seu prospecto (e membro).

Faça sua pesquisa de mercado. Não confie nos resultados da pesquisa de alguns anos atrás. Tudo está mudando muito rápido para isso. Analise os dados no seu AMS e outros sistemas . Realize novas pesquisas e entrevistas com membros e não membros.

Lembre-se, nem todas as perspectivas de adesão são iguais . Eles têm diferentes níveis de envolvimento com você e diferentes tipos de empregos, tamanhos de negócios, estágios de carreira, etc. Eles valorizarão os diferentes benefícios da associação.

# 2: mude seu ponto de vista.

É fácil confiar em suposições e na sabedoria convencional sobre o tipo de benefícios que atrairão os membros. Mas essa é uma perspectiva de dentro para fora, em vez do que deveria ser, fora de dentro.

Você acredita que ser membro é um grande valor, porque você entende perfeitamente o que está oferecendo. Mas a perspectiva sabe pouco ou nada sobre suas ofertas. Eles não podem fazer as mesmas conexões que você.

Comece a olhar para a adesão da perspectiva deles. Descubra por que isso é importante para eles. Como a associação pode mudar seu desempenho no trabalho, suas relações profissionais, sua carreira e seus negócios?

# 3: Pense sobre o impacto.

Quando você começar a ver a associação do ponto de vista do cliente em potencial, poderá imaginar melhor os resultados que ele pode oferecer. Estamos passando agora de “recursos vs. benefícios” para “recursos x resultados”.

Analise os recursos e benefícios da associação e, em seguida, inclua cada um na fase de impacto ou resultados. Quais resultados um membro obtém do benefício X? Qual o impacto que o benefício X faz no trabalho, na carreira, nos negócios e na vida de um membro?

# 4: vender benefícios emocionais em primeiro lugar.

As emoções influenciam as decisões de compra muito mais do que gostaríamos de admitir. Pense nisso quando você escreve sobre benefícios. Os benefícios usam a linguagem das emoções – o que poderia acontecer com você, o que você sentirá e experimentará. Os recursos usam a linguagem da lógica – o que é, ponto final.

Um benefício especialmente relevante e emocional da associação é a conexão e a pertença. Fale sobre como se tornar parte de uma comunidade onde as pessoas “consigam” você e seu trabalho, onde você pode encontrar apoio, conselhos, inspiração e respostas. Inspire a perspectiva de pensar em uma comunidade onde todos saibam seu nome ou onde possam criar um nome para si mesmos.

As emoções negativas geralmente têm ainda mais poder do que as positivas, mas com cuidado aqui. Alude ao medo de perder, não progredir, tornar-se obsoleto, perder a vantagem ou perder negócios para um concorrente.

Coloque sua nova proposição de valor de associação em ação

Mais algumas dicas antes de começar…

Use a segmentação em seu marketing de afiliação para que você possa adaptar sua proposta de valor a diferentes grupos em seu público-alvo.

“Você” é a palavra mais persuasiva em copywriting. Torne seu recurso pessoal e relevante usando “você” livremente. Seja conversacional, não institucional.

Adicione depoimentos de membros “como eles”. Testemunhos irão turbinar seu marketing.

Uma proposta de valor muito atraente não é apenas para os prospects. Você tem que continuar vendendo seus membros atuais sobre o valor de sua associação também.

Uma vez que você tem dados extensivos sobre os membros atuais em seu AMS e outros sistemas integrados, você deve ser capaz de criar uma proposição de valor muito atraente e relevante que os convença a aprofundar seu engajamento e renovar sua afiliação. Descubra como o MemberSuite ajuda as associações a entender melhor e envolver tanto os membros quanto os possíveis clientes .

12/08/2019 Member Suite

Quão convincente é a proposta de valor da sua associação? Se você acha que poderia usar alguma ajuda, você não está sozinho.

Quando a Marketing General Inc. (MGI) pesquisou associações para o seu Relatório de Benchmarking de Marketing de Associação de 2019 , apenas 11% disseram que sua proposta de valor é “muito convincente”. E o resto?

  • Convincente – 38%
  • Um pouco convincente – 41%
  • Não é muito atraente – 9%
  • Não é nada convincente – 1%

Um pouco mais de associações se enquadram nas categorias “um tanto atrativas” ou menos do que nas categorias “atraentes” ou “muito convincentes” – isso é preocupante.

O MGI vê uma correlação entre a proposição de valor e a integridade da associação. As associações que relataram aumentos no aumento de sócios, novos sócios e retenção são “significativamente mais propensas a relatar que sua proposta de valor é muito convincente ou convincente”.

Você também pode ver o impacto de uma proposição de valor fraco em outros dados da pesquisa. As associações podem escolher três razões pelas quais os membros não renovam. A razão número 1 (41%) é a falta de engajamento, mas as outras principais razões estão relacionadas ao valor da associação.

  • Não foi possível justificar os custos de associação com um ROI significativo – 27%
  • Falta de valor – 25%
  • Empregador não vai pagar ou parar de pagar dívidas – 21%
  • Muito caro – 17%

As palavras “ROI” e “value” estão ausentes das duas últimas razões, mas elas não estão relacionadas ao valor também?

Recursos vs. Benefícios

Mesmo que você tenha uma proposta de valor atraente, não é tão fácil demonstrá-la. Os participantes da pesquisa da MGI disseram que seu maior desafio interno no aumento de associados é a dificuldade de comunicar valores e benefícios. Muitas dessas associações lutam com sua proposta de valor porque estão cometendo um dos erros mais comuns no marketing de associação – concentrando-se nos recursos, não nos benefícios, da adesão.

Um recurso é uma declaração sobre o produto ou serviço que você está promovendo. O problema é que, quando você promove recursos, você força o cliente potencial a descobrir por que eles desejam o recurso. Os recursos não atraem clientes em potencial e não atraem membros para se inscreverem para um programa, serem voluntários ou renovarem.

Mas os benefícios fazem. Um benefício responde à pergunta: “O que há para mim?” Um benefício enfoca os resultados e o impacto que um recurso causará. Aqui estão dois exemplos de recursos e benefícios típicos da associação.

Funcionalidade: Aproveite as oportunidades de networking com seus colegas.

Benefício: Aprofundar as relações comerciais existentes e fazer novos contatos regularmente. Ao participar de eventos e reuniões ou participar de discussões on-line, você criará laços duradouros com outros membros que têm os mesmos interesses profissionais e preocupações comerciais que você.

Matéria: Participe de programas educacionais de ponta.

Benefício: desenvolva as habilidades que o ajudarão a melhorar seu desempenho no trabalho, avançar em sua carreira e torná-lo ainda mais valioso para o seu negócio e empregador.

16 associações de moradores se unem para reivindicar um novo bairro

Saiba mais aqui!

Sob argumento de falta de diálogo, associação pede suspensão das atividades no Anhangabaú e no Triângulo Histórico; Prefeitura diz que projeto seguiu ritos legais e teve participação da sociedade.

Confira aqui!

Redação Maringá Post – 25 de junho de 2019

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM), Michel Felippe Soares, viajou a Paris, na França, a convite do Al-Invest, um dos programas de cooperação econômica mais bem-sucedidos da União Europeia na América Latina para apoio às empresas de micro, pequeno e médio portes.

Leia na íntegra aqui!

Ferramenta conta com guia comercial, informaçoes sobre o município e a entidade, calendário de eventos, horários dos comércio, entre outros recursos.

Leia na íntegra AQUI!

 

Nas instalações da moderna e bonita nova sede. Helcio Rezende Dias, Presidente do Conselho de Gestão da EA – Escola de Associativismo e da CDL da Grande Vila Velha, foi um dos três colaboradores de conteúdo do novo curso. É a segunda vez que Helcio Rezende colabora com cursos da EA. Esteve presente no MD01 – Os benefícios de uma Sede, o primeiro curso da Série 01 de cursos da EA e agora é colaborador também do primeiro da Série 02. Um guru do associativismo, Helcio Rezende Dias. Fala com propriedade da importância da alegria no associativismo, entrega para a Escola de Associativismo depoimentos da maior relevância na história do associativismo empreendedor no ES. Cezar Wagner Pinto, Superintendente do SINCADES Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do ES e Eduardo Schwartz Borges, Vice Presidente da AMEIES Associação dos Moradores, Empresários e Investidores da Enseada do Suá, valorosos associativistas do ES, emprestaram a sua rica experiência para ajudar associações de empreendedores e comunitárias de moradores a serem mais fortes, a serem mais eficientes, retornarem mais serviços aos seus associados e à toda a sociedade.

Em  “Associações Empresariais para o Século XXI”,  o Centro de Empresas Privadas Internacionais (CIPE), com sede em Washington, descreve associações como grupos de melhoria voluntária de negócios, profissionais e comunitários que combinam seu poder sinérgico trabalhando juntos para resolver problemas mútuos. . Muitas vezes, em parceria com o governo, as associações têm desenvolvido programas e incentivado políticas públicas que ajudam a expandir as bases econômicas. “Se não fosse pelas organizações empresariais e profissionais, outras instituições sociais enfrentariam encargos adicionais em áreas como desenvolvimento econômico, padrões de desempenho e segurança de produtos, educação continuada, informação pública, ética profissional, pesquisa geoeconômica, estatísticas do setor, serviço comunitário e informação do consumidor ”, observou a publicação. As associações, portanto, são comunidades de instituições ou indivíduos com ideias afins que se unem para compartilhar um propósito e uma visão comuns. Como organizações estruturadas, as associações também, assim como suas contrapartes corporativas, precisam ser estratégicas e sustentáveis. Aqui está a estrutura e a justificativa de “CENTELHA” que minha organização, a Associação de Instituições de Financiamento do Desenvolvimento na Ásia e no Pacífico (ADFIAP) usou para enunciar sua direção e esforços para seu novo plano estratégico quinquenal:

  • Sustentabilidade das filiações de novos associados – A associação grande, progressista e ativa, bem como as experiências positivas dos seus membros através de ofertas de programas e atividade significativa da associação, são essenciais para o seu sucesso e sustentabilidade. Como tal, ter uma associação robusta, com serviços relevantes de seus membros, deve ser o principal objetivo da associação. Simplificando, se não houver serviços, não há membros e, se não houver membros, não há associação para falar.
  • Promover a defesa clara de interesses – Um compromisso focado e credível para a defesa de interesses específicos, bem como engajamento ativo da associação com instituições que tenham o mesmo proposito e também respeitadas instituições numa defesa de interesses declarada, são elementos cruciais para levar a associação a um papel de liderança. A associação, portanto, tem que se engajar, moldar e adiantar posições políticas e de defesa de interesses que afetem sua indústria ou profissão e, ao mesmo tempo, melhorar a capacidade do associado de fazer o mesmo.
  • Avançado desenvolvimento de recursos humanos – os esforços de profissionais, qualificados e multi-disciplinares de recursos humanos, provocada pelos programas de educação e certificação contínuas oferecidos pelas associações são um componente vital da eficiência organizacional de seus membros e crescimento a longo prazo. Uma associação deve, portanto, promover o desenvolvimento de seus membros estabelecendo padrões, credenciais e competências essenciais; melhorar suas habilidades e proeminência; e orientá-los a recrutar e reter indivíduos talentosos e comprometidos na profissão.
  • Relembrando recursos – A associação financeiramente saudável e parceira-amigável, será capaz de reunir o valor e a força desses recursos para o benefício de seus membros, bem como contribuir para o bem público. Um dos principais esforços de uma associação é inovar e ampliar seu conjunto disponível de recursos humanos, financeiros e de relacionamento para apoiar as necessidades operacionais da associação e de seus membros para realizar a missão prevista na sua constituição.
  • Mantendo alianças – A ligação entre os membros, afiliados e parceiros na mesma comunidade comprometida com uma causa e visão comum é a moeda de uma associação. Manter e revigorar esses relacionamentos tornará a associação ainda melhor e mais forte a longo prazo.