[NOVO] DEVIDO AO AGRAVAMENTO DA PANDEMIA DO COVID19 ESTÁ REPROGRAMADO PARA ÊSTE MÊS O LANÇAMENTO D0 NOVO CURSO, O MD16, COM O VIBRANTE TEMA “ELEIÇÕES NAS ASSOCIAÇÕES”

O Conselho de Gestão decidiu que o lançamento será híbrido, na sede da pujante associação ASES ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DA SERRA, a mais nova parceira da EA. O evento será hibrido, como os últimos e são colaboradores de conteúdo deste novo curso Aristóteles Passos Costa Neto, Domingos Morelo e Sergio Rogerio de Castro.

FOTOGRAFIA: GCS   Ponto Final Macau China

 

Num discurso a propósito da celebração do 37.º aniversário da União Geral das Associações dos Moradores de Macau, o Chefe do Executivo deixou elogios aos trabalhadores e voluntários dos serviços comunitários e, em particular, à associação aniversariante.

Ho Iat Seng começou por assinalar que a associação “tem vindo a manter a união entre os moradores dos bairros e a colaborar empenhadamente com o Governo da RAEM na implementação das acções de prevenção epidémica, especialmente na prestação de diversos serviços comunitários, com repercussões benéficas na sociedade, o que lhe tem granjeado o reconhecimento e elogio da sociedade”.

“Aproveito, ainda, esta ocasião para expressar também os mais sinceros agradecimentos a todos os trabalhadores e voluntários dos serviços comunitários que, nos seus postos de trabalho, combatem com todo o seu empenho a pandemia, ao serviço da sociedade”, frisou o Chefe do Executivo.

O líder do Governo reiterou que será impulsionado o desenvolvimento diversificado da economia, será promovida a construção da zona de cooperação entre Guangdong e Macau em Hengqin, e Macau vai participar no desenvolvimento de alta qualidade da Grande Baía. “Paralelamente, iremos executar efectivamente as acções regulares de prevenção da pandemia, criando condições favoráveis para o regresso gradual da sociedade e da economia à normalidade”, acrescentou.

Ho Iat Seng sublinhou que a União Geral das Associações dos Moradores de Macau tem “estado ao serviço da população, de forma pragmática e em prol do seu bem-estar, desempenhando um papel fundamental na gestão e prestação de serviços à camada social de base” e “contribuído incansavelmente para a formação de quadros qualificados, orientados pelo amor pela Pátria e por Macau, e para a sua participação nos assuntos políticos a nível local e nacional”.

“Estamos convictos que a União Geral continuará, com um espírito inovador e empreendedor, ao serviço da comunidade, e, atenta ao bem-estar da população, irá proporcionar serviços mais específicos e diferenciados, dando novos contributos para a prosperidade e estabilidade de Macau”, concluiu.

A.V.


Fonte: Ponto Final

O Conselho de Gestão irá decidir em que associação o lançamento acontecerá. O evento será hibrido, como os últimos e são colaboradores de conteúdo deste novo curso Aristóteles Passos Costa Neto, Domingos Morelo e Sergio Rogerio de Castro.

O Conselho de Gestão irá decidir em que associação o lançamento acontecerá. O evento será hibrido, como os últimos e são colaboradores de conteúdo deste novo curso Aristóteles Passos Costa Neto, Domingos Morelo e Sergio Rogerio de Castro.

 

O Fórum de Associações , a maior rede de associações de base ampla da Austrália com mais de 600 membros, publicou recentemente as conclusões de sua Pesquisa de Eventos de Associação 2020. O objetivo era investigar como os eventos de negócios organizados por associações foram afetados pela pandemia e trazer à tona as novas tendências .

Com 194 associações participantes, a Pesquisa mostrou que apenas um quinto dos eventos foram cancelados. Um terço foi remarcado, enquanto a maioria optou por se tornar totalmente virtual ou – muito menos – híbrido, metade dos quais administrados por funcionários internos das associações. Entre outras descobertas, quase metade das associações viu uma diminuição na receita de patrocínio de seu grande evento.

A gerente geral do Fórum da Associação, Fátima Sunderji, afirma: “Os eventos estão no centro das associações. Eles ajudam a associação a cumprir seus objetivos de educação e informação e também fornecem um fluxo de renda valioso. Este ano, os eventos foram fortemente impactados pela pandemia COVID-19 e associações mudaram com sucesso rapidamente para modelos virtuais e híbridos. ”


Fonte: https://boardroom.global/what-do-statistics-say-about-the-associations-2020/

Os trabalhos das fases seguintes são a montagem, ajustes e finalizações dos outros quatro produtos que junto com a Pílula de Associativismo compõem um módulo didático: vídeo, cartilha, podcast da cartilha e apresentação das aulas. Algumas versões de cada um destes produtos são produzidas até chegar a versão final. Há um esmero muito grande da equipe da EA em produzir cada conteúdo com a melhor qualidade. A ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO se orgulha do alto valor do que oferece para associados e dirigentes de associações com o objetivo de fortalecê-las.

Já pensou na importância das associações? Desempenham papel da mais alta relevância no desenvolvimento sustentado das cidades, dos estados e do país. A ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO tem um objetivo muito bem definido: fortalecer as associações. Missão fundamental, porque a sociedade civil organizada é formada por associações. Fortalecendo estas, faz o mesmo com a sociedade civil, tornando-a mais influente, respeitada, mais protagonista na busca e na obtenção de mais bem-estar para todos, objetivo universal maior.

 

Quinze módulos didáticos compõem o portfolio de cursos da escola até aqui. Cada módulo trata de um tema vital para o fortalecimento das associações. Inicia com associativistas do Espírito Santo e na sequência o conteúdo é enriquecido com visões de associativistas de outros estados do Brasil. Já disponíveis, gratuitamente, no site da escola, fechando a Série 1 de dez cursos, estão o volume 1, com ensinamentos dos que moram no Espírito Santo, e os volumes 2, “Uma Visão de São Paulo”, e 3, “Uma Visão de Santa Catarina”, com colaboradores de conteúdo destes dois diferentes estados.

 

A ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO produz conteúdo de alta qualidade, exclusivo, não existe nada semelhante no Brasil. Três tipos de associações, importantes para qualquer cidade, estado ou país, merecem o foco atual da escola. São as associações de empreendedores, as que dão apoio aos hospitais filantrópicos e as comunitárias de moradores. Outros virão no futuro.

 

Associações de empreendedores, como a CNI Confederação Nacional da Indústria, a FINDES Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo, promovem o desenvolvimento dos segmentos que representam, nos níveis federal e estadual. Agricultura, indústrias, comércio e serviços de todos os tipos, de todas as regiões são representadas por milhares de associações no Brasil. O Hospital Sírio Libanês de São Paulo e o Hospital Santa Rita em Vitória/ES foram criados e são apoiados por associações, Sociedade Beneficente de Senhoras e pela AFECC Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer. Hospitais filantrópicos de alta qualidade, junto com milhares de outros em todo o país, apoiados por associações, são responsáveis por mais de 50% (cinquenta por cento) dos atendimentos de saúde da população brasileira. Não menos importantes são também as milhares de associações comunitárias de bairros nas cidades. Citamos, como exemplos de associações desenvolvidas deste tipo, as dos bairros de Jurerê Internacional, em Florianópolis e a da Praia do Canto em Vitória/ES.

 

Governos e legislativos de todos os níveis, bem sucedidos, procuram o diálogo estreito, republicano, com as associações. Ouvem suas críticas, sugestões, e ajustam as ações, projetos de lei, emendas parlamentares. Fazem isto porque sabem que representará diferença para melhor na qualidade dos seus mandatos, os ajudarão a alcançar o objetivo maior de todo bom político: promoção do bem estar de toda a população.

 

É preciso que tenhamos associações com dirigentes competentes, preparados, que levem aos eleitos, apoiados por associados participativos, sugestões de soluções, propostas de ações e de legislação. Que possam oferecer assessoria qualificada, fundamentada, na análise e avaliação dos projetos em tramitação. Uma associação bem articulada, consegue ser muito mais protagonista neste trabalho de apoio aos eleitos.

 

Associações desenvolvidas significa sociedade civil forte, democracia fortalecida, cidades melhores para vivermos. Uma correlação direta e clara. Capacitar, formar associados e dirigentes de associações, esta a função da ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO.

 

Se 2020 foi um programa de software, talvez alguém possa dizer conscientemente: “Ele pode ser desinstalado e instalado novamente? Esta versão tem um vírus! ”

Vinte e vinte foi de fato um ano desafiador para muitos, incluindo a comunidade da associação. As restrições aos eventos presenciais reduziram a capacidade das associações de se envolverem pessoalmente com seus membros e, consequentemente, de aumentar as receitas necessárias. Também aumentou o horário de trabalho das associações, pois os membros queriam informações rápidas sobre como lidar com a pandemia, bem como soluções para seus próprios problemas organizacionais. Some-se a isso a aceleração da adaptação a novas tecnologias e a aceleração de seus programas de transformação digital.

Todos nós sabemos, também, que uma crise traz oportunidades. Embora 2020 tenha causado perturbações nas associações, também inaugurou novas formas de fazer as coisas. Aqui está minha opinião sobre o MELHOR que as associações locais fizeram em 2020:

B — Ser adaptável. As associações, isto é, associações comerciais e sociedades profissionais, têm lidado bem com a flexibilidade na mudança de suas atividades do físico para o virtual / on-line, por exemplo, webinars, boletins eletrônicos e conteúdo de conhecimento. Eles institucionalizaram o esquema WFH (trabalho de casa) para seus funcionários. Eles racionalizaram seus orçamentos, gastando apenas para as necessidades essenciais e fizeram parceria com associações com ideias semelhantes na organização de eventos de treinamento e atividades de defesa de direitos.

E – Envolvendo os membros onde eles estãoAs associações têm usado a comunicação multicanal, como e-mails e mensagens de texto no celular, bem como a mídia social para alcançar e se envolver com seus membros. Eles forneceram mais conteúdo gratuito e deram alívio aos membros que não puderam pagar suas taxas de adesão, seja por meio de adiamento ou parcelamento. Eles investiram em relações públicas e iniciativas sociais para ajudar a posicionar a indústria ou a profissão de seus membros.

S — Fornecimento de novos fluxos de receita. Percebendo um declínio acentuado nas receitas, à medida que as taxas de filiação estagnavam, eventos eram cancelados ou se tornavam virtuais e as vendas de produtos reduzidas, as associações revisavam rapidamente seus modelos de negócios. Eles redirecionaram seus ativos de conteúdo, por exemplo, vídeos de treinamento, artigos impressos, etc. em recursos de conhecimento sob demanda. Eles converteram seus seminários educacionais presenciais em webinars e programas de e-learning. Eles intensificaram seu foco nas oportunidades de patrocínio e agora estão trabalhando em parcerias de longo prazo e que geram maiores ROIs.

T — Assumindo as novas tecnologia na prática (e na mente). Embora antes o digital estivesse em segundo plano e fora da mente, a pandemia fez as associações repensarem e acelerarem suas iniciativas digitais. O uso de plataformas de videoconferência e IA para marketing e engajamento de membros, construção de comunidades online e investimento em software de gerenciamento de associação foram todos levados a sério pelas associações para avançarem de forma constante.

Dez meses após o início da pandemia, as associações enfrentaram desafios que nunca haviam previsto. No entanto, elas também reconheceram rapidamente que eram superáveis. Com o passar dos meses, a boa notícia é que as associações deram o seu MELHOR para se adaptar à nova forma de gerir as suas operações.


Este artigo foi publicado pelo Business Mirror em  05 de novembro de 2020  e não pode ser reproduzido sem o consentimento prévio do redator e do Business Mirror.

O autor, Octavio ‘Bobby’ Peralta, é simultaneamente secretário-geral da  Associação de Instituições de Financiamento do Desenvolvimento na Ásia e no Pacífico  (ADFIAP), Fundador e CEO do  Conselho Filipino de Associações e Executivos de Associações  (PCAAE) e Presidente da  Federação de Organizações Associativas da Ásia do Pacífico  (APFAO). 

 

“Dos 182 candidatos que disputam as 13 vagas para a Câmara de Vereadores de Campo Mourão, 14 são presidentes de associações de moradores. Pelos cálculos da União dos Presidentes de Associações (Uprescam), esta é a primeira eleição com tantos candidatos representantes dos bairros.

Para o presidente da Uprescam, Lineo Quadros, esse cenário é interessante para a política do município. “O trabalho voluntário à frente de uma associação já faz parte da política, pois ele tem que ser eleito presidente. E isso naturalmente já credencia a pessoa a almejar o Legislativo e também acaba sendo mais visada pelos partidos por ser uma liderança na comunidade”, analisa Lineo, que já prestou assessoria parlamentar na Câmara.

“Ele ressalta que a maioria dos presidentes de associações não dispõe de poder aquisitivo para bancar os custos de uma campanha para vereador. Nesse aspecto eles saem em desvantagem. Em compensação já são mais conhecidos, por prestarem serviços de interesses de seu bairro e conhecer a realidade da comunidade, observa.

Na história recente do Legislativo Municipal, apenas sete presidentes de associações exerceram mandatos de vereadores.

 

Fonte

São colaboradores de conteúdo deste curso ARISTÓTELES PASSOS COSTA NETO, DOMINGOS MORELO e SERGIO ROGERIO DE CASTRO, como sempre, associativistas de grande experiência que aceitaram o convite para compartilhar seus conhecimentos com os alunos da EA Escola de Associativismo. O momento de eleição numa associação é especial e conhecer situações que ajudam e procedimentos que tumultuam é muito relevante para os associados. Uma eleição é boa quando é limpa, respeitosa e honesta ensina um dos nossos mestres em associativismo.

O que as associações resilientes fizeram para priorizar os associados, fortalecer sua missão e permanecer bem-sucedidas durante a pandemia COVID-19? Personify conversou com líderes de toda a indústria para aprender mais.

Como todas as empresas e organizações, as associações foram duramente atingidas pelos devastadores efeitos físicos, mentais e financeiros da pandemia do coronavírus. Das maiores às menores associações, o bloqueio colocava os membros da equipe em lutas de última hora para salvar conferências, para comunicar aos membros as melhores práticas em constante mudança – em suma, para encontrar soluções rápidas para manter suas organizações vivas.

Durante esse período sem precedentes, a Personify, fornecedora líder de tecnologia para associações, conversou com várias associações do setor para entender melhor quais estratégias e táticas permitiram que as associações ágeis não apenas sobrevivessem a esse período sombrio da história, mas também prosperassem. Aqui estão alguns dos traços comuns de associações resilientes.

 

EMPATIA PELOS MEMBROS

Associações bem-sucedidas não veem seus associados simplesmente como fontes de receita, elas os veem como pessoas. A preocupação genuína e a empatia demonstradas pelas associações estimulam a gratidão de seus membros, o que, de acordo com a Harvard Business Review, é a forma mais poderosa de criar lealdade duradoura.

Caso em questão: a American Health Information Management Association elaborou um plano para apoiar os novos membros assim que a pandemia surgisse. Vicky Betzig, Diretora de Reuniões da AHIMA explicou: “Tivemos muitas pessoas em nossa profissão que sofreram reduções salariais ou perderam totalmente os empregos. Então, na associação, tem havido muita defesa em torno de ajudá-los a encontrar recursos para empregos ”.

Betzig explicou que o AHIMA ofereceu “descontos por privações” para novas adesões e renovações, e também ajudou membros desempregados a transferir suas habilidades para outros meios de trabalho, como rastreamento de contato.

A American Optometric Association adotou uma abordagem semelhante. “Quando COVID-19 começou a varrer os Estados Unidos, soubemos imediatamente que os médicos que defendemos sofreriam um forte impacto”, explica Adam Reider, gerente de treinamento e suporte técnico. “Durante a noite, eles passaram de ver seus pacientes regularmente para cenários ‘apenas de emergência’.” O AOA entrou em ação com webinars instrucionais para seus membros e não membros, para ajudá-los a navegar em tudo, desde a telemedicina até os aplicativos de empréstimo PPP. “Não achamos apropriado lançar um firewall gigante”, diz Reider sobre esse conteúdo. “Queremos ser capazes de olhar para trás depois que esta crise passar e saber que realmente defendemos esta profissão.”

 

FOCO RENOVADO NA MISSÃO

 “Em tempos de desafios, não é incomum voltar aos elementos fundamentais que servem como pilares básicos de valor para seus associados”, disse Teresa Zimmerman, vice-presidente de marketing da Personify. “Os membros procuram suas associações para conectá-los a uma rede de pessoas e oportunidades que os ajudem a avançar em sua disciplina, impulsionar seus setores, expandir seu alcance, apoiar sua comunidade e criar um impacto duradouro.”

Organizações como a Association for Supervision and Curriculum Development descobriram que a pandemia reenergizou e reorientou seu senso de propósito. Citando a disparidade que os membros relataram na qualidade da aprendizagem remota com base nas condições socioeconômicas dos distritos, o CIO da ASCD, Fara Francis descreveu uma nova urgência dentro da organização para ajudar.

“Estamos trabalhando incansavelmente para construir comunidades que possam se conectar, defender e compartilhar recursos uns com os outros para garantir que nenhum aluno seja abandonado durante esse tempo.”

 

TOMADA DE DECISÕES ORIENTADA POR DADOS

“Muito poucos tinham um manual pronto para lidar com uma pandemia”, disse Zimmerman. “Trabalhamos em estreita colaboração com nossos clientes para ajudá-los a entender melhor o que seus membros precisavam para que pudessem alinhar experiências e conexões por meio de sua pilha de tecnologia e serem bem-sucedidos e relevantes para seus membros neste novo mundo digital em primeiro lugar.”

“Um erro que vi muitas vezes é que uma associação desenvolve produtos, serviços e experiências no vácuo e, em seguida, tenta convencer as pessoas de que precisam comprá-los”, disse Dennis Sadler, Diretor Executivo Adjunto de Operações da Associação Nacional de diretores secundários.

Angel Baltimore, vice-presidente de estratégia digital e comércio eletrônico da American Pharmacists Association, concorda. Em vez de adivinhar o que seus membros precisavam nos primeiros dias da pandemia, ela analisou os dados coletados por seu AMS, Personify360.

“Somos capazes de segmentar e analisar a análise dos participantes da sessão para ver coisas como quem são membros, quem não são membros, quem são clientes habituais.” Isso, diz Baltimore, permitiu que a APhA concentrasse suas energias nos produtos e serviços que seus membros mais desejavam e nos usuários de alto valor que deveriam ter como alvo com seu marketing.

 

Fonte: https://associationsnow.com/2020/09/4-ways-resilient-associations-have-survived-and-thrived-in-the-pandemic/

Coalizão conta com dez entidades; lançamento está marcado para 29 de setembro, às 17h

Dez associações se uniram para fomentar a recuperação energética de resíduos no Brasil. O lançamento da Coalização Valorização Energética de Resíduos está marcado para 29 de setembro, às 17h, e será transmitido pelo canal do Youtube da Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (Abren).

Segundo a Abren, a Coalização visa promover ações para o desenvolvimento da valorização energética de resíduos sólidos no Brasil, com promover eventos e buscar soluções legais e regulatórias para o desenvolvimento de uma indústria sustentável e integrada.

O evento será conduzido pelo Anfitrião Antonio Bolognesi, vice-presidente da Abren, contará com uma palestra magna do presidente executivo da Abren, Yuri Schmitke, e com o pronunciamento dos deputados federais Arnaldo Jardim, Geninho Zuliani e Lafayete Andrada, assim como dos secretários Hélvio Neves Guerra (MME) e Pedro Maranhão (MDR).

Também participarão do evento os presidentes que representam as entidades signatárias do Manifesto: José Velloso (Abimaq), Mario Menel (Abren), Estela Testa (SINDESAM), Newton Duarte (Cogen), Afonso Mamede (Sobratema), Carlos Evangelista (ABGD), Charles Tang (ABERS), Gabriel Aidar Abouchar (ABEMI) e Klaus Curt Müller (ANIP).

 

Recuperação Energética

Vários países do mundo, através de diferentes tecnologias disponíveis de tratamento de resíduos sólidos urbanos, comerciais, industriais, agricultura, pecuária, hospitalares, estações de tratamento de esgoto, papel e celulose, geram energia limpa e renovável, sendo foco da Coalizão incentivar estas atividades a fim de fomentar investimentos e proteger o meio ambiente, com significativa redução das emissões de gases de efeito estufa e evitar a contaminação dos lençóis freáticos, buscando assim a adoção dos princípios da sustentabilidade social, ambiental e econômica.

Todos os setores da valorização energética de resíduos podem demandar investimentos na ordem de R$ 145 bilhões para o país, cabendo à Coalizão somar esforços para criar um ambiente de negócios favoráveis, mediante a formulação de políticas públicas em todas as esferas. Tais investimentos tem como objetivo também mitigar os danos à saúde pública, pois o Brasil gasta 2,7 bilhões por ano no tratamento de saúde de pessoas que tiveram contato inadequado com o lixo urbano.

 

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A matéria foi editada nessa sexta-feira, às 9:15 horas, desvinculando Mario Menel do Fase e o vinculando à Abren, Associação da qual ele é presidente do conselho.

Fonte: https://www.canalenergia.com.br/noticias/53148575/associacoes-se-unem-para-fomentar-recuperacao-energetica-de-residuos-no-brasil

17 setores organizam ato em SP e mobilização no Twitter para que o presidente do Senado paute a desoneração da folha salarial no Congresso

Associações e empresas de 17 setores se organizam com centrais sindicais para preservar mais de 1,5 milhão de empregos ameaçados com o fim da desoneração da folha salarial. A mobilização principal será na segunda-feira, dia 28, em duas frentes: um grande ato da União Geral dos Trabalhadores (UGT), às 10h, em frente ao Sindicato dos Comerciários de São Paulo; e um tuitaço, às 9h, puxado pela hashtag #PautaDavi. O objetivo é pressionar que o veto à continuidade da desoneração seja colocado na pauta do Congresso para votação.

O fim da desoneração vai afetar 17 categorias profissionais, que reúnem 6,5 milhões de trabalhadores. Call center, construção civil, tecnologia, alimentos, comunicação, transportes e indústrias têxtil, de calçados e máquinas, entre outros, podem demitir mais de 1,5 milhão de funcionários até o final do ano caso o benefício fiscal seja suspenso.

A mobilização é para reforçar a necessidade da manutenção da desoneração da folha, aprovada pelo Congresso, e garantir a manutenção do emprego de milhares de trabalhadores em meio à pandemia. Além da UGT, CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), Fenattel, Sintratel e Sintetel também apoiam o movimento, participando do tuitaço #PautaDavi.

A decisão acontece num momento em que o país conta com mais de 13 milhões de trabalhadores desempregados e as empresas já estão impactadas financeiramente pela pandemia da COVID-19. Em um cenário de recessão econômica, os setores foram responsáveis pela manutenção do volume de empregos de carteira assinada no Brasil. Durante o período da desoneração da folha salarial as empresas investiram em todas as regiões, inclusive em cidades pequenas, gerando empregos, renda e impostos.

O setor de contact center é um dos maiores empregadores do país e será um dos afetados pela medida. Presidente da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), John Anthony von Christian, estimou o aumento nos custos com o fim da desoneração e o impacto no setor. “Somos intensivos em mão de obra, tanto que a folha de pagamento representa cerca de 70% dos custos. As empresas vão sofrer um aumento da carga tributárias de até 366%, ou o equivalente a 11% da receita bruta, levando em conta o cenário de uma empresa com receita bruta mensal de R﹩ 1 milhão. A estimativa é de que cerca de 300 mil trabalhadores podem perder seus empregos até o fim do ano, com a menor demanda e robotização dos atendimentos”, pontua John.

 

Fonte: https://www.segs.com.br/mais/economia/254272-centrais-sindicais-associacoes-e-empresas-se-unem-para-preservar-1-5-milhao-de-empregos

 

O Presidente da República vai ter uma audiência, esta sexta-feira, 31 de Julho, às 18h00, em Tavira, com associações empresariais do Algarve. 

A reunião entre empresários e Marcelo Rebelo de Sousa decorrerá no Hotel Vila Galé Albacora.

Depois desta audiência, o Presidente da República vai ter mais um jantar com autarcas do Algarve: o quatro deste mês. Desta vez, será na Pousada do Convento, em Tavira.

Esta vai ser a quarta visita do chefe de Estado ao Algarve este mês, depois de já ter passado por Monte Gordo (Vila Real de Santo António), Lagos e Loulé. 

 

Voce(Voz) di Rovigo em Veneto/Italia

O curso de treinamento do Centro de Serviço Voluntário continua a ajudar as associações a reiniciar com segurança, respeitando as regras contra a propagação do vírus Corona.

Após a primeira consulta com o webinar na semana passada, o CSV agora oferece às associações dois cursos a distância em sua plataforma dedicada ao ensino a distância. Um deles se concentra na apresentação do “plano anti-contágio”, para treinar representantes legais sobre as medidas, disposições e protocolos legais relativos à emergência do Covid-19, ajudando a elaborar este documento necessário para o reatamento das atividades da associação. Um segundo seminário remoto trata especificamente de medidas para proteger voluntários e funcionários, com informações detalhadas sobre a lei.

 

Fonte: https://www.polesine24.it/rovigo/2020/06/24/news/per-il-volontariato-e-il-momento-di-ripartire-92295/
Wanderley Preite Sobrinho Do UOL, em São Paulo 22/05/2020

As lojas de shopping centers demitiram 120 mil pessoas no Brasil em razão da quarentena provocada pela pandemia de covid-19. A estimativa é de que 15 mil lojas fechem as portas definitivamente. Os dados preliminares foram antecipados ao UOL pela Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), que representa 105 mil lojas no país. A associação antecipou o número de demitidos, mas só deve apresentar uma pesquisa detalhada na semana que vem….

 

Ao UOL, o presidente da entidade, Nabil Sahyoun, responsabilizou governadores e prefeitos pelas demissões. “Essa situação vai piorar se governadores e prefeitos não determinarem a reabertura gradual e cuidadosa da economia. Ontem, dados mostraram que a arrecadação federal de impostos é a menor em 13 anos.” Ele afirma que o fato de estados e municípios não terem adiado o pagamento de impostos por parte das companhias prejudicou o empresariado e “também os empregados que dependem das empresas funcionando”, disse, em relação às demissões. Para Sahyoun, os governadores apoiam medidas restritivas sem considerar “que já não terão sequer receita para manter o sistema de saúde em funcionamento e os salários dos servidores”. Questionado se não teme ser responsabilizado pelo possível aumento dos infectados caso a quarentena termine, ele disse que é preciso “tomar posição”. Quando você é líder de uma entidade, você tem de se posicionar e arriscar. Tem estatísticas dizendo que o confinamento não resolve em todos os casos. Quando vai ao interior, não tem nada acontecendo em muitas cidades, os seus prefeitos querem abrir, mas o governador não permite por decreto.

 

Na quarta-feira (20) pela manhã, Sahyon se juntou a outras sete entidades em uma teleconferência com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para pedir “medidas urgentes”, como liberação de créditos com juros menores e redução de burocracias para contrair empréstimos em bancos. Mas a principal medida defendida é mesmo o fim da quarentena. “Mais de 4.000 municípios têm condições de permitir a reabertura, pois tem baixa ocupação de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva)”.

 

Sahyoun diz que “o consumidor será cauteloso” porque os que não foram demitidos “já sofreram queda de renda”. E se amanhã a gente abrir e não acontecer nada? Não vale o risco? Se der errado, volta atrás. Tem de testar. Testa em um, dois, dez municípios. Aqueles que tiverem superlotação nas UTIs fecha. E nos que não tiveram lotação?

 

Nabil Sahyoun, presidente da AISHOP

Fonte: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/05/22/shoppings-demitem-120-mil-na-pandemia-15-mil-empresas-nao-voltam.htm?cmpid=copiaecola
Fonte: Publicado por David M. Bendoff | 28/03/2020 07:00

P: O conselho de administração de nossa associação pode adiar a reunião anual de seus proprietários devido à pandemia do COVID-19?
R: O vírus que causa o COVID-19 foi declarado uma emergência nacional pelo presidente dos Estados Unidos, enquanto o governador de Illinois declarou um estado de emergência. Os Centros de Controle de Doenças estabeleceram uma política de “distanciamento social”, pela qual todos devemos manter uma distância de pelo menos 6 pés um do outro para impedir a propagação do vírus.

Importante, a orientação do CDC agora declara que a maioria das reuniões de 10 ou mais pessoas deve ser cancelada! Isso tudo dá uma justificativa ampla aos conselhos de associação para adiar uma próxima reunião anual dos proprietários pela duração desta pandemia ou até que as orientações do CDC sobre reuniões de grupos sejam levantadas.

Dito isto, quando permitido, os proprietários podem ser incentivados a votar nas eleições dos membros do conselho por procuradores emitidos para uma única pessoa, ou a votar por cédula pelo correio ou eletronicamente (e-mail) se a associação tiver adotado regras apropriadas para permitir tal votação. Essas sugestões reduzirão o número de pessoas fisicamente próximas umas das outras em uma reunião anual de proprietários.

Cédulas por correio / votação eletrônica somente serão permitidas se regras apropriadas tiverem sido adotadas; caso contrário, os proprietários precisarão votar pessoalmente ou por procuração.

 

P: O conselho da nossa associação precisa se reunir; no entanto, estamos preocupados em nos reunir pessoalmente, dada a situação do COVID-19. Existe uma alternativa para uma reunião do conselho “pessoalmente”?

R: “Distanciamento social” é uma política pública com a ordem executiva do governador Pritzker em relação às reuniões do governo (não aplicável a associações, exceto por analogia). Em vista disso, o conselho deve considerar a realização de suas reuniões para realizar negócios da associação por meio de teleconferências / vídeo ou outros meios tecnológicos aceitáveis, conforme permitido por lei, pelo qual todas as pessoas (membros do conselho) que participam da reunião podem se comunicar. , permitindo simultaneamente que os proprietários ouçam / observem, sem se reunir como um grupo.

Existem serviços que podem fornecer números de chamada em conferência discada para esse fim. Normalmente, é preciso haver um local físico para uma reunião do conselho para que os proprietários possam participar. No entanto, desde que os proprietários possam “participar” de qualquer parte aberta de uma reunião do conselho realizada por meio de teleconferências / vídeo ou outros meios tecnológicos aceitáveis, por meio dessa tecnologia, essa abordagem parece ser um equilíbrio razoável entre o que pode ser a letra da lei e da atual política pública de “distanciamento social”.

Existem vários desses serviços de teleconferência identificados por uma rápida pesquisa no Google. Alguns desses serviços permitem que os proprietários ouçam os membros do conselho, mas eles são “silenciados”, a menos e até que o conselho “mude” os proprietários.

Ainda é necessário aviso dessas reuniões.

 

P: Existe alguma coisa que o conselho da nossa associação possa fazer para reduzir o número de reuniões do conselho durante a situação do COVID-19?

R: Para lidar com as decisões do dia-a-dia, o conselho pode adotar uma resolução (em uma reunião do conselho) delegando autoridade de tomada de decisão ao presidente do conselho (que pode consultar os membros individuais

do conselho), e isso pode ser por um período finito. período de tempo. Muitos municípios de Chicago adotaram essa abordagem para evitar reuniões públicas durante essa pandemia.

Muitas associações adotaram esse tipo de resolução após a decisão da Palm. Isso permitiria ao presidente do conselho de associação (ou qualquer outra pessoa autorizada na resolução) tomar essas decisões diárias sem uma reunião (e relatar as decisões ao conselho).

 

David M. Bendoff é advogado da Kovitz Shifrin Nesbit nos subúrbios de Chicago.

A Lei de Resposta ao Coronavírus Primeiro às Famílias exige que empresas com menos de 500 funcionários concedam duas semanas de licença médica paga e 10 semanas de licença FMLA parcialmente paga aos funcionários afetados pelo vírus. Um especialista explica o que você precisa saber.

The newly passed Families First Coronavirus Response Act (FFCRA), which went into effect April 1, adds new requirements for paid sick leave and family medical leave act (FMLA) enhancements for businesses with fewer than 500 employees. Sara Curtis, MBA, SPHR, CAE, director of human resources at the American Society of Anesthesiologists (ASA), offered some clarity on what the new requirements mean for associations.

“I think some people are confused that these are government programs,” Curtis said. “[Associations] are responsible for any of the payments.”

While the law applies to any employer with fewer than 500 employees, employers with less than 50 employees can seek hardship exemptions for some of the requirements.

“I think the main thing [associations] need to understand that if they are between 50 and 500, it applies for them,” Curtis said.

The FFCRA has two components: paid sick leave and expanded paid FMLA. Employers must provide two weeks of sick leave at the usual pay rate to employees who are sick with COVID-19 or under quarantine. Employees do not have to first exhaust previously earned sick leave in order to use COVID-19 paid sick leave. Employees can receive two weeks of sick leave at two-thirds pay to care for a family member affected by COVID-19.

Under the expanded FMLA, employers must provide up to 10 additional weeks of paid leave related to the employee or employee’s family dealing with COVID-19. This includes loss of childcare due to COVID-19 closures. The COVID-19 FMLA is paid at two-thirds the employee’s usual salary, up to $200 per day.

As these new requirements are paid for by employers, it could be a financial stretch for organizations that are already reeling from revenue losses caused by canceled conferences and other coronavirus-related closures. “Some of the smaller associations are already struggling to keep staff,” Curtis said. “Positions like receptionists, they are already furloughing.”

To help with this, the FFCRA offers organizations a tax credit to offset the costs of the payouts. Organizations that have fewer than 50 employees can request a hardship exemption to the rules, but as the law is new, it is unknown how often those will be granted.

“It’s not clear how easy it will be to get an exception,” Curtis said. She recommended trying to do the two weeks of paid sick leave, if you’re able, and save the hardship exemption requests for the longer period.

Curtis noted that if an employee does get COVID-19 and needs to use leave, associations are still bound by federal privacy regulations. “We can tell staff, generally, that someone has been exposed, but not who,” Curtis said. “My thing would be asking the employee, ‘Do you mind?’ Even if not their name, can we tell specific departments that they have been exposed?”

The good news, she said, is that many people are working from home, so that reduces the likelihood staff will have been in contact with coworkers who are now coming down with the virus.

Curtis noted that if an association has several employees out who are sick, while also needing to pay leave, it will be a stretch for budgets. “People are trying to keep the operations going,” she said. “It’s harder to adjust when someone is out on leave. You might have to ask some people to do double coverage.”

At ASA, Curtis said they have created a COVID-19 task force to help. “We have one team responsible for business continuity, staff safety, and IT/helpdesk,” she said. This group helps keep the organization up-to-date on new changes like FFCRA and on task in all they need to do to respond. Curtis recommends having such a task force at your organization.

Because the FFCRA is brand new, more details will be known as regulators begin implementing it. “This came out so fast, I don’t think they addressed all the steps,” Curtis said. “They are going to come out with FAQs, so watch their site for more information.”

 

Fonte: https://associationsnow.com/2020/04/how-the-new-covid-19-sick-leave-fmla-law-could-impact-associations/?utm_medium=email&utm_source=rasa_io

 

Dezenas de participantes, muitas perguntas, elogios, demonstram que valeu a pena o esforço para a realização da “live”, que escolhemos bem o tema e os debatedores.

Luiz Cordeiro, da Associação Vidas de Aracruz/ES, que apoia hospitais filantrópicos, Evelyn Neto presidente da AMBPF Associação dos Moradores de Balneário Ponta da Fruta em Vila Velha/ES e Léo de Castro, atual presidente da FINDES Federação das Indústrias do Estado do ES, associação de empreendedores, falaram sobre o tema “O papel das associações nas pandemias” ressaltando a importância do associativismo, da ação coletiva nestas ocasiões para reduzir as perdas de vidas, o sofrimento das famílias e o fechamento de empresas empobrecendo a população. Contaram as valorosas ações que estão desenvolvendo com os seus associados motivando as associações de todo o Brasil a continuarem se empenhando em benefício dos seus associados e da sociedade como um todo. O evento pode ser visto no YouTube, no canal da EA Escola de Associativismo com o mesmo título da “live”.

Ao longo do século passado, as associações ajudaram a promover a saúde, melhorar as comunidades, promover a diversidade e a desenvolver os negócios. Este ano provou que nem sempre podemos prever quais problemas podem surgir, mas nesta nova edição do ASSOCIATIONS NOW que agora comemora o 100º aniversário da ASAE, destacamos 100 associações que estão à altura do desafio de salvar o mundo.

 

Conteudo em inglês:

https://associationsnow.com/magazine/100-associations/?PostID=18328244&utm_medium=email&utm_source=rasa_io

As pessoas são, por natureza, sociáveis ​​e desejam se associar a outras que tenham interesses e aspirações comuns. Este sentimento de pertencimento e de comunidade é o que impulsiona a motivação de um indivíduo para buscar um “lugar para estar” e porque muitas associações em todo o mundo prosperam.

Do ponto de vista de um executivo de associação, é importante conhecer essas dinâmicas e como elas afetam o quadro de membros da associação. Para crescer e prosperar no ambiente difícil de hoje, uma associação precisa ter um modelo de negócios sólido, que tenha estes três elementos principais: (a) uma proposta de valor única, (b) um modelo de lucro sólido e (c) um eficiente e eficaz modelo de execução.

A proposta de valor exclusivo de uma associação responde à pergunta: “Que razão convincente existe para que as pessoas, empresas ou instituições se associarem e pagarem as quotas ou anuidades, uma fonte primária de receita para uma associação?” No caso da minha organização, a Associação de Instituições de Financiamento do Desenvolvimento na Ásia e no Pacífico (ADFIAP), nossa proposta de valor é destacar que é a única rede regional de bancos de desenvolvimento, respaldada por 40 anos de experiência e expertise, e com uma cobertura de associação em 40 países e territórios. Em detalhes, o ADFIAP fornece à comunidade de bancos de desenvolvimento:

(1) afiliação profissional, status e reconhecimento;

(2) acesso a programas de educação continuada e desenvolvimento profissional não disponíveis em outros lugares;

(3) acesso a ferramentas operacionais práticas, padrões e recursos de conhecimento;

(4) uma plataforma para cooperação empresarial e networking; e

(5) um local para a defesa do desenvolvimento sustentável.

 

O modelo de “lucro” de uma associação pode ser um nome impróprio porque, geralmente, as associações são classificadas como organizações sem fins lucrativos. Talvez, um modelo de “superávit de receita” seja um termo mais apropriado. Mas quer seja denominado lucro, superávit de receita ou qualquer outra coisa, permanece o fato de que, como qualquer outra organização, uma associação deve ter amplos recursos financeiros para continuar prestando serviços a seus membros, bem como ter um fundo de reserva para tempos difíceis.

Nesse sentido, uma associação precisa responder à pergunta: “Como a associação consegue cobrar mais caro por sua oferta de serviços do que o custo que tem para oferecê-la?” Na experiência da ADFIAP, é necessário equilibrar e diversificar as fontes de receita. As taxas anuais de associação são como impostos; levantá-la é sempre uma questão controversa entre os membros. Portanto, a estratégia é ser menos dependente das taxas de associação e buscar outras fontes – em nosso caso, taxas de conferências e seminários, taxas de consultoria, venda de publicações, subsídios e patrocínios.

No modelo de execução, uma associação deve responder à pergunta: “Como a associação fará os sócios em potencial descobrirem que ela existe, o que ela oferece e como convencer estes sócios em potencial a se tornarem clientes?” Ela também tem que lidar com a questão: “Como vai se organizar para atender a demanda de serviços dos clientes de forma eficaz e eficiente?”

No ADFIAP, a marca e a visibilidade são componentes essenciais em seu modelo de execução do seu propósito. Para a marca, ADFIAP trabalha duro para atrair as necessidades emocionais e aspiracionais de seus membros/associados. Para apelo aspiracional, ADFIAP posiciona-se como a principal rede de bancos de desenvolvimento na região da Ásia-Pacífico, para que os membros/associados permaneçam na associação pelo prestígio em fazer parte da mesma. Em termos de apelo emocional, define a associação como uma “comunidade” de banqueiros de desenvolvimento que defendem o financiamento do desenvolvimento sustentável.

A ADFIAP também tenta ser visível em muitos eventos de alto nível internacionalmente, promovendo seu trabalho e defesa dos seus interesses, e se envolvendo com suas redes, como os órgãos das Nações Unidas, o processo APEC e outras organizações de desenvolvimento bilaterais e multilaterais. Estar na lista de convidados dos eventos dessas instituições proporciona à ADFIAP um espaço para ser conhecida e visível.

Ao comunicar seus serviços e os interesses que defende, a ADFIAP emprega muitos canais diferentes: desde apresentações presenciais, artigos publicados e kits de ferramentas, recursos baseados na web e nove microsites além de seu site principal. Fazer o bem é uma coisa; outro aspecto importante é comunicá-lo.

A estrutura da ADFIAP também é enxuta, com oito funcionários efetivos. Ela usa como suporte limite de tempo para respostas, execução de projetos também vinculados a tempo e muita assistência voluntária dos seus membros/associados. Também maximiza os benefícios de parcerias e alianças, bem como mantém sua integridade institucional e credibilidade por meio de boa governança e gestão profissional.

 

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O colaborador da coluna, Octavio “Bobby” Peralta, é simultaneamente secretário-geral da Associação de Instituições de Financiamento do Desenvolvimento na Ásia e no Pacífico (ADFIAP) e presidente do Conselho Filipino de Associações e Executivos de Associações (PCAAE). A missão do PCAAE – a “associação de associações” – é avançar e sustentar o trabalho e as defesas de interesses de associações e outras organizações associadas, definir padrões desta indústria e diretrizes de política para associações e ajudar a profissionalizar ainda mais suas associadas. O PCAAE conta com o apoio da ADFIAP, do Tourism Promotions Board e do Philippine International Convention Center.

Embora todos em nosso campo se esforcem para continuar cuidando dos pacientes, dos outros e das famílias em nossas comunidades, os líderes da área de saúde, em particular, reconhecem claramente os desafios sem precedentes que enfrentamos ao tentar desempenhar nossas responsabilidades da maneira mais eficaz possível.

Para ajudar a apoiar nosso país, não podemos pensar em um momento melhor para mobilizar ainda mais toda a força de nosso conhecimento coletivo. Para ajudar os profissionais de saúde a gerenciar melhor a natureza em evolução do COVID-19, as associações listadas aqui estão colaborando estreitamente para fornecer à área da saúde os melhores recursos disponíveis. Incentivamos a comunidade de saúde a visitar os sites listados e a usar as informações disponíveis gratuitamente. Nossas associações atualizarão esses recursos à medida que aprendemos mais. Ao trabalharmos juntos, todos estaremos melhor equipados para melhorar a saúde do país.

“Nossas associações agradecem aos membros da comunidade de saúde pelos serviços que eles e suas organizações estão fornecendo. Reconhecemos e apreciamos o quão difícil é essa situação e estamos comprometidos em apoiá-los durante as próximas semanas e meses”.

Associação Americana de Liderança Médica (AAPL)

Colégio Americano de Executivos de Saúde (ACHE)

Associação Americana de Grupos Médicos (AMGA)

Sociedade Americana de Farmacêuticos do Sistema de Saúde (ASHP)

Faculdade de Executivos em Gerenciamento de Informações em Saúde (CHIME)

Associação de Gerenciamento Financeiro de Assistência Médica (HFMA)

Associação de Gerenciamento de Grupo Médico (MGMA)

Associação Nacional de Qualidade em Saúde (NAHQ)

Web TV Sardegna Italia

O conselho municipal de Alghero decidiu ontem de manhã aprovar um memorando de entendimento com as associações voluntárias para a alocação de contribuições.

“Esta é uma primeira parcela de apoio econômico às atividades que estão ocorrendo e que vêem as Associações de Alghero e Caritas em campo para ações de apoio a pessoas em dificuldades devido à emergência em andamento”, são estas as palavras do prefeito Mario Conoci.

As atividades dizem respeito aos setores mais fracos da população: idosos, doentes e imunodeprimidos. As associações envolvidas são a Confraria da Misericórdia, a Associação de Voluntários Polisoccorso, Alghero Soccorso Onlus, The Guardian Angels Alghero, Compagnia Barracellare del Comune e Radio CB Alghero.

Do ponto de vista empresarial, o associativismo pode traduzir-se no … Todas essas conquistas são exemplos da força do associativismo empresarial.

Saiba mais: http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/sou-abrasel-pra-ser-maior/471087

Saiba mais em: https://br.cointelegraph.com/news/associacao-diz-que-open-banking-vai-estimular-surgimento-de-mais-700-fintechs-no-brasil

POR TIM EBNER – 30/04/2019 – ASSOCIATION NOW

Seus membros criam uma cultura que os líderes e a equipe devem entender e agir. Um executivo da associação, falando por experiência, explica como as nuances da cultura de afiliação impulsionam o envolvimento dos membros e o envolvimento voluntário. Beth Brooks, CAE, passou muito tempo conhecendo seus membros. Por quase 30 anos, ela liderou muitas associações diferentes – desde a Associação de Executivos da Sociedade do Texas até a Associação Nacional de Mulheres em Construção até sua posição atual como diretora executiva do Texas College of Emergency Physicians (TCEP). Em cada organização, os membros se engajaram de maneira diferente. “Eu trabalhei em uma associação com membros independentes e em outra organização com membros muito envolvidos ansiosos para assumir novos papéis”, diz Brooks.

O envolvimento dos membros nasce da cultura de associação de uma organização, argumenta ela. “O que me vem à mente quando penso em [cultura de membros] é tradição”, diz Brooks. “O que é essa associação como tradicionalmente? Eles fazem coisas como sempre fizeram? Eles têm um grande número de membros experientes em quem se apoiam? Ou eles estão dispostos a tentar algo novo? Brooks tem apenas seis meses de seu cargo atual na TCEP, mas já reconhece várias nuances de uma cultura de associação moldada pela profissão que a associação serve. “O que é tão interessante para mim é que meus médicos gostam de aprender, e eles valorizam conhecer as respostas”, diz ela. “Esse impulso para aprender e se sobressair é uma faceta importante de sua experiência e, portanto, precisamos apresentar a eles oportunidades para fazer exatamente isso.”Muitos membros do TCEP querem se voluntariar em papéis de lobby face a face durante a sessão legislativa do Texas. “Sempre colocamos o médico na frente”, diz Brooks. “Eles são os especialistas. Eles são o porta-voz ”. Em uma associação comercial, os membros podem se submeter ao diretor executivo como a“ face da organização ”, acrescenta ela. Outro elemento importante da cultura de membros da TCEP é o tempo – especificamente, a quantidade limitada de que os membros têm para se voluntariar ou se envolver de outras maneiras com a organização. “Nossos membros trabalham no momento e, assim, quando lhes damos prazos, precisamos entender suas outras prioridades”, diz Brooks. “Aprendi a não me estressar, porque sei que eles farão o trabalho e farão bem.” Ela observa que os médicos de pronto-socorro tendem a ter uma mentalidade de triagem que também se aplicam ao voluntariado, priorizando o trabalho e as obrigações voluntárias para cumprir prazos críticos. “Não importa se eles têm três meses para escrever um artigo”, diz Brooks. “Eles farão isso, garantido – não há necessidade de lembrá-los – e eles farão isso melhor do que ninguém, mas ele será enviado para você normalmente no dia em que for devido.” Conhecer a cultura de afiliação de sua associação e como os seus membros estão mais propensos a se envolver pode ajudá-lo a refinar seus pontos de contato de comunicação, acrescenta Brooks. Ela se comunica com os membros da TCEP da forma mais direta possível, percebendo que os médicos estão, em muitos aspectos, ocupados com “membros de cinco minutos ”.

“Quando eu enviar e-mail, seja uma pergunta genérica ou uma pergunta específica, vou colocar na linha de assunto: ‘ação necessária’, juntamente com um prazo e data”, diz ela. “Talvez seja um voto de membro ou um pedido de comitê. Estou à vontade falando de maneira direta com os membros ”. Esse tom pode não funcionar tão bem em outra associação com membros cuja profissão não envolve o mesmo senso de urgência, e é por isso que entender sua cultura de afiliação é tão importante. E esse entendimento só pode vir dos próprios membros. “Sempre que estiver com um membro, reserve um tempo para ouvir. E pergunte a eles o que tem em mente. Quais são as suas preocupações? E como podemos, como a associação, ajudar? ”, Diz Brooks. “Obter esse feedback vai falar com o que eles mais valorizam como uma comunidade”.

Street associations across the county will celebrate two successful years of operation on Thursday July 4.

Leia na íntegra aqui!

Find out why Political Organizations, Unions And Associations Market is thriving worldwide by Top key players like Southern Baptist churches, Democratic Party, Republican Party, G8 Education, The Salvation Army.

Confia aqui!

Em reunião com a presença do Presidente da FINDES Leo de Castro, o diretor da EA distribuiu a coletânea das 11(onze) “PÍLULAS DE ASSOCIATIVISMO” produzidas até aqui e estimulou os presidentes das associações sindicais a destinarem de 10 a 15 minutos das suas reuniões para que um dos textos das Pílulas fosse lido e comentado visando a criar uma cultura associativista mais forte e consequente.

Association Management Software Market Industry Is Thriving Worldwide | Cvent, TOPS Software, OlaTech Corporation, Bitrix, Raklet, Instinctive Systems, Tendenci, Personify360, Aptify Corporation

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Veja aqui!

Dois líderes comunitários defenderam hoje que as associações portuguesas continuam a ser importantes na promoção da cultura portuguesa no Canadá, mas, cada vez mais, “necessitam de se voltar para os mais jovens”.

Saiba mais aqui!

 

Confira aqui!

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Já produzidos três dos dez vídeos com depoimentos de três associativistas de alto nível de Santa Catarina: João Joaquim Martinelli, Presidente da ACIJ – Associação Comercial e Industrial de Joinville, representando as associações de empreendedores, Claudio Marmentini, Vice-Presidente da FEHOSC – Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Santa Catarina,, representando as associações de suporte aos hospitais filantrópicos e Bernardo Boiteux, Presidente da AJIN – Associação de Moradores de Jurerê Internacional, uma ativa associação de moradores e proprietários de importante bairro de Florianópolis.

Por solicitação da CDL GRANDE VILA VELHA, associação onde acontecerá o importante evento, o lançamento acontecerá no dia 21 de maio próximo, às 19hs.

As associações de cariz social estão, hoje, confrontadas com importantes responsabilidades e desafios, num quadro de crescente complexidade. Procuram respostas para problemas sociais complexos.

Saiba mais AQUI!

O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, e a primeira-dama, Ieda Chaves, receberam, na sede da administração municipal, cerca de 50 representantes de associações de bairro, para agradecer a parceria desenvolvida ao longo do último ano e ouvir possíveis demandas que possam ser atendidas pela prefeitura.

Planning my long-term stay in Germany I started to read a lot about the country, as well as about daily life of citizens, their habits, etc.

Clique aqui para conferir!

Está marcado para o próximo dia 5 a posse dos presidentes das Associações de Moradores de Bairros que foram eleitos em novembro passado e comandarão as entidades até 2020. A cerimônia será no Centro de Eventos Ari José Riedi. O próximo passo será uma formação, promovida pela equipe da Casa dos Conselhos, para orientar os dirigentes em ações de liderança comunitária, legislação, direitos e deveres, entre outros. Das 29 associações, em quatro houve disputa entre chapas: do Residencial Mário Raiter, Rota do Sol,  São José e Santa Maria.

A Associação Empresarial de Içara vai apresentar resultados para todo o estado em março. O convite é resultante da oferta de serviços na entidade. O número de associados que utilizam soluções empresariais passou de 35,32% para 60,29% num período de dois anos. E a meta é chegar ainda a 80% com a oferta de mais opções para o desenvolvimento das empresas locais.
Leia a matéria na íntegra aqui

Por Octavio Peralta – 28 de dezembro de 2018 – BusinessMirror


A resolução de um novo ano é uma tradição que uma pessoa faz para mudar um traço ou comportamento indesejado, para atingir um objetivo pessoal ou para melhorar sua vida. Acredito que os líderes e membros da associação também precisam preparar algum tipo de resolução para o ano. Aqui estão 12 resoluções para líderes e membros da associação:


Para os líderes da associação:

  • Planeje o ano à frente. Elabore um calendário de atividades – programas de treinamento, reuniões, eventos de networking, emissão de publicações, outros – para que seus membros também possam agendar seu horário.
  • Definir metas. Determine os desafios prementes que você está enfrentando – por exemplo, participação da diretoria, pagamento de quotas, recrutamento e engajamento e geração de receita – priorize- os e forneça soluções.
  • Crie novas ofertas. Os membros aspiram a novos serviços, seja um seminário ou uma publicação cobrindo novos tópicos, um programa de fidelidade ou recompensas, ou qualquer coisa que eles precisem e sejam relevantes para o seu trabalho.
  • Adoptar tecnologias atuais. Não importa o quão simples – um aplicativo para dispositivos móveis, uma sessão de aprendizado on-line, uma apresentação em vídeo – os membros se sentirão atualizados e agradecidos por sua associação estar adotando novas ferramentas para usar.
  • Comunique-se mais com os membros. Um telefonema, uma mensagem de texto, um e-mail e, mais importante, uma reunião cara a cara, ajudam a construir o rapport e a camaradagem. Um aniversário ou uma saudação de ocasião especial em qualquer modo de entrega irá percorrer um longo caminho com seus membros.
  • Ouça seus membros. É sempre uma boa maneira de ouvir o que os membros dizem. Realize uma pesquisa de feedback de serviço, um estudo de necessidades de treinamento ou defina uma “caixa de ideias”. No final, os membros sabem melhor o que querem.

Para membros da associação:

  • Estar envolvido. Uma associação é uma comunidade onde indivíduos com a mesma opinião se encontram, cumprimentam, aprendem, compartilham e celebram juntos. Enriquece o seu voluntariado e a mentalidade cívica como ser social e como cidadão
  • Expanda sua rede. Seja para trabalho ou estudos, ajuda a pertencer a um grupo com a mesma paixão, causa ou defesa. Você nunca sabe quando precisará de assistência, leads ou contatos para melhorar o
    que estiver fazendo.
  • Aprenda mais em seu campo. Associações oferecem oportunidades únicas de educação continuada não disponíveis em outros lugares. Aprender com os praticantes é sempre uma opção melhor.
  • “Micro-voluntário” ”o seu tempo e experiência. Não há necessidade de sair de casa para contribuir para sua associação. Você pode escrever um artigo, chamar membros para participar de reuniões e outras pequenas coisas.
  • Torne-se um embaixador. Você pode dizer coisas boas sobre o trabalho e a defesa de sua associação nas mídias sociais, reuniões face a face e reuniões amistosas.
  • Dar um tempo. Junte-se às conferências fora da cidade da sua associação, acampamentos de treinamento ou atividades de teambuilding, que são calmantes e ótimos impulsionadores de energia.

O colaborador, Octavio “Bobby” Peralta, é fundador e CEO do Conselho Filipino de Associações e Executivos de Associação (PCAAE) e presidente do Federação Ásia-Pacífico de Organizações Associativas (Apfao). O objetivo da PCAAE – a “associação de associações” – é promover a profissão de gestão de associações e tornar as associações bem administradas e sustentáveis.

Oferecer uma categoria de associação transitória pode ser uma maneira de manter os membros durante um período de dificuldades.

Leia na íntegra aqui!

O que as associações precisam fazer para apoiar seus expositores e, finalmente, incentivá-los a retornar ano após ano?

Leia a matéria completa, clique aqui.

Nota: Conteúdo em inglês.  Aos que preferirem, existe a opção de tradução instantânea pelo Google Tradutor, porém vale a ressalva de que a tradução não é perfeita, servindo apenas de auxílio para aqueles que não dominam o idioma do texto.

As pessoas são , por natureza, sociáveis, e desejam se associar a outras pessoas que tenham interesses e aspirações comuns. Este sentimento de pertencimento e de comunidade é o que impulsiona um indivíduo a motivar-se a procurar um ” lugar para estar” e porque muitas associações em todo o mundo prosperaram.

Confira matéria na íntegra, clique aqui!

Conheça o artigo escrito pelo Diretor da Escola de Associativismos Sérgio Rogério de Castro, então Diretor Presidente da Fibrasa/SA, publicado em 2009 na revista 200 maiores empresas publicada pelo IEL/ES.

Confira o artigo na íntegra (pdf)

Confira o conteúdo completo do E-book aqui