[NOVO] Maior nome do associativismo da Alemanha debate a implementação do modelo no Brasil

 

 

A principal voz do associativismo na Alemanha, Ludwig Veltmann, gestor executivo da Federação Alemã de Redes e Centrais de Negócios (Mittelstandsverbund) da Alemanha, trará para o debate a experiência na cooperação entre pequenas empresas em seu país durante a FEBRAMAT TALK Internacional – O Associativismo no Brasil e no mundo.

O debate sobre esse modelo de parceria entre as empresas e os seus resultados serão a temática central do evento que acontece no próximo dia 02 de dezembro, às 10 horas. O objetivo é promover o associativismo empresarial no Brasil, apresentando as melhores práticas de atuação desenvolvidas no país e no mundo.

Para garantir a participação basta clicar no link: https://febramat.webex.com/febramat-pt/j.php?MTID=mc37e630854611656ded4ae8ad6e12237.

O evento que é gratuito e terá transmissão pelo Youtube, contando com importantes nomes do mercado associativista: Paulo Machado (Febramat), Dr. Veltmann (Der Mittelstandsverbund – Alemanha), Professor Dr. Douglas Wegner (Unisinos), Edison Tamascia (Febrafar). A dinâmica será uma conversa aberta sobre o associativismo empresarial, suas vantagens e desafios.

O debate trará importantes experiências que estão sendo desenvolvidas no mundo relacionadas ao tema, estas proporcionaram resultados extremamente positivos para as pequenas e médias empresas, possibilitando o enfrentamento em pé de igualdade com competidores de grande porte, ganhando competitividade.

“O associativismo empresarial é movido por objetivos comuns, estratégias coletivas, suporte mútuo e comprometimento dos empresários envolvidos para o sucesso da cooperação. Como criar associações realmente fortes e prósperas é o que demonstraremos na FEBRAMAT TALK”, explica o presidente da Febramat, Paulo Machado.

Hoje as experiências associativistas vão muito além de compras conjuntas, ao se reunirem em redes as empresas se fortalecem, desenvolvem tecnologias de uso compartilhado e parcerias com fornecedores, melhoram suas competências e aumentam sensivelmente sua capacidade de atender clientes cada vez mais exigentes.

A live da Febramat falara sobre o associativismo no setor de Farmácias, Materiais de Construção e a experiência da Federação Alemã de Redes (Der MIttelstandsverbund) na promoção e defesa do associativismo. O evento é aberto, mas, especialmente focado em empresários de micro e pequenas empresas de variados setores, entidades e órgãos conectados com o tema e estudiosos da área.

 

Sobre a Febramat

A Federação Brasileira de Redes Associativistas de Materiais de Construção (Febramat) nasceu em 2006 para reunir e representar as redes de empresas de varejo de materiais de construção.

Atualmente conta com 28 redes associadas, que representam mais de mil lojas em 17 estados brasileiros. A entidade é hoje a voz do segmento perante a sociedade, defendendo o poder progressista e de transformação social da construção civil, promovendo a cultura empreendedora dos associados e atuando para manter o segmento sempre competitivo.

Um sentimento mal acomodado na mente provocou a inspiração para a criação da Escola de Associativismo. Por que havia recuado e não encarado a luta como sempre fiz ? Razoes cristalinas indicavam a correção da decisão mas o espirito de luta relutava em aceitar. Estava deixando uma posição de diretor numa associação nacional de alta relevância. Precisava encontrar um outro campo de batalha para difundir meu sonho e praticar minha crença no aperfeiçoamento do associativismo.

 

Uma vasta experiência de mais de 40 anos em sindicatos, federações e confederação, em associações nacionais, estaduais e municipais, em câmaras e institutos, precisava ser compartilhada. E com certeza poderia trabalhar para que milhares de outros atores, como eu, também pudessem participar deste compartilhamento. O caminho de cima para baixo já havia sido explorado. E o caminho de baixo para cima ainda não. E a ideia da Escola de Associativismo apareceu. Uma escola para todos os envolvidos no associativismo mas, em especial, prioritariamente, para aqueles que estão iniciando esta jornada em associações. Estávamos em novembro de 2013.

 

Superados alguns mal-entendidos, receios, a ideia foi transformada em um projeto e a estratégia de convencimento foi alterada. Por ironia, decidimos tratar o tema de cima para baixo. Quase um ano após, foi realizada uma apresentação para o Presidente Marcos Guerra da FINDES e para o Vice Presidente para Assuntos do Centro de Apoio aos Sindicatos da FINDES Egidio Malanquine, que já conhecia a ideia. Outra apresentação foi realizada para todos os presidentes de sindicatos filiados a FINDES. Foi garantido finalmente pelo Presidente da FINDES a provisão de um quarto dos recursos previstos para a fase inicial do projeto e os trabalhos começaram em maio de 2015. Uma semente está sendo lançada, acompanhada de uma esperança muito grande de que seja agente de grandes transformações no associativismo de uma maneira ampla, ambiciosa ao longo do tempo.

 

Estamos na estrutura do IEL-Instituto Euvaldo Lodi, unidade de produção do Sistema FINDES responsável também pela capacitação empresarial e cujo Vice Presidente para Assuntos é Aristoteles Passos Costa Neto. Temos um Conselho Gestor para avaliação e decisão dos temas mais relevantes da escola.

 

O inicio da caminhada está feito. Temos um longo caminho pela frente, bem sabemos, mas o que motiva, o que estimula, é a convicção que neste caminho vamos encontrar inúmeras oportunidades para transformar para melhor o associativismo, ferramenta indispensável para uma sociedade organizada forte, condição fundamental para a existência de um estado democrático eficiente na geração de riqueza e bem estar para todos.

Sergio Rogerio de Castro
Diretor da Escola de Associativismo

 

Há tempos que está no meu bloco de notas do celular para falar sobre este tema aqui, na coluna de Empreendedorismo e Inovação. Muita gente me pergunta para que serve uma associação empresarial, ou o que faz, mas parece que o propósito se torna “abstrato”, porque não é um produto ou um serviço em si, embora o tenha, mas sim uma ideologia, uma filosofia, um conceito de representatividade.

Julguei ser este o melhor momento para tratar sobre o assunto justamente porque as entidades empresariais de Içara lançaram, nesta semana, um “produto tangível” que faria você, leitor, entender melhor a razão dessas organizações existirem, que é a cartilha do Voz Única, que é um documento que contempla os pleitos do setor econômico do município, com o objetivo de seu desenvolvimento sustentável.

Além disso, tempos atrás vi a união dos bares e restaurantes para formarem a Via Gastronômica de Içara. Já nesta semana, recebi um vídeo promovido pela união dos espaços de treinamentos, também do município, divulgando as ações em prol do seu segmento (academias, crossfit, jiu-jitsu e hidroginástica). Ou seja, a pandemia ajudou a fortalecer o conceito de “associativismo”, principalmente no meio empresarial.

Como trabalho há mais de três anos com o associativismo empresarial, trago aqui alguns dos mitos e verdades que mais geram dúvidas nos empreendedores:

 

É para as grandes empresas?
Este é um dos principais mitos, mas que afastam muitos empreendedores com vontade de contribuir e participar de uma entidade. Quantas grandes empresas de Içara você conhece? 10? 30? 50? 100? Pois é, a Associação Empresarial tem hoje mais de 200 associados, com mais da metade deles sendo MEIs e pequenos negócios. Ou seja, não importa o porte da empresa para se associar.

 

É somente para empresários?
É verdade que muitas das soluções e capacitações são voltados para empresas e empresários. Mas tem muitos outros serviços e benefícios que se estendem aos colaboradores das empresas, como convênio com planos de saúde, desconto em instituições de ensino, descontos em cursos e palestras de diversas áreas e, também, algumas entidades contam com uma rede de benefícios entre os próprios associados. Então é um mito que associações empresariais atendem somente empresários.

 

Geram novos negócios e networking?
Esta é uma das razões de uma entidade existir. O propósito das associações empresariais é desenvolver a economia local por meio das empresas da região. Para isso, uma série de ações são feitas para promover o networking, gerar novos negócios e valorização das empresas locais. Ou seja, é verdade! Mas atenção, os resultados não caem do céu, tem que participar do associativismo, de fato. Afinal, quem não é visto, não é lembrado.

 

Uma associação é política?
Isto é um mito, mas também uma verdade. Primeiro vamos aos conceitos. Uma associação participa da política, mas não faz politicagem. São entidades idôneas, apartidárias e democráticas, inclusive, o estatuto social de algumas instituições impede que se tenham laços políticos-partidários. Por outro lado, precisa estar envolvida com o Poder Público para pleitear os interesses da classe empresarial e buscar o desenvolvimento socioeconômico, como exemplo, o Programa Voz Única, citado anteriormente. Da mesma forma, quem vive o associativismo na prática, se vê imerso em uma escola de liderança e, por muitas vezes, acaba descobrindo uma vocação para se tornar um líder político, religioso ou de alguma outra esfera.

 

Não uso nenhum serviço da entidade, por que participar?
Talvez você não se interesse por nenhum produto ou serviço “tangível” da entidade e, de fato, se este serviço não estivesse no portfólio da associação empresarial, estaria disponível no mercado por uma empresa “normal”. Mas o grande mito aqui é que uma entidade de classe não foi feita para oferecer serviços aos associados, mas sim representar os interesses em comum para o desenvolvimento socioeconômico local e também dos respectivos negócios. Uma entidade com 200 associados é mais forte do que uma com 50, que é mais fraca, teoricamente, do que uma que tem 1000. Nunca o ditado “a união faz a força” fez e faz tanto sentido quanto no associativismo. E foi o que aconteceu, também, com o Voz Única, onde as entidades de Içara se uniram para representar os pleitos e atenderem as demandas de seus associados frente ao Poder Público, em prol do desenvolvimento. E esta representatividade não aparece apenas nas eleições, pois cada entidade tem seus representantes nos diversos Conselhos Municipais, como trânsito, segurança, do hospital, da defesa da mulher, turismo, dentre outros que são eixos de extrema importância para o crescimento do município.

Espero que estas respostas te ajudem a entender um pouco mais a importância destes movimentos e, principalmente, que ajudem você, como profissional, e o seu negócio a prosperar em uma das cidades que mais cresce no estado de Santa Catarina. Se precisar, entre em contato com a entidade de classe que melhor representa o seu negócio, some e faça a diferença!

FONTE

E-mails foram trocados entre o diretor Fabio Dias e  Octavio Peralta com interessante intercambio inicial de informações. Um memorando de cooperação está sendo construído para ser assinado ainda este mês. Octavio Peralta também fêz uma importantíssima ponte da EA com a senhora GRETA KOTLER Diretora de Desenvolvimento Global e do Programa de Credenciamento da ASAE American Society of Associations Executives (ASAE’s head of global development and credentialing program), centenária associação americana. O conteúdo  colecionado sobre associativismo pela EA será muito enriquecido com a publicação mais frequente de artigos deste formidável associativista. Confira, já neste mês, no menu Artigos do nosso site, mais um excelente trabalho  de Octavio Peralta.

Objetivo do evento online é promover oportunidades de negócios, além de ampliar o networking dos empresários

A Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG) realiza no dia 10 de setembro, às 7h30, através de uma plataforma online do Sebrae, uma Rodada de Negócios para seus associados. O objetivo é promover oportunidades de negócios, ampliar o networking dos empresários e remodelar o formato dos Núcleos Setoriais, transformando-os em Conselhos Setoriais, potencializando a ferramenta base associativismo na instituição.

De acordo com a Rafael Zanin, diretor de Fomento da ACIPG, a instituição é uma organização de empresários que buscam o desenvolvimento de sua cidade, mas que atua também na promoção de relações comerciais, através de network entre os associados. “A premissa do associativismo é a ajuda mútua na consolidação e expansão dos negócios”, explica.

O gerente institucional da ACIPG, Gilmar Denck, explica que para participar da Rodada de Negócios será necessário visitar o Conselho Setorial do segmento da empresa interessada, como também se filiar à ACIPG.

“A Rodada de Negócios a se realizar dia 10 de setembro tem como objetivo atrair os empresários a fazerem negócios, mas principalmente repensarem o seu setor, e com isso, de maneira associativista fazê-lo crescer neste período de retomada”, explica Denck.

O diretor salienta que a adesão ao Programa Empreender cumpre este papel, pois oferece acesso a treinamentos comerciais, aprendizagem contínua entre empresários e oportunidades de networking e negócios com centenas de membros de associações em todo Brasil.

“Diante do cenário de pandemia a ACIPG acredita que a maneira de comprar, vender e negociar foi sensivelmente alterada, de forma que a capacitação e as relações comerciais estabelecidas na confiança pautarão o mercado em um futuro já presente”, finaliza Zanin.

 

Fonte: https://d.arede.info/ponta-grossa/336020/rodada-de-negocios-busca-fortalecer-associativismo-em-pg

O empresário, Sérgio Rogério de Castro, presidente da Escola de Associativismo, destaca a prática do Associativismo como instrumento de fortalecimento das entidades. Para ele, um sonho realizado de um trabalho orientado para o fortalecimento das associações. Trata-se de um ambiente de produção, seleção e colecionamento de conteúdo para fortalecimento do associativismo. De acordo com o conceito, é a união organizada de pessoas físicas ou de pessoas jurídicas com um objetivo, um propósito determinado. É a possibilidade de solução, por meio da ação coletiva, onde a ação solitária é mais lenta, mais difícil ou não é possível. O associativismo propõe uma ferramenta para a consolidação da democracia.

 

  1. Como o associativismo influencia positivamente na rotina das industrias?

Posso afirmar, por experiência própria, que pode influenciar muito positivamente na ampliação do relacionamento social e profissional do industrial, no aumento muito grande de informações que podem influir nas suas decisões de negócios, no aperfeiçoamento da sua formação profissional e na dos seus colaboradores. Por meio do associativismo as indústrias podem oferecer muitos benefícios às suas equipes, resolvem muitos problemas que sozinha o industrial responsável pela empresa não consegue resolver, por exemplo: transporte coletivo, comunicações, plano de saúde a menor custo, negociação trabalhista, aumento abusivo de taxas e impostos. A lista pode se estender bastante.

 

  1. Como ocorre na rotina das associações?

O bom associativismo pode influenciar positivamente nas associações que reconheçam que têm pontos a melhorar, que acreditam em melhoria contínua, que tenham humildade em aprender o que não sabem, em aperfeiçoar o que já conhecem. O infinito é o limite quando se pratica um associativismo avançado, responsável, comprometido com a satisfação cada vez maior dos seus associados. O associativismo ensina que engajamento, envolvimento e alegria entre associados e dirigentes de associações é indispensável ao sucesso, ao propósito que se tem.

 

  1. Quais ações concretas foram realizadas através das ações do associativismo industrial?

São incontáveis, quer se pense nacional ou globalmente. Vou citar alguns muito importantes pois a lista é grande. Nacionalmente, associações industriais trabalham fortemente na aprovação e aperfeiçoamento da legislação nos três níveis de poder: municipal, estadual e federal. Através de associações industriais brasileiras, milhares de industriais e industriários recebem capacitação e formação profissional, serviços de saúde, em especial de segurança do trabalho e inúmeras oportunidades de prática de esportes, de deleite, prazer e lazer com atividades culturais de diferentes tipos. Globalmente cito a participação das associações nas negociações de acordos comerciais entre países ou bloco de países, na promoção do comercio internacional pela organização de milhares missões comerciais.

 

  1. Qual o papel das associações e da Escola de Associativismo durante a pandemia? O que é possível fazer para amenizar a crise?

A Escola de Associativismo tem se empenhado no estímulo às associações para que se reúnam e promovam ações próprias ou em parceria para mitigar os efeitos da pandemia, efeitos estes que são de vários tipos: sanitária/saúde pública, sociais, econômicos. Alguma coisa importante qualquer associação pode realizar, sozinha ou em conjunto com outras associações e é isto que temos feito. Os exemplos de associações atuantes inspiram as demais.

 

  1. Quais os benefícios para a sociedade como um todo?

Os benefícios do associativismo para a sociedade podem ser resumidos na seguinte crença que direciona a ação da Escola de Associativismo: com associações fortes, a sociedade civil se fortalece e, atuando em conjunto, de forma independente, com os representantes políticos eleitos, vamos ter cidades, estados e países muito melhores. Para alcançar este propósito vale a pena qualquer esforço, qualquer empenho.

 

Fonte: https://jornalcorreiometropolitano.com/escola-pratica-associativismo-para-fortalecimento-de-acoes-solidarias/

Com texto síntese do colaborador voluntário da EA Lino Geraldo Resende, as Pílulas de Associativismo dos módulos didáticos adotados pela escola serão publicadas nesta mídia social, reconhecida como a que contém mais conteúdo para as associações e profissionais do mercado de uma maneira geral.

Empresas e a comunidade em geral encontram apoio para vencer as dificuldades

No associativismo, a força para superar a crise

Muitos são os significados atribuídos ao conceito de associação, mas nenhum é tão forte quanto ver que o associativismo teve um resultado concreto. Prova disso, são os avanços conseguidos nos últimos anos pelo movimento na região, celebrado nacionalmente nesta quinta-feira, dia 30.

Em 75 anos de história, a Associação Empresarial de Criciúma (Acic) levantou bandeiras, brigou para ver atendidas as demandas da região e acumulou conquistas. “Em tantas crises que a nossa região passou, a Acic teve um papel muito grande para amenizar os efeitos negativos. Teve atuação em problemas pontuais e defendeu reivindicações importantes junto ao governo estadual e ao federal, promoveu ações para fortalecer a região politicamente”, avalia o diretor da entidade, Edmilson Zanatta.

“É uma associação muito respeitada, não só em Criciúma, mas em todo Sul de Santa Catarina, exerce liderança e isso fortalece a nossa região. As demandas do Sul do Estado sempre passam pela Acic, porque a associação adquiriu a credibilidade para liderar esse movimento de reivindicações e apontar soluções para a região”, considera o diretor Edio José Del Castanhel.

O associativismo é um legado passado de pai para filho na família Castanhel. Edio Castanhel Filho integra a Associação de Jovens Empreendedores de Criciúma (AJE). “Vi na AJE a oportunidade de exercitar o voluntariado. Na verdade, nós ganhamos mais do que doamos, com essa troca de experiência sem almejar algo em troca”, entende.

O movimento associativista também chegou à segunda geração na família Zanatta. Incentivados pelo pai, Jayme, os filhos seguem o mesmo caminho. “O meu pai montou as primeiras empresas através do associativismo, tendo outras pessoas a contribuir para um crescimento maior. É uma filosofia de vida”, define Edmilson Zanatta.

“Consideramos o associativismo uma ferramenta importante para as soluções e desenvolvimento dos negócios, facilidade na resolução de temas de interesse coletivo, crescimento das empresas e da comunidade de forma integrada”, coloca o empresário Valcir Zanette, vice-presidente da Acic.

Movimento ficou mais evidente com a pandemia

O protagonismo do movimento associativista ficou ainda mais evidente com a pandemia no novo coronavírus. “O papel do associativismo ao confirmar conquistas de infraestrutura para a região foi primordial. As entidades empresariais passaram a trabalhar junto com a classe política, não só cobrando, mas também oferecendo soluções. Com a crise gerada pela Covid-19, a necessidade desse trabalho em conjunto tornou-se vital, no sentido de juntar forças e oferecer apoio para a superação das dificuldades comuns”, diz o presidente do Conselho Superior da Acic, César Smielevski.

Junto a outras entidades de Criciúma e região, a Associação Empresarial lidera o Movimento “Juntos de Coração”. Os esforços estão sendo direcionados para levar alimentos às famílias mais vulneráveis, produzir e estimular o uso de máscaras faciais, adquirir equipamentos de proteção individual (EPIs) aos profissionais de saúde e kits de análise para identificação do novo coronavírus e estimular ações de apoio aos  empresários de Criciúma e região.

“Este é o espírito do associativismo: trabalhar em conjunto, para promover o bem comum e o desenvolvimento socioeconômico. Por isso, é tão importante para a Acic estar engajada a campanhas e ações reconhecidas como de interesse da comunidade”, considera o presidente da Acic, Moacir Dagostin.

Fonte: http://www.engeplus.com.br/noticia/geral/2020/no-associativismo-a-forca-para-superar-a-crise

Atendo às recomendações das autoridades, todas as atividades presenciais foram adiadas “sine-die”. Assim que houver a liberação pelas autoridades informaremos as novas previsões e datas das nossas atividades adiadas: lançamento do novo curso MD13 “Reuniões com Resultados”, lançamento da “Uma Visão de SC”,  IV Vinho com Prosa, gravações do curso MD14 “Representatividade nas associações; fundamental”, “follow up” de renovação e captação de parcerias e apoios, cursos presenciais, atualização do Planejamento Estratégico, AGO/AGE e inauguração da sede.

 

Embora todos em nosso campo se esforcem para continuar cuidando dos pacientes, dos outros e das famílias em nossas comunidades, os líderes da área de saúde, em particular, reconhecem claramente os desafios sem precedentes que enfrentamos ao tentar desempenhar nossas responsabilidades da maneira mais eficaz possível.

Para ajudar a apoiar nosso país, não podemos pensar em um momento melhor para mobilizar ainda mais toda a força de nosso conhecimento coletivo. Para ajudar os profissionais de saúde a gerenciar melhor a natureza em evolução do COVID-19, as associações listadas aqui estão colaborando estreitamente para fornecer à área da saúde os melhores recursos disponíveis. Incentivamos a comunidade de saúde a visitar os sites listados e a usar as informações disponíveis gratuitamente. Nossas associações atualizarão esses recursos à medida que aprendemos mais. Ao trabalharmos juntos, todos estaremos melhor equipados para melhorar a saúde do país.

“Nossas associações agradecem aos membros da comunidade de saúde pelos serviços que eles e suas organizações estão fornecendo. Reconhecemos e apreciamos o quão difícil é essa situação e estamos comprometidos em apoiá-los durante as próximas semanas e meses”.

Associação Americana de Liderança Médica (AAPL)

Colégio Americano de Executivos de Saúde (ACHE)

Associação Americana de Grupos Médicos (AMGA)

Sociedade Americana de Farmacêuticos do Sistema de Saúde (ASHP)

Faculdade de Executivos em Gerenciamento de Informações em Saúde (CHIME)

Associação de Gerenciamento Financeiro de Assistência Médica (HFMA)

Associação de Gerenciamento de Grupo Médico (MGMA)

Associação Nacional de Qualidade em Saúde (NAHQ)

Cada Minuto 28/03/2020  Maceió

A proposta apresentada pela Associação Comercial ao governo do estado foi de que  as vendas no comércio varejista sejam restabelecidas gradativamente, conforme as orientações dadas pelas entidades médicas e a Organização Mundial de Saúde (OMS) diante do monitoramento da propagação do novo coronavírus.

A data sugerida foi a partir do dia 07 de abril. “O que somente poderá   ser  concebido    mediante a     confirmação    de   controle   da      pandemia, evidenciada pelos indicadores que continuarão sendo observados  nos  dias  que  seguem.  E  ainda,  que  tal  retorno  se  dê  mediante  critérios e  regras  a serem estabelecidos     pelas    referidas   autoridades,  a exemplo a horário reduzida e observações irrestrita às medidas de higiene e prevenção ao combate da pandemia”, explica trecho da nota emitida pela entidade.

Todos os setores econômicos começaram a pressionar o governo do estado diante da possibilidade da renovação do decreto de emergência, que determina o isolamento social. Com o comércio fechado, os empresários mostram um somatório de prejuízos e a queda na arrecadação.

A Associação Comercial reafirmou que segue diálogo com o governo e prefeitura para tentar uma melhor solução. “A Associação Comercial reafirma apoio as medidas tomas pelos Governos Estadual e Municipal, posicionando-se contrariamente a manifestações, aglomerações, carreatas e similares que, inclusive, neste momento, contrariem as recomendações da OMS e do Ministério da Saúde”, finalizou.

Publicado em: 30/03/2020     Diário de Pernambuco

A expansão do coronavírus fez crescer também a onda de solidariedade. No Coque, a Associação dos Amigos da Vila no Papelão está organizando uma campanha para doação de alimentos e material de higiene pessoal e assim conseguir manter as condições mínimas para o enfrentamento da pandemia do Covid-19. A entidade adotou um esquema para agir de várias formas no bairro.

Uma das alternativas encontrada pela associação foi disponibilizar uma conta para receber doações em dinheiro e criar uma parceria com um supermercado local. Os valores serão divididos igualmente para, pelo menos no inicio, as famílias contempladas pela campanha. Cada família terá direito a um recibo de mesmo valor – uma espécie de linha de crédito -, que deve ser apresentado no mercado junto à identidade do responsável pela renda familiar para efetuar a compra.

Dessa forma, além de ajudar as famílias que passam por dificuldades, principalmente neste período de isolamento social, a entidade também contribui com a economia local. Outro fator que colaborou para a adoção do esquema foi a recomendação para evitar contato físico, por isto as doações não são dos itens.

A associação atende, atualmente, cerca de 50 famílias e tem como intuito ampliar o alcance do trabalho. Além disso, a depender da quantia arrecadada, é possível que os valores sejam repassados às famílias com maior frequência.

Iniciadas as gravações do décimo quarto curso da EA com a abordagem do importantíssimo tema da representatividade nas associações. Todos sabemos como as associações perdem importância por serem tolerantes com a permanência de associados e dirigentes voluntários que não têm mais representatividade porque não são mais sócios ou executivos de empresas, por não mais morarem no bairro, porque nunca comparecem às reuniões da associação de suporte ao hospital, dentre outras situações. Os associativistas convidados para serem colaboradores de conteúdo foram: Luiz Cordeiro, diretor da Associação Vidas que apoia hospitais filantrópicos; José Carlos Bergamin, presidente do Sindicato dos Lojistas do Comércio de Vila Velha e Gilmar Nogueira, presidente da Associação dos Moradores de Jardim Limoeiro Serra/ES 2013/2019.

MICHAEL HICKEY / 4 DE MARÇO DE 2020   ASSOCIATION NOW

Encontre novas maneiras de alcançar membros em potencial. Além disso: Estabeleça uma cultura de associação que promova a comunidade e a colaboração.

O aumento de associados é uma prioridade para a maioria das associações. E embora atrair novos membros seja um desafio, há várias maneiras de melhorar seu jogo de recrutamento, escreve Callie Walker, da MemberClicks.

Isso ajuda a otimizar sua presença nas mídias sociais. Seus feeds devem estar ativos e incluir uma descrição da sua organização, informações de contato e links importantes.

“Pense em um possível cliente que termina na sua página do Facebook antes de visitar o site da sua organização. Você está apresentando sua organização da maneira que gostaria? Eles podem acessar todas as informações de que precisam (principalmente para participar) naquele momento? ” Walker escreve.

Seus membros existentes também podem ajudar em seus esforços de recrutamento. “Você sabe quem conhece melhor as outras pessoas no setor da sua organização? Seus membros! Walker diz. “Eles trabalham com eles dia após dia; eles são amigos deles. ” Crie um programa de indicação de membros que incentive os membros atuais a atrair novas pessoas.

3 de março de 2020     ASAE/ASSOCIATION NOW
Por: Arundati Dandapani

 

As associações precisam de uma estratégia de associação para recrutamento, retenção e engajamento. Esteja você atualizando sua estratégia ou criando uma nova a partir do zero, sete perguntas podem ajudar você a se concentrar no crescimento da associação.

 

É difícil sobreviver como uma associação em qualquer cenário econômico – bom ou ruim. Mesmo em uma economia robusta, as associações enfrentam muitos desafios, e é por isso que é importante ter uma estratégia de associação que guie o crescimento.

 

Globalmente, as associações operam em um ambiente de constante mudança social, instabilidade e fragmentação. Portanto, quando chegar a hora de reexaminar sua estratégia de associação, você precisará analisar as forças perturbadoras que podem estar afetando seus membros. Aqui estão sete perguntas críticas a serem feitas durante o desenvolvimento de uma estratégia de associação de longo prazo para garantir que você possa continuar atendendo às necessidades dos membros.

 

“Qual é a sua “história de valor?” – Os associados geralmente são unidos por um interesse, profissão ou setor, e ainda assim as associações têm muitos tipos diferentes de membros que se identificam com grupos de profissionais, demográficos, geográficos ou geracionais. As associações inteligentes não apenas se concentram no valor que a associação oferece – a “proposta de valor” – mas também conversam com os segmentos dos membros de maneiras únicas e pessoais.

 

“Como você está juntando os associados constituintes em suas jornadas aspiracionais e encontrando-os onde eles estão na vida?” – As associações estão preparadas para o sucesso se comunicarem “histórias de valor” que falam da solução individualizada de problemas e inovação em escala.

 

“Você está ajudando a próxima geração de associados ?” – Você está dando aos jovens membros um caminho para empregos, networking, prêmios e reconhecimento e oportunidades de liderança? As associações precisam estabelecer o relacionamento correto com instituições acadêmicas e parceiros da comunidade para apoiar o progresso de novos e diversos profissionais. Os líderes da associação devem incluir e capacitar a próxima geração de membros.

 

As associações estão preparadas para o sucesso se comunicarem “histórias de valor” que falem em solução de problemas e inovação.

A tecnologia é intuitiva e fácil de usar? Muitas associações possuem sistemas de tecnologia volumosos que prejudicam a experiência dos membros. Reflita sobre questões como: Estamos usando a tecnologia de maneira eficaz para resolver os problemas dos membros? O que estamos fazendo para acompanhar as tendências tecnológicas? E que parcerias estamos construindo para alavancar a inovação tecnológica? Conteúdo interativo, aprimoramentos virtuais, plugins ou discussões e registros de eventos em plataformas sociais e de pagamento amigáveis ​​e seguras são algumas maneiras de garantir a confiança dos membros.

 

“Estamos fazendo o suficiente para promover a colaboração?” – As associações que estão firmemente construindo coalizões e parcerias também sabem como compartilhar e reunir recursos de maneira eficaz, economizando tempo e dinheiro para os membros. Em 2020, considere se outras organizações e a mídia podem ajudar seus membros a ter sucesso. Nesse caso, explore maneiras de formar alianças em vez de trabalhar no vácuo ou contra a concorrência.

 

“Você está criando relacionamentos reais e duradouros?” – O idioma que falamos molda a narrativa da associação e pode determinar se um membro fica ou não. Libere suas comunicações de arremessos de vendas, entenda o que importa para os membros que participam de eventos presenciais e encontre novos caminhos para envolver os membros no diálogo face a face. Essas etapas adicionarão variedade aos compromissos dos membros e permitirão que você aja de maneiras mais humanas, ajudando a consolidar a lealdade, a confiança e os relacionamentos duradouros.

 

“Você é centrado nos membros?” – Os líderes visionários da associação continuam focados na criação de novo valor para os membros – benefícios e serviços alinhados às necessidades dos membros. Uma associação disciplinada centrada em membros pode achar que precisa abandonar produtos, programas ou serviços que não funcionam há anos e seus líderes envolverão os membros em conversas para criar melhores resultados.

 

“Estamos presos a estruturas não compatíveis? – Os líderes da associação devem ser ágeis e preparados para o futuro. Isso inclui estar disposto a assumir uma quantidade saudável de riscos, a fim de desenvolver soluções inovadoras para problemas comuns dos membros. Por exemplo, a tentação de ser uma marca “sincera” versus uma “empolgante” pode estar em desacordo com as motivações de uma associação que está sedenta de mudanças. Sempre se envolva nos métodos de pesquisa apropriados para entender o que está motivando as necessidades dos membros e o que permitirá que as associações criem sistemas de apoio que ajudem seus membros a prosperar.

Por Celso Cruz (Brocoió)

Associativismo

É mesmo o associativismo
A arma da competência
Pra se fugir da leniência
E se buscar resultados.
A soma dos predicados
Dão ao todo outro montante
Ainda assim não é bastante
Há que pensar no coletivo
Dá as mãos, ser proativo
Pra que o sonho siga avante.

Assuma vista a camisa
Motive-se, motivando
É sua equipe jogando
E só torcer já não basta.
Seja um entusiasta
Da causa associativista
Seja um idealista
Tenha comprometimento
E viva cada momento
Vibre com cada conquista

Não faça apenas o necessário
Faça o que for possível
E o que parece impossível
Vai logo ser alcançado.
Mantenha-se motivado
E tenha as metas alcançadas
Vencerás as empreitadas
Com garra, com galhardia
Viver com sabedoria
É caminhar de mãos dadas.

No dia 17 de fevereiro p.p., no auditório da FAES Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do ES aconteceu o primeiro CPFA Curso Presencial de Formação de Associados. O tema do curso foi o do MD04, módulo didático numero 04, que tem o título “AUMENTANDO O NÚMERO DE ASSOCIADOS”. Uma expressiva quantidade de alunos, de sindicatos patronais rurais do ES, muito participativos e interessados. A multiplicadora foi Mara Stocco e o curso teve o apoio do SENAR Serviço Nacional de Aprendizagem Rural e da Zilka Teixeira, pedagogo que dá suporte à EA Escola de Associativismo.

A Associação dos Moradores e Lojistas do Bairro de Lourdes (Amalou) solicitou uma reunião com a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) com o objetivo de discutir soluções para os problemas causados pela enchente.

Saiba mais: https://www.hojeemdia.com.br/horizontes/associação-de-lourdes-quer-isenção-de-iptu-para-quem-teve-preju%C3%ADzos-1.769647

Saiba mais em: https://br.cointelegraph.com/news/associacao-diz-que-open-banking-vai-estimular-surgimento-de-mais-700-fintechs-no-brasil

Aconteceu na sede do SINCADES – Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do ES, valorosa apoiadora da escola, representada pelo seu Superintendente Cezar Pinto, associativista de alto nível, colaborador de conteúdo no nosso MD11, reunindo dirigentes de associações de empreendedores desta área de 24 estados e do DF. Um sucesso ! Palestrantes de alto nível transmitiram valiosos conhecimentos com o objetivo de melhorar, aperfeiçoar a gestão das associações. A EA Escola de Associativismo foi convidada e o seu diretor falou da nossa história, dos nossos objetivos e dos cursos que já produzimos. Solicitou que todos visitassem o novo site, as nossas fanpages nas diferentes mídias sociais, as divulgassem e compartilhassem com suas redes de contatos. A ABAD – Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados foi representada pelo seu Superintendente Oscar Atizano.

 

Hilary Marsh, presidente e estrategista-chefe da consultoria americana Content Company

Fonte: Boardroom The best resource for associations

 

Transcrição parcial do artigo

 

…O conteúdo é como nosso trabalho se manifesta no mundo…

… As associações podem decidir criá-lo em vários formatos: texto (artigos, postagens de blog ou páginas da web), infográficos, vídeos, documentos projetados (PDFs), gráficos etc. Mas, independentemente do formato, tudo é conteúdo…

… os associados nem sempre sabem sobre todo o bom trabalho que sua associação cria para eles – e eles podem questionar os benefícios que estão obtendo por serem membros da sua organização.

Mas não tem que ser assim. Se você tratar seu conteúdo estrategicamente, é mais provável que os associados:

Usem os programas que você cria para eles

Apoiem seus esforços para moldar uma legislação positiva do setor

Inscrevam-se nos cursos

Façam download de pesquisas publicadas

Participem de conferências, eventos promovidos

E os associados que participam do que você oferece terão opiniões mais favoráveis ​​da sua organização e provavelmente renovarão sua filiação à associação e recomendarão sua associação aos colegas do setor.

 

…O que é estratégia de conteúdo?

Estratégia de conteúdo é a prática do planejamento para a criação, publicação, entrega e controle de conteúdo útil, utilizável e eficaz. Útil significa que o conteúdo é apresentado e sua relevância é alta e clara. Utilizável significa que o conteúdo é fácil de encontrar e agir. Efetivo significa que o conteúdo tem um público-alvo claramente articulado e metas mensuráveis ​​explícitas, que você faz a medição para determinar se o conteúdo alcançou seus objetivos e que toma decisões sobre como publicar conteúdo semelhante com base nesses resultados

O objetivo da estratégia de conteúdo é obter o conteúdo certo para a pessoa certa no momento certo para a ação certa. Isso requer uma parceria entre PMEs e pessoas com experiência em criação, publicação e promoção de conteúdo.

 

Por que estratégia de conteúdo?

As organizações inteligentes alinham seu conteúdo com seus objetivos estratégicos. Isso significa várias coisas, conforme listado em Estratégias de conteúdo da associação para um mundo em mudança, um relatório publicado pela Fundação ASAE em 2019:

 

Cada parte do conteúdo que produz tem um objetivo explícito e mensurável, vinculado a um resultado específico do programa que trata o conteúdo e um público claramente articulado.

O conteúdo é criado de uma maneira – terminologia, nível de legibilidade, formato, duração, tempo, etc. – que ressoa com o público.

 

A estratégia de conteúdo é uma das principais maneiras pelas quais as associações podem garantir que o conteúdo de seu trabalho seja publicado de uma maneira que ressoe com o público e, portanto, tenha maior chance de sucesso.

Um reforço didático nos cursos da EA, a oferta nos módulos dos cursos, de um podcast da cartilha. Este avanço já está disponível nos curso 11 e 12. Ajudará com certeza a melhorar o aproveitamento dos nossos alunos.

A Escola de Associativismo está desenvolvendo, em conjunto com o SENAI do Espírito Santo curso de Ensino à Distância para Conselheiros do SENAI e SESI do Espírito Santo. Um dos itens do curso é o Manual do Conselheiro, que está na sua primeira versão e integra a primeira parte do curso cujo objetivo é dar ferramentas aos conselheiros para o bom exercício de suas tarefas.

A primeira versão do Manual do Conselheiro e a estrutura final desta etapa do curso foi aprovada pelo Diretor da Escola, Sérgio Rogério de Castro. A previsão inicial é que o novo curso esteja disponível e pronto para lançamento no mês de abril. É mais uma ação da Escola de Associativismo em favor do aperfeiçoamento do associativismo no Espírito Santo.

Convidado a falar tanto na abertura quanto no encerramento, o diretor da EA falou da relevância do evento que aconteceu no
último dia 27 de novembro, falou dos objetivos e do trabalho realizado, colocou a escola à disposição das associações presentes e parabenizou o INSTITUTO SINDIMICRO pela promoção do encontro e o SEBRAE/ES pelo seu relevante e decidido apoio. O colaborador de conteúdo da Escola de Associativismo Djalma Quintino Malta Filho foi palestrante e encantou a todos com sua rica fala que incluiu o reconhecimento da importância da escola no fortalecimento das associações.

Serão colaboradores de conteúdo mais três renomados associativistas: Cleto Venturim, representando as associações de apoio aos hospitais filantrópicos, Deusdedith Dias, pelas associações comunitárias de moradores e Leo de Castro presidente da FINDES Federação das Indústrias do Estado do ES. Um time de primeira linha, coisa muito boa deverá resultar dos depoimentos destes associativistas.

São Paulo – Em  Heliópolis , na zona sul da cidade de São Paulo, todo o  estigma da
violência , que marcava a região, é hoje insuficiente para dar conta de uma das
maiores comunidades da América Latina, reconhecida agora pelo título de
“bairro educador” pelo trabalho da Escola Municipal Campos Salles. Na
comunidade, que abriga mais de 200 mil moradores, essa transformação só foi
possível após a  compreensão de que bairro e aluno são um mesmo organismo  e
que precisam atuar em parceria.
A ideia partiu de um ex-diretor da instituição, Braz Rodrigues Nogueira, em
parceria com a União de Associação de Moradores (Unas) depois que a escola
teve computadores roubados. Como resposta, ao invés de aumentar os aparatos
de segurança, surgiu a proposta de derrubar os muros. “Numa escola da
comunidade, o que faz a proteção não são os muros”, ressalta o diretor ao
repórter José Eduardo Bernardes, do Brasil de Fato, em  matéria  divulgada
peloSeu Jornal, da TVT.
Com nova fachada, já sem os muros físicos, a instituição elaborou ainda um
novo projeto de ensino, apresentado aos professores e  membros da
comunidade , e aprovado democraticamente, garantindo que estudantes e
professores trabalhem de forma integrada, levando em conta os direitos de
aprendizagem e os parâmetros curriculares mas, principalmente, a fala dos
alunos. Assim, 12 salas de aula foram transformadas em quatro grandes salões,
onde os educandos se sentam junto com três professores, um projeto baseado
na filosofia de ensino da Escola da Ponte, de Portugal.
“Não é possível você dar conta de uma demanda social, como a gente tem no
Brasil do século 21, sozinho. Então a gente precisa encontrar caminhos de

trabalhar juntos”, destaca a diretora do Centro Educacional Unificado (CEU) de
Heliópolis, Marília de Santis. Depois das mudanças a escola já alcançou a meta
estipulada pelo município para a educação básica  e ganhou apoio de pais e
mães. “Está dando certo”, garante a mãe de um dos alunos da instituição Maria
Aparecida Andrade. “O meu filho está aprendendo a ler. Ele fez sete anos agora
em agosto e está aprendendo a ler e escrever”, fala orgulhosa.

O diretor da ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO estará presente, no próximo dia 7, na sede da FIESP em São Paulo, às 18 horas, quando acontecerá a entrega de prêmios às melhores práticas sindicais de 2019, não só da FIESP, mas também da FIRJAN, da FIEMG e da FIESC. Quatro das maiores associações federações de indústrias do país estimulam suas associações filiadas a praticarem melhoria contínua, a inovarem na prestação de bons serviços aos seus associados. A escola, convidada, fez parte do júri que julgou os projetos concorrentes apresentados pelos sindicatos de São Paulo e do Rio de Janeiro.

O curso está pronto para ser lançado. Não foi no ultimo mês de outubro, como previsto, em função da agenda do parceiro Jônice Tristão. A previsão é de que aconteça neste mês de novembro.

após avaliação da diretoria do SENAI/ES ficou decidido que há condições técnicas adequadas para apoiar a ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO na produção deste curso. Um novo plano de trabalho/cronograma foi elaborado, discutido e aprovado. No primeiro semestre de 2020, finalmente, este primeiro curso da EA, em formato EAD, deverá ser lançado.

Brevemente iremos inaugurar a sede da escola localizada em Vitória/ES, na Avenida Americo Buaiz 501 Edifício Victória Office Tower Torre Leste Sala 503, Enseada do Suá. A CASA DO ASSOCIATIVISTA.

Após intermináveis gestões junto ao cartório de registro de pessoas jurídicas e junto à Receita Federal, temos agora registro e CNPJ. Muitas ações dependentes deste evento passarão a ser implementadas.

Ofertado através dos sites da escola e do IEL/ES. Acontecerá no próximo dia 16, de 14 às 18 hs, no Edificio FINDES. A multiplicadora será Mara Stocco.

O segundo curso da Série 2 está sendo finalizado para lançamento neste mês de outubro. Um rico material tratando da importância dos jovens no associativismo.

Classificação: ASSOCIATIVISMO NA POLÍTICA PARTIDÁRIA

Ricardo Ferraço Senador pelo Espírito Santo 2011 a 2019

O fortalecimento das instituições brasileiras passa, necessariamente, por uma ampla reforma dos partidos políticos, uma associação especial, muito importante nos países democráticos. Usualmente tidos como “feudos”, nos quais os “coronéis” fazem o que bem entendem, os partidos, na verdade, carregam consigo a nobre missão de representar as pessoas na política. Vedar a atuação de partidos é vedar a democracia. Ocorre que os variados escândalos que marcaram a vida política do país nos últimos anos, com a revelação de desvios bilionários de recursos públicos, colocou em xeque o sistema partidário brasileiro. Como se faz em toda empresa em crise, é necessário puxar o freio de arrumação e se adequar aos novos tempos. Determinadas práticas já não são mais aceitas e a sociedade exige tratamento firme e sério à questão partidária. Muitos movimentos políticos chegam trazendo fôlego novo e contribuindo para a oxigenação do debate. Mas é preciso mais e é alentador a abertura de espaço para este debate na Escola de Associativismo. As reformas necessárias devem alcançar a espinha dorsal do sistema.

Não podemos permitir que os partidos tenham donos, gerentes, coronéis, ou pior ainda: que os atos praticados pelos dirigentes partidários sejam imunes a punições. O partido deve, sim, ser responsabilizado pelos atos de seus dirigentes, não obstante, é claro, a responsabilização do próprio infrator. Se queremos uma política ética, precisamos que as estruturas partidárias funcionem de modo adequado e moral. E, mais uma vez, podemos coletar exemplos da iniciativa privada; os mecanismos de compliance, por exemplo, servem perfeitamente aos partidos políticos. No mundo empresarial, compliance funciona como ferramenta de gestão que envolve o desenvolvimento de processos de controle e mitigação de riscos para evitar práticas ilícitas ou antiéticas que possam causar prejuízo à imagem corporativa. Se o compliance confere credibilidade às empresas e as ajuda a controlar e repreender maus atos de seus dirigentes, assim também deve suceder com os partidos. Aplicar às legendas normas sobre responsabilidade objetiva, compliance e estimular a adoção de códigos internos de conduta e programa de auditoria é apenas um passo para a moralização e resgate dessas instituições. Além da adoção de compliance por partidos políticos, propus no Senado outras importantes iniciativas, como o fim das coligações em eleições proporcionais e a implementação de cláusula de desempenho. Com tais medidas, rompe-se a lógica de criação de legendas apenas para receber recursos públicos. Agora, os partidos políticos terão de fazer como faz todo empreendedor: “correr atrás do seu”, no caso, do voto. Só assim será possível garantir a manutenção da legenda. A agremiação que não obtiver votos suficientes, fica sem acesso ao fundo partidário.

Essas propostas, apesar de já aprovadas no Congresso, podem e devem ser intensificadas. Na votação na Câmara dos Deputados os textos acabaram por ser relativamente “desidratados”, fazendo com que seu efeito não tenha sido tão intenso. A luta da sociedade pela afirmação da ética na política e na Administração Pública vive um momento histórico, sem retorno. Por outro lado, as sucessivas denúncias de irregularidades contra ocupantes de cargos públicos de grande destaque conduzem à descrença nas instituições e na democracia. Os partidos, como qualquer associação, devem ter normas que busquem a sua própria saúde e proteção. As medidas que contribuem com a modernização e moralização do nosso sistema partidário são mais simples do que se imagina. Para transformá-las em realidade, basta vontade política e mobilização social. Eu, como entusiasta da integridade das instituições e do associativismo de qualidade, busco sempre fazer a minha parte defendendo, onde vou, essas importantes mudanças. É muito importante que as pessoas que compartilham dessa visão também levantem sua voz e façam coro a essa causa. A grande maioria dos temas tratados pela Escola de Associativismo nos seus cursos, são de grande importância para o fortalecimento também destas associações que são vitais para a geração de bem estar para toda a sociedade: os partidos políticos.

Os funcionários da associação são geralmente aqueles que definem a proposta de valor. Mas, sua proposição de valor é o que os membros acreditam, não o que sua associação diz.

Aqui estão quatro etapas para definir uma proposta de valor melhor.

# 1: Conheça o seu prospecto (e membro).

Faça sua pesquisa de mercado. Não confie nos resultados da pesquisa de alguns anos atrás. Tudo está mudando muito rápido para isso. Analise os dados no seu AMS e outros sistemas . Realize novas pesquisas e entrevistas com membros e não membros.

Lembre-se, nem todas as perspectivas de adesão são iguais . Eles têm diferentes níveis de envolvimento com você e diferentes tipos de empregos, tamanhos de negócios, estágios de carreira, etc. Eles valorizarão os diferentes benefícios da associação.

# 2: mude seu ponto de vista.

É fácil confiar em suposições e na sabedoria convencional sobre o tipo de benefícios que atrairão os membros. Mas essa é uma perspectiva de dentro para fora, em vez do que deveria ser, fora de dentro.

Você acredita que ser membro é um grande valor, porque você entende perfeitamente o que está oferecendo. Mas a perspectiva sabe pouco ou nada sobre suas ofertas. Eles não podem fazer as mesmas conexões que você.

Comece a olhar para a adesão da perspectiva deles. Descubra por que isso é importante para eles. Como a associação pode mudar seu desempenho no trabalho, suas relações profissionais, sua carreira e seus negócios?

# 3: Pense sobre o impacto.

Quando você começar a ver a associação do ponto de vista do cliente em potencial, poderá imaginar melhor os resultados que ele pode oferecer. Estamos passando agora de “recursos vs. benefícios” para “recursos x resultados”.

Analise os recursos e benefícios da associação e, em seguida, inclua cada um na fase de impacto ou resultados. Quais resultados um membro obtém do benefício X? Qual o impacto que o benefício X faz no trabalho, na carreira, nos negócios e na vida de um membro?

# 4: vender benefícios emocionais em primeiro lugar.

As emoções influenciam as decisões de compra muito mais do que gostaríamos de admitir. Pense nisso quando você escreve sobre benefícios. Os benefícios usam a linguagem das emoções – o que poderia acontecer com você, o que você sentirá e experimentará. Os recursos usam a linguagem da lógica – o que é, ponto final.

Um benefício especialmente relevante e emocional da associação é a conexão e a pertença. Fale sobre como se tornar parte de uma comunidade onde as pessoas “consigam” você e seu trabalho, onde você pode encontrar apoio, conselhos, inspiração e respostas. Inspire a perspectiva de pensar em uma comunidade onde todos saibam seu nome ou onde possam criar um nome para si mesmos.

As emoções negativas geralmente têm ainda mais poder do que as positivas, mas com cuidado aqui. Alude ao medo de perder, não progredir, tornar-se obsoleto, perder a vantagem ou perder negócios para um concorrente.

Coloque sua nova proposição de valor de associação em ação

Mais algumas dicas antes de começar…

Use a segmentação em seu marketing de afiliação para que você possa adaptar sua proposta de valor a diferentes grupos em seu público-alvo.

“Você” é a palavra mais persuasiva em copywriting. Torne seu recurso pessoal e relevante usando “você” livremente. Seja conversacional, não institucional.

Adicione depoimentos de membros “como eles”. Testemunhos irão turbinar seu marketing.

Uma proposta de valor muito atraente não é apenas para os prospects. Você tem que continuar vendendo seus membros atuais sobre o valor de sua associação também.

Uma vez que você tem dados extensivos sobre os membros atuais em seu AMS e outros sistemas integrados, você deve ser capaz de criar uma proposição de valor muito atraente e relevante que os convença a aprofundar seu engajamento e renovar sua afiliação. Descubra como o MemberSuite ajuda as associações a entender melhor e envolver tanto os membros quanto os possíveis clientes .

12/08/2019 Member Suite

Quão convincente é a proposta de valor da sua associação? Se você acha que poderia usar alguma ajuda, você não está sozinho.

Quando a Marketing General Inc. (MGI) pesquisou associações para o seu Relatório de Benchmarking de Marketing de Associação de 2019 , apenas 11% disseram que sua proposta de valor é “muito convincente”. E o resto?

  • Convincente – 38%
  • Um pouco convincente – 41%
  • Não é muito atraente – 9%
  • Não é nada convincente – 1%

Um pouco mais de associações se enquadram nas categorias “um tanto atrativas” ou menos do que nas categorias “atraentes” ou “muito convincentes” – isso é preocupante.

O MGI vê uma correlação entre a proposição de valor e a integridade da associação. As associações que relataram aumentos no aumento de sócios, novos sócios e retenção são “significativamente mais propensas a relatar que sua proposta de valor é muito convincente ou convincente”.

Você também pode ver o impacto de uma proposição de valor fraco em outros dados da pesquisa. As associações podem escolher três razões pelas quais os membros não renovam. A razão número 1 (41%) é a falta de engajamento, mas as outras principais razões estão relacionadas ao valor da associação.

  • Não foi possível justificar os custos de associação com um ROI significativo – 27%
  • Falta de valor – 25%
  • Empregador não vai pagar ou parar de pagar dívidas – 21%
  • Muito caro – 17%

As palavras “ROI” e “value” estão ausentes das duas últimas razões, mas elas não estão relacionadas ao valor também?

Recursos vs. Benefícios

Mesmo que você tenha uma proposta de valor atraente, não é tão fácil demonstrá-la. Os participantes da pesquisa da MGI disseram que seu maior desafio interno no aumento de associados é a dificuldade de comunicar valores e benefícios. Muitas dessas associações lutam com sua proposta de valor porque estão cometendo um dos erros mais comuns no marketing de associação – concentrando-se nos recursos, não nos benefícios, da adesão.

Um recurso é uma declaração sobre o produto ou serviço que você está promovendo. O problema é que, quando você promove recursos, você força o cliente potencial a descobrir por que eles desejam o recurso. Os recursos não atraem clientes em potencial e não atraem membros para se inscreverem para um programa, serem voluntários ou renovarem.

Mas os benefícios fazem. Um benefício responde à pergunta: “O que há para mim?” Um benefício enfoca os resultados e o impacto que um recurso causará. Aqui estão dois exemplos de recursos e benefícios típicos da associação.

Funcionalidade: Aproveite as oportunidades de networking com seus colegas.

Benefício: Aprofundar as relações comerciais existentes e fazer novos contatos regularmente. Ao participar de eventos e reuniões ou participar de discussões on-line, você criará laços duradouros com outros membros que têm os mesmos interesses profissionais e preocupações comerciais que você.

Matéria: Participe de programas educacionais de ponta.

Benefício: desenvolva as habilidades que o ajudarão a melhorar seu desempenho no trabalho, avançar em sua carreira e torná-lo ainda mais valioso para o seu negócio e empregador.

Associations Now
Sophia Conforti 13/08/2019

Quando a nova tecnologia e o constante ciclo de notícias empurram sua associação para fora dos holofotes, você precisa encontrar uma maneira de se adaptar. Também: uma noite de lenda na reunião anual da ASAE. Em meio a mudanças nos tempos e no fluxo constante de novas tecnologias, permanecer relevante não é tarefa fácil. Para manter o valor para os membros, as organizações precisam adotar novas plataformas e inovações. “Se você pensar nisso como o ‘desconhecido’ e se concentrar no potencial para a interrupção, então, sim, a ideia de tecnologia em constante mudança será assustadora”, diz
Colleen Bottorff no blog MemberClicks . “Mas, em vez disso, tente pensar nisso como uma oportunidade . Para melhor servir seus membros, para conduzir sua missão, facilitar a vida profissional em sua equipe. Que novas portas são abertas para realizar essas coisas, com uma nova plataforma de mídia social ou tecnologia? ” A segunda chave para se manter relevante: entrar nas mensagens da sua associação. “Fortalecendo sua mensagem, você nem precisará se esforçar muito para provar sua relevância, porque estará constantemente comunicando-a, levando-a ao subconsciente do seu público”, diz Bottorff. Concentre-se no elemento humano da missão da sua organização para conduzir a conexão e coloque-a no contexto do que está acontecendo no mundo, para que você seja sempre parte da conversa.

Lançamento de mais um curso/MD12 “Jovens no Associativismo: essencial” – o segundo curso da Série 2 está sendo finalizado para lançamento no próximo mês de outubro. Este curso/MD (módulo didático) está sendo apoiado especialmente pela nossa parceira FUNDAÇÃO JÔNICE TRISTÃO.

Retomadas as atividades de produção do primeiro curso EAD da Escola de Associativismo, em parceria com o SESI/ES e SENAI/ES. A etapa final será realizada pelo SENAI/SP e a previsão é de que, em 90 dias, tenhamos a primeira versão do curso disponível para avaliação e aperfeiçoamentos.

16 associações de moradores se unem para reivindicar um novo bairro

Saiba mais aqui!

Federação das Indústrias do Estado do Mato Grosso pede inclusão de todos filantrópicos.

O projeto de lei complementar que revalida os incentivos fiscais em Mato Grosso, encaminhado pelo governador Mauro Mendes (DEM) à Assembleia Legislativa na semana passada, inclui somente o Hospital de Câncer, entre todas as unidades de saúde filantrópicas na a isenção do tributo incidente no fornecimento de energia elétrica.

Leia na íntegra aqui!

José Cláudio Rocha

O Direito não é uma pura teoria, mas uma força viva, todos os direitos da humanidade foram conseguidos na luta. O direito é um trabalho incessante, não somente dos poderes públicos, mas da nação inteira (IHERING, 2009).

LEIA NA ÍNTEGRA AQUI!

 

 

POR TIM EBNER – 30/04/2019 – ASSOCIATION NOW

Seus membros criam uma cultura que os líderes e a equipe devem entender e agir. Um executivo da associação, falando por experiência, explica como as nuances da cultura de afiliação impulsionam o envolvimento dos membros e o envolvimento voluntário. Beth Brooks, CAE, passou muito tempo conhecendo seus membros. Por quase 30 anos, ela liderou muitas associações diferentes – desde a Associação de Executivos da Sociedade do Texas até a Associação Nacional de Mulheres em Construção até sua posição atual como diretora executiva do Texas College of Emergency Physicians (TCEP). Em cada organização, os membros se engajaram de maneira diferente. “Eu trabalhei em uma associação com membros independentes e em outra organização com membros muito envolvidos ansiosos para assumir novos papéis”, diz Brooks.

O envolvimento dos membros nasce da cultura de associação de uma organização, argumenta ela. “O que me vem à mente quando penso em [cultura de membros] é tradição”, diz Brooks. “O que é essa associação como tradicionalmente? Eles fazem coisas como sempre fizeram? Eles têm um grande número de membros experientes em quem se apoiam? Ou eles estão dispostos a tentar algo novo? Brooks tem apenas seis meses de seu cargo atual na TCEP, mas já reconhece várias nuances de uma cultura de associação moldada pela profissão que a associação serve. “O que é tão interessante para mim é que meus médicos gostam de aprender, e eles valorizam conhecer as respostas”, diz ela. “Esse impulso para aprender e se sobressair é uma faceta importante de sua experiência e, portanto, precisamos apresentar a eles oportunidades para fazer exatamente isso.”Muitos membros do TCEP querem se voluntariar em papéis de lobby face a face durante a sessão legislativa do Texas. “Sempre colocamos o médico na frente”, diz Brooks. “Eles são os especialistas. Eles são o porta-voz ”. Em uma associação comercial, os membros podem se submeter ao diretor executivo como a“ face da organização ”, acrescenta ela. Outro elemento importante da cultura de membros da TCEP é o tempo – especificamente, a quantidade limitada de que os membros têm para se voluntariar ou se envolver de outras maneiras com a organização. “Nossos membros trabalham no momento e, assim, quando lhes damos prazos, precisamos entender suas outras prioridades”, diz Brooks. “Aprendi a não me estressar, porque sei que eles farão o trabalho e farão bem.” Ela observa que os médicos de pronto-socorro tendem a ter uma mentalidade de triagem que também se aplicam ao voluntariado, priorizando o trabalho e as obrigações voluntárias para cumprir prazos críticos. “Não importa se eles têm três meses para escrever um artigo”, diz Brooks. “Eles farão isso, garantido – não há necessidade de lembrá-los – e eles farão isso melhor do que ninguém, mas ele será enviado para você normalmente no dia em que for devido.” Conhecer a cultura de afiliação de sua associação e como os seus membros estão mais propensos a se envolver pode ajudá-lo a refinar seus pontos de contato de comunicação, acrescenta Brooks. Ela se comunica com os membros da TCEP da forma mais direta possível, percebendo que os médicos estão, em muitos aspectos, ocupados com “membros de cinco minutos ”.

“Quando eu enviar e-mail, seja uma pergunta genérica ou uma pergunta específica, vou colocar na linha de assunto: ‘ação necessária’, juntamente com um prazo e data”, diz ela. “Talvez seja um voto de membro ou um pedido de comitê. Estou à vontade falando de maneira direta com os membros ”. Esse tom pode não funcionar tão bem em outra associação com membros cuja profissão não envolve o mesmo senso de urgência, e é por isso que entender sua cultura de afiliação é tão importante. E esse entendimento só pode vir dos próprios membros. “Sempre que estiver com um membro, reserve um tempo para ouvir. E pergunte a eles o que tem em mente. Quais são as suas preocupações? E como podemos, como a associação, ajudar? ”, Diz Brooks. “Obter esse feedback vai falar com o que eles mais valorizam como uma comunidade”.

Street associations across the county will celebrate two successful years of operation on Thursday July 4.

Leia na íntegra aqui!

Find out why Political Organizations, Unions And Associations Market is thriving worldwide by Top key players like Southern Baptist churches, Democratic Party, Republican Party, G8 Education, The Salvation Army.

Confia aqui!

O ambiente competitivo no Brasil é alvo constante de reclamações dos empresários brasileiros. Mas, observo que muitos desses estão à procura de uma solução mágica de prosperidade, esperando que os governantes diminuam a carga tributária ou proponham uma lei que beneficie seu segmento de atuação, que o dólar desvalorize quando precisar importar alguma matéria-prima ou produto ou que valorize quando precisar exportar, por exemplo. E isso é um problema muito sério.

Confira na íntegra aqui!

Redação do O Município – 03/06/2019

Confira aqui!

Símbolo de inovação, as startups muitas vezes não conseguem se conectar com as câmaras de comércio, que poderiam fornecer assistência vital em seu caminho para o crescimento. Esse é o tema do workshop Câmaras e startups.

Leia a matéria completa aqui!

Realizado pela primeira vez no Brasil, o World Chambers Congress reuniu, na cidade do Rio de Janeiro, mais de 1000 lideranças empresariais e autoridades de vários países para o maior fórum global do setor.

Confira  a matéria na íntegra aqui!

Redação Maringá Post – 25 de junho de 2019

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM), Michel Felippe Soares, viajou a Paris, na França, a convite do Al-Invest, um dos programas de cooperação econômica mais bem-sucedidos da União Europeia na América Latina para apoio às empresas de micro, pequeno e médio portes.

Leia na íntegra aqui!

O décimo segundo curso da escola, o MD12, segundo da Série 02, terá sua produção iniciada neste mês de julho. O tema escolhido é “ASSOCIATIVISMO JOVEM: muito importante”. A escolha dos temas dos cursos sempre tem um objetivo bem definido: conteúdo para fortalecimento das associações.

A Escola de Associativismo inicia no segundo semestre a produção do seu 12 o curso para fortalecimento das associações com o tema “ASSOCIATIVISMO JOVEM é muito importante”. Serão colaboradores de conteúdo Ana Paula Tongo, Victor Cid Martins e Jones Subtil. Sergio Rogério de Castro, diretor da escola, diz que o curso será pelo www.escoladeassociativismo.com e após três meses passará a ser presencial.

O diretor da Escola de Associativismo esteve com o Diretor da Rede Vitória de Comunicação e colaborador de conteúdo da Escola de Associativismo Fernando Machado para um primeiro contato para uma parceria. O Instituto Américo Buaiz faz parte do mesmo grupo da rede de comunicação. Américo Buaiz, é uma grande inspiração, foi um dedicado e bem sucedido associativista, fundador e Presidente da FECOMERCIO/ES e da FINDES Federação das Indústrias do Estado do ES.

Por DONNA DIMAGGIO BERGER / ESPECIAL PARA O SUN SENTINEL / 29 DE MAIO DE 2019

Vozes levantadas, rostos avermelhados e gestos furiosos. Você pode pensar que está assistindo a uma audiência do Congresso no C-SPAN, mas você está na reunião do conselho da sua comunidade. A erosão da civilidade em nossa sociedade começou a se manifestar em comunidades residenciais privadas. Isso acontece de várias formas, desde a grosseria e o comportamento disruptivo nas reuniões, até comportamentos mais perigosos e crescentes. Embora seja impossível legislar a civilidade, a proximidade de uma moradia multifamiliar ou de uma comunidade com comodidades compartilhadas aumenta o impacto desses comportamentos e cria uma miríade de questões jurídicas e desafios operacionais para os conselhos de voluntários e seus gerentes. Talvez a questão jurídica mais difícil seja a determinação de quando a falta de civilidade requer ação na forma de regulamentação, execução ou, em circunstâncias notórias, medidas adicionais de segurança. Detalhes Os conselhos consideram que a qualidade de vida e a capacidade de conduzir negócios diminuem, uma vez que o tempo e os recursos são cada vez mais dedicados às interações pessoais entre residentes e funcionários, em vez do funcionamento da comunidade.

Donna DiMaggio Berger é Especialista Certificado em Condomínio e Lei de Desenvolvimento Planejado, é Acionista do escritório de advocacia Becker e atua como Diretora Executiva do Lobby de Liderança da Associação Comunitária. – (Folheto)

É difícil atrair e reter bons funcionários e contratados e, mais importante, ninguém vai querer servir no conselho ou em um comitê.

Dada a obrigação da associação de proteger a pessoa e a propriedade dos residentes, há um ponto em que é necessária uma ação reguladora e de execução. O que uma diretoria voluntária pode fazer?

  1. Realize uma reunião businesslike. Quanto mais organizados e profissionais forem os membros do conselho, menos oportunidade de interrupção.
  2. Peça aos membros do seu conselho que estabeleçam o padrão de civilidade. Algumas comunidades até exigem que os membros do conselho assinem e sigam um código de conduta, a fim de dar o exemplo e o tom apropriados para a comunidade. A maioria das associações tem estatutos que são décadas de idade. Nos últimos anos, atualizei inúmeros conjuntos de documentos para fornecer padrões operacionais e de comunicação para diretores e proprietários.
  3. Adotar e fazer cumprir as regras do Conselho com relação à maneira pela qual os residentes tratam uns aos outros, aos funcionários e aos contratados da propriedade. Embora isso seja subjetivo, a maioria de nós reconhece um comportamento realmente inaceitável quando o vemos.
  4. Opere com transparência e solicite informações da comunidade. Algumas comunidades fraturam por causa de um senso de sigilo e algumas fraturas por causa de diferenças geracionais na abordagem de manutenção e melhoria das instalações. É improvável que todos os proprietários concordem que certos projetos sejam necessários ou que as reservas sejam totalmente financiadas anualmente, mas os conselhos são eleitos para tomar decisões difíceis, não apenas as mais populares.

Fóruns que abordam esses problemas e enviam uma mensagem de que o comportamento incivil não é tolerado farão um serviço para suas comunidades.

Ao contrário da audiência do C-SPAN que você pode desativar, a discórdia em uma associação comunitária não pode ser interrompida na sua porta da frente. Os moradores das associações comunitárias devem perceber que “morar juntos” exige um nível de civilidade e respeito que esperamos que flua para cima em algum momento.

O Sul Informação entrevistou Sofia Colares Alves, chefe da Representação da Comissão Europeia em Portugal.

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POR SOPHIA CONFORTI – 10/05/2019 – ASSOCIATIONS NOW
O envolvimento dos membros pode ser amplo e o cálculo do sucesso pode ser bem complicado. Aqui está uma fórmula que pode identificar o retorno do engajamento. Além disso: Uma maneira interessante de fazer seu palestrante principal se sentir mais especial. Como profissional da associação, você conhece os assuntos de envolvimento dos membros. Mas o que realmente significa engajamento – e como você mede isso? Maneesha Manges escreve no blog HighRoad Solution que engajamento é geralmente definido como a conexão que um membro sente a uma organização e geralmente é medido através de visitas ao website, participação em eventos, interação com recursos educacionais, e assim por diante.”Mas ainda assim, esses números só nos dão um guia aproximado do que está acontecendo em nossa associação”, diz Manges.

“Crucialmente, isso não nos diz se estamos gastando dinheiro nos lugares certos ou se precisamos investir nossos recursos em outro lugar.” Uma métrica que pode fornecer informações sobre o valor em dólar do envolvimento: retorno sobre o envolvimento (ROE). Embora possa ser complicado medir com precisão, Manges diz que encontrar o ROE se resume a três etapas:
1. Apontar toda a renda relacionada ao engajamento. Isso inclui taxas de associação, taxas de eventos e contribuições voluntárias.

2. Identifique todos os custos relacionados ao engajamento. Quanto custa produzir programação ou eventos, incluindo pessoal e esforços de marketing?

3. Calcule o ROE. Uma vez que você tenha os dois números, subtraia o custo da renda e multiplique por 100. O que você obterá é sua porcentagem de ROE.
“O engajamento dos membros sempre será um pouco vago porque, em última análise, é sobre emoção”, diz Manges. “Para realmente entender o envolvimento, você precisará de um feedback qualitativo, como pesquisas e entrevistas com membros. No entanto, olhar para dados financeiros quantitativos lhe dará uma boa visão geral sobre se você está acertando as coisas ou se precisa repensar sua estratégia. ”

11 alunos de diferentes associações se inscreveram para este curso de formação de associativistas, realizado no Centro de Treinamento do IEL/ES, nos dias 14 e 15 de maio p.p.. Novos temas foram abordados: Os benefícios de uma sede – MD01; A importância da renovação – MD02; Inovação no associativismo – MD03 e Desenvolvendo mercados por meio das associações
– MD05. O destaque deste curso foi a presença do aluno-professor Luiz Soresine, ex-Diretor da Aracruz Celulose e ex-Diretor da Vale, um formador de opinião, um associativista nato, valorizando as iniciativas da Escola de Associativismo. Uma inspiração para continuarmos produzindo conteúdo para o fortalecimento das associações.

O mais novo curso da EA – Escola de Associativismo, foi lançado no ultimo dia 21, na sede do CDL (Câmara de dirigentes Lojistas) Grande Vila Velha/ES. Uma plateia lotada, participativa, uma palestra do Cezar Pinto, um dos colaboradores de conteúdo do novo curso e muitos pronunciamentos valorizando o lançamento e o associativismo, confirmaram o valor da grande liderança desta associação, Helcio Rezende Dias, também Presidente do Conselho de Gestão da escola.

Local: Federação das Indústria do Estado do ES – 11/04/2019
ENTREGAMOS O ESTATUTO DO SINDICATO REVISADO E O CÓDIGO DE ÉTICA DA INSTITUIÇÃO IMPLANTADO, BEM COMO A AGENDA SINDICAL ESTRUTURADA COM AS AÇÕES DEFINIDAS PARA SEREM EXECUTADAS VISANDO ALCANÇARMOS AS METAS E OBJETIVOS DEFINIDOS PARA OS PRÓXIMOS ANOS. ESTAMOS DEIXANDO DOIS PROGRAMAS IMPORTANTES PRONTOS PARA SEREM EXECUTADOS. O PLANO DE COMUNICAÇÃO E O PROGRAMA PLÁSTICO NA INDUSTRIA 4.0. ACREDITAMOS QUE A IMPLEMENTAÇÃO DESSES DOIS PROGRAMAS SERÃO FUNDAMENTAIS E ESTRATÉGICOS PARA CONTINUARMOS TRANSMITINDO AOS NOSSOS ASSOCIADOS OS VALORES E A IMPORTÂNCIA DE FAZEREM PARTE DE UMA ASSOCIAÇÃO REPRESENTATIVA NA DEFESA DOS SEUS INTERESSES, E AUXILIANDO AS INDUSTRIAS DO SETOR NO DESENVOLVIMENTO E APLICAÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS QUE IRÃO PROPORCIONAR PRÁTICAS DE INOVAÇÃO, AUMENTO DE PRODUTIVIDADE E MELHORIA DA COMPETITIVADE DAS NOSSAS EMPRESAS, RESPECTIVAMENTE. VALE A PENA FRISAR QUE TODO ESSE TRABALHO VEM SENDO CONSTRUIDO A VÁRIAS MÃOS E COM IMPESSOALIDADE. NÃO É UM PROJETO DE UMA OU OUTRA GESTÃO E SIM DE UM SETOR E TODOS OS SEUS STAKEHOLDERS. MUITO AINDA HÁ PARA SE FAZER, COMO
SEMPRE NOS PROVOCA O NOSSO PRESIDENTE DA FINDES, E ISSO É FATO. AS DEMANDAS NÃO PARAM, AS MUDANÇAS AVANÇAM NUMA RAPIDEZ EXTRAORDINÁRIA E O NÍVEL DE EXIGÊNCIA PELA EXCELÊNCIA NAS ENTREGAS SÃO CADA VEZ MAIS FORTES. HÁ MUITO SE FALA NA NECESSIDADE DE REVISÃO E RENOVAÇÃO DAS ESTRUTURAS SINDICAIS. NÃO HÁ SOLUÇÕES MÁGICAS. MUDAR AS LEIS NÃO MUDA AS IDEIAS. A REVITALIZAÇÃO REQUER ESTRATÉGIAS E NÃO APENAS TÁTICAS:
– REPENSAR OS PROPÓSITOS E OBJETIVOS DA REPRESENTAÇÃO
– ENTENDER OS GRUPOS DE INTERESSE REPRESENTADOS

– REVER AS FORMAS DE AÇÃO E A NATUREZA DOS SEUS PROCESSOS DEMOCRÁTICOS INTERNOS
– REDESENHAR A REPRESENTAÇÃO EM BASES INOVADORAS
– ABRAÇAR OS INTERESSES DE UM PÚBLICO MAIS AMPLO E DESENVOLVER PROCESSOS DE COMUNICAÇÃO EFICIENTES SÃO FUNDAMENTAIS.
A INOVAÇÃO ESTRATÉGICA TRAZ À TONA QUESTÕES POLÍTICAS DIFÍCEIS, POIS MUDANÇAS ESTRUTURAIS AMEAÇAM AS RELAÇÕES INTERNAS DE PODER. RICHARD HAYMAN E REBECCA GRUMBRELL, DUAS AUTORIDADES EM ESTUDOS SOBRE SINDICALISMO NO MUNDO, DISSERAM: “TEMPOS DIFÍCEIS PODEM ESTIMULAR UM NOVO PENSAMENTO, TRAZENDO NOVAS OPORTUNIDADES. O DESAFIO É REVER PROPÓSITOS E PRIORIDADES E CRIAR MANEIRAS INOVADORAS PARA ATINGI-LOS. ISTO PODE ENVOLVER ESCOLHAS DIFÍCEIS: NEM TODOS OS OBJETIVOS PODEM SER IGUALMENTE PRIORIZADOS, PRINCIPALMENTE QUANDO OS RECURSOS ESTÃO MAIS ESCASSOS.” POR FIM QUERO AGRADECER A TODA DIRETORIA QUE FEZ PARTE DESSA GESTÃO, AOS ASSOCIADOS QUE ACREDITARAM E APOIARAM O NOSSO TRABALHO, …PROCUREI A TODO TEMPO ORIENTAR A MINHA ATUAÇÃO COM BASE NOS PRINCÍPIOS E VALORES QUE VALIDAMOS, PAUTADOS NO COMPROMETIMENTO, FOCO EM RESULTADOS, INOVAÇÃO, QUALIFICAÇÃO E TRANSPARÊNCIA – COM A VERDADE ACIMA DE TUDO.

Nas instalações da moderna e bonita nova sede. Helcio Rezende Dias, Presidente do Conselho de Gestão da EA – Escola de Associativismo e da CDL da Grande Vila Velha, foi um dos três colaboradores de conteúdo do novo curso. É a segunda vez que Helcio Rezende colabora com cursos da EA. Esteve presente no MD01 – Os benefícios de uma Sede, o primeiro curso da Série 01 de cursos da EA e agora é colaborador também do primeiro da Série 02. Um guru do associativismo, Helcio Rezende Dias. Fala com propriedade da importância da alegria no associativismo, entrega para a Escola de Associativismo depoimentos da maior relevância na história do associativismo empreendedor no ES. Cezar Wagner Pinto, Superintendente do SINCADES Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do ES e Eduardo Schwartz Borges, Vice Presidente da AMEIES Associação dos Moradores, Empresários e Investidores da Enseada do Suá, valorosos associativistas do ES, emprestaram a sua rica experiência para ajudar associações de empreendedores e comunitárias de moradores a serem mais fortes, a serem mais eficientes, retornarem mais serviços aos seus associados e à toda a sociedade.

Association Management Software Market Industry Is Thriving Worldwide | Cvent, TOPS Software, OlaTech Corporation, Bitrix, Raklet, Instinctive Systems, Tendenci, Personify360, Aptify Corporation

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Desde 1973,   Instituto das Associações Comunitárias  (CAI) tem sido o principal fornecedor de recursos e informações para proprietários de residências, líderes de conselho voluntários, gerentes profissionais e profissionais de negócios em 344.500 associações de proprietários residenciais, condomínios e cooperativas nos Estados Unidos e milhões de comunidades em todo o mundo. Com mais de 40.000 membros, a CAI trabalha em parceria com 36 comitês de ação legislativa e 64 filiações afiliadas nos EUA, Canadá, Emirados Árabes Unidos e África do Sul, bem como com líderes de habitação em vários outros países, incluindo Austrália, Espanha e Arábia Saudita. Arábia e no Reino Unido. Uma organização global sem fins lucrativos 501 (c) (6), a CAI é a principal autoridade em gestão, governança, educação e defesa de associações comunitárias. Nossa missão é inspirar profissionalismo, liderança eficaz, e cidadania responsável – ideais refletidos em associações comunitárias que são lugares preferidos para chamar de lar. Visite-nos em  www.caionline.org   e siga-nos no Twitter e no Facebook @caisocial.

Teve lugar na passada quinta-feira, mais um encontro do Grupo dos Amigos de Lagos, na Biblioteca Municipal Dr. Júlio Dantas, onde se refletiu sobre a situação atual do movimento associativo em Lagos.

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Já produzidos três dos dez vídeos com depoimentos de três associativistas de alto nível de Santa Catarina: João Joaquim Martinelli, Presidente da ACIJ – Associação Comercial e Industrial de Joinville, representando as associações de empreendedores, Claudio Marmentini, Vice-Presidente da FEHOSC – Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Santa Catarina,, representando as associações de suporte aos hospitais filantrópicos e Bernardo Boiteux, Presidente da AJIN – Associação de Moradores de Jurerê Internacional, uma ativa associação de moradores e proprietários de importante bairro de Florianópolis.

Confirmado o início do curso às 8 horas no dia 11 de abril de 2019 no Centro de Treinamento do IEL/ES. É um curso gratuito e estão inscritos alunos de cerca de 10 diferentes regiões do Espírito Santo e do Brasil. O instrutor Fabio Dias, do SENAI/ES, que discorrerá sobre a história, a missão e visão da escola, dos seus propósitos e da sua serie 1 de dez cursos produzidos e já disponíveis gratuitamente na internet, está muito motivado e tem se comunicado com os alunos através de telefone e de um grupo especial de whatsapp na etapa inicial do curso que prevê estudo antecipado do conteúdo da escola pelos alunos.

Confira todos os cursos e datas AQUI!

As associações de cariz social estão, hoje, confrontadas com importantes responsabilidades e desafios, num quadro de crescente complexidade. Procuram respostas para problemas sociais complexos.

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A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) foi reconhecida, pelo terceiro ano consecutivo, como a principal referência na promoção do desenvolvimento associativo do Brasil, conforme ranking da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), elaborado a partir de consulta a técnicos e gestores do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), executado pelas federações de indústria do Brasil. A solenidade de entrega do prêmio será em março, em Brasília.

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O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, e a primeira-dama, Ieda Chaves, receberam, na sede da administração municipal, cerca de 50 representantes de associações de bairro, para agradecer a parceria desenvolvida ao longo do último ano e ouvir possíveis demandas que possam ser atendidas pela prefeitura.

Os diretores de Comunicação da Associação Comercial do Acre – Acisa, Silvio Oliveira e Bruno Vaz, e o presidente da Associação dos Jovens Empreendedores do Acre – AJE/AC, Daniel Ribeiro estiveram reunidos, na tarde desta terça-feira, 26, com a secretária de Empreendedorismo e Turismo Eliane Sinhasique em busca de parcerias para a 92ª edição da Assembleia Geral Ordinária -AGO da Confederação Nacional de Jovens Empresários – Conaje, que pela primeira vez será sediada no Acre.

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Os trabalhos desta segunda super-produção da escola estão evoluindo. Serão dez vídeos e uma cartilha com sábios depoimentos de três associativistas de alto nível de Santa Catarina, um representando as associações de empreendedores, o outro as associações de hospitais filantrópicos e um terceiro com o presidente de uma ativa associação de moradores. Dirigentes de três associações de primeira linha, colaboradores de conteúdo da Escola de Associativismo, ajudando a fortalecer mais as associações do Brasil e do mundo.

A escola festeja esta nova parceira. Uma fundação dedicada prioritariamente ao incentivo à cultura percebeu que fortalecer a cultura do associativismo tem um grande valor para ajudar o Brasil a gerar mais bem estar para toda a sociedade, um grande valor na consolidação da democracia.

O novo curso continua em produção. As gravações terminaram e agora estão sendo feitas as edições para o vídeo e a redação da cartilha. A previsão do lançamento está mantida para o próximo mês de abril.

As estratégias de eventos da velha escola desativam os participantes mais jovens, mas as reuniões personalizadas e focadas em digital capturam sua atenção. Além disso, faça com que os membros se envolvam mais com seus recursos educacionais. Os eventos legados precisam do apoio de novas gerações, mas captar a atenção deles é um desafio quando os métodos tradicionais de marketing e as agendas de eventos não são mais eficazes. O que a geração do milênio realmente quer é mais integração digital e ser incluída em todos os aspectos de uma reunião, diz Jason Dorsey, presidente do Centro de Cinética Geracional, em
entrevista ao BizBash. “A melhor maneira de alcançar a geração do milênio é criar a base para um grande evento antes do evento acontecer”, diz ele. “Isso inclui vídeos, colaborações nos bastidores e aumentar a empolgação do evento antes que ele aconteça… Os Millennials querem que o evento seja adaptado a eles, quando possível, e que ofereçam opções para encontrar conteúdo e faixas que atendam ao evento. suas necessidades específicas.”
A Gen Z, por sua vez, valoriza o treinamento sobre como aproveitar ao máximo os eventos, como usar a tecnologia para conectar pessoas e recursos em eventos e a interação que gera novas conexões, já que provavelmente conhecem menos pessoas no evento do que outras gerações. Dorsey diz. O que isso significa para as reuniões: Conferências no estilo de palestra com oradores descomprometidos e apresentações em PowerPoint desativam o público mais jovem, então encontre atividades para mantê-los engajados e valorizados.

Planning my long-term stay in Germany I started to read a lot about the country, as well as about daily life of citizens, their habits, etc.

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Em  “Associações Empresariais para o Século XXI”,  o Centro de Empresas Privadas Internacionais (CIPE), com sede em Washington, descreve associações como grupos de melhoria voluntária de negócios, profissionais e comunitários que combinam seu poder sinérgico trabalhando juntos para resolver problemas mútuos. . Muitas vezes, em parceria com o governo, as associações têm desenvolvido programas e incentivado políticas públicas que ajudam a expandir as bases econômicas. “Se não fosse pelas organizações empresariais e profissionais, outras instituições sociais enfrentariam encargos adicionais em áreas como desenvolvimento econômico, padrões de desempenho e segurança de produtos, educação continuada, informação pública, ética profissional, pesquisa geoeconômica, estatísticas do setor, serviço comunitário e informação do consumidor ”, observou a publicação. As associações, portanto, são comunidades de instituições ou indivíduos com ideias afins que se unem para compartilhar um propósito e uma visão comuns. Como organizações estruturadas, as associações também, assim como suas contrapartes corporativas, precisam ser estratégicas e sustentáveis. Aqui está a estrutura e a justificativa de “CENTELHA” que minha organização, a Associação de Instituições de Financiamento do Desenvolvimento na Ásia e no Pacífico (ADFIAP) usou para enunciar sua direção e esforços para seu novo plano estratégico quinquenal:

  • Sustentabilidade das filiações de novos associados – A associação grande, progressista e ativa, bem como as experiências positivas dos seus membros através de ofertas de programas e atividade significativa da associação, são essenciais para o seu sucesso e sustentabilidade. Como tal, ter uma associação robusta, com serviços relevantes de seus membros, deve ser o principal objetivo da associação. Simplificando, se não houver serviços, não há membros e, se não houver membros, não há associação para falar.
  • Promover a defesa clara de interesses – Um compromisso focado e credível para a defesa de interesses específicos, bem como engajamento ativo da associação com instituições que tenham o mesmo proposito e também respeitadas instituições numa defesa de interesses declarada, são elementos cruciais para levar a associação a um papel de liderança. A associação, portanto, tem que se engajar, moldar e adiantar posições políticas e de defesa de interesses que afetem sua indústria ou profissão e, ao mesmo tempo, melhorar a capacidade do associado de fazer o mesmo.
  • Avançado desenvolvimento de recursos humanos – os esforços de profissionais, qualificados e multi-disciplinares de recursos humanos, provocada pelos programas de educação e certificação contínuas oferecidos pelas associações são um componente vital da eficiência organizacional de seus membros e crescimento a longo prazo. Uma associação deve, portanto, promover o desenvolvimento de seus membros estabelecendo padrões, credenciais e competências essenciais; melhorar suas habilidades e proeminência; e orientá-los a recrutar e reter indivíduos talentosos e comprometidos na profissão.
  • Relembrando recursos – A associação financeiramente saudável e parceira-amigável, será capaz de reunir o valor e a força desses recursos para o benefício de seus membros, bem como contribuir para o bem público. Um dos principais esforços de uma associação é inovar e ampliar seu conjunto disponível de recursos humanos, financeiros e de relacionamento para apoiar as necessidades operacionais da associação e de seus membros para realizar a missão prevista na sua constituição.
  • Mantendo alianças – A ligação entre os membros, afiliados e parceiros na mesma comunidade comprometida com uma causa e visão comum é a moeda de uma associação. Manter e revigorar esses relacionamentos tornará a associação ainda melhor e mais forte a longo prazo.

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Durante o discurso, o presidente da Facmat, Jonas Alves, destacou que a defesa dos interesses do mundo empresarial é o que move o trabalho dos presidentes, diretores e executivos das Associações Comerciais em todo o estado.
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A Associação Empresarial de Içara vai apresentar resultados para todo o estado em março. O convite é resultante da oferta de serviços na entidade. O número de associados que utilizam soluções empresariais passou de 35,32% para 60,29% num período de dois anos. E a meta é chegar ainda a 80% com a oferta de mais opções para o desenvolvimento das empresas locais.
Leia a matéria na íntegra aqui

Com uma média de 22 ocorrências de furtos a residências por dia registrados em 2018 em Belo Horizonte, o mês de janeiro acende um alerta para cuidados com a casa para quem vai viajar e precisa deixá-la sozinha. Para evitar esse tipo de ocorrência e inibir a criminalidade nas ruas, entre as iniciativas mais recomendadas tanto pela Polícia Militar quanto por especialistas estão as associações de vizinhos.

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O mundo está caminhando em um ritmo acelerado e para que o mercado continue em crescimento é necessário que as categorias atuem com o mesmo ideal.

“Tecnologia, inovação, cooperação, futuro – e sobretudo futuro do trabalho – têm sido palavras recorrentes no mercado. Pudera! Todas elas estão absolutamente alinhadas à realidade em que estamos vivendo, regida pela conectividade, pela inquietação constante e zero acomodação. No entanto, tão contemporânea quanto essas palavras do momento existe outra, um pouco mais antiga, é verdade, mas que também integra essa teia de conexão. Estou me referindo ao associativismo.”

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Presidente do Conselho de Emprego e Relações do Trabalho da FecomercioSP analisa como as transformações no mundo do trabalho impactam o mundo sindical.

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Será um dos novos cursos que a escola produzirá em 2019. A escola dará mais ênfase a esta que é a prioridade dos seus públicos alvos desde os primeira reflexões a respeito do projeto de uma Escola de Associativismo. Já a partir deste mês, no submenu VÍDEOS do nosso site será possível encontrar um espaço específico para esta modalidade de associativismo, tão importante, tão decantada no mundo todo.

Oferecer uma categoria de associação transitória pode ser uma maneira de manter os membros durante um período de dificuldades.

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Quando novos membros chegam, você pode enviar uma carta de boas-vindas ou um pacote de informações. Mas uma associação vai um passo além quando reconhece novos membros em plataformas de mídia social.

Como fazer isso? Quando uma empresa se junta aos Empreiteiros de Ar Condicionado da América, eles recebem materiais tradicionais de integração de membros, incluindo um pacote de informações enviado pelo correio, um e-mail de boas-vindas e uma chamada de check-in. Mas Karina Romero, gerente de atendimento ao cliente da ACCA, leva o processo de integração um passo adiante, marcando novos membros no Facebook e no Twitter. “Queremos reconhecer nossos novos membros por meio de mídias sociais, porque é uma ferramenta fácil e de baixo custo ou sem custo”, diz ela. “Cria tráfego para suas páginas de mídia social e, acima de tudo, cria reconhecimento de marca.”

Veja como é um tweet de boas vindas:

ACCA@accausa

We’re happy to welcome our new member contractor, Cooper Mechanical, Inc. @CooperMech in Ottsville, PA ! We thank you for your support. We look forward to working with you. #accamovement #hvac #accanewmember
2
12:45 – 13 de nov de 2018

Por que isso funciona? Receber um novo membro nas mídias sociais causa um impacto positivo na empresa durante a experiência de integração. Enquanto isso, Romero acompanha as métricas de mídia social, que informam se o novo membro provavelmente se envolverá online. “Eu gosto de rever impressões de tweets ou outros comentários breves de outros, e parece positivo”, diz ela. Qual é o bônus? As boas-vindas sociais da ACCA criam um canal para comunicação bidirecional: os membros podem fazer perguntas ou postar comentários sobre sua experiência como membros até o momento.

TIM EBNER
Tim Ebner é editor sênior da Associations Now. Ele cobre questões de associação, liderança e governança. Envie-lhe emails com ideias de histórias ou dicas de notícias.

Ruy Barreto, que foi um destacado Presidente da Confederação das Associações Comerciais do Brasil e um dos mais emblemáticos presidentes da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), entidade fundada pelo Barão de Mauá, faz uma reflexão sobre o enfraquecimento desse tipo de associativismo empresarial. Diferentemente das entidades sindicais patronais, que contam com fontes de receita compulsória, as associações precisam criar formas de se autofinanciarem, geralmente a partir de contribuições de seus sócios. A ACRJ é proprietária de um prédio situado à Rua da Candelaria, no Centro do Rio. O edifício é uma referencia na arquitetura do Centro, mas, mesmo assim, os alugueis são insuficientes para o sustento da entidade.

George Vidor

24/04/2017 – A Gazeta (Vitória/ES)

Confira na íntegra, clique aqui.

“O que o preocupa é o futuro mais à frente. Na opinião dele, um octogenário, tais associações precisam de mais sócios e, para tal, devem dar a eles direito de votar. Na ACRJ, a diretoria é escolhida pelos 75 beneméritos e grandes beneméritos, cargos vitalícios. Clubes de futebol passaram por um processo semelhante e ganharam mais vigor desde que as diretorias começaram a ser eleitas pelos sócios”.  Escola de Associativismo.

Gisele dos Reis Cruz

Doutora em Sociologia pelo Iuperj e professora titular da Universidade Salgado de Oliveira.

Este artigo tem como objetivo discutir o papel do associativismo no processo participativo das novas experiências de co-gestão pública, que visam à elaboração e implantação de políticas públicas através de uma parceria entre governo e sociedade.

Confira na íntegra, clique aqui.

A inovação é fundamental para o sucesso das associações. É essencial que os líderes de associações promovam uma cultura de inovação.

Leia o artigo completo, clique aqui.

Nota: Conteúdo em inglês.  Aos que preferirem, existe a opção de tradução instantânea pelo Google Tradutor, porém vale a ressalva de que a tradução não é perfeita, servindo apenas de auxílio para aqueles que não dominam o idioma do texto.

Você já parou para pensar no significado da palavra ASSOCIATIVISMO?

Ficará surpreso com a força do conceito, sua diversidade de fins, sua importância para democracia e o expressivo número de pessoas envolvidas Brasil a fora com essa prática.

Como acontece com a grande maioria das pessoas neste início de século, vamos começar nossa reflexão consultando Dr. Google. Opa!!! Quantas definições e textos abordando aspectos diversos. Vamos começar pela definição. Selecionamos as seguintes:

1) Associativismo: tendência ou movimento dos trabalhadores de se congregarem em associações representativas (órgãos de classe, sindicatos etc.), para a defesa de seus interesses. p.ext. a prática desta tendência.

Legal essa definição, mas tem um problema grande: está restrita aos trabalhadores. Se trocarmos a palavra trabalhadores por Pessoas físicas e Jurídicas, parece que fica bem mais perto da realidade. Vejamos outra:

2) Associativismo é o meio de organizar grupos de interesse econômico auto-sustentável, é a base que liga a consciência individual e o direito individual, a necessidade de agregação e conjugação de esforços, base de organização da sociedade.

Associativismo é a união de um grupo de pessoas, de empresas, de comerciantes, etc.

Ah!! essa definição parece bem melhor, mas, também tem um problema: foi bem colocada a ideia de grupos de interesses, porém, não são apenas interesses econômicos. Poderíamos excluir a palavra econômico. O que explica uma Associação é o interesse em comum de um grupo de pessoas físicas ou jurídicas: Pode ser a defesa de uma bandeira que tem a ver com o emprego, com o negócio dessas pessoas, com o salário, com a melhoria da qualidade de vida no bairro em que moram, pode ser beneficente, religioso, ou a defesa de uma pauta para a nossa organização política.

Poderíamos juntar outras definições, mas com as ideias acima já temos muito o que mapear sobre a riqueza do termo, bem como sobre a diversidade das associações, consequentemente com a amplitude de objetivos.

Associativismo é uma tendência de pessoas (físicas ou representantes de pessoas jurídicas) se organizarem em um grupo, tendo como propósito a agregação e conjugação de esforços na defesa ou realização de um interesse comum. Numa democracia esses atores sociais, assim formados, são vistos por muitos como pilares da organização da sociedade.

Olhando para a realidade brasileira, quais os modelos mais presentes?

1) Modelos formais e regulamentados:

Sindicatos dos trabalhadores e suas federações e centrais

Sindicatos dos empresários e suas federações e confederações

Conselhos de Profissionais Liberais

2) Modelos Formais (organizados na forma do artigo 54 do código civil)

Associações de representação de interesses de um segmento empresarial

Associações de representação de interesses de um segmento de profissionais

Associações de representação de interesses de uma comunidade

Associações Mantenedoras de interesses beneficentes (Área de Saúde; Assistência

Social; Recuperação/Preservação Ambiental)

3) Modelos informais

Clusters produtivos – concentração, geralmente de pequenas empresas, organizadas via mercado e que alcançam alto nível de competitividade em razão de uma divisão de trabalhos entre elas.

Grupos ou Fóruns – Presencial, ou apenas via rede social, de defesa de uma causa ou projeto temporário ( Exemplo: Defesa do Rio Doce; Pó Preto na Grande Vitória)

4) Modelo para Exploração de um Negócio

Cooperativas de Produção

Cooperativas de Crédito

Cooperativas de Trabalho

Um campo que é bem organizado e bastante avançado no Brasil com milhares de unidades, contando com Banco próprio (Bancoob) e sistemas como OCB que se tornaram estruturas de mobilização e treinamento de seus membros e funcionários. Portanto, não precisam ser vistos como prioridade da Escola de Associativismo, embora sejam benvindos também no que considerarem interessante para o caso deles.

É possível imaginar quantas “Associações” existem Brasil afora? Quantos voluntários operam nessa rede de “Associativismo? “No Geral, qual é o conhecimento/cultura que cada participante deve buscar? E na especificidade de cada modelo, qual é o conhecimento que cada participante deve deter?

A Escola de Associativismo tem por meta oferecer essas respostas. E para pensar programas de trabalho para a Escola, bem como seu projeto pedagógico podemos fazer uma classificação diferente da anterior, buscando enfatizar os objetivos delas:

1) Organizações de defesa de interesses econômicos

Sindicatos dos trabalhadores e suas federações e centrais

Sindicatos dos empresários e suas federações e confederações

Conselhos de Profissionais Liberais

Associações de representação de interesses de um segmento empresarial

Associações de representação de interesses de um segmento de profissionais

Aqui são muito importantes os conhecimentos sobre o relacionamento com o setor público: legisladores, executivos de governo.

Como levantar as especificidades operacionais, legais, ambientais, etc do segmento representado? Como construir consensos internos sobre os problemas? Ou, como identificar o que pode ser consolidado como interesse comum, base de sustentação do grupo? E como levar esse conhecimento para autoridades públicas? E para o público em geral que vota e escolhe os nossos dirigentes? Ou que forma imagem dos negócios e respectivos produtos?

2) Organizações de Apoio a Projetos Sociais

Associações Mantenedoras de interesses beneficentes (Área de Saúde; Assistência Social; Apaes; etc.)

Aqui deve ser mais importante questões de ordem gerencial e de captação de recursos, bem como da eleição das entidades a beneficiar.

3) Organizações de Defesa de Direitos Coletivos

Associações de representação de interesses de uma comunidade

Associações e Fóruns de Defesa de Direitos ou Ativos Ambientais

Grupos ou Fóruns – Presencial, ou apenas via rede social, de defesa de uma causa ou projeto temporário ( Exemplo: Defesa do Rio Doce; Pó Preto na Grande Vitória)

Aqui deve ser mais importante questões de ordem gerencial, de captação de recursos e parceiros, bem como de comunicação com o público.

4) Organizações de Produção

Central de Compras (e semelhantes)

Clusters produtivos – concentração, geralmente de pequenas empresas, organizadas via mercado e que alcançam alto nível de competitividade em razão de uma divisão de trabalhos entre elas.

Aqui o mais importante é a compreensão da cultura empreendedora e conceitos de negócios que subsistem como alicerces ou amalgama dessas organizações.

O primeiro território de atuação será o Espírito Santo. Primeiro porque é um Estado com tradição em associativismo, dada sua formação histórica de pequenos negócios, imigrantes italianos, alemães e outros com proximidade à cultura do Associativismo.

Segunda por ser local de residência e trabalho de seu idealizador e apoiadores.

Assim, o programa de trabalho envolverá as seguintes linhas de atuação em paralelo:

1) Preparação de material em temas já conhecidos para comunicação via rede de computadores;

2) Levantamento das Associações existentes no ES, classificadas conforme categorias aqui mencionadas, atendendo a um cronograma de prioridades para a Escola;

3) Identificação em cada caso das necessidades de formação e treinamento dos voluntários;

4) Mobilização; produção de material; realização das ações de capacitação.

Guilherme Henrique Pereira, Janeiro de 2017

Professor universitário,economista, foi Presidente do Banco de Desenvolvimento do ES, Secretário de Estado de Planejamento; Secretario de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do ES

No associativismo também temos empresários vítimas e empresários protagonistas, e lidar com essa situação é o maior desafio dos dirigentes das associações empresariais

Saiba mais, clique aqui!

Anuário IEL 200 Maiores Empresas

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O que as associações precisam fazer para apoiar seus expositores e, finalmente, incentivá-los a retornar ano após ano?

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Nota: Conteúdo em inglês.  Aos que preferirem, existe a opção de tradução instantânea pelo Google Tradutor, porém vale a ressalva de que a tradução não é perfeita, servindo apenas de auxílio para aqueles que não dominam o idioma do texto.

Reportagem especial abre a caixa-preta dos sindicatos para revelar a arrecadação milionária com o imposto sindical no Espírito Santo e para mostrar o retrato dessas instituições e de seus dirigentes, alguns há quase 30 anos no poder. Série ainda apresenta casos de corrupção, fraudes e desvio de dinheiro nas instituições que deveriam defender os direitos dos trabalhadores.

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Para prospectar novos associados e atuar de maneira eficaz em sua base territorial de representação, que compreende todos os municípios do Espírito Santo, o Sinprocim/ES elaborou e executou estratégia de interiorização.
Composta por três eixos, a estratégia compreendeu: i) a criação de comitês temáticos por segmento – argamassa, gesso e artefatos de concreto; ii) o mapeamento da distribuição geográfica e a realização de visitas planejadas às indústrias; e iii) a oferta de serviços por meio de parcerias.

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