Deinyffer Marangoni: Mitos e Verdades sobre o associativismo empresarial

 

Há tempos que está no meu bloco de notas do celular para falar sobre este tema aqui, na coluna de Empreendedorismo e Inovação. Muita gente me pergunta para que serve uma associação empresarial, ou o que faz, mas parece que o propósito se torna “abstrato”, porque não é um produto ou um serviço em si, embora o tenha, mas sim uma ideologia, uma filosofia, um conceito de representatividade.

Julguei ser este o melhor momento para tratar sobre o assunto justamente porque as entidades empresariais de Içara lançaram, nesta semana, um “produto tangível” que faria você, leitor, entender melhor a razão dessas organizações existirem, que é a cartilha do Voz Única, que é um documento que contempla os pleitos do setor econômico do município, com o objetivo de seu desenvolvimento sustentável.

Além disso, tempos atrás vi a união dos bares e restaurantes para formarem a Via Gastronômica de Içara. Já nesta semana, recebi um vídeo promovido pela união dos espaços de treinamentos, também do município, divulgando as ações em prol do seu segmento (academias, crossfit, jiu-jitsu e hidroginástica). Ou seja, a pandemia ajudou a fortalecer o conceito de “associativismo”, principalmente no meio empresarial.

Como trabalho há mais de três anos com o associativismo empresarial, trago aqui alguns dos mitos e verdades que mais geram dúvidas nos empreendedores:

 

É para as grandes empresas?
Este é um dos principais mitos, mas que afastam muitos empreendedores com vontade de contribuir e participar de uma entidade. Quantas grandes empresas de Içara você conhece? 10? 30? 50? 100? Pois é, a Associação Empresarial tem hoje mais de 200 associados, com mais da metade deles sendo MEIs e pequenos negócios. Ou seja, não importa o porte da empresa para se associar.

 

É somente para empresários?
É verdade que muitas das soluções e capacitações são voltados para empresas e empresários. Mas tem muitos outros serviços e benefícios que se estendem aos colaboradores das empresas, como convênio com planos de saúde, desconto em instituições de ensino, descontos em cursos e palestras de diversas áreas e, também, algumas entidades contam com uma rede de benefícios entre os próprios associados. Então é um mito que associações empresariais atendem somente empresários.

 

Geram novos negócios e networking?
Esta é uma das razões de uma entidade existir. O propósito das associações empresariais é desenvolver a economia local por meio das empresas da região. Para isso, uma série de ações são feitas para promover o networking, gerar novos negócios e valorização das empresas locais. Ou seja, é verdade! Mas atenção, os resultados não caem do céu, tem que participar do associativismo, de fato. Afinal, quem não é visto, não é lembrado.

 

Uma associação é política?
Isto é um mito, mas também uma verdade. Primeiro vamos aos conceitos. Uma associação participa da política, mas não faz politicagem. São entidades idôneas, apartidárias e democráticas, inclusive, o estatuto social de algumas instituições impede que se tenham laços políticos-partidários. Por outro lado, precisa estar envolvida com o Poder Público para pleitear os interesses da classe empresarial e buscar o desenvolvimento socioeconômico, como exemplo, o Programa Voz Única, citado anteriormente. Da mesma forma, quem vive o associativismo na prática, se vê imerso em uma escola de liderança e, por muitas vezes, acaba descobrindo uma vocação para se tornar um líder político, religioso ou de alguma outra esfera.

 

Não uso nenhum serviço da entidade, por que participar?
Talvez você não se interesse por nenhum produto ou serviço “tangível” da entidade e, de fato, se este serviço não estivesse no portfólio da associação empresarial, estaria disponível no mercado por uma empresa “normal”. Mas o grande mito aqui é que uma entidade de classe não foi feita para oferecer serviços aos associados, mas sim representar os interesses em comum para o desenvolvimento socioeconômico local e também dos respectivos negócios. Uma entidade com 200 associados é mais forte do que uma com 50, que é mais fraca, teoricamente, do que uma que tem 1000. Nunca o ditado “a união faz a força” fez e faz tanto sentido quanto no associativismo. E foi o que aconteceu, também, com o Voz Única, onde as entidades de Içara se uniram para representar os pleitos e atenderem as demandas de seus associados frente ao Poder Público, em prol do desenvolvimento. E esta representatividade não aparece apenas nas eleições, pois cada entidade tem seus representantes nos diversos Conselhos Municipais, como trânsito, segurança, do hospital, da defesa da mulher, turismo, dentre outros que são eixos de extrema importância para o crescimento do município.

Espero que estas respostas te ajudem a entender um pouco mais a importância destes movimentos e, principalmente, que ajudem você, como profissional, e o seu negócio a prosperar em uma das cidades que mais cresce no estado de Santa Catarina. Se precisar, entre em contato com a entidade de classe que melhor representa o seu negócio, some e faça a diferença!

FONTE

Vicente Frasquet Vidal preside la nueva agrupación constituida con el primer objetivo de atraer visitantes este verano

ABC Comunidade Valenciana Espanha

 

La nueva Asociación Empresarial Playas Costa Blanca, que aglutina a empresas de servicios turísticos, hostelería, ocio, equipamiento, seguridad y actividades deportivas que trabajan en la costa de la provincia de Alicante, nace con el objetivo de relanzar el sector en un momento crítico por la crisis originada por el coronavirus, con la falta de visitantes.

La junta directiva constituyente está presidida por Vicente Frasquet Vidal (camping Kiko Park) e integrada también por Thomas Herteux y Andrés Romero Santander, como vicepresidentes; Marino Carrizo Fernández, como secretario; Gustavo Adolfo Medina Castellano; Marcos Muñiz Rubio, Jorge Carmelo Vidal Carbonell y José Antonio Olivar Baró, como vocales, y Carolina Marina Vilanova, como tesorera.

El objetivo declarado por sus impulsores es defender y representar los intereses del sector y contribuir a potenciar la imagen turística de la Costa Blanca, así como «avanzar en la calidad del servicio que se presta cada año a los millones de personas que utilizan las playas de la provincia de Alicante». Además, en estas «circunstancias tan especiales que ha generado la pandemia del Covid-19, una de las prioridades de la asociación va a ser velar por la seguridad y la salud de los turistas que utilicen los servicios de playa y también de los profesionales que les atiendan».

La actual coyuntura resulta especialmente compleja, dado que estas empresas dependen en gran medida del turismo internacional, tal como resaltan desde esta asociación. El sector «se enfrenta a un ejercicio lleno de dificultades que empezó con el cierre forzoso de los negocios durante la Semana Santa y los puentes festivos posteriores, y que ahora afronta una dura y corta campaña estival en la que van a tener que adaptarse a una reducción drástica del número de visitantes extranjeros, a lo que se suman las restricciones de aforo y la incorporación de nuevas medidas sanitarias y de distanciamiento social», señalan.

Evitar cierres

Estos empresarios pretenden colaborar activamente con las administraciones, instituciones y organizaciones empresariales del sector para activar soluciones de consenso que permitan asegurar la pervivencia de las empresas concesionarias y dar un servicio con todas las garantías sanitarias que precisan los protocolos de actuación en el sector turístico, prestando especial atención a las peculiaridades de los servicios de playas.

La asociación considera que sus empresas juegan un papel relevante en la imagen turística de la zona puesto que en muchas ocasiones son la primera referencia de información turística o del municipio en el que se encuentran para los visitantes. Además, «la presencia de los servicios de playa reglados evita la proliferación de la venta ambulante no regulada de bebidas, comida y otros productos en la costa, al tiempo que mejora los índices de seguridad y beneficia el turismo de calidad», indican.

En esta situación de «excepcionalidad» la asociación va a realizar propuestas a la Administración para potenciar la promoción del turismo de playa con el objetivo de atraer visitantes a la Costa Blanca.

Fonte: https://www.abc.es/espana/comunidad-valenciana/abci-nace-asociacion-empresarial-playas-costa-blanca-para-relanzar-sector-turistico-crisis-covid-19-202005271650_noticia.html?ref=https:%2F%2Fwww.google.com
Asociación Empresarial Playas Costa Blanca