[NOVO] Fieg promove fortalecimento dos sindicatos patronais

Liderada pela Gerência Sindical, iniciativa realizou série de treinamentos, mobilizando 35 sindicatos das indústrias com cursos voltados ao fortalecimento do associativismo e à sustentabilidade financeira

 

Serviços que facilitam a rotina da empresa, transparência na gestão, ações inovadoras que promovem o associativismo e sustentabilidade financeira. Esses foram alguns dos temas que nortearam a iniciativa Trilha do Conhecimento, que vem mobilizando, desde o final de setembro, sindicatos das indústrias de Goiás interessados em profissionalizar o atendimento à base associada. Idealizado pela Gerência Sindical da Fieg, o projeto contou com apoio do IEL Goiás e com participação de 35 sindicatos patronais e mais de 50 profissionais, entre gestores e líderes classistas.

 

“A Reforma Trabalhista, em 2017, foi disruptiva para o movimento sindical brasileiro e comprometeu a sustentabilidade financeira das entidades representativas. É fundamental a profissionalização dos sindicatos para que possam proporcionar serviços que facilitem a vida dos associados. No caso patronal, das empresas. Só assim é possível promover o associativismo e a sustentabilidade das entidades”, contextualizou a gerente sindical da Fieg, Denise Resende.

 

Diante desse cenário, a gestora explicou que a Trilha do Conhecimento foi mais uma ação liderada pela Fieg para incentivar o desenvolvimento dos 35 sindicatos das indústrias, que representam diversas cadeias produtivas em Goiás. Dividida em seis módulos, a série de webinares foi ministrada por especialistas em gestão, comunicação e inovação da Escola de Associativismo.

 

O presidente do Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria no Estado de Goiás (Sindipão), Marcos André, participou de todos os treinamentos e elogiou a iniciativa. “Os cursos mostraram a importância de desenvolver e profissionalizar os sindicatos, desde aspectos básicos ao planejamento de ações inovadoras. No caso do Sindipão, estamos em uma fase de reestruturação da entidade e o conteúdo veio agregar nessa jornada”, avaliou.

 

O último treinamento da Trilha do Conhecimento ocorreu quarta-feira (03/11), com a palestra Manter Associados: um Esforço Necessário. Antes disso, foram abordados os temas Aumentando o Número de Associados (29/09); Inovação no Associativismo (06/10); Sustentabilidade Financeira é Vital (13/10), Comunicar é Preciso (20/10); e Compliance e Transparência nas Associações (27/10).

 

ESCOLA DO ASSOCIATIVISMO
Idealizada pela Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), a Escola de Associativismo atua, desde 2015, com o propósito de transformar, para melhor, o associativismo. Para tanto, age em prol das organizações, incentivando a educação e formação dos participantes, bem como a difusão de princípios de eficiência e boa governança. Por meio de cursos, palestras e conteúdo on-line, é disponibilizada informação gratuita àqueles que buscam participar ou melhorar sua atuação em uma associação, engajar suas entidades, melhorar os serviços prestados e o retorno aos associados.

 


Fonte: FIEG

Acontecerá no próximo dia 21, às 14 hs. O objeto deste convênio á a produção de 4 novos MDs módulos didáticos e a realização da Trilha de Cursos SEBRAE/ES 2021/2022, com 10(dez cursos do portfólio da EA definidos pelo SEEBRAE/ES;

Curso On-line Interativo (CIFA22) – Série FINDES 2021, curso 7/10 – dia 14, das 08:30 às 10:30 hs, abordando o tema do MD15 “MANTER ASSOCIADOS: um esforço necessário”;

Curso On-line Interativo (CIFA23) – Série FIEPE 2021, curso 6/10 – dia 14, das 17:00 às 19:00 hs, com o tema do MD08 “COMPLIANCE E TRANSPARÊNCIA NAS ASSOCIAÇÕES”

  • Curso On-line Interativo (CIFA 25) – Série FIEG 2021 Curso 02/06, dia 06, das 16 às 18 hs, sobre o tema do MD03 “INOVA;CÃO NO ASSOCIATIVISMO”

 

  • Curso On-line Interativo (CIFA 26) – Série FIEPE 2021 Curso 07/10, dia 07, das 17 às 19 hs, sobre o tema do MD09 “COMUNICAR É PRECISO”

 

  • Curso On-line Interativo (CIFA 27) – Série FIEG 2021 Curso 03/06, dia 13, das 16 às 18 hs, sobre o tema do MD07“SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA É VITAL”

 

  • Curso On-line Interativo (CIFA 28) – Série FINDES 2021 Curso 08/10, dia 19, das 08:30 às 10:30 hs, sobre o tema do MD16 “ELEIÇÕES NAS ASSOCIAÇÕES”

 

  • Curso On-line Interativo (CIFA 29) – Série FIEG 2021 Curso 04/06, dia 20, das 16 às 18 hs,sobre o tema do MD09 “COMUNICAR É PRECISO”

 

  • Curso On-line Interativo (CIFA 30) – Série FIEPE 2021 Curso 08/10, dia 21, das 17 às 19 hs, sobre o tema do MD10 “POLÍTICA PARTIDÁRIA NAS ASSOCIAÇÕES”

 

  • Curso On-line Interativo (CIFA 31) – Série FIESC 2021 Curso 01/02, dia 26, das 08 às 10 hs, sobre o tema do MD15 “MANTER ASSOCIADOS – UM ESFORÇO NECESSÁRIO”

 

  • Curso On-line Interativo (CIFA 32) – Série FIESC 2021 Curso 02/02, dia 26, das 10 às 12 hs, sobre o tema do MD 3 – “INOVAÇÃO NO ASSOCIATIVISMO”

 

  • Curso On-line Interativo (CIFA 33) – Série FIEG 2021 Curso 05/06, dia 27, das 16 às 18 hs, sobre o tema do MD08 “COMPLIANCE E TRANSPARÊNCIA NAS ASSOCIAÇÕES”

Os recursos humanos estão no centro dos processos de mudança, crescimento e aperfeiçoamento das empresas e a sua formação é fundamental para completar, fortalecer e atualizar competências. O curso de formação “Business children”, organizado pelo Grupo de Jovens Industriais de Cremona, em colaboração com a Assindustria Servizi SpA, chega orgulhosamente à sua terceira edição após o lançamento de 2016: “A Associação e o Nosso Grupo concentram-se em particular nos jovens como Alavanca fundamental para o desenvolvimento das nossas empresas, da nossa economia e do nosso território. Os jovens em um sentido amplo são o nosso futuro e o dos nossos negócios. Eles serão os empresários e a classe dominante de amanhã e é nossa tarefa protegê-los, educá-los e prepará-los para os complicados desafios que os esperam ”.

 

“Ser empresário no século XXI, em um mercado cada vez mais global, cheio de restrições e variáveis ​​imprevisíveis, é muito mais difícil do que no passado. A capacidade econômica e gerencial, bem como a sensibilidade para a profissão – afirma Chiara Ferrari – são cada vez mais consideradas premissas fundamentais. No entanto, não existe escola para empreendedores e a experiência na área passou a ser uma prerrogativa fundamental no processo de aquisição e compreensão dos diversos aspectos a ter em conta ”.

 

O curso, constituído por quatro módulos didácticos, pretende dar a jovens empresários, filhos de empresários ou jovens gestores que ingressaram recentemente na empresa, ferramentas úteis para melhor gerir determinadas áreas estratégicas. Trata-se de um verdadeiro “mini master”, com duração total de 24 horas, que terá início no dia 16 de setembro com a primeira reunião dedicada às questões de integração, crescimento da empresa e cultivo da liderança. Os restantes módulos temáticos dizem respeito às estratégias e competências para construir uma relação de confiança, mesmo à distância, com colaboradores, clientes e fornecedores; os caminhos dos jovens e os papéis da empresa; ferramentas para integrar a sustentabilidade aos negócios.

 

Para finalizar, no dia 10 de novembro, os participantes terão a oportunidade de visitar uma empresa de excelência na área de cosméticos, a empresa Ancorotti Cosmetcs Srl. Uma grande oportunidade para cada empresário. Esta iniciativa pretende “garantir uma pegada de formação na área da gestão empresarial, aspecto fundamental quando considerado no amplo tema da transição geracional e na lógica da continuidade do negócio”.


Fonte: Cremaoggi

 

A base do associativismo é, em palavras mais simples, ajudar um ao outro. É essa a ideia que os participantes do Núcleo do Jovem Empreendedor (NJE) da Associação Empresarial de Guaramirim (ACIAG) fazem questão de frisar no que diz respeito ao objetivo dos encontros mensais.

O coordenador do Núcleo, Wagner Theis, explica que a interação entre todos os participantes e a troca de informações do cotidiano empreendedor é o que faz o NJE Guaramirim ser exemplo.

“Participam do Núcleo, jovens empreendedores, sucessores familiares e jovens que atualmente possuem cargos de diretoria em empresas do município. Nas nossas reuniões, que abrangem profissionais de empresas multissetoriais, buscamos trazer diversos temas que ajudem na gestão das empresas, independente do porte”, afirma Theis.

Rodolfo Bauer Conti, que também já participou da diretoria do Núcleo, enfatiza que o pilar de uma associação é o associativismo, ou seja, ninguém é remunerado financeiramente, mas os integrantes adquirem conhecimento, trocando experiência com os demais nucleados. “Nada ensina a ser empresário, e essa troca de experiência e de informação fazem diferença, pois pode auxiliar no dia a dia do empreendedor”, destaca Conti.

 

Atuando para o desenvolvimento de Guaramirim

As reuniões ocorrem uma vez por mês, em que são discutidos temas como empreendedorismo, gestão financeira, recursos humanos, dedução de impostos, e demais assuntos cotidianos que possam auxiliar no dia a dia de cada jovem empreendedor, incentivando sempre a alcançar voos maiores. Também são abertas à comunidade jovem que for interessada nos temas.

Roger Silva, que é o atual vice-coordenador, afirma que ao longo dos anos o NJE tem feito parte da história do município, pois todas as ações promovidas refletem diretamente no crescimento das empresas, gerando assim mais resultados e, consequentemente, potencializando o desenvolvimento de Guaramirim e da economia local.

Em uma das reuniões, o NJE trouxe um convidado que contou a história de uma empresa centenária, atuante no mercado há mais de 125 anos, que passou por uma sucessão de sócios e em determinado momento profissionalizou toda a gestão.

“São histórias como essa que queremos levar para os nucleados, em muitos casos essa pode ser a realidade dele, a sucessão familiar ou a necessidade de profissionalizar a gestão, e com essa troca de informação com quem já fez e teve sucesso, podemos buscar resultados mais positivos para as empresas do município”, destacam os integrantes do Núcleo”.

Atualmente, o NJE Guaramirim conta com 28 nucleados – algumas empresas possuem mais de um integrante, o que aumenta o número de participantes -, além disso, é o núcleo jovem mais ativo da região e com mais partipantes.

O ex-coordenador, Tiago Bogo, ressalta que quem está começando a carreira de empreendedor precisa ter um espelho e, participando desses grupos de associativismo, é essencial escutar as pessoas mais experientes e fazer networking com os profissionais que estão lidando com os mesmos problemas, por exemplo.

“Primeiro você se sente motivado, e ao mesmo tempo você se espelha em uma pessoa que tem uma carreira consolidada. O NJE faz isso, o elo entre a experiência e quem está começando”, afirma.

O Núcleo tem unido forças para pleitear cada vez mais melhorias para o empreendedor e também para a comunidade guaramirense e também da região. Um dos pleitos foi relacionado aos impostos excessivos, em que o núcleo apoiou uma ação “um dia contra os impostos”.

 

Incentivo e preparação para futuros integrantes do NJE

Em 2019, o NJE Guaramirim, com o apoio da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina – FACISC e da Associação Empresarial de Guaramirim (ACIAG), promoveu pela primeira vez o Projeto Geração Empreendedora com alunos do ensino médio.

O projeto teve como objetivo buscar, estimular e orientar o desenvolvimento do espírito empreendedor e da cultura associativista, criando assim, uma geração consciente, proativa e capacitada para transformar o cenário socioeconômico.

“Fizemos um trabalho voluntário em que compartilhamos experiências e alguns de nós receberam os alunos na empresa durante uma semana para uma vivência, foi muito bacana, uma experiência única de aproximação entre os jovens e as empresas”, conta Theis.

 

Muito além do território guaramirense

Falando em voos maiores, o NJE busca conhecimento em outros municípios e em outros Estados também, participando de ações chamadas de Assembleia Geral Ordinária (AGO), as quais são promovidas pelo Conselho Estadual de Jovens Empreendedores de Santa Catarina (Cejesc) e pela Confederação Nacional (Conaje).

Nestes eventos reúnem-se jovens empreendedores de Santa Catarina e do Brasil, com o intuito de promover o empreendedorismo e, sem dúvida alguma, o networking, pontuado pelos integrantes do NJE Guaramirim como a essência do incentivo diário de quem está começando a empreender.

Bogo pontua que ações como essa são interessantes pois proporcionam experiências que vão além do que os empreendedores estão acostumados a ver na região. “Discutimos assuntos de interesse comum, entretanto, cada participante com a sua realidade.”

 


Fonte: OCP News

O jornal ND de Florianópolis/SC publicou esta reportagem da qual participou o Presidente do Conselho de Gestão da EA, Sergio de Castro. Confira os trechos da sua participação.

Um dos principais colaboradores empregados de uma escola é um(a) pedagogo(a). Por isto a EA, contando com o apoio do SEBRAE/ES para a produção de novos cursos, está tomando esta iniciativa de contratar este importnte profissional para nos ajudar a fortalecermos as associações;

O objeto deste convênio á a produção de 4 novos MDs módulos didáticos e a realização da Trilha de Cursos SEBRAE/ES 2021/2022, com 10(dez cursos do portfólio da EA definidos pelo SEEBRAE/ES;

  • Curso On-line Interativo (CIFA20) – Série FINDES 2021, Curso 06/10 – dia 10/08/21, sobre o tema do MD04 “AUMENTANDO O NÚMERO DE ASSOCIADOS”
  • Curso On-line Interativo (CIFA21) – Série FIEPE 2021 Curso 05/10 – dia 19/08/21, sobre o tema do MD06 “GOVERNANÇA: NÃO É SÓ O PRESIDENTE QUE PRECISA TRABALHAR”
  • Curso On-line Interativo (CIFA22) – Série FINDES 2021, curso 7/10 – dia 14, das 08:30 às 10:30 hs, abordando o tema do MD15 “MANTER ASSOCIADOS: um esforço necessário”;
  • Curso On-line Interativo (CIFA23) – Série FIEPE 2021, curso 6/10 – dia 14, das 17:00 às 19:00 hs, com o tema do MD08 “COMPLIANCE E TRANSPARÊNCIA NAS ASSOCIAÇÕES”

Horizonte de desafios

Associações costumam fazer planejamentos estratégicos, sejam anuais ou prevendo os próximos cinco anos. Porém, isso geralmente ocorre de forma muito restrita, pensando apenas em pequenos ajustes, agendando reuniões e reorganizando as categorias de membros. Para prosperar neste futuro incerto, é necessário pensar de forma mais ampla. Os norte-americanos saem na frente quando se trata de antecipar tendências. Terra fértil para o desenvolvimento do associativismo, os Estados Unidos têm hoje mais de 66 mil associações comerciais e profissionais, conforme o The Center for Association Leadership.

Estudos apontam o que o movimento deve fazer para se manter em alta no futuro. As perspectivas recorrentes são transformação digital, novos jeitos de arrecadar recursos e identificação das necessidades dos membros para prestar serviços diferenciados. Antes de aplicar essas tendências, o Brasil terá que superar outra dificuldade que já foi vencida nos EUA: aumentar a cultura do associativismo. Não só atrair novos membros e as gerações mais jovens, mas também envolver e manter quem já está dentro da entidade. “Quando precisávamos de mobilização para alcançar avanços, não era fácil chamar as pessoas. Não vinham.

Hoje melhorou muito, mas ainda está distante”, conta a presidente da FloripAmanhã. Apesar deste desafio, para o presidente do Conselho de Gestão da Escola de Associativismo, Sérgio Rogério de Castro, o movimento tende a crescer. Ele acredita que as associações vão ganhar importância maior no ambiente político, auxiliando parlamentares a tomarem decisões certeiras para a comunidade. “As entidades vão ajudar os eleitos a cumprir melhor seus mandatos e promover o bem-estar social. Outra movimentação que deve acontecer é a junção de associações ou a realização de projetos em conjunto”, considera.

Uma escola para aprender a crescer

Colocar as tendências em prática pode não ser tarefa fácil para muitas associações. Pensando nisso, em 2015 um grupo de entusiastas e especialistas no movimento formou a Escola de Associativismo. Por meio de cursos, palestras e conteúdo on-line, tudo gratuito, a instituição oferece conhecimento para que entidades aumentem o engajamento dos membros e melhorem os serviços prestados. O objetivo da escola é a profissionalização das associações. Segundo Castro, no Brasil o número de entidades profissionalizadas, com presidentes remunerados, por exemplo, não chega a 1%. Nos EUA, ultrapassa OS 80%. Existem até associações formadas apenas por dirigentes de outras associações. “Queremos conscientizar sobre a importância desse movimento. As associações são escolas de cidadania e vão melhorar o mundo”, completa Castro.

 


Fonte: Jornal ND Florianópolis/SC

 

O Encontro e a Exposição Anual Virtual da ASAE 2021, online, que acontece entre 14 e 17 próximos, é onde milhares de profissionais de associações e parceiros do setor se reúnem para trocar recursos, estratégias, soluções e muito mais. Junte-se a nós para o evento virtual deste ano enquanto nos concentramos em um futuro que exige que inovemos e superemos as expectativas. Ao longo de três dias de aprendizado, crescimento e inspiração, os participantes ganharão um ano de apoio em suas responsabilidades diárias como líderes no setor de associação. Através das inúmeras ofertas educacionais oportunas e infinitas oportunidades de networking, criaremos, aprenderemos e nos conectaremos para avançar em nossas missões e nos comprometeremos a continuar deixando uma marca no mundo ao nosso redor.

 


Fonte: ASAE

 

Projeto vai implantar coletores e pontos de entrega voluntária em pontos estratégicos para atender moradores e visitantes da Ilha do Frade

Conhecida pela beleza das praias e pelas áreas verdes ricas em fauna silvestre, a Ilha do Frade vai adotar a coleta seletiva. É o projeto “Ecofrade”, que visa promover a redução de resíduos e do impacto ambiental na ilha e engajar os moradores e frequentadores na conservação da biodiversidade da região.

O projeto vai implantar coletores e pontos de entrega voluntária em pontos estratégicos para atender moradores e visitantes.

Além disso, serão realizadas ações de sensibilização sobre todo o processo da coleta seletiva para moradores, pescadores, catadores de sururu, prestadores de serviço, fotógrafos e todas as pessoas que frequentam a Ilha do Frade, que integra a Área de Proteção Ambiental Baía das Tartarugas, a primeira APA marinha capixaba.

A iniciativa é do Instituto Últimos Refúgios, em parceria com Prefeitura Municipal de Vitória, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), a Vale e a Associação dos Moradores Proprietários e Amigos da Ilha do Frade (Samifra) e com o apoio da Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis da Ilha de Vitória (Amariv).

A Amariv ficará responsável pela coleta, pelo transporte e pela reciclagem dos materiais recolhidos, além de participar das capacitações do projeto.

“A gestão ambiental envolve muitos segmentos sociais, e as associações comunitárias, como a Samifra, tem grande importância nesse processo de construção. Existem ações que são exclusivas do poder público, portanto competente aos órgãos ambientais. Mas também existe um conjunto de importantes contribuições que essas associações podem dar, como as ações ambientais promovidas pela Samifra, parceira da Semmam na gestão ambiental municipal”, diz o secretário municipal de Meio Ambiente, Tarcísio Föeger.

Educação ambiental para crianças

O Ecofrade também pretende envolver o público infantojuvenil na transformação socioambiental da ilha, por meio do Clube de Observadores da Natureza, uma oficina criada pelo Instituto Últimos Refúgios.

Ele incentivará habilidades artísticas, técnicas e conhecimentos sobre biologia, fotografia, audiovisual, internet e coleta seletiva, fomentando a consciência cidadã e o senso crítico dos participantes acerca da sociedade e do meio ambiente.

Fonte: Prefeitura Municipal de Vitória.


Fonte: Defesa, agência de notícias

 

Iniciativa nasce para apoiar e unir as entidades representativas das IGs reconhecidas pelos produtos e serviços com qualidade baseada na origem 

Nesta sexta-feira (30), o Sebrae participa da apresentação oficial da Associação Brasileira de Indicações Geográficas (ABRIG). O evento, que acontece de forma virtual, representa um marco para o fortalecimento das IGs, que ainda são desconhecidas por grande parte dos brasileiros, mas são a cara do Brasil, com produtos e serviços com tradição e qualidade baseada na origem.

De acordo com a analista de inovação do Sebrae, Hulda Giesbrecht, a criação da ABRIG é reflexo do crescimento e desenvolvimento das Indicações Geográficas no país. “Cada vez mais os pequenos produtores dessas regiões protegidas passam a a estampar o selo da IG nos seus produtos. Todo esse movimento está convergindo para a criação de uma associação nacional que possa representar os interesses das IGs junto ao mercado e ao poder público”, destacou.

O representante dos produtores de vinhos e espumantes da IG do Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul, reconhecida como a primeira Indicação de Procedência do Brasil, será o diretor-presidente da ABRIG. Segundo ele, a  associação nasce para apoiar e unir as entidades representativas das Indicações Geográficas, principalmente para buscar apoio oficial com o objetivo de promover e divulgar o valor das IGs, que envolve a preservação de aspectos da cultura e tradição locais.

Ele conta que uma das primeiras ações da associação será atuar para impedir o uso indevido dos nomes geográficos protegidos. “Alguns dos produtos vinculados às IGs são muito assediados por usurpadores e precisamos atuar de imediato para fazer frente a esse problema. Produtos como o queijo, o café e o vinho, por exemplo, têm sido alvos desse tipo de usurpação até mesmo por empresas de maior porte”, comentou.

Atualmente o Brasil possui 86 Indicações Geográficas registradas no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), sendo que 67 delas são da espécie Indicação de Procedência e 19 são da espécie Denominação de Origem. Entre elas, as panelas de barro de Goiabeiras, no Espírito Santo; o café da Região do Cerrado Mineiro; o queijo da Canastra, em Minas Gerais; a renda de Divina Pastora em Sergipe, os calçados de Franca, em São Paulo.

Desde 2003, o Sebrae atua no apoio à estruturação de Indicações Geográficas. Somente no ano passado, o Sebrae fez o diagnóstico de 120 territórios com potencial de reconhecimento e identificou que 80 deles têm potencial para obter o registro concedido pelo INPI nos próximos anos. Neste mês, Mamirauá, no Amazonas, região produtora do pirarucu manejado, conquistou, com o apoio do Sebrae, o título de Indicação Geográfica da espécie Denominação de Origem. A região produtora inclui comunidades ribeirinhas de nove municípios da região.

Na opinião do diretor-presidente da ABRIG, o Sebrae tem sido um importante parceiro na promoção e defesa das Indicações Geográficas. “É indiscutível o papel desempenhado pelo Sebrae para o reconhecimento das IGs. Queremos complementar esse trabalho maravilhoso dando o estímulo e apoio necessários para que os próprios produtores deem continuidade ao desenvolvimento das suas IGs”, declarou.

IG Cafés Matas de Rondônia

A Caferon (Cafeicultores Associados da Região Matas de Rondônia), com apoio do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Rondônia (Sebrae), conseguiu um grande feito recentemente: o registro do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), conferindo o Selo de Indicação Geográfica com base na denominação de origem (D.O). A conquista faz parte da estratégia de conquista de mercado idealizado pelo projeto do Sebrae em Rondônia, em parceria com diversas entidades.

 


Fonte: Rondônia Dinâmica 

O Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do ES, voltou a ser PARCEIRO da EA. Uma grande alegria para nós da EA. Cada renovação de parceria é uma constatação de que nosso trabalho está tendo resultados, que está sendo reconhecido. O SINCADES é uma associação sindical forte, com muitos bons serviços prestados aos seus associados e ao ES. Obrigado Presidente Idalberto Moro !

  • Série FIEPE 2021, curso 3/10 – dia 06, com o tema do MD04 “Aumentando o número de associados”
  • Série FIEPE 2021, curso 4/10 – dia 20, com o tema do MD05 “Desenvolvendo mercados por meio das associações”
  • Série FINDES 2021, curso 5/10 – dia 13, abordando o MD14 “Representatividade nas associações: fundamental para ter influência”;

01) Série FIEPE 2021, curso 5/10 – dia 19, com o tema do MD06 “GOVERNANÇA: NÃO É SÓ O PRESIDENTE QUE PRECISA TRABALHAR”

02) Série FINDES 2021, curso 6/10 – dia 10, abordando o tema do MD04 “AUMENTANDO O NÚMERO DE ASSOCIADOS”;

Em resposta a um ataque de segurança cibernética ao maior fornecedor de carne do mundo, os EUA A Associação de Pecuaristas está pedindo que a Administração Federal de Segurança de Transportadores de Motor forneça flexibilidade regulatória de emergência.

Em 31 de maio, a JBS USA anunciou que havia sido alvo de um ataque organizado de segurança cibernética. De acordo com o The New York Times, o ataque forçou o desligamento de nove fábricas de processamento de carne bovina nos Estados Unidos e interrompeu a produção em fábricas de aves e carne suína.

A Associação de Pecuaristas na quarta-feira, 2 de junho, escreveu ao Secretário de Transportes Pete Buttigieg para informar o departamento sobre como o ataque afetará a cadeia de suprimentos e solicitar alívio regulatório para aqueles que transportam animais e produtos cárneos.

“As cinco maiores fábricas de carne bovina da JBS nos EUA processam uma média de 22.500 bovinos por dia, ou quase um quinto da produção americana”, escreveu o grupo. “Esse atraso criará uma grande interrupção na cadeia de suprimentos, impactando tanto os produtores de gado quanto os consumidores de carne em um momento em que o mercado ainda está se recuperando do choque da pandemia de COVID-19.”

 

Alívio regulatório?

Pedindo alívio regulatório, a Associação de Pecuaristas apontou para a isenção de horas de serviço da FMCSA após um ataque cibernético à Colonial Pipeline Co.

“Depois de analisar os relatórios de nossos membros sobre o impacto da paralisação da JBS, a USCA acredita fortemente que este evento justifica uma ação regulatória imediata para garantir que as prateleiras dos supermercados permaneçam estocadas de produtos de carne fresca. Respeitosamente, solicitamos que a FMCSA forneça flexibilidade regulatória de emergência para transportadores e motoristas que transportam animais vivos e produtos cárneos. ”

A JBS emitiu um comunicado à imprensa em 2 de junho dizendo que planejava retomar a produção em todas as suas instalações na quinta-feira, 3 de junho.

“A JBS USA e a Pilgrim’s continuam a fazer progressos significativos na restauração de nossos sistemas de TI e no retorno aos negócios como de costume,” disse o CEO da JBS USA, Andre Nogueira. “Dado o progresso que nossas equipes fizeram para lidar com essa situação, prevemos operar em capacidade quase total em nossas operações globais (quinta-feira).”

A empresa também disse que não estava ciente de qualquer evidência de que quaisquer dados de clientes, fornecedores ou funcionários estivessem comprometidos. LL

 

Mark Schremmer, editor sênior, ingressou na Land Line em 2015. Jornalista premiado e ex-editor assistente de notícias do The Topeka Capital-Journal, ele traz novas ideias, sólidas habilidades de reportagem e mais de duas décadas de experiência em jornalismo para nossa equipe.

 

 

 


Fonte: Landline Media

Quinze meses após o início da pandemia no Brasil, 71% dos estabelecimentos do segmento de “Alimentação Fora do Lar”, que incluem como bares e restaurantes, sofrem com o acúmulo de dívidas, conforme dados da Associação Nacional de Restaurantes (ANR).

Comerciantes relatam que, por causa do número reduzido de pessoas que consomem nos estabelecimentos, foi necessário implementar o sistema de entrega, o delivery. Mesmo assim, os lucros não aumentaram.

Esse é o caso da Quelma Bezerra, gerente de restaurante localizado na área central de Brasília. Ela relata que o movimento caiu muito e, para não fechar, foi necessário fazer empréstimos bancários.

Restrições

Para o presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Sampaio, o problema vai além da ausência de clientes. Também existem as restrições de funcionamento.

De acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, as atividades turísticas, que incluem o setor alimentício, já somam um prejuízo de mais de R$ 341 bilhões.


Fonte: Agencia Brasil

A empresa de publicidade “ebrand” foi contratada para a elaboração de vários vídeos, podcasts, edições de vídeos que são parte importante do curso em produção pelo SENAI/ES cuja principal colaboradora  é Regiani Giacomin, coordenada por Alexandre Morgan e que conta também com a colaboração do Bruno Sathler, João Manoel Bongiovani e Rodrigo Sala. O curso visa a uma maior capacitação dos Conselheiros Representantes da Indústria no SESI – Serviço Social da Indústria e no SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e os temas centrais do curso são Responsabilidades e Protagonismo.

Rosimeri (Rosi) Arpini Loureiro Matias é a nova colaboradora da EA ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO. Está muito motivada com o novo desafio profissional e tem recebido o apoio de todos os voluntários para conhecer e praticar as rotinas da escola. Seja muito bom-vinda Rosi !

01) Série FIEPE 2021, curso 2/10 – dia 10, com o tema do MD03 “Inovação no Associativismo”

02) Série FINDES 2021, curso 4/10 – dia 15, abordando o MD07 “Sustentabilidade Financeira é vital”;

Uma grande alegria para a escola: foram confirmadas as contratações de nossos cursos por estas importantes associações de empreendedores. O calendário ainda está em
discussão.

01) Série FIEPE 2021, curso 3/10 – dia 06, com o tema do MD04 “AUMENTANDO O NÚMERO DE ASSOCIADOS”

02) Série FINDES 2021, curso 5/10 – dia 13, abordando o tema do MD14 “REPRESENTATIVIDADE NAS ASSOCIAÇÕES: FUNDAMENTAL PARA TER INFLUÊNCIA”;

03) Série FIEPE 2021, curso 4/10 – dia 20, com o tema do MD05 “DESENVOLVENDO MERCADOS POR MEIO DAS ASSOCIAÇÕES”

 

 

Uma comitiva catarinense, representando os hospitais públicos do Estado, está em agenda na capital federal. Por causa da pandemia da Covid-19, as instituições estão sofrendo com o rombo nas finanças ocasionado pelos milhares de atendimentos gerados pelo vírus.

Em virtude desta situação, é que representantes da Associação dos Hospitais do Estado de Santa Catarina (AHESC), e da Federação das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas do Estado de Santa Catarina (FEHOSC), junto a outras federações de diversos estados brasileiros, solicitaram uma audiência com o presidente Jair Bolsonaro, e com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para pedir socorro

Bolsonaro, confirmou que repassará as instituições, R$ 2 bi, o que deve aliviar as finanças das entidades. “O presidente nos garantiu, que através de uma medida provisória, vai liberar dois bilhões de reais as Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de todo o país, e, Santa Catarina, lógico, será contemplada. Isso nos deixa felizes”, comemorou Neuza Lúcio Luiz, representante da AHESC.

A convite de membros do hospital São José de Criciúma, os vereadores Obadias Benones (Avante) e Júlio Kaminski (PSL), participaram do evento e se demonstraram satisfeitos com a sinalização do chefe do Executivo Nacional. “A pandemia devastou as finanças dos hospitais públicos de todo o país. Em Santa Catarina a situação não é diferente. A garantia da liberação deste volumoso recurso por parte do presidente Jair Bolsonaro, de fato nos traz um alívio”, disse Benones.

Nesta quarta-feira, dia 26, a agenda da comitiva catarinense continua. Os parlamentares criciumenses, programaram uma série de encontros com deputados do Estado para tratar do assunto. “Agora queremos que os deputados entendam o clamor da saúde pública, e que através de emendas, ajudem nossas instituições”, finalizou Kaminski.

 


Fonte: Engeplus

 

A partir de doações, entidade patrocina eventos online de associados com cerca de R$ 3 mil; seis empresas já receberam o apoio

Um dos setores mais prejudicados pela pandemia, o segmento de eventos está praticamente parado há cerca de 15 meses. Para amenizar o impacto, a Associação Brasileira de Empresas de Eventos no Ceará (Abeoc-CE) criou o Fundo “Abeoc Vai dar Certo”, iniciativa que viabiliza patrocínios para eventos corporativos virtuais para associados.

Criado em meados de março, o fundo já beneficiou seis eventos com uma média de R$ 3 mil cada. Ao todo, há caixa para atingir 13 empresas entre maio e julho, conforme detalha a presidente da Abeoc-CE, Enid Câmara.

“O fundo foi criado com o intuito de ajudar os associados a minorar o sofrimento. Com exceção da minha empresa e da do vice-presidente, todos os outros associados que têm eventos corporativos online podem participar da seleção. Pode ser uma live ou evento maior, a gente quer mesmo é ajudar”, afirma.

 

INSCRIÇÕES

Ela explica que os recursos são liberados após seleção através de edital. Nesta segunda-feira (24), mais uma rodada de inscrições foi aberta para eventos que irão acontecer em junho e julho.

Os únicos critérios para participação das empresas são:

– Estarem associados à Abeoc-CE

– Estarem organizando eventos corporativos online, como seminários e workshops

– Divulgar a marca dos doadores em todas as peças de divulgação dos eventos financiados, inclusive no painel de fundo de palco

– Citar a marca do patrocinador em vinhetas durante o evento

– Mencionar os doadores em agradecimento no roteiro de apresentação do evento

As empresas podem ainda pleitear apoio em um evento por mês. Até o momento, todos os inscritos foram contemplados com os recursos, e uma nova rodada de beneficiados deve ser divulgada nesta sexta-feira (28).

A Abeoc-CE conta com a consultoria do especialista em políticas públicas Josbertini Clementino na elaboração dos editais e seleção dos participantes, bem como captação dos recursos.

 

DOAÇÕES

Enid explica que o fundo é formado por recursos provenientes da doação de empresas locais e cearenses. “Queria chamar atenção dos empresários que têm sensibilidade com o setor para apoiar o nosso fundo, a exemplo da Marquise e da Qair, para ajudar a salvar empresas e empregos”, apela a presidente da Abeoc-CE.

As contribuições podem ser feitas tanto por pessoas físicas quanto jurídicas, de forma anônima ou não, e em qualquer valor.

“Nossa intenção é apoiar com um valor até maior, mas vamos depender das doações. Até agora, temos em caixa reservas para os eventos até julho”, afirma Câmara. Caso tenha recursos suficientes, o fundo deverá seguir até dezembro.

As doações podem ser feitas através de transferência bancária para a conta da Abeoc-CE:

  • Razão social: Associação Brasileira de Empresas de Eventos – ABEOC Secção Ceará
  • CNPJ: 02.182.071/0001-88
  • Banco: Bradesco
  • Agência: 0682-3
  • Conta corrente: 62469-1
  • Para mais informações: 99909-0022 (Enid Câmara) ou 99239-5255 (Jorbertini Clementino)

Fonte: Diário do Nordeste

01) Série FINDES 2021, curso 3/10 – dia 11, tema MD09 “Comunicar é preciso”;

02) Série FIEPE 2021, curso 1/10, tema MD02 “A importância da renovação”;

Aconteceu no último dia 19 de maio, na sede da pujante associação ASES ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DA SERRA, parceira da EA, depois de vários adiamentos devido a decisões governamentais. São colaboradores de conteúdo deste novo curso Aristóteles Passos Costa Neto, Domingos Antonio Morelo e Sergio Rogerio de Castro. Mais um curso, com conteúdo exclusivo de alto valor, compondo o portfólio de cursos da escola.

01) Série FIEPE 2021, curso 2/10 – dia 10, com o tema do MD03 “Inovação no Associativismo”

02) Série FINDES 2021, curso 4/10 – dia 15, abordando o MD07 “Sustentabilidade Financeira é vital”;

 

 

O I Seminário Cidades Mais Saudáveis, programado para os dias 27, 28 e 29 de abril, está com inscrições abertas aqui. O evento, com transmissão das 19 às 20h30, é parte do Programa Jaraguá Mais Saudável, que promove a mudança de comportamento da população baseada em três pilares: comer, mover e pertencer. O programa busca parcerias e cria oportunidades que estimulem a adoção de hábitos saudáveis, qualidade de vida e longevidade da comunidade.

O seminário integra o plano de ações e planejamento dos grupos de trabalho para este ano. Atuam no Programa Jaraguá Mais Saudável, de forma voluntária, representantes de vários segmentos da sociedade civil e de órgãos públicos. Outras ações, estudos e parcerias foram realizadas, impactando na qualidade de vida da sociedade jaraguaense. Há avanços de impacto social e econômico previstos para os próximos anos.

Entre os participantes do Seminário constam, na noite de abertura, Emílio Moriguchi, especialista em saúde e geriatria; Waldemar de Carli, médico cardiologista e prefeito de Veranópolis; e Emanuela Wolf, chefe de Gabinete da Prefeitura de Jaraguá do Sul, tendo como mediador Giuliano Donini. As temáticas serão Desenvolvimento e Responsabilidade Socioambiental, Inovações para a Saúde e Educar para uma Vida mais Saudável.

A segunda noite de seminário terá o seguinte tema: Longevidade do Trabalho, com apresentação sobre os benefícios e ameaças das condições de trabalho, cases para a promoção da saúde e bem-estar, além de educar para uma vida mais saudável. O mediador, Jefferson Galdino, recebe Hilton José da Silva Faria, diretor de Recursos Humanos e Sustentabilidade da Weg; Giuliano Donini, da Marisol, e Maria Carolina de Castro Leal, psicóloga e consultora do Sesi (PR).

a última noite, com a temática: Qualidade de Vida um Processo Multifatorial, haverá abordagem sobre medicina preventiva, implementação de rotinas saudáveis e viver mais e melhor. Charles Zimmermann recebe Bárbara Bretzke Araúo, psicóloga e coach em Saúde e Qualidade de Vida; Guilherme Augusto Murta, coordenador médico da Clinipam; e Willian Bretzke, teólogo e pastor da Comunidade Apóstolo Pedro.

 


Fonte: Diário da Jaraguá

 

Também o terceiro curso a ser oferecido aos dirigentes, associados e executivos dos sindicatos filiados à FINDES teve que ser adiado. Tratará do importante tema do MD (módulo didático) 09. Um curso, como os demais do nosso portfólio, de conteúdo exclusivo, de grande valor para o fortalecimento das associações. O Vice-Presidente Manoel Pimenta e o Gerente do CAS Centro de Apoio aos Sindicatos, André Cribari têm se empenhado para que a oportunidade seja aproveitada pelo maior número de associativistas.

O presidente do Conselho de Gestão, Sergio Rogério de Castro participou de atividades do curso de formação dos associados priferindo uma palestra sobre os objetivos da EA ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO. Sua mensagem foi muito clara: os jovens associativistas são um um dos principais públicos-alvo do trabalho de fortalecimento das associações realizadao pela EA.

Será um grande evento o lançamento do primeiro curso à distância da EA. Está sendo elaborado com a colaboração da competente equipe do SENAI/ES. O curso visa a uma maior capacitação dos Conselheiros Representantes da Indústria no SESI – Serviço Social da Indústria e no SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial e os temas centrais do curso são Responsabilidades e Protagonismo. O objetivo é que os conselheiros do SESI e SENAI contribuam cada vez mais para a melhoria contínua das duas importantes entidades, vitais para o associativismo industrial.

Cada renovação de parceria é uma celebração na Escola de Associativismo. O Presidente da FIBRASA S.A., Sergio Souza Rogério de Castro e o Diretor da MAR Participação e Empreendimentos Ltda, Giuliano Souza Rogério de Castro, confirmaram o atendimento da solicitação da EA por mais um ano de parceria tendo em vista o reconhecimento da importância da EA para que possamos viver em cidades melhores e consolidar a nossa democracia.

A Presidente convidou para a reunião os seguintes colaboradores da FINDES Federação das Indústrias do Estado do ES: o vice-presidente para Assuntos Sindicais, industrial Manoel Pimenta, o diretor geral Roberto Campos de Lima, o Superintendente do IEL/ES Roberto Teixeira e o chefe de gabinete Leo de Paula. Representando a escola o presidente do Conselho de Gestão Sergio de Castro e o diretor Fábio Dias.

O presidente do Conselho de Gestão iniciou a sua participação agradecendo muito ao Sistema FINDES a frutífera parceria dos últimos 5 anos. Fez uma apresentação sobre a história da EA, o que ela já produziu, os cursos já realizados, o PTO Plano de Trabalho e Orçamento 2021, pontuando o que a escola pretende entregar, quanto estima arrecadar e onde irá aplicar os recursos disponíveis no próximo ano. Ao final a EA fez solicitações de apoio pedagógico, de comunicação e de aprovação da proposta de uma trilha de 10 cursos em 2021, em exame. A Presidente reiterou a continuidade da parceria com a escola, falou da grande importância da Escola de Associativismo para que a atual diretoria alcance seus ambiciosos projetos de fortalecimento das associações sindicais filiadas.

O SICOOB CENTRAL ES – COOPERATIVA CENTRAL DE CRÉDITO DO ES e a EA assinaram contrato de parceria para os próximos doze meses, uma evolução importante no relacionamento da EA ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO com o SICOOB. Outras oportunidades de colaboração estão sendo avaliadas no sentido de integrar a EA nos programas de relacionamento do parceiro com os seus clientes e com as comunidades.

Normalmente de caráter nacional, as empresas encontram, de acordo com sua atividade, associações empresariais que têm, entre suas principais atribuições, a realização de estudos e pesquisas setoriais, a coordenação e defesa de interesses de suas associadas e a promoção de intercâmbios e divulgação de seus produtos.

 

Agropecuária

 

 

Alimentos

 

 

Artefatos de Borracha

 

 

Automotivo

 

 

Brinquedos

 

 

Cerâmica

 

 

Cimento

 

 

Couro e Calçados

 

 

Eletroeletrônica

 

 

Embalagem

 

 

Gemas e Joias

 

 

Madeira e Mobiliário

 

 

Máquinas e Equipamentos

 

 

Metalurgia

 

 

Papel e Celulose

 

 

Produtos Químicos

 

 

Siderurgia

 

 

Tecnologia da Informação

 

 

Têxtil e Vestuário

 

___________________

Fonte: INVESTSP – Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade

 

Facilitar um painel de eventos animado não acontece espontaneamente – ou da noite para o dia. Requer um pouco de lição de casa, planejamento antecipado e pensamento para estimular conversas significativas para tornar as sessões gratificantes, informativas e valiosas. Um profissional de associação compartilha cinco dicas para o sucesso.

Durante a Reunião Anual da ASAE de 2021 em julho, moderei um painel com quatro CEOs focadas em como cada uma reimaginou a estratégia de sua organização e ajustou seu estilo de liderança desde o início da pandemia. Meu objetivo era criar uma discussão honesta que incentivasse os palestrantes a se abrirem, compartilharem suas experiências e conhecimentos e criarem um ambiente onde os participantes fossem arrastados em suas histórias.

Pulei as introduções formais e, em vez disso, pedi a cada CEO que compartilhasse uma breve história que ilustrasse o que lhes permitiu ser um líder forte nos últimos 18 meses. Essa pergunta estimulou uma discussão animada que envolveu nosso público e gerou muitas conversas no bate-papo e nas mídias sociais da sessão.

 

Em vez de montar um painel para caber em uma lista de perguntas, pensei em quem são alguns dos agentes de mudança reais no espaço de associação.

Embora a discussão provavelmente tenha parecido orgânica da perspectiva de um participante, esse painel de conversação foi o resultado de um pré-planejamento e colaboração significativos com os palestrantes. Aqui estão seis etapas que usei para criar as condições que tornaram esta sessão tão envolvente e imersiva.

 

Adapte Perguntas ao Painel

Em vez de montar um painel para se encaixar em uma lista de perguntas, pensei em quem são alguns dos verdadeiros agentes de mudança no espaço da associação – líderes que não têm medo de enfrentar os grandes desafios enfrentados por suas indústrias e comunidades. No topo da lista estavam Michelle Mills Clement, FASAE, CAE; Elena Gerstmann, Ph.D., FASAE, CAE; Lynda Patterson, FASAE; e Lakisha Woods, CAE.

Woods, presidente e CEO do Instituto Nacional de Ciências da Construção (NIBS), está liderando os esforços de diversidade, equidade e inclusão no ambiente da construção. Durante o painel, ela disse que percebeu que havia uma oportunidade de aumentar a diversidade em seu setor, abordando a falta de diversidade entre os líderes voluntários.

Não basta fazer uma declaração sobre abraçar uma força de trabalho diversificada, disse Woods. As associações devem oferecer oportunidades para qualquer pessoa ter sucesso, e isso começa com líderes. “São as associações que representam a indústria que determinam a diversidade futura da própria indústria”, disse ela.

 

Faça sua lição de casa

Antes da sessão, pesquisei cada um dos palestrantes e desenvolvi perguntas focadas em suas abordagens inovadoras de liderança. Por exemplo, aprendi com um artigo da Associations Now que um dos maiores desafios que Mills Clement, que é CEO da Chicago Association of Realtors (CAR), enfrentou é não ter a colaboração que naturalmente ocorre entre as reuniões. Pedi a ela para compartilhar a história por trás de como ela superou esse obstáculo.

Mills Clement perdeu a natureza orgânica das conversas pop-up que costumavam ocorrer no elevador em seu escritório. Uma vez que a CAR se tornou virtual, ela percebeu que tinha que criar uma maneira de as conversas ocorrerem naturalmente. A resposta foi criar colaborações rápidas de café de 15 minutos sobre um tópico.

“O que começou a acontecer é que as pessoas começaram a ter um pouco mais de brincadeiras e um pouco mais dessa colaboração usando o recurso de bate-papo no Teams”, disse Mills Clement. “E se transformaria em ‘Ei, vamos fazer um café rápido, reunião de 15 minutos’. E isso, eu vi, começou a trazer um pouco da colaboração de volta.”

 

Colabore com palestrantes

Antes da sessão, os palestrantes se reuniram em uma ligação para refinar as perguntas que gerei com base na minha pesquisa. Essa abordagem colaborativa ajudou a criar um espaço seguro para compartilhar histórias honestas sobre vulnerabilidade.

Patterson, presidente e proprietário da AMPED, ficou muito doente com a COVID-19 no início de 2020 e expressou a importância de confiar em sua equipe. Ela sabia que não tinha todas as respostas, mas poderia estabelecer uma visão e definir algumas metas. “Fiquei doente por vários meses e tive alguns efeitos persistentes com isso. Sinto-me muito grata por termos a equipe certa no lugar”, disse ela.

 

Compartilhe Lições Aprendidas

Gerstmann tornou-se diretor executivo da INFORMS durante a pandemia. Ela compartilhou a experiência de liderar, ouvir e aprender simultaneamente com sua nova equipe e líderes voluntários. Ela descreveu como é importante deixar espaço para outras pessoas em uma conversa. “Se eu tivesse forçado minha opinião ou feito uma pergunta logo no início, teria tomado um caminho tão diferente”, disse Gerstmann. “É importante avaliar minha própria força de furacão.”

 

Junte Tudo

No final do painel, compartilhei conselhos com base nos insights dos palestrantes:

  1. Para líderes que precisam reinventar sua estratégia, identifique um propósito comum com o qual apoiadores e dissidentes possam concordar.
  2. Ajuste o ritmo da tomada de decisão e determine quando você precisa acelerá-lo e quando deve desacelerar.
  3. Responda produtivamente aos erros, porque todos nós vamos fazê-los.
  4. Envolva-se em atualizações constantes. É sobre progresso, não perfeição.

Perguntei aos palestrantes como eles lidam com a tomada de decisões em um mundo onde não há muita margem de erro. Mills Clement compartilhou o significado de conhecer seus valores e ser capaz de admitir prontamente quando você comete um erro. Ela enfatizou a importância de perguntar: “Como posso melhorar isso?” e depois agindo sobre isso. “Você nem sempre precisa perseguir a perfeição”, acrescentou Patterson.

 

 

Recentemente participei de um encontro virtual da European Society of Association Executives, com o tema “Como Executar um Secretariado Lean?” Como parte da série “Association Leadership Circle” da ESAE, a sessão teve como objetivo a troca de experiências e estudos de caso entre seus membros sobre como alcançar um desempenho excepcional apesar dos recursos limitados. A pandemia tornou este desafio ainda mais assustador.

Os painelistas incluíram: Dianna Steinbach, vice-presidente de Desenvolvimento Corporativo, ISSA-The Worldwide Cleaning Industry Association; Sebastian Emig, diretor geral da European Snacks Association; Roberta Mugnai, diretora executiva da European Calcified Tissue Society; Erwin Wetzel, diretor geral da European Vending and Coffee Service Association; e, Alfons Westgeest, sócio-gerente da Kellen. A sessão foi moderada por Carlos Olabe, CEO da European Investment Caster’s Federation.

Posso não ter percebido como um secretariado enxuto é definido no contexto europeu, mas lembro-me de que uma pequena associação de funcionários nos Estados Unidos tem um quadro de funcionários de um a cinco, incluindo o presidente-executivo, e com um orçamento anual de menos de US $ 1 milhão .

Os objetivos e estratégias discutidos com base em cada um dos cinco aspectos a seguir são:

  1. Organização e administraçãoPara operar em sistemas e despesas gerais eficientes, mas ainda assim permanecer inovadora, uma associação precisa considerar a instituição de serviços compartilhados, a colaboração e parcerias e a revisão e atualização regulares de seus processos operacionais.
  2. Digitalização.O objetivo da digitalização é permitir a conexão máxima entre as partes interessadas da associação – seus membros, Conselho, voluntários e funcionários – o que pode ser feito por meio de prestação de serviços remota, mas confiável, esquemas de trabalho flexíveis e comunicação constante. Uma associação deve investir em tecnologias apropriadas para otimizar o uso de banco de dados e sistemas de e-mail e para fornecer atividades de engajamento de membros melhores, mais rápidas e mais inteligentes.
  3. Secretariado / pessoal de gestão.As pessoas são o principal ativo de uma associação e, portanto, o treinamento contínuo, a readaptação e a qualificação são essenciais para o moral e a produtividade da equipe. Essa ação de aumento de capacidade pode ser complementada capacitando-os, garantindo que eles se encaixem em suas funções e responsabilidades e criando confiança e segurança dentro da equipe. O uso de estagiários e pessoal contratado para aumentar as necessidades de trabalho também é uma opção para a associação.
  4. Finanças. Como um recurso significativo para a associação, as finanças são um facilitador e uma ferramenta estratégica para que o presidente executivo possa cumprir a missão da organização e ser sustentável. O planejamento financeiro disciplinado e o equilíbrio, a mentalidade de viabilidade de longo prazo e a orientação do projeto são ingredientes essenciais para manter a relevância da organização.
  5. Governança. O conselho, trabalhando com o executivo-chefe, compreende a equipe de liderança da associação que fornece direção estratégica, alinhamento com o propósito e oportunidades para implementar mudanças, quando necessário. Uma composição do conselho que consiste em membros com um conjunto diversificado de conhecimentos e sem interesse próprio, juntamente com um processo de integração bem estruturado dá ímpeto à organização.

Todos esses cinco aspectos também são aplicáveis, não apenas a associações com pessoal enxuto, mas também a qualquer associação, independentemente do tamanho de seu pessoal e de seu orçamento anual. Elas também foram considerações importantes no passado, mas a pandemia os colocou na frente e no centro novamente.

Este artigo foi publicado pelo Business Mirror em  28 de outubro de 2021  e não pode ser reproduzido sem o consentimento prévio do redator e do Business Mirror.

O autor, Octavio ‘Bobby’ Peralta, é simultaneamente secretário-geral da  Associação de Instituições de Financiamento do Desenvolvimento na Ásia e no Pacífico  (ADFIAP), Fundador e CEO do  Conselho Filipino de Associações e Executivos de Associações  (PCAAE) e Presidente da  Federação de Organizações Associativas da Ásia do Pacífico  (APFAO). 

 

Resumo. O e-mail pode ser uma ótima maneira de se comunicar de forma eficiente com colegas de trabalho. Mas muitas vezes, os colegas usam o meio para evitar, desviar ou escalar conflitos. Quando alguém planta uma “mina terrestre de e-mail”, você não precisa responder em espécie com um ataque semelhante (mesmo que isso seja…mais

Era segunda-feira de manhã, e Lee abriu sua caixa de entrada para encontrar um e-mail de seu gerente: “Lee, decidi fazer com que Carlos fosse presente no conselho de administração, em vez de você. Tenho certeza de que você é bom com isso.”

Lee passou o fim de semana inteiro se preparando para a apresentação. Ele não só sabia os números por dentro e por fora, como também estava animado para ter algum tempo com a diretoria. Um bom desempenho seria uma boa jogada para sua carreira. Então, não, Lee não era realmente “bom com isso”. Ele foi esmagado, derrotado e se sentiu traído. Mas ele poderia realmente dizer isso em um e-mail? E se ele o fizesse, alguma coisa mudaria?

Todos nós tivemos surpresas como essa em nosso e-mail. Eu os chamo de “minas terrestres por e-mail”. Escondidos entre a maioria dos e-mails seguros que recebemos todos os dias estão um punhado de doozies digitais que rapidamente transformam conversas em conflito.

Abaixo estão seis categorias de minas terrestres de e-mail que você provavelmente já viu antes. Essas comunicações aparentemente inocentes sinalizam que uma troca rotineira está prestes a aumentar.

 

– Drive by (Despistando): Quando alguém usa e-mail para fazer uma demanda ou anunciar uma decisão controversa e espera que ninguém responda. Embora possa ser um erro honesto quando há ambiguidade sobre quem possui direitos de decisão, parece que o remetente está intrometendo em seu território.

– Esquivando-se do Drama: Quando alguém usa e-mail para evitar o “lado das pessoas” de um conflito. Eles preferem interagir com o teclado do que com um colega de trabalho. Novamente, muitos de nós ficamos tão envolvidos em nossas tarefas que esquecemos que estamos lidando com pessoas. Mas o resultado final desses e-mails é que o destinatário muitas vezes se sente ignorado ou desrespeitado.

– Usando um fio elétrico ligado: Usando o e-mail como uma maneira dissimulada de obter tudo por escrito, talvez para criar uma trilha de papel compartilhável. Esta mina terrestre também pode incluir o compartilhamento ingênuo de informações confidenciais que não têm lugar em uma troca por escrito.

– Pontificar sobre uma posição: Quando alguém expõe seus argumentos em detalhes exagerados para não ter que lidar com perguntas, desentendimentos ou interrupções. Há um momento e um lugar para aperfeiçoar sua lógica por escrito. Mas normalmente, o e-mail não é isso. Pode ser irritante abrir um e-mail para encontrar um tratado de cinco parágrafos.

– Correio de conveniência: Usar e-mail porque as alternativas exigiriam agendar uma reunião, fazer uma chamada ou simplesmente se levantar da cadeira. Todos nós cometemos esse erro de vez em quando. Afinal, uma das virtudes mais vencedoras do e-mail é a conveniência. No entanto, quando você está recebendo, esses e-mails parecem inconsiderados, desnecessários e auto-importantes.

– Tirada digitada: Quando alguém lança um ataque da segurança de seu cubículo, dizendo coisas que nunca se atreveriam a dizer pessoalmente. Estamos todos familiarizados com isso porque a maioria de nós tem sido culpada de fazê-lo.

 

Podemos entender melhor essas minas terrestres se as olharmos como disruptores de diálogo. Trocas de e-mail bem-sucedidas envolvem diálogo. Usamos a troca para adicionar a um pool de significado compartilhado. Quanto mais informações tivermos no pool, mais preparados estaremos para tomar decisões e obter resultados.

Essas seis minas terrestres violam duas premissas importantes subjacentes ao diálogo construtivo: propósito mútuo e respeito mútuo.

O propósito mútuo é a condição de entrada para uma troca significativa de ideias. Se você não consegue se alinhar em torno do que está tentando alcançar, é provável que acabe com concorrência e conflitos. Essas minas terrestres de e-mail sinalizam um foco egoísta, em detrimento de objetivos comuns, que muitas vezes encerram o diálogo.

O respeito mútuo é a condição de continuidade para o diálogo. A conversa construtiva cessará se você mostrar desrespeito, desgosto ou desprezo pelos outros. Todas essas minas terrestres sinalizam algum nível de desrespeito e impedirão uma troca honesta.

Quando o propósito mútuo ou o respeito mútuo são violados, as pessoas se sentem defensivas, inseguras ou feridas. A tentação é responder em espécie, com um ataque próprio. É assim que as trocas de e-mail se transformam em conflitos insalubres.

Felizmente, existem estratégias para lidar com essas minas terrestres.

 

– Agende uma ligação. Não responda ao conteúdo do e-mail. Em vez disso, responda e peça para agendar uma chamada. Use uma mensagem de texto, se o problema for sensível ao tempo. “Recebi seu e-mail, vamos conversar. As 14h funcionariam para você?”

– Encontre-se cara a cara. Uma reunião presencial é o padrão-ouro. Ver os rostos um do outro enquanto você fala é muito mais importante do que as pessoas imaginam. Isso ajuda você a entender o que os outros estão pensando e sentindo, bem como o que eles estão dizendo. Se isso não for possível, use um aplicativo de videoconferência.

– Comece com o propósito. Difunda o tom negativo afirmando antecipadamente que você quer uma solução que funcione para todas as partes. Isso transforma o debate em um diálogo onde não há vencedores e perdedores. “Eu gostaria de encontrar uma solução que funcione para nós dois. Acho que uma conversa nos ajudará a chegar lá.”

– Demonstre respeito. Você já viu sinais de desrespeito. Contrarie-os declarando seu respeito. “Eu me importo com suas preocupações e valorizo sua opinião.”

– Concentre-se nos fatos. À medida que você começa a discutir o conteúdo, evite fazer julgamentos ou declarar conclusões. Em vez disso, fique atento aos fatos: detalhes e dados. Concentre-se em quaisquer lacunas entre o que você esperava e o que observou.

– Verifique rapidamente a compreensão e concordância. Na VitalSmarts, chamamos o início de qualquer conversa de “meio minuto perigoso”, porque você tem apenas 30 segundos para declarar seu caso antes de perguntar o ponto de vista da outra pessoa. Se você falar por mais tempo, a outra pessoa se sentirá ensinada.

 

O e-mail pode ser uma maneira eficiente e conveniente de se comunicar. Mas quando a comunicação digital leva a conflitos e à tomada de decisões lenta, é hora de sair por trás da tela e ter um diálogo.

 


David Maxfield é um autor best-seller do New York Times, palestrante principal e cientista social líder em desempenho empresarial. Ele lidera a função de pesquisa na VitalSmarts, uma empresa corporativa de treinamento e desenvolvimento de liderança.

Fonte: Harvard Business Review

 

Como organizações orientadas para o propósito e focadas na missão, as associações fornecem aos seus principais interessados ​​pelo menos quatro benefícios principais:

(1) aprendizagem (programas de treinamento, certificação e credenciais),

(2) conhecimento (publicações especializadas, estudos e padrões),

(3) ) comunidade (plataforma para criar redes, co-criar e colaborar em serviços) e

(4) defesa de direitos (preparação de documentos de posicionamento, trabalho de política pública e depoimentos).

 

Então, o que mais as associações podem fazer para aumentar ainda mais seus estoques e levá-los a um nível mais alto?

Eu li uma postagem sobre este tópico por Ryan Smith da American Society of Association Executives (ASAE) e eu a ajustei nesses cinco “PASSOS” a seguir:

S- ystematize a colaboração e a cocriação: as  associações têm em seu ecossistema uma enorme riqueza de recursos humanos e organizacionais, pois representam várias profissões e indústrias e suas redes. Essas conexões e vínculos oferecem às associações oportunidades de cocriação e inovação em projetos, programas e atividades estratégicas, não apenas para seus membros, mas também para a sociedade em geral.

I- mpulsione o tempo e o talento dos  voluntários : Os voluntários são a força vital das associações. Eles fornecem seu tempo, energia e recursos para as advocacias com as quais se preocupam. Eles servem em conselhos, comitês e forças-tarefa. Mas o voluntariado também traz benefícios pessoais e profissionais. Por exemplo, os voluntários podem trazer de volta o que aprenderam ao servir às associações nos seus locais de trabalho e nos seus relacionamentos pessoais.

E- nergize o espírito humano:  Estar e trabalhar em associações envolve muitas interações e relacionamentos humanos. As associações que se concentram em reconhecer, apoiar e elevar o espírito e a paixão do seu pessoal podem esperar operar melhor, obter mais resultados e crescer progressivamente. As indústrias prosperam e declinam, os locais de trabalho mudam com o tempo, mas o que não desaparece é como as associações fazem seu pessoal se sentir valorizado e recompensado.

B- uscar diversidade, equidade e inclusão: os  princípios de DEI se tornaram uma norma no local de trabalho, nas escolas e em outros ambientes. Diversidade refere-se a reconhecer e respeitar as qualidades e atributos únicos de cada um; equidade para um tratamento justo e respeitoso de todos; e inclusão ao sentimento de aceitação e valorização. Uma vez que as associações reúnem pessoas de diferentes origens, as associações não serão sustentáveis ​​se não adotarem, priorizarem e incorporarem a DEI em sua cultura. Ao tornar o DEI um imperativo estratégico e depois agir, as associações também serão capazes de atrair talentos para sua força de trabalho e despertar entusiasmo e paixão por seu trabalho.

V- er o futuro: a  previsão e o pensamento estratégico fazem com que as associações ‘vejam’ melhor o futuro para garantir o sucesso e a sustentabilidade. Ao fazer isso, não é apenas a associação que se beneficia disso, mas também seus membros – por exemplo, indústrias e profissões – elevando-os também. Estar nesta posição de pensar em um nível mais alto oferece uma oportunidade para as associações serem líderes de pensamento e ações influentes em suas comunidades. Com o foco e a dedicação certos, as associações têm potencial para fazer a diferença em inúmeras possibilidades e oportunidades de crescimento e desenvolvimento.

Espero que estes “PASSOS” lhe dêem algumas ideias e ferramentas à medida que avança para aumentar o nível de sua associação.

 


O autor, Octavio ‘Bobby’ Peralta, é simultaneamente secretário-geral da  Associação de Instituições de Financiamento do Desenvolvimento na Ásia e no Pacífico  (ADFIAP), Fundador e CEO do  Conselho Filipino de Associações e Executivos de Associações  (PCAAE) e Presidente da  Federação de Organizações Associativas da Ásia do Pacífico  (APFAO). 

Forças políticas querem fazer uma blitzkrieg para mexer no sistema político. O que já está ruim, pode piorar. O presidente da Câmara, elegeu como prioridade uma reforma eleitoral. Pressionados pelos partidos nanicos, os deputados falam no chamado “distritão” e ventilam a volta das coligações. No distritão, como se sabe, assumem os mais votados, independentemente do desempenho dos partidos. No Espírito Santo, que tem 10 deputados federais, seriam eleitos os 10 mais votados no Estado todo. Enfraquece os partidos e favorece as personalidades (Tiririca, por exemplo).

Estamos diante de um novo Frankenstein. O distritão elimina a proporcionalidade da representação política. Induz o cancelamento da mediação partidária e da renovação política. E estimula a ascensão de populistas. Junto com um retorno das coligações, ele não contém o avanço da fragmentação partidária – que é parte do problema da nossa crônica ingovernabilidade.

Ora, o fim das coligações e a cláusula de desempenho visam diminuir o número de partidos. Eram 30 partidos na Câmara, agora são 24. A tendência é passar para 15 e chegar a um patamar entre 5 e 10 em 2030, estimadamente. O que o país precisa agora, em termos de reforma política, é da adoção do sistema eleitoral distrital misto e da modernização da legislação dos partidos políticos, para conter o avanço dos caciques e permitir a renovação política.

O distrital misto melhora a proporcionalidade da representação do eleitorado, além de aproximar mais os eleitores dos eleitos. Fortalecendo os partidos e diminuindo a fragmentação partidária, ele contribui para reduzir o custo de campanhas eleitorais. As eleições brasileiras, ao longo dos anos, transformaram-se em indústrias de votos e máquinas de espetáculos midiáticos.

Tomara que a mídia, os movimentos cívicos e a maioria do Congresso atuem para travar e derrotar o avanço destas novas jabuticabas. Para aprovar o distritão é preciso de uma PEC (proposta de emenda à Constituição), que requer 3/5 dos votos do total de deputados em dois turnos – e depois 3/5 dos senadores também em dois turnos. Não é fácil. Em 2015, o distritão foi derrotado, quando outro influente político era presidente da Câmara. Aprová-lo, agora, seria um grande atraso. E acabaria com os partidos políticos. Ainda não conhecemos uma democracia sem partidos. Jabuticaba brasileira?

A adoção do distrital misto abriria caminho para o Brasil caminhar na direção do semipresidencialismo. Conjugadas, estas duas mudanças se somariam a cláusula de desempenho e ao fim das coligações. Todas elas permitiriam ao país ter um sistema político para superar o seu maior calcanhar de Aquiles: a crônica dificuldade para a formação de maiorias estáveis de governo, origem do vírus da ingovernabilidade e da instabilidade política.

Associações e cooperativas são fundamentais para o desenvolvimento de um país. São importantes para a consolidação das democracias e para o aprimoramento das instituições.

O assunto é empolgante, envolvente; e, por isso, é preciso cuidado: pode virar uma paixão! Helcio Resende Dias, por exemplo, Presidente da FINDES (Federação das Indústrias do Estado do ES) durante o período de 1983-1989, no auge dos seus 88 anos, é participante ativo de 13 diferentes associações. Um verdadeiro aficionado! O destacado paulista Roberto Rodrigues, Ministro da Agricultura entre 2003 e 2006, é, por seu turno, um entusiasta declarado do cooperativismo.

Mas qual seria a diferença entre Associativismo e Cooperativismo? No Associativismo os dirigentes de nível mais elevado, em sua grande maioria, são voluntários. As associações se constituem sem fins lucrativos. Precisam de superávits para aumentarem a quantidade e a qualidade dos serviços prestados aos associados, para investirem na melhoria de suas sedes e, é claro, para permanecerem vivas e ativas a longo prazo. Operando segundo essa lógica, esse tipo de organização não distribui resultados.

No cooperativismo é diferente. Uma cooperativa é constituída, via de regra, com um claro objetivo econômico, qual seja o de buscar resultados positivos, que produzam “sobras”. Seus dirigentes são remunerados e as “sobras” são distribuídas anualmente, de acordo com as deliberações das suas assembleias.

Não obstante funcionem de modos distintos, qualifico as associações e as cooperativas como primas: independentes entre si e definidas, uma e outra, por características únicas; mas unidas por um traço genético comum: A preval6encia do espírito do trabalho coletivo, muito mais forte do que o do trabalho individual.

Em Vitória, no Espírito Santo, está situada a sede da Escola de Associativismo, uma instituição cujo negócio declarado é o fortalecimento das associações. Atualmente, a Escola trabalha com três tipos de organização: associações de empreendedores, associações de suporte a hospitais filantrópicos e associações comunitárias de moradores de bairros/regiões.

Hoje, temáticas atinentes ao cooperativismo são muito estudadas e discutidas – talvez pelo viés lucrativo sobre o qual as cooperativas se sustentam. As associações, por outro lado, ainda são pouco prestigiadas na academia, nos centros de estudos. Nessa conjuntura, a Escola de Associativismo figura como uma instituição de vanguarda, vez que, reconhecendo o alto potencial de impacto do tema a nível nacional, promove debates, produz relevantes materiais de ensino, oferece cursos, palestras, seminários sobre o associativismo, seleciona e coleciona artigos e vídeos de qualidade sobre o tema. Vale a pena conhecer o conteúdo exclusivo produzido e o conteúdo colecionado, ambos de grande valor.

Associações e cooperativas têm, em sua essência, um ideal comum: valorização do trabalho coletivo, organizado e com resultados – elemento vital para o desenvolvimento de qualquer país. Políticos inteligentes interagem ativamente com as associações e com as cooperativas, pois estas são uma fonte natural – e riquíssima – de dados, a nível municipal, estadual e federal. São, portanto, organismos fundamentais para inspiração, informação para um bom desenho de políticas públicas, racionais e eficientes – algo que, no Brasil, anda escasso.

Associações e cooperativas podem e devem ser mais acionadas. Vão ajudar muito a resolver nossos problemas, a gerar mais riqueza, mais bem-estar e a diminuir as injustiças sociais.

Já pensou na importância das associações? Desempenham papel da mais alta relevância no desenvolvimento sustentado das cidades, dos estados e do país. A ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO tem um objetivo muito bem definido: fortalecer as associações. Missão fundamental, porque a sociedade civil organizada é formada por associações. Fortalecendo estas, faz o mesmo com a sociedade civil, tornando-a mais influente, respeitada, mais protagonista na busca e na obtenção de mais bem-estar para todos, objetivo universal maior.

 

Quinze módulos didáticos compõem o portfolio de cursos da escola até aqui. Cada módulo trata de um tema vital para o fortalecimento das associações. Inicia com associativistas do Espírito Santo e na sequência o conteúdo é enriquecido com visões de associativistas de outros estados do Brasil. Já disponíveis, gratuitamente, no site da escola, fechando a Série 1 de dez cursos, estão o volume 1, com ensinamentos dos que moram no Espírito Santo, e os volumes 2, “Uma Visão de São Paulo”, e 3, “Uma Visão de Santa Catarina”, com colaboradores de conteúdo destes dois diferentes estados.

 

A ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO produz conteúdo de alta qualidade, exclusivo, não existe nada semelhante no Brasil. Três tipos de associações, importantes para qualquer cidade, estado ou país, merecem o foco atual da escola. São as associações de empreendedores, as que dão apoio aos hospitais filantrópicos e as comunitárias de moradores. Outros virão no futuro.

 

Associações de empreendedores, como a CNI Confederação Nacional da Indústria, a FINDES Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo, promovem o desenvolvimento dos segmentos que representam, nos níveis federal e estadual. Agricultura, indústrias, comércio e serviços de todos os tipos, de todas as regiões são representadas por milhares de associações no Brasil. O Hospital Sírio Libanês de São Paulo e o Hospital Santa Rita em Vitória/ES foram criados e são apoiados por associações, Sociedade Beneficente de Senhoras e pela AFECC Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer. Hospitais filantrópicos de alta qualidade, junto com milhares de outros em todo o país, apoiados por associações, são responsáveis por mais de 50% (cinquenta por cento) dos atendimentos de saúde da população brasileira. Não menos importantes são também as milhares de associações comunitárias de bairros nas cidades. Citamos, como exemplos de associações desenvolvidas deste tipo, as dos bairros de Jurerê Internacional, em Florianópolis e a da Praia do Canto em Vitória/ES.

 

Governos e legislativos de todos os níveis, bem sucedidos, procuram o diálogo estreito, republicano, com as associações. Ouvem suas críticas, sugestões, e ajustam as ações, projetos de lei, emendas parlamentares. Fazem isto porque sabem que representará diferença para melhor na qualidade dos seus mandatos, os ajudarão a alcançar o objetivo maior de todo bom político: promoção do bem estar de toda a população.

 

É preciso que tenhamos associações com dirigentes competentes, preparados, que levem aos eleitos, apoiados por associados participativos, sugestões de soluções, propostas de ações e de legislação. Que possam oferecer assessoria qualificada, fundamentada, na análise e avaliação dos projetos em tramitação. Uma associação bem articulada, consegue ser muito mais protagonista neste trabalho de apoio aos eleitos.

 

Associações desenvolvidas significa sociedade civil forte, democracia fortalecida, cidades melhores para vivermos. Uma correlação direta e clara. Capacitar, formar associados e dirigentes de associações, esta a função da ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO.

Nossa colaboradora voluntária Flávia Santos fez uma exposição da grande utilidade do Trello e incentivou que a EA e seus colaboradores voluntários a utilizem nas atividades da escola.

Temos agora uma conexão internacional com a Ásia por meio da assinatura de um Memorando de Cooperação com o PCAAE Conselho Filipino de Associações e Executivos de Associações. As duas instituições trabalharão unidas em projetos de desenvolvimento das mesmas, dos seus membros e parceiras e na difusão do Associativismo de alto nível.

Tendo em vista o arrefecimento do surto de covid19 que assolou também o nosso país, a diretoria deliberou solicitar ao IEL/ES, parceiro da escola deste o seu início, que voltasse a buscar um profissional para atendimento do perfil que foi elaborado.

No decorrer do mês de setembro findo foram realizadas reuniões de todos os órgãos executivos da entidade, DIREA, Diretoria; CAF Comitê Administrativo Financeiro; CE Comitê de Educação e CM Comitê de Marketing. As reuniões foram presididas, respectivamente, pelo Diretor Fábio Dias e pelas Coordenadoras(or) Carla Franco, Zilka Teixeira e Ronald Carvalho, formidáveis colaboradores voluntários da escola.

Importante recurso financeiro foi depositado na conta bancária da EA como confirmação da parceria deste importante grupo empreendedor do ES com a EA pelos próximos doze meses. Os créditos que a EA dará a esta marcante e simbólica parceria serão ao INSTITUTO AMÉRICO BUAIZ. MUITO OBRIGADO !

Um reforço muito grande na equipe de colaboradores voluntários nos seus três diferentes comitês operacionais: Manoel Pimenta Diretor para Assuntos Sindicais da FINDES, Rubya Amador Coordenadora do CAS Centro de Apoio aos Sindicatos, André Hees Assessor de Comunicação da Presidência da FINDES, Daniela Pádua, Gerente de Marketing e Flávia Santos Analista do IEL/ES.

Por Raianne Trevelin |

O Comitê Executivo da Escola de Associativismo (EA) apresentou nesta segunda-feira (24), via plataforma Zoom, a nova estrutura organizacional da escola. Também foram apresentados, na ocasião, sugestões de critérios para a seleção de profissionais para o próximo curso de formação de multiplicadores.

O objetivo do curso é preparar novos multiplicadores de conteúdo produzido e colecionado pela EA. Serão selecionados profissionais com experiência docente e com conhecimento prático do Associativismo.

“O curso de capacitação de multiplicadores é muito importante para que a EA ganhe escala na difusão do seu conteúdo. Com mais multiplicadores, mais cursos poderão ser realizados ao mesmo tempo e em diferentes locais. Temos muito a fazer, precisamos de mais multiplicadores para que nossos ensinamentos cheguem a milhares de associações que deles necessitam para serem mais fortes”, disse Sérgio Rogério De Castro, presidente do conselho de gestão da Escola de Associativismo.

A Escola de Associativismo é uma escola sem fins lucrativos que tem como objetivo difundir o associativismo de alto nível. Acredita que associações estáveis e de qualidade, fortalecem a sociedade civil organizada e proporcionam melhores condições de bem-estar para a coletividade.

 

Fonte: https://findes.com.br/news/escoladeassociativismo-novoorganograma-cursodemultiplicadores/

Foi comunicada pessoalmente pelo grande empreendedor e patrono da fundação a manutenção do apoio à EA apesar de enorme demanda de recursos que tiveram para atender emergências da pandemis do Covid19. OBRIGADO!

O de número 14, na sede do SINDILOJAS – Sindicato dos Lojistas do Comercio de Vila Vela/ES, no último dia 31 de agosto, em solenidade híbrida, presencial e virtual, com a presença dos colaboradores de conteúdo e convidados. O tema do curso é “REPRESENTATIVIDADE NAS ASSOCIAÇÕES: fundamental para ter influência”. Associativistas de peso representaram os três tipos de associações que são o foco atual do trabalho da EA: José Carlos Bergamin, Presidente do SINDILOJAS Vila Vella/ES representou as associações de empreendedores, Luis Soares Cordeiro, as associações de apoio aos hospitais filantrópicos e Gilmar Almeida Nogueira, as comunitárias de moradores.

PATRONO DO GRUPO BUAIZ, FUNDADOR E PRIMEIRO PRESIDENTE DAS FEDERAÇÕES DO COMÉRCIO E DAS INDÚSTRIAS DO ES

Uma grande honra, um evento especialíssimo, o apoio do INSTITUTO AMÉRICO BUAIZ à ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO. Com absoluta certeza, se ainda vivo, Américo Buaiz seria um destacado colaborador de conteúdo da escola pela seu conhecimento e sua reconhecida e louvada prática do Associativismo. O Grupo Buaiz é hoje presidido por Américo Buaiz Filho, valoroso empreendedor que deu grande impulso a conglomerado empresarial que é um dos maiores do estado do ES.

Dezenas de participantes, muitas perguntas, elogios, demonstram que valeu a pena o esforço para a realização da “live”, que escolhemos bem o tema e os debatedores.

Luiz Cordeiro, da Associação Vidas de Aracruz/ES, que apoia hospitais filantrópicos, Evelyn Neto presidente da AMBPF Associação dos Moradores de Balneário Ponta da Fruta em Vila Velha/ES e Léo de Castro, atual presidente da FINDES Federação das Indústrias do Estado do ES, associação de empreendedores, falaram sobre o tema “O papel das associações nas pandemias” ressaltando a importância do associativismo, da ação coletiva nestas ocasiões para reduzir as perdas de vidas, o sofrimento das famílias e o fechamento de empresas empobrecendo a população. Contaram as valorosas ações que estão desenvolvendo com os seus associados motivando as associações de todo o Brasil a continuarem se empenhando em benefício dos seus associados e da sociedade como um todo. O evento pode ser visto no YouTube, no canal da EA Escola de Associativismo com o mesmo título da “live”.

Nosso multiplicador de conteúdo de Santa Catarina, Leonardo Costa, por solicitação do sindicato, ministrará um curso com conteúdo produzido pela escola para os associados e dirigentes daquela associação.

Seguindo orientação do Governo do Estado do ES, todas as atividades coletivas da EA Escola de Associativismo forma adiadas. Serão reprogramadas após a confirmação das autoridades de saúde do estado de que o surto encerrou o seu ciclo. As programadas reuniões dos Comitês e do Conselho de Gestão serão virtuais e a nossa primeira AGO-Assembleia Geral Ordinária será provavelmente adiada.

Turma cheia, muita interação da multiplicadora Mara Stocco com os alunos do curso que abordou o tema “AUMENTANDO O NÚMERO DE ASSOCIADOS”. Vários depoimentos de satisfação dos alunos motivam a escola a prosseguir no seu caminha a dar mais uma escalada na oferta de cursos.

Iniciadas as gravações do décimo quarto curso da EA com a abordagem do importantíssimo tema da representatividade nas associações. Todos sabemos como as associações perdem importância por serem tolerantes com a permanência de associados e dirigentes voluntários que não têm mais representatividade porque não são mais sócios ou executivos de empresas, por não mais morarem no bairro, porque nunca comparecem às reuniões da associação de suporte ao hospital, dentre outras situações. Os associativistas convidados para serem colaboradores de conteúdo foram: Luiz Cordeiro, diretor da Associação Vidas que apoia hospitais filantrópicos; José Carlos Bergamin, presidente do Sindicato dos Lojistas do Comércio de Vila Velha e Gilmar Nogueira, presidente da Associação dos Moradores de Jardim Limoeiro Serra/ES 2013/2019.

A direção da escola decidiu divulgar o volume 3 da Serie 1 (MD01 a MD10) de cursos da escola, pronta desde julho de 2019. O lançamento previsto para acontecer em Florianópolis ou Joinville, desde aquela ocasião, depende de programação que não depende da escola. Não podíamos continuar privando os nossos internautas e nossos alunos de cursos presencias de conteúdo tão relevante, colhido com valorosos associativistas daquele estado desde novembro de 2018. Está no site e já será utilizado também nas aulas presenciais.

No último dia 19, no auditório do SEBRAE/ES aconteceu o lançamento dos projetos ASSOCIATIVISMO 4.0, que objetiva a fortalecer as associações de empreendedores e o CREDENCIE-SE que, na mesma linha de tornar as associações mais fortes, reforça as receitas das associações através do agenciamento dos cursos promovidos pelo SEBRAE. Um grande público compareceu ao evento. O diretor da EA Escola de Associativismo foi saudado pelo Superintendente Pedro Rigo e fez uma breve fala elogiando as iniciativas do SEBRAE e dando informações sobre o trabalho da ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO para que as associações sejam cada vez mais ativas, protagonistas da geração de desenvolvimento e bem-estar para toda a sociedade.

No dia 11 deste mês de março, no Centro de Treinamento do IEL/ES acontecerá o 4º CPFA com a abordagem também do importante tema do nosso curso MD04 “AUMENTANDO O NÚMERO DE ASSOCIADOS”. Serão disponibilizadas 30 vagas para os alunos num formato novo de curso com 2 hs de duração, num horário noturno, de 19 às 21 hs.

Realizada a primeira reunião do GT Grupo de Trabalho do projeto da primeira reforma do estatuto. Dentre as propostas destacam-se o aumento do número de conselheiros no Conselho de Gestão e a criação do cargo de Vice Diretor na Diretoria.

Aconteceu na sede do SINCADES – Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor do ES, valorosa apoiadora da escola, representada pelo seu Superintendente Cezar Pinto, associativista de alto nível, colaborador de conteúdo no nosso MD11, reunindo dirigentes de associações de empreendedores desta área de 24 estados e do DF. Um sucesso ! Palestrantes de alto nível transmitiram valiosos conhecimentos com o objetivo de melhorar, aperfeiçoar a gestão das associações. A EA Escola de Associativismo foi convidada e o seu diretor falou da nossa história, dos nossos objetivos e dos cursos que já produzimos. Solicitou que todos visitassem o novo site, as nossas fanpages nas diferentes mídias sociais, as divulgassem e compartilhassem com suas redes de contatos. A ABAD – Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados foi representada pelo seu Superintendente Oscar Atizano.

 

Mais um avanço, a EA vai contratar o seu primeiro funcionário. A expectativa é de a admissão aconteça até o final do corrente mês.

Foi trocada a empresa que hospeda o nosso site e o resultado atendeu às nossas expectativas de oferecer aos internautas aberturas muito mais rápidas do conteúdo produzido e colecionado no mesmo.

O trabalho agora é a edição das imagens para o teaser e o vídeo, a redação da cartilha com uma seleção das contribuições dos associativistas, a gravação do podcast da cartilha e finalmente a apresentação que é utilizada pelos multiplicadores do conteúdo da EA, espalhados hoje em 12 diferentes estados brasileiros conforme se pode ver no site da EA, onde, quem é o seu contato.

Um reforço didático nos cursos da EA, a oferta nos módulos dos cursos, de um podcast da cartilha. Este avanço já está disponível nos curso 11 e 12. Ajudará com certeza a melhorar o aproveitamento dos nossos alunos.

Um dia histórico para a escola, 27 de janeiro de 2020. Na sala da sede da escola, à Avenida Américo Buaiz, 501 Edificio Victoria Office Tower Torre Leste, sala 504, reuniu-se o Comitê Executivo com as presenças do diretor da escola Sergio Rogerio de Castro, do superintendente da escola Agostinho Rocha, do superintendente do IEL/ES Paulo Lacerda, do conselheiro Fábio Dias e dos colaboradores Ronald Carvalho, Zilka Teixeira, Leonel Piovesan e Andre Cribari. Uma grande alegria percebida nos rostos de todos.

A Escola de Associativismo está desenvolvendo, em conjunto com o SENAI do Espírito Santo curso de Ensino à Distância para Conselheiros do SENAI e SESI do Espírito Santo. Um dos itens do curso é o Manual do Conselheiro, que está na sua primeira versão e integra a primeira parte do curso cujo objetivo é dar ferramentas aos conselheiros para o bom exercício de suas tarefas.

A primeira versão do Manual do Conselheiro e a estrutura final desta etapa do curso foi aprovada pelo Diretor da Escola, Sérgio Rogério de Castro. A previsão inicial é que o novo curso esteja disponível e pronto para lançamento no mês de abril. É mais uma ação da Escola de Associativismo em favor do aperfeiçoamento do associativismo no Espírito Santo.

Os novos módulos dos cursos oferecidos pela Escola de Associativismo do Espírito Santo já trazem um reforço didático com a criação de podcasts que auxiliam no aprendizados, destacando aspectos dos cursos e ajudando os alunos a entendê-los melhor. Os dois primeiros podcasts já estão disponíveis e referem-se aos cursos 11 – Engajamento e envolvimento: indispensáveis – e 12 – Jovens no Associativismo: Essencial.

Os dois podcasts podem ser acessados diretamente na página da Escola. Podem, ainda, ser acessados através da página da Escola de Associativismo no SoundCloud, ferramenta onde estão disponibilizados vários tipos de conteúdos, incluindo as duas novidades da Escola.

Foi um dia histórico para a Escola, com a primeira reunião do Comitê Executivo da Escola de Associativismo sendo realizada em sua nova sede, que fica na Enseada do Suá. Da reunião, participaram o Diretor Executivo, Sérgio Rogério de Castro; o superintendente Agostinho Rocha; o superintendente do IEL-ES, Paulo Lacerda; o conselheiro Fábio Dias e os colaboradores Ronald de Carvalho, Zilka Teixeira, Leonel Piovesan e André Cribari.

O Comitê Executivo discute, a cada semana, as ações que a Escola toma e define os novos projetos que serão realizados, discutindo aspectos de sua atuação. A sede da Escola de Associativismo fica na Avenida Américo Buaiz, 501 Edificio Victoria Office Tower Torre Leste, sala 504. O prédio fica em frente ao Shopping Vitória e, para acessá-lo, há facilidade de estacionamento.

Graduado em Comunicação, Direito, Letras(Português), pós graduado em Estudos Avançados da Comunicação e Mestre em História Social das Relações Políticas com vastíssimo currículo, foi colaborador nos jornais A Gazeta, A Tribuna, Século Diário, O Diário e Jornal do Espírito Santo, nas revistas Revista de Cultura da UFES Universidade Federal do ES, Revista Agora e da Revista Conceito. Foi também Assessor de Imprensa do Governo do Estado do ES. Tem vários livros publicados, foi professor universitário e prestador de serviços para a ACAPS Associação Capixaba dos Supermercados, parceira da EA Escola de Associativismo. Vai nos ajudar na área de marketing e comunicação.

De 23 de dezembro de 2019 a 05 de janeiro de 2020 estaremos em recesso. Mensagens para nosso email continuarão sendo recebidas normalmente. Nossos posts nas mídias sociais também serão expedidos normalmente.

O curso está pronto para ser lançado. Não foi no ultimo mês de outubro, como previsto, em função da agenda do parceiro Jônice Tristão. A previsão é de que aconteça neste mês de novembro.

Brevemente iremos inaugurar a sede da escola localizada em Vitória/ES, na Avenida Americo Buaiz 501 Edifício Victória Office Tower Torre Leste Sala 503, Enseada do Suá. A CASA DO ASSOCIATIVISTA.

Após intermináveis gestões junto ao cartório de registro de pessoas jurídicas e junto à Receita Federal, temos agora registro e CNPJ. Muitas ações dependentes deste evento passarão a ser implementadas.

Através de falas dos colaboradores Ronald Carvalho e Fábio Dias a escola voltou a oferecer às associações sindicais da FINDES os seus cursos, o seu conteúdo difundido em site próprio com cursos online e presenciais, artigos, vídeos, notícias, agenda e também através das mídias sociais YouTube, Instagram, Facebook e Linkedin.

Ofertado através dos sites da escola e do IEL/ES. Acontecerá no próximo dia 16, de 14 às 18 hs, no Edificio FINDES. A multiplicadora será Mara Stocco.

O segundo curso da Série 2 está sendo finalizado para lançamento neste mês de outubro. Um rico material tratando da importância dos jovens no associativismo.

Aconteceu também em Vitória/ES a palestra “Jovens no Associativismo” tema do próximo curso que a escola irá lançar em outubro próximo. O público foi formado por jovens de 9 diferentes estados brasileiros, presentes na reunião da REDE INDÚSTRIA JOVEM. São os jovens o alvo prioritário da ação da ESCOLA DE ASSOCIATIVISMO.

Sob a forte liderança da Presidente Suelene Feltrin foi um sucesso o congresso que teve a duração de três dias. O diretor da EA fez uma palestra sobre o tema “associativismo e a Escola de Associativismo” para um público de cerca de 100 corretores de imóveis reunidos no auditório da Superintendência Norte da CEF Caixa Econômica Federal, em Vitória/ES.

Sistema FAES – Federação de Agricultura e Pecuária do ES assina convênio com a EA Escola de Associativismo – com o objetivo de levar os conteúdos produzidos e colecionados pela escola para os dirigentes dos sindicatos rurais patronais filiados à FAES, foi assinado um convênio para que a EA promova 12 (doze) diferentes cursos. Estiveram presentes o Presidente da FAES, Dr Julio Silva Rocha Jr,  e a Superintendente do SENAR/ES – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, Leticia Toniato Simões. Eles manifestaram uma expectativa muito positiva nesta ação para o fortalecimento das associações sindicais filiadas. Após a assinatura do convênio o diretor da escola fêz uma palestra sobre o tema “Levando o conteúdo da EA para o interior do ES”.

EA Escola de Associativismo na FIESP Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e na FIRJAN Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro – a escola aceitou convite das duas federações de indústrias para participar do júri da edição 2019 do Prêmio de Melhores Práticas Sindicais da FIESP e da FIRJAN. Os sindicatos ganhadores serão conhecidos no dia 07 de novembro próximo, numa solenidade de premiação na sede da FIESP, em São Paulo Capital.

A escola aceitou convite para participar de evento na FIRJAN com as associações sindicais filiadas àquela federação no próximo mês de outubro. O Conselheiro Fábio Dias fará uma palestra sobre a Escola e seus cursos para todos os participantes.

Trabalho em conjunto da EA com a FAES está sendo planejado para que o conteúdo produzido pela EA seja transmitido às associações sindicais filiadas à FAES. O Presidente Julio Silva Rocha Jr e a Superintende Leticia Toniato Simões receberam o Conselheiro da EA Fábio Ribeiro Dias para um primeiro contato com este objetivo. Há muito entusiasmo dos parceiros.

A Escola de Associativismo foi convidada para fazer palestras, durante este mês de agosto, sobre o propósito da escola e sobre
o Associativismo nas associações ASCORES – Associação dos Corretores de Imóveis do ES e na Rede Indústria de Jovens.

O décimo segundo curso da escola, o MD12, segundo da Série 02, terá sua produção iniciada neste mês de julho. O tema escolhido é “ASSOCIATIVISMO JOVEM: muito importante”. A escolha dos temas dos cursos sempre tem um objetivo bem definido: conteúdo para fortalecimento das associações.

A Escola de Associativismo inicia no segundo semestre a produção do seu 12 o curso para fortalecimento das associações com o tema “ASSOCIATIVISMO JOVEM é muito importante”. Serão colaboradores de conteúdo Ana Paula Tongo, Victor Cid Martins e Jones Subtil. Sergio Rogério de Castro, diretor da escola, diz que o curso será pelo www.escoladeassociativismo.com e após três meses passará a ser presencial.

O diretor da Escola de Associativismo esteve com o Diretor da Rede Vitória de Comunicação e colaborador de conteúdo da Escola de Associativismo Fernando Machado para um primeiro contato para uma parceria. O Instituto Américo Buaiz faz parte do mesmo grupo da rede de comunicação. Américo Buaiz, é uma grande inspiração, foi um dedicado e bem sucedido associativista, fundador e Presidente da FECOMERCIO/ES e da FINDES Federação das Indústrias do Estado do ES.

11 alunos de diferentes associações se inscreveram para este curso de formação de associativistas, realizado no Centro de Treinamento do IEL/ES, nos dias 14 e 15 de maio p.p.. Novos temas foram abordados: Os benefícios de uma sede – MD01; A importância da renovação – MD02; Inovação no associativismo – MD03 e Desenvolvendo mercados por meio das associações
– MD05. O destaque deste curso foi a presença do aluno-professor Luiz Soresine, ex-Diretor da Aracruz Celulose e ex-Diretor da Vale, um formador de opinião, um associativista nato, valorizando as iniciativas da Escola de Associativismo. Uma inspiração para continuarmos produzindo conteúdo para o fortalecimento das associações.

O mais novo curso da EA – Escola de Associativismo, foi lançado no ultimo dia 21, na sede do CDL (Câmara de dirigentes Lojistas) Grande Vila Velha/ES. Uma plateia lotada, participativa, uma palestra do Cezar Pinto, um dos colaboradores de conteúdo do novo curso e muitos pronunciamentos valorizando o lançamento e o associativismo, confirmaram o valor da grande liderança desta associação, Helcio Rezende Dias, também Presidente do Conselho de Gestão da escola.

Uma notícia esperada, há mais de um ano, finalmente pode ser divulgada: a Escola de Associativismo passa a existir legalmente, registrada no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas. A etapa seguinte é a obtenção do CNPJ – Certificado Nacional de Pessoa Jurídica, esperada para os próximos 15 dias.

O Diretor da Escola de Associativismo foi convidado e realizou uma palestra para os rotarianos no mais importante evento desta associação na região da sua sede. Um desafio uma vez que a associação Rotary é uma das maiores do mundo, é uma inspiração para a escola. Uma analogia foi apresentada pelo diretor da escola: tal como as maiores empresas do mundo, como por exemplo a General Electric, tem procurado e estimulado “start ups” para aperfeiçoar a gigante, para dará mais celeridade nas mudanças que são necessárias à sua perenidade. Assim a EA Escola de Associativismo, apresentou “Despretenciosas Propostas” para o fortalecimento desta magnifica e global associação.

Em reunião com a presença do Presidente da FINDES Leo de Castro, o diretor da EA distribuiu a coletânea das 11(onze) “PÍLULAS DE ASSOCIATIVISMO” produzidas até aqui e estimulou os presidentes das associações sindicais a destinarem de 10 a 15 minutos das suas reuniões para que um dos textos das Pílulas fosse lido e comentado visando a criar uma cultura associativista mais forte e consequente.

Realizado no ultimo dia 7 de maio, com um grande sucesso. Um público qualificado, formado por parceiras, doadores, colaboradores da EA Escola de Associativismo receberam a homenagem da escola através da realização deste evento de elevadíssima qualidade. A palestra inicial tratou do tema “Propósito”, com Gilber Machado da empresa de publicidade ebrand e do projeto Kuau, seguida pelo renovado consultor de marketing Ronald Carvalho que falou sobre “Mudança”. O encerramento foi brilhantemente protagonizado pela publicitária Flávia da Veiga que prendeu a atenção de todos com relevantes considerações e ensinamentos sobre “Felicidade”. Muitos foram os pedidos para que a Escola de Associativismo promova mais eventos deste nível, desta elevada qualidade.

O que é associativismo? Como ele pode colaborar para a sociedade? Como fortalecer o associativismo? Esses foram alguns dos questionamentos trabalhados no primeiro Curso de Formação de Multiplicadores da Escola de Associativismo, que aconteceu na última semana. O evento foi promovido com intuito de capacitar novos professores da Escola de Associativismo, que, agora, também serão responsáveis por disseminar a cultura do associativismo em todo o país.

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