A participação da Escola de Associativismo no Encontro da Indústria 2026, promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), resultou em novas perspectivas para a expansão nacional da instituição. Convidado para compartilhar a experiência desenvolvida no Espírito Santo, o presidente do Conselho de Gestão da Escola, Lucas Izoton, apresentou às lideranças industriais fluminenses uma metodologia voltada ao fortalecimento dos sindicatos e à preparação de seus dirigentes.

Durante sua apresentação, Izoton abordou aspectos relacionados ao posicionamento dos presidentes e das diretorias, estilos de liderança e formas de fortalecer a atuação das entidades. A proposta foi mostrar como uma liderança mais preparada e um sindicato com posicionamento claro podem ampliar a capacidade de representação e oferecer melhores respostas às necessidades das indústrias associadas.

A apresentação também partiu da experiência acumulada por Izoton em sua trajetória no movimento empresarial, incluindo os períodos em que presidiu a Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) e atuou como vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A experiência prática foi associada à metodologia desenvolvida pela Escola de Associativismo, criando um ambiente de troca com os dirigentes participantes.

“Foi uma experiência muito positiva. Tivemos uma participação intensa das lideranças, com muitas perguntas e manifestações de interesse. A avaliação realizada pela própria FIRJAN também apresentou um resultado muito bom para a nossa apresentação”, afirmou Lucas Izoton.
Interesse em novos treinamentos

Um dos principais resultados da participação foi o interesse manifestado por diversos sindicatos em conhecer e participar dos treinamentos da Escola de Associativismo. De acordo com Izoton, alguns dirigentes sinalizaram a intenção de levar a formação para seus próprios diretórios, ampliando o alcance da metodologia dentro das entidades.

A iniciativa pode contribuir ainda para um desafio comum ao movimento associativista: a formação e a renovação das lideranças. O contato com os treinamentos da Escola pode estimular a participação de novos dirigentes e, especialmente, aproximar jovens do trabalho voluntário desenvolvido nos sindicatos.

“A ideia é que essa formação não fique restrita aos presidentes. Muitos dos sindicatos demonstraram interesse em levar os treinamentos para seus diretórios e utilizar esse conhecimento também como instrumento de preparação de novas lideranças”, explicou Izoton.
Espírito Santo como referência

Para Lucas Izoton, a experiência reforça a importância de levar o associativismo para além das fronteiras estaduais. “O convite da FIRJAN mostra que existe espaço para compartilharmos o conhecimento e as boas práticas desenvolvidas pela Escola. É uma satisfação perceber que nossa metodologia pode contribuir para fortalecer sindicatos de outros estados e, ao mesmo tempo, ajudar a aproximar novas lideranças do movimento associativista.”

A Escola de Associativismo segue, assim, avançando em seu propósito de formar lideranças, fortalecer organizações e disseminar a cultura associativista, ampliando sua atuação e buscando consolidar-se como referência nacional na formação de dirigentes e voluntários para o movimento associativista.